| Dom | Seg | Ter | Qua | Qui | Sex | Sab |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | |
| 7 | 8 | 9 | 10 | 11 | 12 | 13 |
| 14 | 15 | 16 | 17 | 18 | 19 | 20 |
| 21 | 22 | 23 | 24 | 25 | 26 | 27 |
| 28 | 29 | 30 |
Índice
Editorial
Arquivos, Bibliotecas, Fundos: 10 textos
Bibliografia: 86 textos
Biografias / Vidas: 138 textos
Colóquios , conferências, debates: 15 textos
Estudos: 6 textos
Estudos locais: 2 textos
Extrema-esquerda - História: 10 textos
Fontes: 7 textos
Iconografia: 12 textos
Movimento comunista internacional: 11 textos
Notas: 5 textos
Notas de investigação: 1 textos
Organizações - PCP: 3 textos
Recensões críticas: 3 textos
Repressão: 7 textos
Revista Estudos sobre o Comunismo: 3 textos
Vários: 17 textos
dezembro 2005
novembro 2005
outubro 2005
setembro 2005
agosto 2005
julho 2005
junho 2005
maio 2005
abril 2005
março 2005
fevereiro 2005
dezembro 2004
novembro 2004
outubro 2004
agosto 2004
julho 2004
junho 2004
maio 2004
abril 2004
março 2004
fevereiro 2004
janeiro 2004
dezembro 2003
novembro 2003
outubro 2003
setembro 2003
agosto 2003
julho 2003
junho 2003
maio 2003
janeiro 2003
*
* COMEMORAÇÕES DO CENTENÁRIO DE FERNANDO LOPES-GRAÇA
* NOTÍCIAS E MATERIAIS ASSOCIADOS AO CENTENÁRIO DE RUY LUÍS GOMES
* ACTIVIDADES DA OPOSIÇÃO DURANTE A CAMPANHA ELEITORAL DE NOVEMBRO 1957
* ÁLVARO CUNHAL - BIOGRAFIA POLÍTICA
* CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE RUY LUIS GOMES
* SELO COMEMORATIVO DE ÁLVARO CUNHAL
*
III VOLUME SOBRE OS ANOS DA PRISÃO (1949-1960)
* SÉRIE TELEVISIVA ATÉ AMANHÃ CAMARADAS EM DVD
* Annals of Communism
* Archivo Guerra y Exilio
* Arquivo Edgard Leuenroth
* Arquivo Nacional da Torre de Tombo
* Asociación de Amigos de las Brigadas Internacionales
* Asociación para el Estudio de los Exilios y Migraciones Ibéricos Contemporáneos
* Biblioteca Victor Serge (Moscovo)
* Bibliothèque de documentation internationale contemporaine (BDIC)
* British Library
* CEIP León Trotsky
* Centre des Archives Communistes en Belgique
* Center for the Study of Political Graphics
* Centre d’Estudis sobre les Èpoques Franquista i Democràtica
* CENTRE D'ETUDES ET DE RECHERCHES SUR LES MIGRATIONS IBERIQUES
* Centre d'Etudes et de Recherches sur les Mouvements Trotskyste et Révolutionnaires Internationaux
* Centre d'Histoire et de Sociologie des Gauches
* Centre International de Recherches sur l'Anarchisme (CIRA)
* Centro de Documentação 25 de Abril
* Centro de Documentación e Investigación de la Cultura de Izquierdas en Argentina
* Centro de Estudios y Documentación de las Brigadas Internacionales
* Chapters in the History of Communist and Socialism
* Cold War International History Project
* Collectif des centres de documentation en histoire ouvrière et sociale
* Commonwealth and Latin American Archives Project - Political Archives
* Communist Chronicles
* Communist History Network
* Conservatoire des mémoires étudiantes et universitaires (CME)
* Contemporary Portuguese Political History
* Correntes Artísticas e Movimentos Intelectuais
* Dictionary of Labour Biography
* Documents on American Radicalism
* Ephemera Society of America
* Estudios sobre la historia del movimiento comunista en España
* Fondación Andreu Nin
* Fondation Gabriel Péri
* Fondation Pierre Besnard
* Fondazioni Istituto Gramsci
* Friedrich-Ebert-Stiftung
* Fundação Astrojildo Pereira
* Fundação Mário Soares
* Fundación de Investigaciones Marxistas
* Fundación Salvador Segui
* Gosudarstvennaia Obshchestvenno-Politicheskaia Biblioteka
* Gramsci e o Brasil
* Guerra Civil Espanhola
* GUIA DA HISTÓRIA DAS ESQUERDAS BRASILEIRAS
* História e Ciência
* Historian’s of American Communism
* History Journals Guide
* Hoover Institution
* Institut d'histoire du temps présent
* Internacional Situacionista - Arquivos
* International Association of Labour History Institutions
* International Institute of Social History
* International Newsletter of Communist Studies
* Jahrbuch für Historische Kommunismusforschung
* Kate Sharpley Library
* Library of Congress
* London School of Economics - Biblioteca
* Maitron
* Marx Memorial Library
* Marxists Internet Archive
* National Archives and Records Administration (NARA)
* L'OFFICE UNIVERSITAIRE DE RECHERCHE SOCIALISTE (L'OURS)
* Parallel History Project on NATO and the Warsaw Pact
* PC da África do Sul
* PC do Japão
* People's History Museum
* PORBASE - Pesquisa bibliográfica
* Popular Movements Internet Resources
* Public Record Office
* Red de Archivos Historicos de Comisiones Obreras
* Society for the Study of Labour History
* Socio[B]logue
* Stalin-Era Research and Archives Project
* TrotskyanaNet
* Twentieth Century Latin American Pamphlets
* University of California- Berkeley – Biblioteca
* Vidas Lusófonas
* WorkLab - International Association of Labour Museums
* Working Class Movement Library
este mês: hits: 14.110; páginas: 4.974; visitas: 3.400; kbytes: 843.354
desde sempre: hits: 649.047; páginas: 220.717; visitas: 730.630; kbytes: 844.432
agosto 07, 2004
ESTADO DO III VOLUME DA BIOGRAFIA DE ÁLVARO CUNHAL
ÁLVARO CUNHAL – O PRESO (1949-1960)
(todos os títulos são também provisórios)
1 – O choque: da prisão ao julgamento
2 - Os anos mais duros (1949-52): os expulsos, os “traidores” e os mortos
3 – O PCP sozinho
4 - Cunhal na Penitenciária: “a estrela de seis pontas”
5 - Estratégias contra a solidão: ler , escrever e desenhar
6.- A purga dos intelectuais
7 - A continuação das purgas
8 - Fogaça e Cunhal à distância
9 - Cunhal em Peniche (1956-60)
10 - O PCP à luz de Krutchov e o combate ao “sectarismo”
11 - V Congresso (1957)
12.- A emergência da questão colonial
13 - O “furacão” Delgado
14 - Depois de Delgado
15. - A fuga de Peniche
Como aconteceu já com os outros volumes, cada período cronológico da biografia tem problemas próprios. No caso destes anos existem dois tipos de problemas: um diz respeito ao processo narrativo e pode ser resumido nesta questão – como é que se escreve um texto sobre um homem que está preso e tem os seus gestos rigidamente controlados e repetitivos? Trinta páginas chegam para descrever o quotidiano de um preso e há que encontrar mecanismos para ligar essa aparente (e real) monotonia de gestos com o fio de uma “vida”. O segundo problema é que estes anos 1949 – 1960 são “malditos” na história oficial do PCP por várias razões contraditórias – o “sectarismo”, primeiro, e depois o que veio a ser conhecido como o “desvio anarco-liberal” e por isso são muito pouco conhecidos e estudados. Mais importante: a memorialistica em que o PCP é fértil, ilude quase completamente a política neste período, concentrando-se nas “lutas” e na repressão, o que dificulta muito saber-se o que realmente se passou. Acresce que, enquanto nos anos trinta, havia uma direcção relativamente concentrada e com uma cadeia de comando facilmente definida, os anos cinquenta são os mais confusos, entre as purgas, expulsões e decisões contraditórias.
Coragem, caro JPP!
É uma obra cuja ambição me parece que lhe tem vindo a crescer e talvez esteja a ficar desmedida, maior que você próprio, mas talvez você nos prove que consegue alcançá-la!
E se o conseguir, será certamente a obra por que ficará conhecido.
Coragem!
Olá, é só para divulgar o site do CARAPAU - O FÓRUM SUBVERSIVO: www.carapau.pt.vu
visitem e inscrevam-se e fiquem bem! :)
satantec (comunismo não é utopia!)
ps:Um site para quem acredita que o comunismo não é para estudar, mas para fazer!
Afixado por: satantec em agosto 11, 2004 11:04 PMCaro JPP
Penso que o pior que poderia acontecer à obra em causa era ser editada “ em cima do joelho”.
Por isso, demore o tempo que tiver que demorar.
Não lhe escondo que é sempre um prazer ver a esquerda “intelectual” acorrer às livrarias e, com um ar envergonhado ( porque será !?), comprar qualquer um dos volumes anteriores.
E o silêncio do PCP!, é “ musica para os nossos ouvidos” ...
Rafael Littman
Caro Pacheco Pereira
Tenho lido com atenção os seus escritos que me causam bastante prazer, porque também sou um curioso das actividades clandestinas durante o antigo regime.
Vivendo em Alpiarça senti neneccidade de escrever sobre dois temas em que esta terra ébastante conhecida. O ciclismo e a actividade política. Sobre o ciclismo já editei "A História do Ciclismo em Alpiarça" desde 1890 até aos nossos dias, tendo entretanto escrito um outro de natureza diferente, que trata das lutas politicas ocorridas no ínicio do século, durante a 1ªRepublica, pela posse da freguesia de Vale de Cavalos e que teve como protagonistas principais, José Relvas, por Alpiarça e o Dr. Rafael Duque, pela Chamusca, o outro concelho que disputava a referida freguesia. Neste momento estou dedicada a escrever sobre a actividade política em Alpiarça, desde as lutas liberais (Passos Manuel que aqui viveu,passando pela chmada propaganda republicana, que aqui teve um impacto enorme como sabe, passando por muitas outras situações até chegar aos tempos áureos da intervenção do Partido Comunista em Alpiarça, desde o principio do Estado Novo. Há histórias interessantíssimas para contar,ou pelo menos para dar a conhecer aos outros. Estou a trabalhar nesse livro, estando numa fase adiantadíssima. Vamos lá a ver o que sai. O objectivo é que a memória não se perca, não só das coisas boas, mas também das coisas más. A história será isto tudo. Claro que não sou um escritor com esse dom que nem todos têm para conseguirem atingir um patamar mais acima, do que aquele onde estou. Quero no entanto dar o meu contributo, para que outros com mais sapiência, possam ter um ponto de partida.
Cumprimentos e força.
Estava a pensar que completava a coleção em Novembro pelos meus anos, agora já nem vou poder colocar o volume no meu sapato de Natal, só já espero viver o suficiente para conseguir ler toda a obra!
O que dirá o nome Victor Kravenko aos intelectuais, de esquerda, portugueses e não só?
Foi o primeiro dissidente da URSS, que publicou um livro em Nova YorK, aturou os intelectuais franceses de esquerda em tribunal.
Isto passava-se em 1945/46 o homem, alto funcionario sovietico, deu bastante à lingua sobre o paraiso sovietico! os nossos comunistas não liam o jornal, por isso nada sabiam sobre
o paraiso........................................
"Acresce que, enquanto nos anos trinta, havia uma direcção relativamente concentrada e com uma cadeia de comando facilmente definida, os anos cinquenta são os mais confusos, entre as purgas, expulsões e decisões contraditórias." A realidade do PCP segundo JPP? Sonho de JPP ou realidade? Não havia CC? E secretariado do CC? E organismos regionais? E etc.?
"Mais importante: a memorialistica em que o PCP é fértil, ilude quase completamente a política neste período, concentrando-se nas “lutas” e na repressão, o que dificulta muito saber-se o que realmente se passou". JPP leu (estudou) os "Avante!", "O Militante" e outra publicações e relatórios ao CC desse período?