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Índice
Editorial
Arquivos, Bibliotecas, Fundos: 10 textos
Bibliografia: 86 textos
Biografias / Vidas: 138 textos
Colóquios , conferências, debates: 15 textos
Estudos: 6 textos
Estudos locais: 2 textos
Extrema-esquerda - História: 10 textos
Fontes: 7 textos
Iconografia: 12 textos
Movimento comunista internacional: 11 textos
Notas: 5 textos
Notas de investigação: 1 textos
Organizações - PCP: 3 textos
Recensões críticas: 3 textos
Repressão: 7 textos
Revista Estudos sobre o Comunismo: 3 textos
Vários: 17 textos
dezembro 2005
novembro 2005
outubro 2005
setembro 2005
agosto 2005
julho 2005
junho 2005
maio 2005
abril 2005
março 2005
fevereiro 2005
dezembro 2004
novembro 2004
outubro 2004
agosto 2004
julho 2004
junho 2004
maio 2004
abril 2004
março 2004
fevereiro 2004
janeiro 2004
dezembro 2003
novembro 2003
outubro 2003
setembro 2003
agosto 2003
julho 2003
junho 2003
maio 2003
janeiro 2003
*
* COMEMORAÇÕES DO CENTENÁRIO DE FERNANDO LOPES-GRAÇA
* NOTÍCIAS E MATERIAIS ASSOCIADOS AO CENTENÁRIO DE RUY LUÍS GOMES
* ACTIVIDADES DA OPOSIÇÃO DURANTE A CAMPANHA ELEITORAL DE NOVEMBRO 1957
* ÁLVARO CUNHAL - BIOGRAFIA POLÍTICA
* CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE RUY LUIS GOMES
* SELO COMEMORATIVO DE ÁLVARO CUNHAL
*
III VOLUME SOBRE OS ANOS DA PRISÃO (1949-1960)
* SÉRIE TELEVISIVA ATÉ AMANHÃ CAMARADAS EM DVD
* Annals of Communism
* Archivo Guerra y Exilio
* Arquivo Edgard Leuenroth
* Arquivo Nacional da Torre de Tombo
* Asociación de Amigos de las Brigadas Internacionales
* Asociación para el Estudio de los Exilios y Migraciones Ibéricos Contemporáneos
* Biblioteca Victor Serge (Moscovo)
* Bibliothèque de documentation internationale contemporaine (BDIC)
* British Library
* CEIP León Trotsky
* Centre des Archives Communistes en Belgique
* Center for the Study of Political Graphics
* Centre d’Estudis sobre les Èpoques Franquista i Democràtica
* CENTRE D'ETUDES ET DE RECHERCHES SUR LES MIGRATIONS IBERIQUES
* Centre d'Etudes et de Recherches sur les Mouvements Trotskyste et Révolutionnaires Internationaux
* Centre d'Histoire et de Sociologie des Gauches
* Centre International de Recherches sur l'Anarchisme (CIRA)
* Centro de Documentação 25 de Abril
* Centro de Documentación e Investigación de la Cultura de Izquierdas en Argentina
* Centro de Estudios y Documentación de las Brigadas Internacionales
* Chapters in the History of Communist and Socialism
* Cold War International History Project
* Collectif des centres de documentation en histoire ouvrière et sociale
* Commonwealth and Latin American Archives Project - Political Archives
* Communist Chronicles
* Communist History Network
* Conservatoire des mémoires étudiantes et universitaires (CME)
* Contemporary Portuguese Political History
* Correntes Artísticas e Movimentos Intelectuais
* Dictionary of Labour Biography
* Documents on American Radicalism
* Ephemera Society of America
* Estudios sobre la historia del movimiento comunista en España
* Fondación Andreu Nin
* Fondation Gabriel Péri
* Fondation Pierre Besnard
* Fondazioni Istituto Gramsci
* Friedrich-Ebert-Stiftung
* Fundação Astrojildo Pereira
* Fundação Mário Soares
* Fundación de Investigaciones Marxistas
* Fundación Salvador Segui
* Gosudarstvennaia Obshchestvenno-Politicheskaia Biblioteka
* Gramsci e o Brasil
* Guerra Civil Espanhola
* GUIA DA HISTÓRIA DAS ESQUERDAS BRASILEIRAS
* História e Ciência
* Historian’s of American Communism
* History Journals Guide
* Hoover Institution
* Institut d'histoire du temps présent
* Internacional Situacionista - Arquivos
* International Association of Labour History Institutions
* International Institute of Social History
* International Newsletter of Communist Studies
* Jahrbuch für Historische Kommunismusforschung
* Kate Sharpley Library
* Library of Congress
* London School of Economics - Biblioteca
* Maitron
* Marx Memorial Library
* Marxists Internet Archive
* National Archives and Records Administration (NARA)
* L'OFFICE UNIVERSITAIRE DE RECHERCHE SOCIALISTE (L'OURS)
* Parallel History Project on NATO and the Warsaw Pact
* PC da África do Sul
* PC do Japão
* People's History Museum
* PORBASE - Pesquisa bibliográfica
* Popular Movements Internet Resources
* Public Record Office
* Red de Archivos Historicos de Comisiones Obreras
* Society for the Study of Labour History
* Socio[B]logue
* Stalin-Era Research and Archives Project
* TrotskyanaNet
* Twentieth Century Latin American Pamphlets
* University of California- Berkeley – Biblioteca
* Vidas Lusófonas
* WorkLab - International Association of Labour Museums
* Working Class Movement Library
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maio 30, 2005
HOMENAGEM AO GENERAL SOUSA DIAS NA GUARDA
Secção: Biografias / VidasGuarda: General Sousa Dias vai ser homenageado - Iniciativa marcada para Setembro
A «Associação Cívica Adalberto Gastão Sousa Dias» que vai ser criada na cidade Guarda, por iniciativa de várias personalidades locais e nacionais, vai homenagear o general, falecido em 1934 no Mindelo, em Cabo Verde. Em 2004 o general foi alvo de uma primeira homenagem, que contou com a participação do ex-Presidente da República, Mário Soares.
Segundo apurou a KA, a novel colectividade que integra nomes como José Domingos, António Arnault, Alípio de Melo e os generais Vasco Lourenço e Monteiro Valente, surge com o objectivo de prestar “a verdadeira homenagem” ao general Sousa Dias, que faleceu em Cabo Verde, mas cujo corpo foi secretamente transladado para um jazigo do Cemitério da Guarda.
José Domingos, um dos fundadores da associação explica que a colectividade vai ter duas vertentes distintas. “Uma componente cultural, que visa criar um espaço de debate cívico que queremos fazer entre o passado e o presente e cimentar o espírito democrático em Portugal e na Guarda. A outra vertente é cívica e tem por objectivo não deixar esquecer os feitos da democracia e de quem lutou por ela, como foi o caso de Adalberto Gastão Sousa Dias”.
O primeiro propósito da associação vai ser homenagear Sousa Dias. A iniciativa está marcada para Setembro e consiste na colocação de um monumento, da autoria do escultor Octávio Gonçalves, junto da casa onde viveu, no Bairro do Bonfim, na cidade da Guarda.
“Vai ser um monumento monolítico de granito, vindo dos Fóios (Sabugal), que vai ser impregnado em bronze, com uma simbologia evocativa do general, prestando devidamente a homenagem a que ele tem direito por justiça e mérito, pela luta que fez em nome da democracia, contra a ditadura”, explicou José Domingos.
Recorde-se que ao general Sousa Dias já foi prestada uma primeira homenagem por ocasião da passagem dos 30 anos após o 25 de Abril. No ano passado a Escola Superior de Educação da Guarda (ESEG) promoveu uma jornada de dia inteiro que incluiu uma conferência com o antigo Presidente da República, Mário Soares.
A propósito da iniciativa realizada em 2004, Joaquim Brigas, o director da ESEG, afirmou: “De todas as iniciativas que foram levadas a cabo ao longo deste ano, a mais relevante foi, sem dúvida, a homenagem prestada ao general Sousa Dias, no âmbito do ciclo de debates dos 30 anos do 25 de Abril. Não apenas pelo prestígio que este guardense granjeou dentro e fora de fronteiras, na sua luta pela liberdade, e contra a repressão salazarista. Mas também porque, para invocar e analisar o percurso desta insigne figura, vieram à nossa escola uma plêiade de notáveis cidadãos, com destaque muito especial para o ex-Presidente da República, dr. Mário Soares”.
”A lição que Mário Soares deixou na ESEG, traçando o percurso, a obra e o homem que foi o general Sousa Dias ficará para a história desta instituição. Sobretudo porque Mário Soares não se limitou a reavivar a memória escrita daquele general. Mas antes porque o ex-Presidente da República revelou um conjunto de factos da carreira de Sousa Dias que, sendo desconhecidos da maioria dos cidadãos portugueses, remetem aquele combatente pela liberdade para o lugar dos injustiçados da Pátria.
Um homem bom, um livre pensador, solidário e justo, enfim, alguém que se bateu pelos ideais da construção de um homem novo, e um mundo mais fraterno”, sustentou também Joaquim Brigas.
maio 28, 2005
MORTE DE HARILAOS FLORAKIS
Secção: Biografias / Vidas
Former Greek communist party leader dies
Trancrição da notícia necrológica no Avante!, 25/5/2005
Morreu Harilaos Florakis
O presidente honorário do Partido Comunista Grego (PCG), Harilaos Florakis, morreu a 22 de Maio, com 91 anos.
O corpo do destacado dirigente comunista esteve em câmara ardente na sede do PCG em Perissos, nos dias 24 e 25 de Maio, onde camaradas e amigos lhe prestaram pública homenagem. O enterro tem lugar amanhã, em Paliozoglopi, no município de Itamos em Salónica, sua região natal.
Nascido a 20 de Julho de 1914, Harilaos Florakis tornou-se militante da Federação da Juventude Comunista da Grécia em 1929. Em 1941 entrou para o PCG, em cuja reconstrução participou activamente, destacando-se na luta contra a ditadura e a ocupação. Membro da Frente Nacional de Libertação desde a sua formação, bem como do Exército Popular de Libertação Nacional (ELAS), Harilaos Florakis adoptou o nome de guerra de «capitão Yiotis».
Em 1949 foi eleito membro do Comité Central do PCG. Perseguido, preso e exilado num total de 18 anos, 12 dos quais com sentença de prisão perpétua e seis de exílio, Harilaos Florakis protagonizou alguns julgamentos célebres, como o conhecido «Grande Julgamento» de Maio de 1960, no Tribunal Marcial de Atenas.
Nada quebrou a sua resistência. Em 1972 é eleito primeiro secretário do CC do PCG, cargo que ocupou até 1989. Com o fim da ditadura militar na Grécia, o contributo patriótico de Harilaos Florakis veio a ser reconhecido, tendo recebido, entre outras distinções, a Medalha de Honra do ELAS e a Medalha de Mérito Militar do Exército Democrático da Grécia.
Em mensagem de condolências ao PCG, o Secretariado do CC do PCP manifestou a sua grande consternação pelo desaparecimento do «histórico dirigente» e «destacada figura da luta dos comunistas e do povo grego pela liberdade, a democracia e a soberania» da Grécia.
Com a morte de Harilaos Florakis, sublinha o PCP, não apenas os comunistas e os patriotas gregos perdem uma importante personalidade, mas também «o movimento comunista em todo o mundo».
maio 27, 2005
MEMÓRIAS DE EDGAR MACIEL CORREIA (1945-2005)
Secção: Biografias / Vidas
Carlos Luis Figueira sobre Edgar Correia
Vasco de Carvalho, "Edgar Correia - um militante indomável", Público, 30/04/2005
Paulo Sucena, Entre o Delírio e o Desassossego.
João Tunes, Edgar Correia, Água Lisa.
Pedro Baptista, In memoriam Edgar Correia, Comércio do Porto, 19/5/2005
Todos estes textos estão transcritos em baixo.
Mais documentos sobre Edgar Correia: Carta de Demissão, Nota para audição prévia de Edgar Correia nos termos e para os efeitos do artº 60º dos Estatutos do PCP , RESOLUÇÃO DO SECRETARIADO DO COMITÉ CENTRAL SOBRE GRAVES VIOLAÇÕES DOS PRINCÍPIOS E NORMAS ESTATUTÁRIAS POR EDGAR CORREIA.
CARLOS LUIS FIGUEIRAS
Conheci o Edgar no Porto, em finais dos anos 60, por volta de 70 / 71, não sei precisar mais. Fazia parte eu com ele e o José Carlos de Almeida do organismo mais importante do Partido a Norte. A chamada troika, cujo responsável era o Carlos Costa. O Edgar era o único de nós que não era ainda funcionário do Partido e se mantinha numa situação legal. Este facto inédito na prática do Partido só era possível pelas qualidades politicas que se reconheciam ao Edgar e pela confiança que nele se depositava. Nesta troika eu era responsável por todas as Beiras, o José Carlos de Almeida pelo sector operário do Porto e o Edgar pelo sector intelectual do Porto e boa parte do Norte do Pais.
Ao fim de algum tempo o Edgar foi substituído no organismo pelo José Bernardino este, quadro clandestino, acabado de chegar do exterior.
Lembro-me a propósito que se organizou entre a troika um jantar de despedida do Edgar tendo este nos obsequiado com um suculento leitão que na altura nos soube a pouco.
A despedida do Edgar coincidiu com a sua entrada na clandestinidade, ele e a sua companheira. Teve como quadro clandestino destacadas responsabilidades no Alentejo, onde se manteve ainda durante algum tempo após o 25 de Abril, num período em que as suas qualidades politicas foram muito importantes para a definição de uma orientação concreta do Partido face ao problema da terra e o arranque para as ocupações que deram origem à reforma agrária.
Já depois do 25 de Abril participei com o Edgar e outros camaradas na Comissão de Organização do Partido, estrutura que tinha a particular responsabilidade de dar conta dos níveis de crescimento de um partido que passa de um partido de quadros para um partido de massas e definir as principais linhas de orientação para a sua estruturação orgânica. O Edgar respondia então pelo distrito do Porto onde já se encontrava depois da sua saída do Alentejo.
Como membro da Comissão Politica durante largos anos tive a oportunidade de continuar a conviver de perto com o Edgar e a apreciar a sua inteligência e a sua não menor coragem politica. Era de facto daquele conjunto de quadros que compunham a Comissão Politica o que apresentava sobre diversas matérias um grau de preparação maior o que não poucas vezes conduziu a acesos debates e confrontos particularmente com os elementos mais aparelhisticos e carreristas deste organismo, acentuando-se as clivagens que conduziram mais tarde ao desfecho politico que se conhece.
Carlos Luís Figueira
2005-04-20
VASCO DE CARVALHO
Vasco de Carvalho, Edgar Correia - um militante indomável
(Público, 30/04/2005)
Conheci pela primeira vez Edgar Correia quando ele repousava no seu berço de menino, pouco depois de nascer.
Era amigo de seu pai, Fernando Correia, que por meu intermédio se filiou no Socorro Vermelho Internacional, quando era estudante de engenharia, e foi um militante tenaz no Porto.
O pai também foi vítima do estalinismo, sendo falsamente acusado de ter denunciado camaradas quando da sua prisão. Na realidade, Fernando Correia foi posto em liberdade pouco depois de ter sido preso, porque seu pai, na Primeira Guerra Mundial, salvou a vida do que seria então director da PVDE, e este, por uma questão de gratidão, mandou soltar Fernando Correia. O verdadeiro denunciante foi um outro camarada estudante cujo nome não me recordo.
Segui a evolução de Edgar Correia, primeiro como jovem estudante anti-fascista até à sua posição de militante devotado do Partido Comunista Português, do qual veio a ser expulso, porque não era um homem para dizer sempre que sim, pela facção estalinista que infelizmente perdura no partido.
Edgar Correia sempre quis que o seu partido fosse seriamente marxista-leninista.
O seu combate não abrandou depois da sua expulsão do partido pelo qual tanto se sacrificou, quer do ponto de vista profissional, quer familiar.
Com o falecimento de Edgar Correia perdeu-se um militante indomável pelo ideal comunista. Ideal comunista que não será a instauração de uma nova ditadura, como aconteceu na Roménia, na Hungria, etc., mas a conquista de um poder verdadeiramente democrático para o povo.
PAULO SUCENA
Um misto de razão e emoção
Há muito não me acontecia escrever sob uma tão espessa, dolorosa e funda amargura. Não procuro as palavras, porque todas seriam pobres e demasiado frágeis para falar de um amigo querido, de um homem bom, de um comunista íntegro e inteiro como poucos outros conheci.
Não era uma personalidade plana. Edgar Correia era um ser rico e complexo, com defeitos como todos os humanos, mas com uma generosidade e por vezes com uma simplicidade tão tocantes que só não emocionavam quem, de todo, fosse destituído de sensibilidade. Edgar Correia era um misto de razão e emoção plantado no centro da vida, com uma inesgotável capacidade de reflectir e de agir.
Assim morreu e assim cresceu, desde a adolescência. Com 13 anos já acompanhou seu pai, activamente, na candidatura de Humberto Delgado à Presidência da República. Ao cair da tarde de terça-feira passada, a escassas horas da sua morte, ainda levantou energicamente o braço, quando abriu os olhos, mais pesados do que a tristeza do mundo, para me ver pela última vez. Ainda fez um segundo gesto semelhante ao primeiro, mas já com um cansaço que me gelou o coração e então fui eu que lhe apertei a mão mais próxima num diálogo surdo que só a amizade compreende. Um último sopro de vida alimentou alguns sons esparsos e desarticulados que eu e a Helena decifrámos no mesmo sentido e eles prendiam-se, como a expressão do rosto confirmava, com uma preocupação que durante muitos anos partilhámos durante a década de 90.
Estava a morrer um homem igual a si próprio. Um homem que fizera da causa comunista a razão da sua vida. Edgar Correia aderiu ao PCP em 1965. A partir de 1970, primeiro numa situação de semiclandestinidade e depois como militante clandestino integrou a direcção regional do Norte do PCP, que dirigia a organização e a acção do partido nos dez distritos do Norte e do Centro do país. No final de 1972 foi deslocado para o Sul, passando a integrar a direcção da organização regional do Sul do PCP. Nesta situação soube, por um anúncio colocado no jornal O Século, que lhe tinha nascido um filho, porque algo se perdera num comboio saído de Lisboa com destino ao Porto. Se a direcção do comboio fosse a contrária, isso significava que nascera uma filha. Dessa circunstância sentimental ou de todas as outras que tiveram a ver com a dureza da vida clandestina nunca lhe ouvi uma palavra de azedume ou de egoísmo.
Edgar Correia plasmava a dureza da razão com a doçura do coração, orientadas ambas para a consecução do grande objectivo da sua vida - a construção de uma terra sem amos.
Após o 25 de Abril participou activamente no arranque da Reforma Agrária com a firmeza política que sempre lhe conheci e com a humanidade que pude intuir ao ver os laços tão afectuosos existentes entre ele e os trabalhadores agrícolas alentejanos. Em Julho de 1975, regularizada a sua situação militar, readquiriu o seu nome verdadeiro e regressou ao Norte onde permaneceu até 1990, tendo sido responsável pela direcção da organização regional do Porto.
Transferido para Lisboa pelo partido, Edgar Correia assumiu múltiplas funções na comissão política, no âmbito da educação, da ciência e da tecnologia, da saúde, da segurança social e de outros assuntos sociais. Foi membro do comité central de 1976 a 2000 e da comissão política entre 1983 e 2000, tendo-se demitido destes organismos, no final de Novembro de 2000, por divergências de natureza política com a direcção do PCP.
Todavia, Edgar Correia manteve-se até à morte como comunista, dizendo-me frequentemente que na sua vida não havia senão um caminho - o do ideal comunista abraçado na juventude. Esse ideal sobrepujava tudo, mesmo a funda, terrível e disfarçada amargura de se ter visto expulso do seu partido.
Quem o leu sabe que os seus escritos geraram diversificadas controvérsias, mas sob o azebre das palavras repousavam parâmetros de uma ética pessoal, algumas vezes excessiva, e uma dor que ele sabia irremovível que às vezes o tornavam violento como só um homem extremamente bom o pode ser.
Trabalhei com ele muitos anos e da saudade desses tempos não falo porque é só minha, apenas confesso que ele reforçou em mim a ideia de que a lealdade política é um bem inestimável e que os princípios não estão à venda. Essa firmeza e essa intransigência deram-nos saborosas e difíceis vitórias políticas.
Morreu Edgar Correia, mas estou certo de que a sua herança é partilhada por muitos dos que com ele trabalharam. Morreu Edgar Correia - o ideal comunista ficou mais pobre.
[Paulo Sucena, Secretário-Geral da FENPROF]
JOÃO TUNES
EDGAR CORREIA
A notícia andou por aí sem oportunidade, no momento, de a ecoar – faleceu Edgar Correia.
Fomos companheiros diários de lutas estudantis (e outras, nomeadamente nas actividades culturais, sobretudo no Cine Clube do Porto), em 1967 e 1968, no Porto. Lutámos, conspirámos, fizemos juntos, e outros mais, aquilo que, na altura havia a fazer – resistir, resistir. Fomos camaradas sem sermos amigos. Porque, pessoalmente, não nos gostámos.
Voltámos a encontrarmo-nos algumas vezes depois. Noutras lutas, agora – avançar, avançar. Continuámos camaradas sem sermos amigos.
Eu saí da organização em que fomos camaradas, ele ficou. Depois, chegou-lhe a hora de querer renovar, foi expulso. Nunca tendo sido amigos, deixámos de ser camaradas.
Um dia, alguns dos que o expulsaram vão querer renovar o que renovação não tem. E vão sair ou serem expulsos.
Edgar Correia foi um lutador. Um homem de elevada craveira intelectual, um poço de energia cívica, um passado de dedicação profunda à luta pelas suas convicções. Foi meu camarada. Nunca foi meu amigo. Lamento, com toda a sinceridade e respeito, a sua perda.
PEDRO BAPTISTA
Pedro Baptista, In memoriam Edgar Correia
Para lá da perda do homem e do amigo, o falecimento do Engenheiro Edgar Correia foi uma baixa significativa na esquerda: porque se finou um dos que nunca desistiu de lutar pelo que considerava justo; e porque se perdeu um espírito que, mantendo os ideais de sempre, procurava gizar-lhes o caminho da concretização, com criatividade, inteligência e abertura de espírito face à história e à realidade de todos os dias e todos os espaços.
Tivemos o privilégio de termos sido amigo do Edgar. No princípio da nossa vida política mais activa, e já perto do fim da sua vida, princípio e fim entrecortados por mais de 30 anos de acérrima divergência política, em que contudo fizemos sempre questão e tivemos o gosto de o continuar a respeitar e a considerar amigo. Porque, para além do mais, vimos sempre no Edgar, entre os que conhecemos, o melhor de todos, o que, de forma aparentemente paradoxal, era o mais inteligente e o que defendia com mais combatividade as suas convicções, mesmo quando já eram apenas uma quimera. A prova de que o paradoxo era apenas aparente, é que percebeu que todo o edifício, a cuja construção tinha entregue mais de 30 anos, ruíra, porque não merecia continuar e, por isso, era preciso a coragem de começar tudo de novo, por um novo caminho e mesmo um novo destino.
Era o que procurava fazer, desde que o PCP considerou insuportável a sua insistência na renovação, na democratização e na abertura, a partir da reflexão e do debate, desde os princípios à prática política concreta, desde os contornos do ideário aos projectos políticos imediatos. Um esforço que era mais do que necessário para o PCP sair da obsolência vegetativa que, lenta mas progressiva e inexoravelmente, o isola cada vez mais na sociedade portuguesa e na esquerda europeia e de todo o mundo.
Encontrámo-nos o ano passado para um "papo" que durou quase a tarde inteira. Se falámos de política concreta, foram cinco minutos. De resto o tema que nos prendeu foi o homem. O Homem. Sabíamos que a política só vale a pena se servir para isso.
Disse-lhe que considerava, e já o tinha escrito, o maior erro da minha vida ter aderido na juventude às teses de Louis Althusser, uma leitura estruturalista do marxismo que se assume como ciência e donde desaparece o humanismo, como uma reminiscência indesejável de ideologia. Ele deu-me informações que eu desconhecia sobre os últimos anos do filósofo francês, mormente sobre o facto de ter redigido uma autocrítica intitulada "O Futuro é muito tempo" em que reconhece erros fundamentais no seu pensamento, pelo que me disse o Edgar, coincidentes com alguns dos que eu próprio estigmatizava.
Desconhecedores da doença, procurámo-lo recentemente, desta vez, para falar de política concreta e imediata, em particular do nosso Porto, mas do telemóvel já ninguém atendia. No entanto, os seus últimos trabalhos, no sítio dos "Comunistas renovadores", são a expressão de como a inteligência quando se faz irmã da coragem, não só para avançar como para pensar, não só para cindir como para unir, não só para continuar como para mudar, é a mola real do progresso das ideias e da construção dos grandes projectos libertadores da humanidade. O Edgar faz falta à esquerda. Faz falta à esquerda portuguesa... muitos Edgars. Ficando pois a sua mensagem.
Que passa pela reflexão global necessária, onde se conjuguem as tradições da social-democracia primitiva, dos socialistas de esquerda, dos comunistas anti-totalitários, dos liberais de esquerda e dos libertários, para refazer o Grande Sonho e ter o discernimento necessário, suficientemente desperto, para encontrar os caminhos mais adequados ao tempo em que se vive e às realidades concretas.
Sabendo que o adversário também ajuda, porque não poucas vezes, tem bons argumentos e esses são sempre os melhores, venham de onde vierem. Deverão ser, por isso, os nossos argumentos, também. E o seu crivo contraditório é também grande ajuda para aferir da força ou fraqueza das nossas percepções e soluções. Pelo que, o espaço da esquerda e da criatividade necessárias para o encontro de soluções passa pela invenção de novas formas de participação política, sem nunca porem causa os princípios da representação vinda do sufrágio universal e do livre debate argumentativo que podem e devem, entretanto, serem depurados e melhorados na sua eficiência.
LUDGERO PINTO BASTO (1909-2005)
Secção: Biografias / Vidas
Raimundo Narciso, "Morreu Ludgero Pinto Basto", Memórias, 25/5/2005
António Melo, "Morreu Ludgero Pinto Basto, comunista e antiestalinista", Público, 25/5/2005, transcrito a seguir:
Dirigente nos anos 30, é como militante legal que presta apoio médico ao aparelho clandestino do PCP
O médico Ludgero Pinto Basto foi ontem a enterrar, em Lisboa, depois de uma vida inteiramente dedicada aos ideais de solidariedade humana e igualdade social. Cultivou-os na maçonaria, onde se iniciou em 1928, e no Partido Comunista Português de que foi militante e dirigente, a partir de 1931. Tinha 96 anos e encontrava-se enfermo há alguns meses. Em Abril do ano passado foi condecorado com a Grande Ordem da Liberdade.
Ludgero Pinto Basto nasceu a 13 de Janeiro de 1909 na Lixa (Felgueiras). Filho de uma professora primária e de um comerciante bem sucedido, "não tinha jeito nem vontade" para o negócio de fazendas e riscado. A isso o destinava a mãe, quando o pai morreu, vítima de uma úlcera gástrica, e ela teve de se ocupar, além da escola, com o balcão da loja. A jovem viúva ficara com três filhos para cuidar. Ludgero tinha cinco anos, Anibal três e o mais novo, Êrnani, nem ano e meio atingira quando morreu Eugénio Ferreira Basto, o pai.
Ludgero não sentia qualquer vocação para aquele negócio. Durou nove anos a prova de força com a mãe. Tinha 17 anos quando a mãe lhe disse: "Vais estudar".
Em três anos fez o ensino secundário, no Colégio Almeida Garrett, no Porto. Com 19 anos entrou para os preparatórios de Medicina e no ano seguinte, rumou a Lisboa, onde considerava estar a "melhor escola médica do país".
Além de aprender a salvar a doença individual, abraçou também a causa da revolução social; e em 1931 tornou-se membro do PCP. Foi na semi-clandestinidade que, em 1935, concluiu o curso. Conseguiu iludir a vigilância da polícia política salazarista e abriu um consultório na zona da Penha de França, em Lisboa, recorrendo a um apelido da mãe que pouco utilizava: Ferreira Pinto. Foram muitos os militantes clandestinos comunistas que recorreram aos seus cuidados, que nunca recusou, sem cuidar dos riscos.
De Setembro de 1938 a 1 de Dezembro de 1939 assegurou o funcionamento do secretariado político comunista, com Francisco Miguel e Álvaro Cunhal, que apoiou sempre, sem esconder a crítica e sem quebra de amizade. Nesse 1 de Dezembro foi preso em Benfica (Lisboa) quando, precisamente com Francisco Miguel, ia encontrar-se com outros elementos do comité central. Foi condenado a 20 meses de prisão, mas acabou por ficar quase quatro anos nos presídios do regime, dos quais dois em Angra do Heroísmo, de onde regressou em 1943, para Caxias e só então foi libertado.
Passou a viver na legalidade e retomou a actividade clínica. Especializou-se em endocronologia, disciplina clínica de que foi percursor em Portugal. A evolução política na União Soviética, sob a direcção de Estaline, sobretudo os "processos de Moscovo", onde os "companheiros de Lenine", acusados de contra-revolucionários, mereceu a sua crítica interna no PCP, mas sem pôr em causa a sua fidelidade à linha partidária.
Por isso enfatizava a reabilitação política de Bukarine (executado em 1938), ainda durante a existência da União Soviética, dando pleno valor ao que deixara escrito no seu testamento clandestino, só revelado muitas décadas mais tarde pela viúva: "Sabei camaradas, que sob a bandeira que levais, em marcha triunfal para o comunismo, há também uma gota do meu sangue!"
Nos primeiros anos de estudante de Medicina, Ludgero passou pela maçonaria e pertenceu à loja Rebeldia, em Coimbra, de que fez parte outro médico, também resistente antifascista, mas do Partido Socialista, Fernando Vale. Foi desta loja que saíram os líderes da greve académica de 1931, contra a ditadura militar saída do 28 de Maio de 1926. Mas a sua permanência no Grande Oriente Lusitano Unido foi breve, pois os seus rituais pareceram-lhe fora do seu tempo. Foi no PCP que se realizou politicamente.
Leonardo Coimbra, seu conterrâneo, que nesse tempo ainda não se tornara "praticamente beato", foi quem o iniciou nos caminhos do "materialismo dialéctico" e lhe deu conta da revolução bolchevique, que desde 1917 abalava o mundo. Das lições desse tempo conservou Ludgero uma animosidade política permanente contra Trotsky. Em contrapartida, Lénine e Bukarine entusiasmavam-no. Se a crítica que fez do estalinismo foi tímida, isso deveu-se unicamente ao rigor político do tempo, que não tolerava que se beliscasse o "pai dos povos", mas sempre acusou Estaline de ter pervertido o projecto de Lenine.
Esteve na guerra civil de Espanha, onde se encontrou com Togliatti, líder comunista italiano, de pequena figura, mas que ficou a admirar pela sua determinação.
A deliquescência do regime soviético só o surpreendeu por tardia, porque tinha fundadas dúvidas sobre aquele "socialismo real". Por isso discordava que se falasse de "utopia comunista" para caracterizar o século XX. Considerou, até ao fim, que um tal projecto de sociedade permanecia válido, convencido de que "todas as misérias do capitalismo se mantinham e até se exacerbaram em certos sítios". Preocupação séria para si era ver a tendência crescente para um individualismo egoísta e "as pessoas menos interessadas na evolução da sociedade do que no princípio do século XX".
maio 25, 2005
FEIRA DO LIVRO DO PORTO HOMENAGEIA ÓSCAR LOPES
Secção: Biografias / Vidas"A feiras do Porto tem como principal iniciativa a homenagem a Óscar Lopes. Depois da abertura ao público às 16h, no Pavilhão Rosa Mota, a feira terá a inauguração oficial pelas 18h30, na presença do presidente da câmara, Rui Rio.
O escritor portuense estará em destaque, decorridos que estão 50 anos sobre a primeira edição da incontornável História da Literatura Portuguesa, realizada em co-autoria com António José Saraiva (ver texto ao lado). A exposição Álbum de Família é dedicada ao autor e vai mostrar, nas mesas do café literário, centenas de fotos e postais do seu espólio.
O dia 4 de Junho será o momento alto da homenagem a Óscar Lopes - pelas 17h30, vai realizar-se uma mesa redonda de tributo ao ensaísta (com a presença da ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima) e será projectado um documentário inédito sobre o escritor, realizado por Diogo Collares."
(Público, 25/5/2005)
maio 22, 2005
UMA NOVA PÁGINA PARA O ESTUDO DO COMUNISMO ESPANHOL
Secção: BibliografiaEstudios sobre la historia del movimiento comunista en España é um sítio espanhol semelhante aos EsC e que contém fontes. bibliografia , e pequenas notas de estudo. Uma ligação permanente passará a fazer parte da coluna à esquerda.
maio 20, 2005
GUIA DA HISTÓRIA DAS ESQUERDAS BRASILEIRAS
Secção: BibliografiaEsta página sobre a história das esquerdas no Brasil é um instrumento de trabalho indispensável para os interessados. Uma ligação permanente passará a fazer parte da coluna à esquerda.
O seu autor Prof. Ricardo Figueiredo de Castro é autor de vária bibliografia sobre o assunto, que inclui:
"A Frente Única Antifascista (FUA) e o antifascismo no Brasil (1933-1934)", Topoi, Rio de Janeiro, setembro de 2002,
“Os intelectuais trotskistas nos anos 30”, Daniel Reis Filho. (org.) Intelectuais, História e Política: séculos XIX e XX. Rio de Janeiro, Ed. Sette Letras, 2000
“As resistências dos povos à partilha do mundo” , Jorge Ferreira, Daniel Aarão Reis Filho, Celeste Zenha, O século XX. vol 1: o tempo das certezas, Rio de Janeiro, Record, 2000. (Em co-autoria com Andréa Facina)
«As esquerdas e o processo constituinte brasileiro de 1933-34: projeto e ação política», História Social, Revista dos Alunos da Pós-Graduação em História da Unicamp, Campinas, 2 (1), 1996
maio 19, 2005
NOVA PUBLICAÇÃO: Chapters in the History of Communist and Socialism (CHOCS)
Secção: BibliografiaAbout CHOCS
CHOCS is a new, online journal which focuses on the history of communism and socialism, with no geographical or chronological limits.
The sudden collapse of the Soviet bloc in 1989-91, the rapid transition from communism to capitalism in the last two decades, and the decline elsewhere of communist, socialist and revolutionary movements with or without a genuine popular base, has meant that these societies and movements, once an important factor in world politics, have a history to be written; and one that can, in present circumstances, be more easily written.
Our journal, Chapters in the History of Communist and Socialism (CHOCS), aims to be a forum for the analysis of the history of these movements, presenting the latest findings of researchers from all parts of the world – in particular from formerly closed societies where archival research is now more feasible, but also taking the opportunity to give a voice to those who participated in, or observed, such movements.
Whilst particularly encouraging work on the history of communism and socialism in the 20th century, we will also encourage submission of work on earlier historical periods, written from theoretical or historical perspectives. We do not wish to confine ourselves simply to those states of the former 'communist bloc', important as their experience is - articles on (for example) aspects of the communist and socialist experience in the USA or France, UK or Australia, South Africa or Indonesia will be welcome.
CHOCS will deal with ideas as well as organisations, with theory as well as practice; in short, with communism and socialism in its many manifestations.
Within this broad historical and geographical remit, we particularly hope to analyse some of the less familiar periods, events and figures in the history of communist and socialist movements, and contributions that fit this remit are welcome.
We should emphasise that CHOCS is completely non-sectarian and open to authors of all political persuasions who have interesting or original contributions which fit the journal’s remit. Naturally, as an academic journal we will not accept contributions which use racist, sexist or generally inappropriate language.
Our intended audience is not only academics but anyone with a general interest in the subject matter; and our authors will include academics, but also others who have a contribution to make to the understanding of the experience of socialism and communism.
CHOCS will consist of a twice-yearly journal, run by an Editorial Board, published as an online journal on this website. The journal will feature articles (peer-reviewed), reviews, research notes and notes on work in progress, memoir pieces, biographical notes.
The website will include the current issue of the journal, the journal archive, and notes from the Editorial Board.
We encourage you to submit manuscripts to the editors at : chocsjournal@hotmail.com
April 2005
Editors
Patrick Goode, Paul Wingrove,
London.
Editorial and advisory board
Patrick Goode, Paul Wingrove (Greenwich, UK), Robert Benewick (Sussex, UK), Lavinia Betea (Bucharest, Romania), Hua Qingzhao (Tianjin, China), Kate Hudson (London South Bank, UK), Rick Simon (Nottingham Trent, UK).
maio 18, 2005
ANTÓNIO JOSÉ SARAIVA E O MAIO DE 1968
Secção: Biografias / VidasTertúlia sobre António José Saraiva
Maio e A Crise da Civilização Burguesa, de António José Saraiva, editada pela Gradiva, foi lançada a 17 de Maio na Faculdade de Letras de Lisboa.
A sessão integra-se na jornada «António José Saraiva em tertúlia», uma proposta do Departamento de Literaturas Românicas daquela universidade, que contará com um debate moderado por Teresa Rita Lopes, sobre "Maio de 68 em Portugal", reunindo a participação de António Costa Pinto, José Pacheco Pereira, Luís Ramalhosa Guerreiro e Vítor Viçoso. Luísa Dacosta, José-Augusto França e Maria Lúcia Lepecki, também contribuirão com o seu testemunho, moderado por Leonor Curado Neves. Em análise estarão ainda os aspectos do ensaísmo do antigo professor e investigador de Cultura Portuguesa, com os contributos de Maria Vitalina Leal de Matos, Maria das Graças Moreira de Sá e Maria de Lourdes Cidraes, e moderação de Ernesto Rodrigues.
maio 13, 2005
BIBLIOGRAFIA SISTEMÁTICA SOBRE O PCP, OS MOVIMENTOS COMUNISTAS E RADICAIS E A OPOSIÇÃO POLÍTICA E SOCIAL ATÉ 25 DE ABRIL DE 1974 (Em organização) - I PARTE
Secção: Bibliografia
1 – BIBLIOGRAFIAS
2- LIVROS DE REFERÉNCIA, DICIONÁRIOS, ANUÁRIOS, CRONOLOGIAS, ESTATÍSTICAS
3 – BIOGRAFIAS (A-C)
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NOTA
Ainda de uma forma experimental vou começar a organizar uma bibliografia sistemática sobre o PCP, o movimento comunista e radical (incluindo a extrema-esquerda), e a oposição política e social à ditadura. Trata-se de ir progressivamente actualizando todo um trabalho bibliográfico que foi iniciado nos Estudos sobre o Comunismo (em papel), na Análise Social e no Boletim de Estudos Operários, e depois retomado aqui. Dado que se trata de lidar com centenas de referências bibliográficas e para não privar os interessados de tudo aquilo que possa de imediato ser inserido nesta bibliografia, ela será continuamente alimentada por módulos.
São bem-vindas todas as colaborações para este trabalho que , pela sua própria natureza, é muito complexo. Agradeço as colaborações já recebidas de Vanessa de Almeida, Miguel Cardina e Luis Miguel.
Está já (13/5/2005) colocado o equivalente a cerca de mais de 250 páginas de texto, o que obrigou à sua divisão em seis entradas, Prevejo que no final terá mais, ficando a ser a mais completa bibliografia sobre este assunto jamais feita. O texto não está revisto e contém muitas gralhas e lapsos que serão corrigidos no final. Esta é uma primeira tentativa de sistematização que será aperfeiçoada e completada
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1 – BIBLIOGRAFIAS
"A Guerra Colonial Portuguesa: indicações bibliográficas", História e Ciência
Licínio Barradas, "Os comunistas em Portugal", Diário Popular, 11/11/1976
Centro de Documentação 25 de Abril, Fontes e bibliografia da transição democrática
Ronald H. Chilcote, Emerging Nationalism in Portuguese Africa; A Bibliography of Documentary Ephemera trough 1965, Stanford, Hoover Institution, 1969
Ronald H.Chilcote, A Revolução Portuguesa de 25 de Abril de 1974, Coimbra, Universidade de Coimbra, 1987
Ronald H. Chilcote, The Portuguese Revolution of 25 April 1974, Coimbra, Centro de Documentação 25 de Abril, 1998
(Conselho de Redacção), Estudos sobre o Comunismo,”Bibliografia Sistemática sobre o PCP ", Estudos sobre o Comunismo, 1984
Martinho de Freitas, "Análise dos textos revotucionários de autores da língua portuguesa editados em Portugal (1971)”, Época, 9 de Abril de 1972
Martinho de Freitas,"Caracteristicas da edição dos textos revolucionários em Portugal (1971), Época, 19 de Fevereiro de 1972
Martinho de Freitas, "Contributo ao estudo da edição de textos revolucionários em Portugal (1971)", Época, 30 de Novembro de 1971
Martinho de Freitas, "Segundo contributo ao estudo da edição de textos revolucionários em Portugal (1971)", Época, 19 de Dezembro de 1971
Martinho de Freitas, “Terceiro contributo ao estudo da edição de textos revolucionários em Portugal (1971)", Época., 4 de Janeiro de 1972
Martinho de Freitas, “Textos revolucionários e anexos editados em Portugal (1972-1 ° Trimestre)'”, Época, 16 de Abril de 1972; 21 de Maio de
1972
[Listas de livros de autores marxistas ou revolucionários publicados depois da “Iiberalização” marcelista.]
"Literatura Autobiográfica Da Resistência Ao Estado Novo (2)", História e Ciência, 20/Setembro/2003
José Pacheco Pereira, " Bibliografia sobre o movimento operário português desde a origem até 25 de Abril de 1974 (livros e artigos publicados de 1974 a 1980)", Análise Social, vol. XVII, 67-8, 1981.
[Esta bibliografia foi actualizada para 1981, 1982 e 1983 no Boletim de Estudos Operários, 1982, 1983 e 1984.]
José Pacheco Pereira, "Bibliografia sobre o movimento operário português desde a origem até 25 de Abril de 1974 (Livros e artigos publicados em 1983 e adenda àss bibliografias anteriores", Boletim de Estudos Operários, 6, Dezembro de 1984
José Pacheco Pereira, "L'historiographie ouvriére au Portugal", Le Mouvement Social, 123, Abril-Junho 1983
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2- LIVROS DE REFERÊNCIA, DICIONÁRIOS, ANUÁRIOS, CRONOLOGIAS, ESTATÍSTICAS
Pedro Ramos de Almeida, O Processo do Salazarismo (Relatório sobre Portugal), Lisboa, Edições Avante!, 1983
Zília Osório de Castro / João Esteves (Dir.), Dicionário no Feminino nos Séculos XIX-XX, Livros Horizonte, 2005
Joâo Morais / Luís Violante, Contribuição para uma Cronologia dos Factos Económicos e Sociais. Portugal 1926-1985, Lisboa, Livros Horizonte, 1986
António Nóvoa (Direcção), Dicionário de Educadores Portugueses, Porto, Edições Asa, 2003.
Fernando Rosas / J. M. Brandão de Brito, Dicionário da História da Estado Novo, Vol. I e II. Lisboa, Círculo de Leitores, 1996
Richard F Starr, (Ed.), Yearbook on International Communist Affairs, 1966-1991, Stanford, Hoover Institution Press, 1966-1991
[Volumes anuais desde 1966. A parte portuguesa contém muitas informacões. mas também erros consideráveis.]
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3 – BIOGRAFIAS DE COMUNISTAS E OPOSICIONISTAS
Varela Gomes, “Angola: os amigos portugueses”, Diário de Lisboa, 16/7/1984
[Notas biográficas de portugueses que apoiaram em Angola a luta anti-colonial.]
António Macedo, Na Outra Margem de Abril. Pequenas Histórias de Grandes Homens, Lisboa, O Jornal, 1988
[Entre outros Cunhal, Delgado, Agostinho Neto, Abel Salazar, Soares, Sérgio, Zenha, Cal Brandão, Francisco Cachapuz, Victor Sá , Nário Castro, Ramos da Costa, Pulido Valente, Rudolfo de Abreu.]
Miguel Medina, Esboços. Antifascistas relatam as suas experiências nas prisões do fascismo, Lisboa, Câmara Municipal de Lisboa, 1999
Miguel Medina, Esboços. Antifascistas relatam as suas experiências nas prisões do fascismo 2, Lisboa, Câmara Municipal de Lisboa, 1999
António Almeida Santos, Quase retratos, Lisboa Notícias 2000
[Inclui Zenha. Palma Inácio, José Paulo Cardoso, Maria Barroso, Mário Soares, Natália Correia e outros.]
Mário Soares, Incursões Literárias, Lisboa, Círculo de Leitores, 2003
[Sucessão de retratos de várias figuras da literatura portuguesa, incluindo muitas referências a episódios vividos da história da oposição à ditadura. Entre os retratos incluem-se os de Cortesão. Rodrigues Lapa, Bento de Jesus Caraça, Rodrigues Migueis, Manuel Mendes, Casais Monteiro, Agostinho da Silva, Piteira Santos, Cardoso Pires, Natália Correia entre outros.]
Universidade Popular do Porto, Memórias do trabalho - testemunhos do Porto laboral no século XX
Vasco Pulido Valente, Retratos e Auto-retratos (Ensaios e Memórias) , Lisboa, Assírio e Alvim, 1992
António Ventura, Memórias da Resistência. Literatura da Resistência ao Estado Novo, Lisboa, Câmara Municipal de Lisboa, 2001
[Inclui textos de Acácio Tomás de Aquino, Adelino da Palma Carlos, Aida Paula, Alberto Vilaça, Alexandre Babo, Alexandre Cabral, Alexandre Vieira, Álvaro Cunhal, António Alçada Baptista, António Alexandre Tereso, António Macedo, António Modesto Navarro, António Neves Anacleto, António Simões de Abreu, Armindo Rodrigues, Bento Gonçalves Cândida Ventura, Cândido de Oliveira, Carlos Brito, Carlos Eugénio de Almeida, Celso Cruzeiro, César Oliveira, Correia Pires, Cunha Leal, Domingos Fernandes de Carvalho, Edmundo Pedro, Emídio Santana, Fernando de Brito Mateus, Fernando Gusmão, Fernando Miguel Bernardes, Fernando Mouga, Fernando Queiroga, Francisco Ferreira, Francisco Horta Catarino, Francisco Miguel, Garcez da Silva, Gilberto de Oliveira, Henrique de Barros, Henrique Galvão, Hipólito Raposo, Humberto Delgado, Jacinto Baptista, Jaime Serra, João Faria Borda, João Honrado, João Medina, João Sarmento Pimentel, João Varela Gomes, Joaquim Campino, Joaquim Gomes, Joaquim Pires Jorge, Joaquim Ribeiro, José Augusto França, José Francisco, José Gomes Ferreira, José Jorge Letria, José Magalhães Godinho, José Magro, José Manuel Tengarrinha, José Régio, José dos Reis Sequeira, José Ribeiro Santos, José Rodrigues Miguéis, José Silva, Kalidás Barreto, Lino de Carvalho, Lino Lima (José Ricardo), Lino Santos Coelho, Luís Calafate, Manuel Barbosa, Manuel da Costa e Melo, Manuel Firmo, Manuel Francisco Rodrigues, Manuel Joaquim de Sousa, Manuel da Silva, Manuel Rodrigues Lapa, Manuela Câncio Reis, Mário Dionísio, Mário Pais de Oliveira, Mário Sarmento, Mário Soares, Mateus da Silva Gregório, Miguel Wager Russel, Miguel Torga, Norton de Matos, Orlando Gonçalves, Pedro Rocha, Pedro Soares, Policarpo Marcelino Gonçalves, Raimundo Narciso, Raul Rego, Rui Perdigão, Sá Cardoso, Sérgio Ribeiro, Silva Marques, Sottomayor Cardia, Vasco da Gama Fernandes, Vergílio Ferreira, Virgínia de Moura.]
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ANTÓNIO SIMÕES DE ABREU
António Simões de Abreu, A raiva de Salazar contra a unidade democrática representada por Humberto Delgado e outros episódios por mim vividos em 32 anos de luta antifascista, Lisboa, Edições Sociais, 1975
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JOSÉ DE ABREU
José de Abreu. “Para a histôria da Juventude Comunista”, Juventude, 4, Junho 1975; 5, de Agosto 1975
[Carta de um fundador da JC, com muitos elementos sobre os primeiros anos do PCP e da JC, exilio em Timor, etc.]
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JOSÉ ALAIZ
Romeo Correia, Homens e Mulheres Vinculados às Terras do Almada (nas Artes, nas Letras e nas Ciências), AImada, 1978
[Colecção de elementos biográficos sobre personalidades do movimento operário e associativo local, incluindo vários comunistas, como Henrique Caetano do Sousa, José Alaiz, Alberto Araújo, Alexandre Castanheira, etc]
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JOSÉ DA FELICIDADE ALVES
Abílio tavares Cardoso / João Salvado Ribeiro (Org.), Testemunho Aberto. O Caso do padre Felicidade, Lisboa, Multinova, 1999
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ERNESTO AFONSO
Ernesto Afonso, Entrevista a Juventude, 11, Abril 1981
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JOSÉ AFONSO
José A. Salvador, José Afonso o Rosto da Utopia, Lisboa, Terramar, 1994
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LUIS DE ALBUQUERQUE
LuIs de Albuquerque, “Uma carta”, Vértice, 428-29, Janeiro-Fevereiro de 1980
Luis de Albuquerque, “Registo do Tempo”, Jornal de Letras, 294, 23 Fevereiro de 1988
Luis de Albuquerque, “Memórias da Vértice. Duas Histórias com Carlos de Oliveira”, Vértice, Abril de 1988
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MANUEL ALEGRE
Manuel Alegre, Rafael, Lisboa, Dom Quixote, 2004
[Obra de ficção autobiográfica sobre a clandestinidade e o exílio.]
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ANTÓNIO RAMOS DE ALMEIDA
“Homenagem a António Ramos de Almeida”, Vértice, 248-249, 1964
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CARLOS ALMEIDA
Carlos de Almeida, Nos cáceres do fascismo. Notas. Escritos. Reflexões, Coimbra, Atlântida Editora, 1974
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ANA MARIA ALVES
Ana Maria Alves, Comunicação e Silêncio . Textos de História , Política e de Circunstância, Lisboa, Livros Horizonte, 1990
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Padre FELICIDADE ALVES
José da Felicidade Alves (Apres.),Católicos e Política: de Humberto Delgado a Marcello Caetano, Edição do autor, S.l., S.d.
Felicidade Alves, “Fé e política marcaram encontro (Depoimento)”, Combate, Maio 1988
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FLÁVIO ALVES
António Maria Marques, «O envolvimento de Flávio Alves, na fuga de dois militantes do Comité Local de Lisboa, que se encontravam presos, no Governo Civil de Lisboa», Jornal do Barreiro, 17/10/1997
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LUIS DIAS AMADO
Luis Dias Amado, “Depoirnento”, Avante!, 230, 22/6/1978
Maria José Oliveira, "O meu pai foi toda a vida um lutador", Público, 9/5/2004
[Recordações autobiográficas de Luisa Irene Dias Amado, incluindo uma memória de seu pai Luis Dias Amado.]
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JORGE AMARO
Jorge Amaro, Entrevista a Versus, 5, 25/4 a 25/5/ 1984
[Histórias do PCP na década de 50]
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ATILANO DOS REIS AMBRÓSIO ("JORGE REIS")
Jorge Reis. Vida e Obra, V. F. Xira, C. M. V. F. Xira, 1995
Jorge Reis, A memória resguardada, Lisboa, Editorial Escritor, 1995
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ANTÓNIO NEVES ANACLETO
António Neves Anacleto, A Longa Luta. Preso, algemado e deportado, Lisboa, Ed. do Autor, s.d.
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ISRAEL ANAHORY
Francisco Ferreira. `Um idealista esquecido', O Tempo, 27 do Maio do 1987
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MANUEL ANDRADE
"Foi há 28 anos. A fuga de Peniche vista pelos que ficaram", Avante!, 14/1/1988
[Depoimentos de José Vitoriano, Severiano Falcão, Borges Coelho e Manuel Andrade.]
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MÁRIO PINTO DE ANDRADE
Fernando Correia da Silva, Mário Pinto de Andrade, Vidas Lusófonas, Abril 2005
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CARLOS ANTUNES
Rogério Rodrigues,” Dois clandestinos em Abril”, O Jornal , Abril 1984
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ALBERTO ARAÚJO
Romeo Correia, Homens e Mulheres Vinculados às Terras do Almada (nas Artes, nas Letras e nas Ciências), AImada, 1978
[Colecção de elementos biográficos sobre personalidades do movimento operário e associativo local, incluindo vários comunistas, como Henrique Caetano do Sousa, José Alaiz, Alberto Araújo, Alexandre Castanheira, etc]
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CARLOS DE ARAÚJO
[José Pacheco Pereira], “Carlos de Araújo”, Estudos sobre o Comunismo
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JORGE ARAÚJO
“Da cadeia para a liberdade passando por urn cenitério”, Avante!, 2/4/81
[Relato da fuga de Jorge Araujo e Silva Marques em 1962.]
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ALEXANDRE BABO
Alexandre Babo, Autobiografia . Notas e Alguns Contos e Alegações Proferidas no Porto em 4 de Maio de 1957 , Porto 1957
Alexandre Babo, “A 1ª Ediçao dos "Esteiros"“, Avante!, 27 de Dezembro de 1979
Alexandre Babo, Recordações de um Caminheiro, Lisboa, Escritor, 1992
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ARMANDO BACELAR
Armando Bacelar, Memorandum, s.e., si., Junho de 1992 (dactilog.)
Armando Bacelar, Memória de Tempos Idos, s.e., si., Novembro de 1992 (dactilog.)
Armando Bacelar, Memória dos Tempos Idos,Vila Nova de Famalicão, Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, 1994
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RAÚL BAPTISTA
[José Pacheco Pereira], “Raúl Batista”, Estudos sobre o Comunismo
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MANUEL BARBOSA
Manuel Barbosa, Luta pela Democracia nos Açores, Coimbra, Centeiha, 1978
Manuel Barbosa, Memórias das Ilhas Desafortunadas, Coimbra, Ed. autor, 1981
Manuel Barbosa, Enquanto o Galo Canta, Ribeira Grande, Ed. autor, 1985
Manuel Barbosa, Memórias da Cidade Futura, Ribeira Grande, Ed. autor, 1988
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MANUEL BARIDÓ
Manuel Baridó, Entrevista ao Diário de Lisboa de 18.1.1975
[Sobre o 18 de Janeiro de 1934]
Manuel Baridó, Entrevista ao Diário, 19.1.1976
[Sobre o 18 de Janeiro de 1934]
Manuel Baridó, Entrevista a Alavanca, 45,14-20/1/1976
Manuel Baridó, Entrevista a Juventude, 9, Janeiro 1976
(Manuel Baridó ),” Vinte anos nas prisões salazaristas nâo quebraram o operário vidreiro”, Jornal de Noticias, 1/5/1986
Manuel de Sousa Baridó, Marinha Grande
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MARIA BARROSO
Leonor Xavier, Maria Barroso Um Olhar Sobre a Vida, Lisboa, Difusão Cultural, 1995
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ARTUR BATISTA VIEIRA BASTOS
[José Pacheco Pereira], “Artur Batista Vieira Bastos”, Estudos sobre o Comunismo
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DÁRIO BASTOS
Dário Bastos, Um homem na rua, Póvoa de Lanhoso, C. M. Póvoa de Lanhoso, 1996
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LUDGERO PINTO BASTO
António Melo, "Morreu Ludgero Pinto Basto, comunista e antiestalinista", Público, 25/5/2005
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FERNANDO MIGUEL BERNARDES
Fernando Miguel Bernardes, Escrito na Cela - Testemunho e Narrativa, Lisboa, Avante!, 1982
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MANUELA BERNARDINO
Manuela Bernardino, «Fascismo nunca mais», O Militante, 270, Maio/Junho 2004
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CARLOS BRITO
Carlos Brito, Anotações dos dias - Poemas da prisão, Lisboa, Edições Avante, ...
Carlos Brito, Tempo de Subversão. Páginas Vividas da Resistência, Lisboa, Avante, 1998
Carlos Brito, Vale a Pena Ter Esperança, Lisboa, Caminho, 1999
Carlos Brito, As Páginas Tantas, Porto, Campo da Letras, 2000
Carlos Brito, Águas do meu contar, Porto, Campo das Letras,2002
Fernando Diogo / Conceição Branco, Entrevista a Carlos Brito, Expresso, 17/8/2002
Rogério Rodrigues,” Dois clandestinos em Abril”, O Jornal , Abril 1984
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ANTÓNIO DINIS CABAÇO
Ana Paula Assunção, ”A Revolta dos Marinheiros 8 de Setembro de 1936 Testemunho de António Dinis Cabaço”, Boletim Cultural (Câmara Municipal de Loures) 4, 1988
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MANUEL CABANAS
"Faleceu Manuel Cabanas, figura ilustre do Algarve", Jornal do Algarve, 1/6/95
"Manuel Cabanas", A Verdade da Mentira
Mestre Manuel Cabanas, Galeria João Martins
Jorge Morais "Mestre de Gerações - Manuel Cabanas entre os seus: um testemunho pessoal (1)", Jornal do Barreiro
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ALEXANDRE CABRAL
Alexandre Cabral, Memórias de um Resistente, Porto, Editorial Inova, 1970
Alexandre Cabral, “Memória de um Camarada”, Avante!, 27 de Dezernbro de 1979
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FRANCISCO BARROS CACHAPUZ ("PAULO DE CASTRO")
Paulo de Castro, “A “Política do Espírito” ou uma flor do monturo (Notas de um caderno de memórias)”, Diário de Notícias, 10/9/1984
[Recordações autobiográficas da manifestação do 31 de Janeiro de 1933 no Porto e da prisão do autor Francisco Barros Cachapuz]
Paulo Castro, "Agonia de Barcelona e Diáspora portuguesa", Diário de Notícias, 3/11/1984
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LUIS CALAFATE
Luís Calafate, A liberdade tem um preço, Póvoa do Varzim, Edição do Autor, 1975
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A. VICENTE CAMPINAS
A.Vicente Campinas, ”Alojamento "" no Aljube custava 10$00 por dia “ Jornal de Noticias , 1/V/1986
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JOAQUIM CAMPINO
Joaquim Campino, Histórias Clandestinas, Lisboa, Edições Avante!, 1990
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ALICE CAPELA
«Jovens tipógrafos clandestinos», Avante!, 12/2/81
[Depoimentos de Alice Capela, Carlos Pires, Veríssima Rodrigues e Maria Machado.]
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BENTO DE JESUS CARAÇA
Isabel César Anjo / Alberto Pedroso, Pequenas Biografias de Gente Grande , s.l. Editorial Maré, 1989
J. Barata-Moura, Linhas de rumo do pensamento de Bento de Jesus Caraça. Lisboa, Instituto Superior de Economia e Gestão – ISEG, 2001
Ludgero Pinto Basto, "Nessas reuniões na Brasileira Bento Caraça fazia verdadeiros cursos no café"- Entrevista com o Dr. Ludgero Pinto Basto", CGTP - Associação para o Ensino Bento de Jesus Caraça
N. Bebiano, "Bento de Jesus Caraça e a Matemática, aquela difusa substância", Gazeta de Matemática, Lisboa, 141, Jul. 2001
N. Bebiano, "Bento de Jesus Caraça: esboço biográfico" Gazeta de Matemática, Lisboa, 141, Jul. 2001
(Esteves Belo)"Além do professor nós víamos o cidadão interveniente" Entrevista com o Dr. Esteves Belo, CGTP - Bento de Jesus Caraça
“Bento de Jesus Caraça”, CGTP - Associação para o Ensino Bento de Jesus Caraça
Bento de Jesus Caraça. Perspectivas dobre o homem e a obra, Guarda, Instituto Politècnico da Guarda, 2001
[Inclui entre outros os seguintes textos e depoimentos
A. Coelho, Bento de Jesus Caraça: Um Homem Espantoso e Admirável. Trabalho e Sociedade: Ciclo de Conferências
L. Dinis, Uma Carta de Bento Caraça para o meu pai
C. Dobreira, Bento de Jesus Caraça, cidadão e amante da Serra da Estrela - Depoimento
M. Fischer, As Minhas recordações das lições do professor Bento de Jesus Caraça e da sua personalidade
M. Gusmão, Bento de Jesus Caraça: 1901-2001.
G. Lami, "Ah, não gosta de Matemática, então vai passar a gostar".
G. Lami, Conceitos fundamentais da Matemática: algumas reflexões sobre o seu conteúdo e alcance pedagógico
S. Ribeiro, Seminário de Matemáticas Gerais Bento de Jesus Caraça: testemunho.]
Bento de Jesus Caraça, Conferências e outros escritos, Lisboa, 1978
Bento de Jesus Caraça, Cultura e Emancipação (1929 - 1933), Porto, Campo das Letras, 2002
J. Caraça, "Bento de Jesus Caraça: Cem Anos pela Fraternidade", Gazeta de Matemática, Lisboa, 141, Jul. 2001
100° aniversário do nascimento do Professor Bento de Jesus Caraça (CD-ROM), Fundação Mário Soares, 2001
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Secção: BibliografiaIII PARTE
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Arquimedes da Silva Santos, Cantos Cativos. Poemas Coligidos: 1938-58, Porto, Campo das Letras, 2003
[Arquimedes da Silva Santos é um dos poetas da primeira geração neo-realista e foi militante da organização intelectual de Coimbra do PCP nos anos quarenta. Autor de vários poemas habitualmente recitados nos encontros oposicionistas antes do 25 de Abril.]
Arquimedes da Silva Santos,Caminhos de uma Vida, Grupo de Teatro Esteiros, 2001
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DAVID DOS SANTOS
David dos Santos,"Depoimento", Cadernos (Circulo de Iniciativa Polltica), 5, Dezembro de 1973
[Recordações da FJCP e do PCP]
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FERNANDO PITEIRA SANTOS
Fernando Piteira Santos - Português, Cidadão do Século XX, 2004
Maria Antónia Fiadeiro [Organização e coordenação ] , Fernando Piteira Santos , Português , Cidadão do Século XX , Porto , Campo das Letras , 2003
[ Com algumas excepções, é uma colecção de depoimentos testemunhais sobre Piteira Santos, muitas vezes repetitivos e com poucos factos novos . A passagem e as relações de Piteira Santos com o PCP, elemento seminal da sua biografia , são apenas afloradas . É verdade que os documentos do arquivo do PCP continuam indisponíveis e sem eles o “browderismo” de Piteira só pode ser “advinhado” por citações escassas e fora do contexto feitas por Cunhal . ]
João Mesquita, "O comunista íntimo", Grande Reportagem, 20/11/2004
[Sobre Fernando Piteira Santos.]
Mário Soares, Incursões Literárias, Lisboa, Círculo de Leitores, 2003
[Sucessão de retratos de várias figuras da literatura portuguesa, incluindo Piteira Santos, entre outros.]
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ARY DOS SANTOS
Alberto Bemfeita, Ary dos Santos. O Homem, o Poeta, o Publicitário, Lisboa, Caminho, 2003
[Fotobiografia de Ay dos Santos, um dos poetas emblemáticos do PCP no imediato 25 de Abril, embora já tivesse contactos com a oposição antes dessa data.]
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JOSÉ RIBEIRO DOS SANTOS
José Ribeiro dos Santos, Memórias da memória, Lisboa, Edições Rolim, 1986
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ANTÓNIO JOSÉ SARAIVA
João Aguiar, "Eu sou António José Saraiva", O País Magazine, 11/2/1982
Clara Ferreira Alves, "O Mestre Imperfeito", Expresso, 20/3/1993
Francisco Belard, "António José Saraiva , a expansão não nos serviu para nada", Expresso, 7/5/1983
Francisco Belard, "A Aventura de Pensar", Expresso, 20/3/1993
Carlos Câmara Leme, "António José Saraiva , Eu sou Israelita", Público/Fim de Semana, 1/2/1991
Carlos Câmara Leme / Isabel Coutinho,"Um Rebelde no Século", Público, 18/3/1993
Óscar Lopes, "Dor da Pátria" Expresso, 9/4/1993
Teresa Rita Lopes "A nobreza de não saber viver", Jornal de Letras, 23/3/1993
Eduardo Lourenço, "O iconoclasta do imaginário cultural", Expresso, 20/3/1993
Inês Pedrosa / Rui Rocha, "António José Saraiva - O progresso cria novas prisões", Expresso/Revista, 15/12/1990
Júlio Pinto "Não há mal em se continuar a tentar ser libertário", Diário Popular, 26 de Agosto de 1986
António José Saraiva, Maio e a Crise da Civilização Burguesa. s.l., Publicações Europa-América, 1970
António José Saraiva, Filhos de Saturno, Bertrand Editora, 1980
A[ntónio] J[osé] Saraiva, “0 Meu Afastamento”, Expresso, 22 de Maio de 1982
António José Saraiva, Cultura, Lisboa, Difusão Cultural, Colecção O Que É, 1993
António José Saraiva, A Tertúlia Ocidental, Lisboa, Gradiva, Cultura e História - Público, 1996
António José Saraiva, Para a História da Cultura em Portugal, Lisboa, Gradiva, Cultura e História - Público, 1996
António José Saraiva, Iniciação na Literatura Portuguesa, Gradiva, Cultura & História - Público, 1996
António José Saraiva, O Crepúsculo da Idade Média em Portugal, Gradiva, Cultura & História - Público, 1996
António José Saraiva, Estudos sobre a arte d'Os Lusíadas, Gradiva, Cultura & História - Público, 1996
António José Saraiva, Poesia e Drama, Gradiva, Cultura & História - Público, 1996
António José Saraiva, Uma Face Desconhecida. Poemas e Prosas (Organização de Maria Isabel Saraiva), Lisboa, Gradiva, 2003
[Poemas até agora inéditos, alguns de amor, escritos na fase mais ortodoxa de Saraiva, quando era a imagem visível do partido na luta pelo controle da Vértice.]
António José Saraiva, Crónicas, Lisboa, Quidnovi, 2004
António José Saraiva / Óscar Lopes; História da Literatura Portuguesa, Porto Editora
Vicente Jorge Silva, "Uma rosa para António", Público, 18 de Março de 1993
José Carlos de Vasconcelos, "António José Saraiva e Óscar Lopes , uma história na literatura...", Jornal de Letras, 17/4/1990
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ILÍDIO SARDOEIRA
"Ilídio Sardoeira", Amarante, 3, Maio 2001
Ilídio Sardoeira, “E Derrotas só Existem Aquelas que se Aceitam”,Vértice, 412-414, 1978
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JOSÉ AUGUSTO SEABRA
José Augusto Seabra, De Exílio em Exílio I - Resistências e Errâncias (1953-1963), Porto, Folio Edições, 2004
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ANTÓNIO SÉRGIO
Jacinto Baptista, Disse Chamar-se António Sérgio de Sousa ... Auto da Prisão , Inquirição e Desterro do Autor dos Ensaios em 1935, Lisboa, Caminho, 1992
Jorge Borges de Macedo, Significado e evolução das polémicas de António Sérgio”. Revista de História das Ideias, volume V, Tomo 1
Barahona Fernandes, "As pedras vivas" de António Sérgio”. Revista de História das Ideias, volume V, Tomo 1
Sérgio Campos Matos, “Os Diálogos de Doutrina Democrática”. Revista de História das Ideias, volume V, Tomo 1
Isabel Marnoto, António Sérgio: Claridades e Sombras”. Revista de História das Ideias, volume V, Tomo 1
Carlos Alberto Magalhães Gomes Mota, António Sérgio: a cultura a democracia e a educação
Miguel Baptista Pereira, O Neo-Iluminismo Filosófico de António Sérgio”. Revista de História das Ideias, volume V, Tomo 1
António Pita, Duas faces da Razão. António Sérgio e Jofre Amaral Nogueira”. Revista de História das Ideias, volume V, Tomo 1
Magalhães Vilhena, “O idealismo histórico-social de António Sérgio”. Revista de História das Ideias, volume V, Tomo 1
Vasco de Magalhães-Vilhena, "Em torno do idealismo histórico-social de António Sérgio", Revista de História das Ideias, 5(1), Coimbra,1983
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JAIME SERRA
Jaime Serra, ”Só na primeira prisão - tinha eu 16 anos - saí pela porta da frente”,Avante!, 1981
Jaime Serra, “As grandes greves operárias dos anos 40”, O Diário, 1982
Jaime Serra, “A revolta antes da convicção” (Entrevista), Diário de Notícias, 13/2/1999
Jaime Serra, Eles têm o Direito de Saber. Páginas da Luta Clandestina, Lisboa, Avante, 1999
Jaime Serra, As Explosões que Abalaram o Fascismo. O que Foi a Ara (Acção Revolucionária Armada), Lisboa, Avante, 1999
Jaime Serra, O Abalo do Poder. Do 25 de Abril de 1974 ao 25 de Novembro de 1975, Lisboa, Edições Avante, 2001
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ALBINO SERRANO
Albino Serrano,Caminhos da Resistência e da Esperança, Alcobaça, 1993
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MANUEL SERTÓRIO
Manuel Sertório, Entrevista a República, 31/5/1974
[Para a história da corrente socialista nos anos do pós-guerra e sobre as polémicas da FPLN.]
Manuel Sertório, "Da Guerra do Carimbo à ASP", Diário de Notícias ,
29/3/1984
Fernando Rosas (entrevista de) , “Manuel Sertório: Urn Ponto Comum Unia Aa Oposição: Ausência de Alternativa ao Regime”, Diário de Noticias, 5/5/1985
Manuel Sertório, «A Luta Contra o Fascismo no Exílio», em Humberto Delgado: setenta cartas inéditas, Lisboa, Praça do Livro, 1978
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EDUARDO SANTOS SILVA
Gaspar Martins Pereira, Eduardo Santos Silva Cidadão do Porto (1879-1960), Porto, Campo das Letras, 2002
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HERNANI DA SILVA
Hernani Silva,”Jovens do Norte cantaram ""As Heróicas"" há 40 anos”, O Diário
Hernani da Silva, "Homens Bichos e Coisas - Contingências de por-se o pé na rua", O Diário, 8/V/1987
Hernani da Silva,”Memória do fascismo - Larguem-me esse diabo nas celas”, O Diário, 11/8/1989
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HORTÊNSIA SILVA
Hortênsia Silva, O Aniversário do m/P.B., Lisboa, Edições Sociais, 1974
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JOSÉ DA SILVA
José da Silva, Memórias de Um Operário, 2 vols, Porto, 1971
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JOSÉ MARMELO E SILVA
José Marmelo e Silva, Obra Completa. Não Aceitei a Ortodoxia, Porto, Campo das Letras, 2002
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MANUEL DA SILVA
Manuel da Silva, 30 Anos de Vida e de Luta na Clandestinidade. Entrevista / Depoimento , Lisboa, Edições Avante !, 1996
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J M. Costa Feijão, “Do Maranhão a Moscovo”, Avante! , 24/7/2003
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Maria João Avillez, Soares - Ditadura e Revolução , Lisboa, Círculo de Leitores, 1996
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João Bénard da Costa, "Os 80 anos de Mário Soares", Público, 3/12/2004
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MÁrio Soares, Le Portugal baillonné, Paris, Calmann-Levy, 1972
Mário Soares, Portugal amordaçado, Lisboa, Arcádia, 1974
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(Mário Soares), «Não acredito na eternidade. O que fica de mim é um rodapé num livro de História». Diário de Notícias, 7/12/2004
Teresa de Sousa, Mário Soares, S. Paulo Nova Cultural 1988
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PEDRO SOARES
(José Pacheco Pereira), "Fontes para a história do PCP: duas cartas de Pedro Soares / "Luigi" de Abril de 1974, Estudos sobre o Comunismo, 7/3/2005
Pedro Soares, Tarrafal, Campo da Morte Lenta, Lisboa, Edições Avante !, 1975
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ERNESTO DE SOUSA
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FERNANDO MACEDO DE SOUSA
Fernando Macedo de Sousa, “Dos campos de concentração portugueses; quinze anos de luta contra o fascismo (1931-1946)", Correio da Serra, 220, 15 de Agosto de 1974,; 221, de 1 de Setembro 1974
Fernando Macedo de Sousa. “Intervençao”, Estrela Vermelha, 18, Agosto de 1975
[Descrição da sua vida de militante do PCP de 1931 a 1941 corn referéncias às posicões do PCP quanto ao 18 de Janeiro, Guerra de Espanha e a Segunda Guerra Mundial. Dados sobre os debates no Tarrafal e a reorganização de 1941.]
Femando (Macedo) de Sousa, Entrevista a Juventude Vermeiha. 6, Junho de 1976
Fernando Macedo de Sousa, Entrevista ao Jornal Novo, 17 de Fevereiro de 1978.
[Sobre 0 Tarrafal, com pormenores sobre a actividade da organização prisional e a "politica nova" do PCP.]
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HENRIQUE CAETANO DE SOUSA
Romeo Correia, Homens e Mulheres Vinculados às Terras do Almada (nas Artes, nas Letras e nas Ciências), AImada, 1978
[Colecção do elementos biográficos sobre personalidades do movimento operário e associativo local, incluindo vários comunistas, como Henrique Caetano do Sousa, José Alaiz, Alberto Araújo, Alexandre Castanheira, etc]
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JOSÉ DE SOUSA
“José de Sousa - destacado milltante socialista", Portugal Socialista, 44, 4 do Junho do 1975
Edmundo Pedro, 45 Anos de luta pela Democracia Sindical - Reflexões de um Militante, Lisboa, Fundação José Fontana. 1979.
[Para além das lembranças autobiográficas de E. Pedro. contém elementos sobre a actividade do PCP e da FJCP nos anos 30 e sobre a biografia e ideias politicas de José de Sousa.]
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JOSÉ MANUEL TENGARRINHA
José Manuel Tengarrinha, Combates pela democracia, Lisboa, Seara Nova, 1976
José Tengarrinha, Estudos de História Contemporânea de Portugal, Lisboa, Editorial Caminho, 1983
José Tengarrinha "Os caminhos da Unidade Democrática contra o Estado Novo", Revista de História das Ideias V. 16 1994
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MARGARIDA TENGARRINHA
Valdemar Cruz, "Margarida Tengarrinha - O que a vida me ensinou", Expresso, 21/5/2005
Margarida Tengarrinha, Quadros da Memória, Lisboa, Edições Avante¸2004
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ANTÓNIO TERESO
António Alexandre Tereso, Fuga de Caxias no carro blindado do Salazar, Lisboa, Edições Sociais, s.d.
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FERNANDA PAIVA TOMÁS
[José Pacheco Pereira], "Marcello Caetano e a Libertação de Fernanda Paiva Tomás em 1970", Estudos sobre o Comunismo, 16 Maio 2004
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CLAÚDIO TORRES
Duarte Mexia, Crónicas de um revolucionário" (Entrevista a Claúdio Torres), Grande Reportagem, 9/7/2005
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MANUEL VIEIRA TOMÉ
“Manoel Vieira Tome”, O Militante, 188, de Jan./1991
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CRISTINA TORRES
Joaquim de Sousa, Cristina Torres, Figueira da Foz, 1983
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MANUEL VALADARES
Rui Perdigão, “As Relações do PCP com Dois Eminentes Anti-Fascistas: Emidio Guerreiro e Manuel Valadares”, Nova Renascença, 45-47, 1992
Nuno Crato, "Um físico discreto", Expresso, 21/2/2004
[Sobre Manuel Valadares, cientista e militante comunista.]
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FRANCISCO PULIDO VALENTE
In Memoriam. Francisco Pulido Valente 1884-1963, Lisboa Imprensa Nacional - Casa da Moeda, 1989
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FERNANDO VALLE
Fernando Madaíl, Fernando Valle. Um aristocrata da Esquerda, Lisboa Âncora Editora, 2004
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Padre ABEL VARZIM
António Cerejo, "O Padre Varzim e o seu tempo", Lusitania Sacra, 12, 2000
Paulo Fontes, "A propósito de um testemunho sobre o Padre Abel Varzim (19o2-1964)", Lusitania Sacra, 12, 2000
Domingos Rodrigues, Abel Varzim. Apóstolo Português da Justiça Social, Lisboa, 1990
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FRANCISCO VELOSO
Nuno Espinosa, "Francisco Veloso, a inteligência suave", Público, 21/7/2005
Cristina Ferreira, "Banqueiro de profissão, democrata por convicção", Público, 18/7/2005
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CÂNDIDA VENTURA
Cândida Ventura, Entrevista a O Jornal, 5 de Novembro- 2 Dezembro de 1981
Cândida Ventura, "A militante que „saiu do frio“, O Jornal,5 a 11 de Fevereiro de 1982
Cândida Ventura, O"Socialismo" Que Eu Vivi, 0 Jornal, Lisboa, 1984
Cândida Ventura, "Como conheci Berlinguer", 0 Jornal, 21/6/1984
Cândida Ventura, , "Communisme – analyse, Les crises du Parti communiste portugais", Les cahiers d´histoire sociale, 17, 2001
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ARLINDO VICENTE
António Pedro Vicente, "Arlindo Vicente. O homem e o político", Revista de História das Ideias, Do Estado Novo ao 25 de Abril - II, volume XVII
Filipa Vicente, Arlindo Vicente. "O pintor e a sua obra", Revista de História das Ideias, Do Estado Novo ao 25 de Abril - II, volume XVII
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ANGELA VIDAL
António Melo, "Morreu Ângela Vidal - Uma rebelde com causas", Público, 16/3/2004
[Texto transcrito em História e Ciência.]
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"A. VIEIRA"
A. Vieira, Moscovo por um Antigo Funcionário do Komintern, Lisboa, Editorial Império, 1936
O Stalinismo por um Antigo Comunista quo Trabalhou no Komintern, Lisboa 1937
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ALEXANDRE VIEIRA
Henrique Fiúza, "Alexandre Vieira - meu mestre, meu amigo", A Batalha, 66 1980
Alberto Pedroso,”Testemunhos sobre o Fascismo (3). Alexandre Vieira - a família presa, a casa saqueada e um exílio de quatro anos”, O Diário, 12/10/1986
Luis Garcia e Silva,”Alexandre Vieira Primeiro Director de A Batalha”, A Batalha, 130 Out.-Dez. 1990
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ALBERTO VILAÇA
Alberto Vilaça, De Memória em Punho - Histórias Que Abril Soltou, Coimbra, Minerva, 1992
Alberto Vilaça, Depoimento com “Memórias da Brasileira”, A Mar Arte, n.° 2, de 21/3/1996
Alberto Vilaça, “Carta”, História, n.° 18 de Março 1996
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SÉRGIO VILARIGUES
Sérgio Vilarigues, “Experiências de luta juvenil antifascista, depoimento do camarada Sèrgio Vilarigues, membro da C. Politica e do Secretariado do CC do PCP”, Juventude, 36, de Marco 1979
[Dados sobre a FJCP desde 1932.]
«O homem dos 7 instrumentos», Avante!, 15/2/96
[Entrevista com Sérgio Vilarigues.]
Ricardo Machaqueiro, «Amílcar é nome de gente», Expresso, 16 de Março de 1996
Sérgio Vilarigues, "Ida para Angra", Alentejo Popular, 4/3/2004
Sérgio Vilarigues, "Um homem feliz em luta" (Entrevista) , Avante!, 23/12/2004
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VASCO MAGALHÃES-VILHENA
António Borges Coelho /, Vasco Magalhães-Vilhena / Rogério Ribeiro, (Mesa-Redonda), “0 "Avante!" - Orgão da Imprensa Livre e Expressão da Cultura Proletária”, Avante!, 13/2/1975
Eduardo Chitas / Hernâni A. Resende, (Coordenação), Filosofia. História . Conhecimento . Homenagem a Vasco Magalhães-Vilhena, Lisboa, Caminho, 1990
Vasco de Magalhães-Vilhena, Entrevista em Filosofia. História. Conhecimento. Homena gem a Vasco de Magalhães-Vilhena, Lisboa, Caminho, 1990
Vasco Magalhães-Vilhena, Progresso - História Breve de Uma Ideia, Lisboa, Caminho, 1979
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JOSÉ VITORIANO
Gustavo Carneiro / Isabel Araújo Branco, "Um luta de 48 anos contra o fascismo. A heróica resistência", Avante!, 8/4/2004
[Entrevista com José Vitoriano.]
"Foi há 28 anos. A fuga de Peniche vista pelos que ficaram", Avante!, 14/1/1988
José Vitoriano, "Recordações da cadeia de Peniche", O Militante, 235 - Junho / Agosto – 1998
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FRANCISCO SALGADO ZENHA
Rui de Brito, Salgado Zenha: o homem e a liberdade. Lisboa, Liber, 1975
António Cândido de Oliveira, Francisco Salgado Zenha. Textos escolhidos. Braga, Universidade do Minho, 1998
[ Ordem dos Advogados ] , Francisco Salgado Zenha Fotobiografia , Lisboa , Conselho Distrital da Ordem dos Advogados , 2003
[Com excepção de um breve depoimento de José Miguel Júdice em que faz menção às relações de seu pai, António Júdice , que pertenceu ao sector intelectual do PCP de Coimbra , com Zenha , quase não há referências à sua militância no partido . Zenha sempre negou , depois do 25 de Abril , que fora militante do PCP , mas tal é contrariado pelos documentos e por testemunhos da época . A fotobiografia tem em anexo um CDROM com as “obras jurídicas” de Salgado Zenha , incluindo as suas defesas em causas políticas. ]
Francisco Salgado Zenha Liber Amicorum, Coimbra, Coimbra Editora, 2003
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BIBLIOGRAFIA SISTEMÁTICA SOBRE O PCP, OS MOVIMENTOS COMUNISTAS E RADICAIS E A OPOSIÇÃO POLÍTICA E SOCIAL ATÉ 25 DE ABRIL DE 1974 (Em organização) - IV PARTE
Secção: Bibliografia
IV PARTE
4 - COLECÇÕES DE DOCUMENTOS
5 - OBRAS SOBRE VÁRIOS PARTIDOS COMUNISTAS (INCLUINDO O PCP)
6- OBRAS GENÉRICAS SOBRE O PCP OU SOBRE MAIS DO QUE UM PERÍODO DA VIDA PARTIDÁRIA
7 - OBRAS SOBRE UM PERÍODO:
7. 1 – “SOVIETISMO” E “MAXIMALISMO” (1918 – 1921)
7. 2 - O PARTIDO NA I REPÚBLICA (1921-1926)
7.3 - TRANSIÇÃO PARA O ESTADO NOVO (1926-1934)
7.4 – CLANDESTINIDADE – ANOS TRINTA (1935-1940)
7.5 – CLANDESTINIDADE – DA REORGANIZAÇÃO À FUGA DE PENICHE (1940-1960)
7.6 – CLANDESTINIDADE – ANOS SESSENTA E SETENTA (1960-1974)
7.7 - 25 DE ABRIL DE 1974
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4 - COLECÇÕES DE DOCUMENTOS
Documentos do Comité Central do PCP (1965-1974),Lisboa, Edições Avante!, 1975
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5 - OBRAS SOBRE VÁRIOS PARTIDOS COMUNISTAS (INCLUINDO O PCP)
Alex Macleod, The French and the Italian Communist Parties and the Portuguese Revolution, Duhram, 1979
Neil Mclnnes, Os Partidos Comunistas da Europa Ocidental, Lisboa, Europa-America s d.
Keith Middlemas, Power and the Party; Changing Faces of Communisme in Western Europe, Londres, Deutsch, 1980
Eusébio Mujal-Leon., Portuguese and Spanish Communisme in Comparative Perspective
A Report on West European Communist Parties, Prepared by the Foreign Affaires and National Defense Division of the Congressional Research Service Library of Congress, Submitted by Senator Edward W Brooke to the Comittee on Appropriations United States Senate, Washington, 1977
Lawrence L Whetten, New International Communism the Foreign and Defense Policies of the Latin European Communist Parties, Lexington-Toronto. Lexington Books, 1982
[lnclui dois estudos sobre o PCP]
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6-INTERPRETAÇÕES DA HISTÓRIA
Manuel Villaverde Cabral, The PCP An Interpretation of Fifty Years of History, Oxford, 1978
Carlos Cunha, “Quanto mais as coisas mudam … Os 75 anos do Partido Comunista Português” Análise Social , 138, 4º- 1996
Carlos Cunha, "Cat and Mouse: Conducting Research in a Russian Archive," Portuguese Studies Review, V (2), Inverno - Primavera 1996-1997
Carlos Gaspar, “Pater , Petruschka et Pontifex”, Risco, 3, Outono-Inverno 1985
Carlos Gaspar, “O deserto dos tártaros revisitado”, Risco, 10 Outono-Inverno 1988
Carlos Gaspar / Vasco Rato, Rumo à Memória . Crónicas da Crise Comunista, Lisboa, Quetzal Editores 1992
"História do partido revisionista português", 0 Tempo e o Modo, n.° 107. de Setembro-Outubro de 1974, 113, de Setembro de 1975, 115, deJaneirode 1976, e 118, de Junho de mesmo ano.
[A visão da história do PCP dada pelo MRPP. cobrindo os periodos de 1921-29.
1929-42, 1943-46, e 1946-49, com muitas cilações da imprensa clandestina]
Keith Middlemas, Power and the Party . Changing Faces of Communism in Western Europe, Londres Andre Deutsch , 980
Vital Moreira, Reflexões sobre o PCP, Lisboa, Editorial Inquérito,
João Paulo Avelães Nunes, “Sobre a história e os partidos políticos “, Vértice, 52, Jan. Fev. 1993
José Pacheco Pereira- "Os dingentes do PCP e a história do PCP", Expresso, 17/3/1979
José Pacheco Pereira," Problemas do História do PCP", em 0 Fascismo em Portugal, A Regra do Jogo, Lisboa, 1982
José Pacheco Pereira, "A História de uma "História”, Diário de Notícias, 12/1/1983
José Pacheco Pereira “Gritos e Murmúrios - Reflexões sobre o Estudo do Comunismo e seus Críticos”, Diário de Notícias, 16 de Fevereiro de 1984
José Pacheco Pereira "O PCP: Um Partido do Passado Presente - Uma Interpretação”, Revista de Ciência Política, 5, 1987
José Pacheco Pereira, El Partido Comunista Poruguês y la izquierda Revolucionária, Madrid, Centro de Estudios Constitucionales 1988
José Pacheco Pereira “Dez Questões Portuguesas aos Arquivos Soviéticos”, Nova Renascença, 45-47, 1992, pp. 315-317
Philippe C. Schmitter, “Le parti communiste portugais entre le "pouvoir social" et le "pouvoir politique”, Etudes Internationales, 6, Setembro 1975
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OBRAS GENÉRICAS SOBRE O PCP OU SOBRE MAIS DO QUE UM PERÍODO DA VIDA PARTIDÁRIA
"Alguns Elementos para a História do PCP”, Boletim de Informação (Actividades Comunistas) da Legião Portuguesa, Suplemento nº11, fascículo II, 1956
Pedro Ramos de Almeida, Salazar. Biografia da Ditadura, Lisboa Edições Avante!, 1999
“Breve história do PCP", Avante!, 1974
[História oficial do PCP.]
José Dias Coelho, A Resistência em Portugal. Porto, Inova, 1974
“Comunismo em Portugal", Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira
Os Congressos de Meio Século de Luta, PCP, 1974
"Os congressos do PCP – Marcos na história da classe operária e dos trabaihadores portugueses", Avante!, 7/10/1976
Ramiro da Costa, Elementos para a História do Movimento Operário em Portugal, 1930-1975, Assírio e Alvim, Lisboa, 1979
Carlos A. Cunha, The Portuguese Communist Party's Strategy for Power, 1921-1986, Nova York, Garland Publishing, Inc., 1992
Álvaro Cunhal, Algumas Experiências do 50 Anos de Luta do PCP, Lisboa, Edicões Avante!, 1975
Álvaro Cunhal, 0 Partido com Paredes de Vidro, Avante!, Lisboa, 1985
Fernando Guerreiro, "A história do P.C.P. através de seis Congressos", Seara Nova, 1550, do Dezembro de 1974
V. F. Lakin, "Caminho Heróico (sobre o 50.º Aniversário do PCP)”, (em russo) Voprosy istorii KPSS, 3, 1971
Alfredo Margarido, A Introdução do Marxismo em Portugal (1850-1930), Lisboa, Guimaräes & C. Editores, 1975
João Madeira, Os comunistas e o Partido Comunista em Portugal (1943-1974). Tese de mestrado
João Arsénio Nunes, "Comunismo" ", em Fernando Rosas / J.M.Brandão de Brito (dir.), Dicionário de História do Estado Novo , Lisboa, Círculo de Leitores, 1996
João Arsénio Nunes,“Portogallo”, em Aldo Agosti, (dir.), Enciclopedia della Sinistra Europea nel XX Secolo , Roma,Editori Riuniti, 2000
Partido Comunista Portugues 60 Anos de Luta ao Serviço do Povo e da Pátria 1921-1981, Lisboa, Edições Avante!, 1982
“Le P.C. Portugais jusqu'en 1947", Est et Ouest, 199, 16-31 Julho 1958
PCP Exposição 1921-1981 Comemorativa - 60 Anos de Luta ao serviço do Povo e da Pátria, PaviIhão dos Desportos - Lisboa, Maio de 1981
PCP 1921-1981 Exposição Comemorativa - 60 Anos de luta ao Serviço do Povo e da Pétria, Festa do Avante!, Alto da Ajuda 4, 5 e 6 - Set. 1981
PCP, 0 Partido da Esperanca e do Futuro, Lisboa. 1971
“Primeiro de Maio na luta do povo e do P.C.P. durante os anos da diladura fascista", Avante!, 1/5/1975
Os Quatro Primeiros Congressos do Partido Comunista, Lisboa, 1976
David L. Raby, A Resistência Anti-Fascista em Portugal 1941/74, Salamandra, Lisboa, 1990
Francisco Martins Rodrigues, Elementos para a História do Movimento Operário e do Partido Comunista em Portugal, Lisboa. 1975
Fernando Rosas, O Estado Novo (1926-1974), em José Mattoso (dir. de) História de Portugal, vol. VII, Lisboa, Círculo de Leitores / Editorial Estampa, 1994
Fernando Rosas, Portugal no Século XX (1890-1976)- Pensamento e Acção Política, Editorial Notícias, 2004
"6 de Marco de 1921 - 6 de Marco de 1976: 55 anos de luta dos comunistas portugueses", Bandeira Vermelha, n.° 7, 5 do Marco do 1976
Um Periodo na História do Movimento Operário Português (desde a fundação do Partido ao começo da degeneração revisionista em 1956), Comité Marxista-Leninista de Portugal, Abril 1972
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7 - OBRAS SOBRE UM PERÍODO:
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7. 1 – “SOVIETISMO” E “MAXIMALISMO” (1918 – 1921)
José Freire Antunes. ~O Diário de Notícias e a revolução russa de 1917 - Petrogrado na mão dos maximalistas", Diário de Notícias, 7/11/1978
Francisco Marcelo Curto, “O longo caminho para a CGT (1919) – A luta entre socialistas e anarquistas”, A Luta, 19/9/1978
Paulo Guinote, "A Revolução de Outubro (Novembro) de 1917 nos Jornais Portugueses : a Surpresa Anunciada", Estudos sobre o Comunismo
Maria Rosalina Labaredas, “No Verão quente de 1917 trabalhadores do comércio solidários com os grevistas”, O Trabalhador do Comércio e Serviços, 21. Maio a Julho 1980
César Oliveira, "A Revolução Russa na imprensa portuquesa da época". Análise Social, 40, 1973
[Com uma antologia da imprensa da época.]
César Oliveira, A Revoluçao Russa na Imprensa Portuguesa da Época, Lisboa, Diabril, 1976
José Pacheco Pereira, Questões Sobre 0 Movimento Operário Português e a Revolução Russa, Porto. 1971
"A Revolução de Outubro na irnprensa operária portuguesa", Margem Esquerda, n.° 4, de Novembro de 1974
[Excertos de A Bandeira Vermelha]
Joaquim Palminha Silva," A Revolucão Bolchevique na imprensa operária portuguesa', Sempre Fixe, 36, de 30 de Novembro de 1974
Joaquim Palminha Silva, Jaime Batalha Reis na Rússia dos Sovietes ou Dez Dias que Abalaram um Diplomata Português, Porto, Edições Afrontamento, 1984
Manuel Alberto Valente. "Breves notas sobre a revolução de 1917 e Portugal", Vida Soviética, n° 30, de Novembro do 1977
António Ventura, “A Sementeira e a Revolução de Outubro", Seara Nova, 1573,
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FEDERAÇÃO MAXIMALISTA
“Elementos da história do Partido (I)", Revolução Proletária, n.°3, Setembro de 1975
[Abrangendo as lutas sociais de 1917-27 e a fundação da Federação Maximalista.]
José Francisco, " Para que conste: Federaçâo Maximalista Portuguesa ( Embriâo do Partido Comunista Português) ". A Batalha, 110 Junho-Julho 1985
António Ventura, "A Federação Maximalista Portuguesa foi fundada ha 59 anos", Diário de Lisboa, 15 de Junho de 1977
António Ventura, “AIgumas notas sobre a imprensa comunista em Portuga! (1919-1921)” Seara Nova, n.° 1580, Junho de 1977
[Sobre A Bandeira Vemelha, o Komunist-Esperantisto, o Alarme, e o Comunista, 1ª série.]
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7. 2 - O PARTIDO NA I REPÚBLICA (1921-1926)
S Bahne, (Dir.), Archives de Jules Humbert-Droz. Les Partis Communistes des Pays Latins, et l’Internationale Communiniste dans les Annés 1923-1927, Dordrecht, (1982)
João Braz, "Luta de tendências no P.C.P. em 1921", Bandeira Vermelha, 18/3/1981
David de Carvalho, Os Sindicatos Operários e a Republica Burguesa (1910-1926), Lisboa, Seara Nova, 1977
José Pedro Castanheira, “Emídio Santana fala da primeira cisão sindical- A “Comissão Intersindical” apareceu como expressão de oposição à CGT”, A Luta, 27/1/1977
Romeu Costa Dias / Manuel Rendeiro Júnior, “Memória de urn Jornal Operário: 0 Komunist-esperantisto (1921)”, 0 Jornal, 27 de Agosto a 3 de Setembro de 1976
[Estudo sobre urn jornal escrito em Esperanto da primeira fase do movimento comunista português, corn colaboraçao de A. Peixe, Pires Barreira, etc.]
J M. Costa Feijão, “Uma Conferência Camponesa”,Avante!, 7-8-2003
J M. Costa Feijão, “Os primeiros presos comunistas”, Avante! , 4/9/2003
Carlos da Fonseca, “Le origini del Partido Comunista Portoghese”, Movimento Operaio e Socialista, 1-2, Janeiro-Junho 1973
Carlos Fontes, “Sindicalismo em luta”, A Batalha, Maio de 1978.
[Polémica entre anarco-sindicalistas e comunistas nos anos 20.]
Bento Gonçalves, Palavras Necessárias - A Vida Proletária em Portugal de 1872 a 1927. Porto, Inova. 1974
[Obra mais interessante do ponto de vista ideológico do que factual. Escrito na prisão, este texto contém muitos erros factuais]
(João Humberto Matias), “Antigo sindicalista recorda I Republica- Socialistas e anarquistas polarizavam movimento operário”, Capital. 1/8/1974
César Oliveira, 0 Movimento Sindical Português: A Primeira Cisão, Lisboa, Europa-América, 1982
José Pacheco Pereira, “O PCP na Primeira RepúbIica”, Diário do Noticias, de 13/5/1980; 27/5/1980
José Pacheco Pereira, “O primeiro ano de vida do Partido Comunista Português - Dezembro de 1920 - Dezembro de 1921 - Cronologia e Documentos”, História , 47, Setembro 1982
José Pacheco Pereira, “Contribuiçäo para a história do Partido Comunista Portugués na I República (1921-26)”, Análise Social , 67, 68, 69, de 1981
João G. Quintela, "Il Movimento Comunista Portoghese tra il 1919 e il 1929", Movimento Operaio e Socialista, 4, de Junho a Dezembro de 1975
João G. Quintela, Para a História do Movimento Comunista em Portugal: 1. A Construçao do Partido (1.° Periodo 1919-1929), Porto, Afrontamento. 1976.
[Para além de um ensaio interpretativo incluí uma extensa antologia dos jornais A Bandeira Vermeiha e O Comunista e, em anexo, o relatório ao Congresso da Internacional Comunista de 1928.]
Canais Rocha, “Convergéncia de socialistas e comunistas na I República (1921-1926)”, Vértice, 56, de Set.-0ut. 1993
António Ventura, “O primeiro delegado operário português na União Soviética”, Seara Nova, n.° 1586, 5 Dezernbro de 1977
[Sobre a vida e a obra de Perfeito de Carvalho, baseado na biografia de Alexandre Vieira, com textos de P. de Carvalho.]
Joana Vidal, O movimento operário português no pós-guerra (1919-1926), Tese de mestrado
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I CONGRESSO DO PCP (1923)
João Braz, "O 1º Congresso do Partido", Bandeira Vermelha, 9/6/1981
César Oliveira. O Primeiro Congresso do Partido Comunista Português, Lisboa, 1975
[Inclui para além das teses. as relatórios de Droz e de um polícia que vigiou o Congresso.]
J. Humbert Droz, "Comunistas - os difíceis anos 20", Sempre Fixe, n.° 52, de 22 de Maio de 1975.
[Reprodução do relatório de Droz de 1923 sobre a vida interna do PCP]
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7.3 - TRANSIÇÃO PARA O ESTADO NOVO (1926-1934)
Paulo de Castro, “A “Política do Espírito” ou uma flor do monturo (Notas de um caderno de memórias)”, Diário de Notícias, 10/9/1984
[Recordações autobiográficas da manifestação do 31 de Janeiro de 1933 no Porto e da prisão do autor Francisco Barros Cachapuz]
Cristina Faria,As lutas estudantis contra a Ditadura Militar (1926-1932). Colibri, Lisboa, Dezembro 2000
Varela Gomes, “Os 50 irremissíveis inimigos da ditadura”, Diário de Lisboa, 27/2/1984; 1/3/1984
[Notas sobre os militares que se oposeram à instauração do Estado Novo.]
Varela Gomes, “Sargentos na luta antifascista”, Diário de Lisboa, 4/4/1983
[Sobre Francisco da Horta Catarino e a Organização Revolucionária dos Sargentos.]
Varela Gomes, "Memória da resistência militar ao fascismo – Deportados em Timor”, Diário de Lisboa, 27/4/1983; 11/5/1983; 18/7/1983
Fernando Guerreiro, “O 7 de Fevereiro por quem lá esteve: Joaquim Pires Jorge", Seara Nova, 1552, de Fevereiro de 1975
[Relato de Pires Jorge sobre a sua participação na revolta de 1927. Anota a participação de militantes operários e comunistas nos movirnentos militares e as relações entre as revoltosos e o PCP]
Bento Gonçalves, Escritos (1927-1930), Lisboa, Seara Nova. 1976.
[Artigos de B. Gonçalves no Eco do Arsenal e n'O Proletário. Importantes documentos para se compreender a evolução ideológica dos operários portugueses que abandonaram o sindicalismo revolucionario pelo comunismo.]
Nídia Gregorio, “"Subversâo" e repressão da Universidade no inicío do Estado Novo”, em Nídia Gregório / Álvaro Garrido / Pedro Santos Lopes, Ideologia, Cultura e Mentalidade no Estado Novo. Ensaios sobre a Universidade de Coimbra, Coimbra, Faculdade de Letras, 1992
Maria Goretti Matias (Introdução e notas), "A actividade sindical do PCP no Porto, Beja e Faro em 1931 (textos de 0 Trahalho Sindical)", Estudos sobre o Comunismo, 2, Janeiro-Abril de 1984
João Arsénio Nunes, "Da Política 'Classe contra Classe' às Origens da Estratégia Antifascista: Aspectos da Internacional Comunista entre o VI e o VII Congressos(1928-35)", em O Fascismo em Portugal , A Regra do Jogo, Lisboa, 1982
João Arsénio Nunes, "La Formation de la Stratégie Antifasciste du Parti Communiste Portugais", em Mikhail Narinsky / Jürgen Rojahn, (ed.), Centre and Periphery. The History of the Comintern in The Light of New Documents , Amsterdam, International Institute of Social History, 1996
Victor de Sá, “Sobre as relações com a Uniâo Soviética em 1926”, 0 Diário, 13/6/82
Manuel Joaquim de Sousa, Últimos tempos de acção sindical livre e do anarquismo militante, Lisboa, Antígona, 1989
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CONFERÊNCIA DE 1929
Maria da Piedade Morgadinho, «A Conferência de Abril há 75 anos - Reorganização para a clandestinidade», O Militante, nº270, Maio/Junho 2004
João Arsénio Nunes, “Sobre alguns aspectos da evolução polItica do Partido Comunista Português após a reorganização de 1929 (1931-33)”, Análise Social, n.os 67, 68, 69, de 1981
José Pacheco Pereira, “Intervenção de "António" na XII Reunião Plenária da Internacional Comunista”, Estudos sobre o Comunismo, 0, Julho de 1983
José Pacheco Pereira, ”Acta da Conferência do PCP de Abril de 1929"" (Introdução e notas )", Estudos sobre o Comunismo , 2, Janeiro-Abril 1984
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7.4 – CLANDESTINIDADE – ANOS TRINTA (1935-1940)
Rui Manuel Brás, "As relações entre socialistas e comunistas nos anos de 1923-1925", Ler História, 45, 2003
Luís Augusto Costa Dias, «Um imenso sussurro de vozes inumeráveis…». A imprensa cultural juvenil da década de 1930, Vértice, 93 - Jan/Fev 2000
Luís Manuel do Carmo Farinha, O Reviralho: revoltas republicanas contra a ditadura e o Estado Novo (1926-1940), Tese depositada na Fundação Mário Soares
Maria Luísa Garcia Fernandes, (Coord.) Seara Nova. Textos e Contextos. Razão. Democracia. Europa, Casa Museu Abel Salazar, 1998
Maria Luísa Garcia Fernandes, (Coord.), Seara Nova. Razão / Democracia / Europa, Porto, Campo das Letras, 2001
“As greves de 1937 e 1957 nas salinas de Alcochete”, Bandeira Vermelha, 17/8/1977
João Manuel Martins Madeira, Os "Engenheiros de Almas" o Partido Comunista e os intelectuais (dos anos trinta a inícios de sessenta) , Tese depositada na Fundação Mário Soares
Susana Martins, Socialistas na Oposição ao Estado Novo. Um estudo sobre o movimento socialista português de 1926 a 1974, Cruz Quebrada, Casa das Letras/Editorial Notícias, 2005
João Arsénio Nunes, “Da politica "classe contra classe" às origens da estratégia antifascista: aspectos da Internacional Comunista entre o VI e o VII Congressos (1928-1935)”, 0 Fascismo em Portugal - Actas do coloquio Fac. Letras - Marco 1980, Lisboa, A Regra do Jogo, 1982
[Inclui a tradução da intervençao de "Queirós" no VII Congresso da IC.]
J. Arsénio Nunes, "1933-34 : A Fascização do Estado e a política do PCP", Diário de Notícias, 18/1/1983
João Arsénio Nunes, "Comunismo, Antifascismo e Intelectuais nos Anos Trinta", em Encontro Neo-Realismo , Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, 1999
João Arsénio Nunes "O Camarada René e a Juventude Comunista no princípio dos anos 30”, Uma vida em História. Estudos em Homenagem a António Borges Coelho, Lisboa, 2001
( "Genosse 'René' und die Kommunistische Jugend in Portugal zu Beginn der dreissiger Jahre", Jahrbuch für Historische Kommunismusforschung, 1996 )
"O PCP nos Anos 30. Reposição da Verdade Histórica”, Avante!, 10 de Novembro de 1988
Ana Cristina Clímaco Pereira, L' exil politique portugais en France et en Espagne: 1927-1940, Tese depositada na Fundação Mário Soares
Canais Rocha, Sindicatos - Tarefas de ontem e de hoje, Lisboa, Seara Nova, 1974
[Documentos do Socorro Vermeiho e do jornal A Internacional, da ISV.]
Fernando Rosas, «O Estado Novo (1926-1974)», em José Mattoso (Dir,), História de Portugal, vol. VII, 1994
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18 DE JANEIRO DE 1934
Alfredo Canana, “0 18 de Janeiro em Silves”, Diârio de Lisboa, 5/1/1980
[Recordações de participantes.]
Gustavo Carneiro, «70 anos do 18 de Janeiro de 1934 na Marinha Grande - O dia em que o povo tomou o poder», Avante!, 15/1/2004
[Com depoimento de Joaquim Gomes.]
Francisco Lyon de Castro, Entrevista ao Diário de Noticias, 18/1/1977
[Sobre o 18 de Janeiro de 1934.]
"Comemorando o l8 de Janeiro de 1934", Jomal Novo, l8/1/1977
"0 18 de Janeiro de 1934 – A história não perdoa", O Diabo, 18 de Janeiro de 1977
[Para além de material muito conhecido, incluí um artigo de Francisco Ferreira com referências ao 18 de Janeiro no Barreiro.]
"O 18 de Janeiro de 1934 na Marinha Grande - jornada heróica do proletariado ", Avante! , 17 de Janeiro de 1975.
[Vários artigos com depoimentos de participantes e uma biografia de J. Gregório.]
O 18 de Janeiro e Alguns Antecedentes, depoimento colectivo de Acâcio Tomás de Aquino, Américo Martins, Custódio da Costa. José Francisco. Marcelino Mesquita e Emidio Santana, que coligiu, Lisboa, Regra do Jogo, 1979
[A interpretação anarquista da revolta do 18 de Janeiro. com documentação inédita.]
José Gregório, Sobre a Associação e o Movimento do Operariado Vidreiro, Lisboa, 1975
[Reedição do texto de J. Gregório sobre as lutas dos vidreiros da Marinha Grande, com elementos imprescindiveis para o estudo do 18 de Janeiro.]
Greve geral de 18 de Janeiro de 1934, Lisboa. 1974.
[Dossier documental.]
Fernando Guerreiro, "O 18 de Janeiro de 1934 analisado por Bento Gonçalves", Seara Nova., Janeiro de 1975
A lnssurreição Operâria do 18 de Janeiro, Edições Revolução. s.d.
Maria Rosalina Garcia Labaredas, ”A luta contra a fascização dos Sindicatos, resistência operária e violência fascista'”, em 0 Fascismo em Portugal
L. H. Afonso Manta, O 18 de Janeiro de 1934, Lisboa, Assirio & Alvim, 1975
António Maria Marques, «O movimento de 18 de Janeiro de 1934. Greve Geral Revolucionária contra o Estatuto do Trabalho Nacional», Jornal do Barreiro, 06/06/1997
Maria Filomena Mónica, " O 18 de Janeiro: anarqueirada ou traição?", Diârio de Noticias, 3 de Novembro de 1981
António Moreira, "A greve geral de 1934 no Barreiro", Diário de Notícias, 2/11/1984
Hermínio de Freitas Nunes, 18 de Janeiro de 1934. Rostos... Subsídios para a história da Marinha Grande , Marinha Grande, Autor em colaboração com Jornal da Marinha Grande, Janeiro 1997
Fátima Patriarca, Sindicatos contra Salazar. A revolta de 18 de Janeiro de 1934, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais, 2000
Edmundo Pedro, 45 Anos de luta pela Democracia Sindical - Reflexões de um Militante, Lisboa, Fundação José Fontana. 1979.
[Para além das lembranças autobiográficas de E. Pedro. contém elementos sobre a actividade do PCP e da FJCP nos anos 30 e sobre a biografia e ideias politicas de José de Sousa.]
Manuel Sertório,”Em torno do 18 de Janeiro”, Estudos sobre o Comunismo , 2 Janeiro-Abril 1984
António Ventura,”O PCP e a CIS face ao 18 de Janeiro”, Diário de Notícias,2/2/1984
António Ventura, "0 18 de Janeiro de 1934 (excerto de una entrevista com Jú1io Fogaça”, Estudos sobre o Comunismo, 2, Janeiro-Abril de 1984
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REVOLTA DOS MARINHEIROS
João Borda, A Revoluçao dos Marinheiros, Lisboa, Edições Sociais, 1974
António Maria Marques, «Revolta da Marinha Portuguesa – participação de militantes do Barreiro», Jornal do Barreiro, 20/06/1999
“A Revolta dos Marinheiros", Avante!, 6 de Setembro de 1974
[Entrevistas corn participantes.]
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GUERRA CIVIL DE ESPANHA
Paulo Castro, "Agonia de Barcelona e Diáspora portuguesa", Diário de Notícias, 3/11/1984
Varela Gomes, "Memórias da Guerra de Espanha - A derrota", Diário de Lisboa, 9/10/1983;10/10/1983
Varela Gomes,”Portugueses na Guerra Civil de Espanha contra o fascismo - O mistério de um silêncio”, História, 74, Dezembro 1984
Varela Gomes, Guerra de Espanha - Achegas ao Redor da Participação Portuguesa, Lisboa, Cadernos Versus, 1987
José Viale Moutinho, No pasarán! Cenas e cenários da guerra civil de Espanha, Lisboa , Editorial Notícias, 1998
César Oliveira, Guerra Civil de Espanha, Lisboa, Biblioteca Nacional 1986
Pedro Rocha, “Para a história da oposição antifascista – O que foi o “Plano Lusitânia”, Diário de Lisboa, 14/5/1984
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FRENTE POPULAR
João Braz, “Frente Popular de 1936 - razões de um fracasso”, Bandeira Vermelha, 15/10/81
“A Frente Popular em Portugal”, Seara Nova, n.° 1571, Setembro de 1974.
[Com excertos de uma publicação de 1938, que relata as tentativas do criação de uma Frente Popular. Referências a Uniäo dos Antifascistas Portugueses em Espanha e ao Comité da Frente Popular em França.]
L. H. Afonso Manta, A Frente Popular Antifascista em Portugal, Lisboa, Assírio & Alvim, 1976
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PACTO GERMANO-SOVIÉTICO
Álvaro Cunhal , “0 VII Congresso da IC e a actividade do PCP contra a ditadura fascista de Salazar”, 0 PCP e o VII Congresso da IC (documentos) , Lisboa, Edições Avante!, 1985
Francisco Ferreira, “Após Agosto de 1939", Portugal Socialista , 13 de Agosto de 1975
[As críticas dentro do PCP ao pacto Molotov-Ribbentrop.]
José Pacheco Pereira, "As duas palavras de Bento Gonçalves"., Diário de Noticias. 8 de Janeiro de 1980
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7.5 – CLANDESTINIDADE – DA "REORGANIZAÇÃO" À PRISÃO DO SECRETARIADO (1940-1949)
Nuno Caiado, Movimentos Estudantis em Portugal : 1945-1980, Lisboa Instituto de Estudos para o Desenvolvimento, 1990
Jorge Santos Carvalho, “A Legação Jugoslava e a oposição antifascista portuguesa (1945-48)”, Vértice, 98, Novembro -Dezembro 2000
Valdemar Cruz, "O pacto do embaixador Bosques", Expresso, 5/3/2005
(Álvaro Cunhal), O Partido Comunista da «Reorganização» dos Anos 40 ao 25 De Abril Conferência de Álvaro Cunhal no Seminário «Para a história da oposição ao Estado Novo» Universidade Nova de Lisboa - 9 de Abril de 1992
Rui Grácio, “Contestação estudantil: as propinas. 1. Crónicas dos anos quarenta”, O Jornal, 13-19/2/1987
Joaquim Santos Simões , Sete anos de luta contra o fascismo. Academia de Coimbra 1944 – 1951, Guimarães, J. Santos Simões, 2002
“Sobre os Primeiros Tempos de Vértice”, Vértice, 450-1, Setembro~Dezembro de 1982
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7.5.1 - “REORGANIZAÇÃO”
Victor Manuel Santidrián Arias , Historia do PCE en Galicia , A Coruña , Edicios do Castro , 2003
[Inclui elementos sobre os contactos de fronteira entre os guerrilheiros comunistas galegos e portugueses e tem novas informações sobre Victor Garcia Estanillo / "O Brasileiro" / "António" , que foi enviado pela IC para Portugal , esteve envolvido nas polémicas sobre a "reorganização" do PCP e foi posteriormente executado pelo próprio PCE . Sobre esta história ver José Pacheco Pereira , Àlvaro Cunhal Uma Biografia Política , vol II ]
Joào Braz, “Reorganização de 1941 - A esperanca traída", Bandeira Vermelha, 293, 27 de Agosto de 1981.
J M. Costa Feijão, “1941 - Renascem os prelos do PCP”, Avante!, 21/8/2003
António Maria Marques, «Uma cisão no Partido Comunista Português em 1941 envolvendo um militante do Barreiro», Jornal do Barreiro, 23/01/1998.
Fernando Rosas, “Apontamentos duma entrevista corn Firmiano Cansado Gonçalves (Maio de 1983)”, Estudos sobre o Comunismo, 0, Julho de 1983
Antonio Ventura, “Documentos sobre uma Tentativa de Contacto entre o Bureau Politico do PCP (Julio Fogaca) e a IC em 1941”, Estudos Sobre o Comunismo, 1, Setembro-Dezernbro de 1983
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7.5.2 - “POLÍTICA DE TRANSIÇÃO”
1945-1948 "Politica de Transição", Cadernos para o Estudo da História do Partido, Outubro 1969.
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7.5.3 - SEGUNDA GUERRA MUNDIAL
Fernando Rosas, “0 PCP e a II Guerra Mundial”, Estudos sobre o Comunismo, 0, Julho de 1983
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7.5.4 MOVIMENTOS GREVISTAS
“Recordando greves históricas dos operários de laníficios da Covilhã”, Avante!, 8/11/1974
[Depoimento de João Canário.]
Jaime Serra, “As grandes greves operárias dos anos 40”, O Diário, 1/5/1982
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1943
J M. Costa Feijão, “1943 - Saber avançar saber recuar”, Avante!, 31/7/2003
Greve dos Sapateiros e Chapeleiros - S. João da Madeira – 1943, S. Joäo da Madeira, s.d.
António Maria Marques, «A Greve CUF em 1943», Jornal do Barreiro, 13/02/1998
Armando Teixeira, "Greve da CUF do Barreiro em 1943 - "A paralização de braços caídos", Jornal do Barreiro, 27/2/2004
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1944
«As greves de 8 e 9 de Maio de 1944 - Por aí passou o que hoje somos», O Militante, 270, Maio/Junho 2004
[Artigo da redacção de O Militante com a colaboração do GES, seguindo-se a transcrição do artigo publicado em O Militante, nº 29, Maio de 1944]
PCP, As Greves de 8 e 9 de Maio de 1944, Lisboa, Edições “Avante!”, 1979
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I CONGRESSO (III CONGRESSO) ILEGAL (1943)
J. M. Costa Feijão, “Há 50 anos - III Congresso do PCP”, Avante! , 23/12/1993
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II CONGRESSO (IV CONGRESSO) ILEGAL (1946)
PCP, Partido Comunista Português. IV Congresso. Relatórios e Resoluções , II Vol., Lisboa, Edições Avante!, 2000
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7.5.5 - MUNAF / MUD
Fernando Costa, "Movimento de Unidade Democrática (MUD)", em Fernando Rosas e J. M. Brandão de Brito (Dir.), Dicionário de História do Estado Novo, , vol. II, Circulo de Leitores, Lisboa, 1996
Fernando Costa, "Movimento de Unidade Nacional Antifascista (MUNAF)", em Fernando Rosas e J. M. Brandão de Brito (Dir.), Dicionário de História do Estado Novo, , vol. II, Circulo de Leitores, Lisboa, 1996
José Magalhães Godinho, "Como nasceu o MUD em 1945", em João Medina (Dir.) História Contemporânea de Portugal. Estado Novo, tomo II, Amigos do Livro, Editores, Lisboa, 1985
João Arsénio Nunes, "Unidade Antifascista", em Fernando Rosas e J. M. Brandão de Brito (coord. ), Dicionário de História do Estado Novo, Lisboa, Círculo de Leitores, 1996, 1997
Alberto Pedroso,”Bento Caraça e a extinção do MUD”, Vértice , 6 , Setembro 1988
David L.Raby “Portugal, 1942-47: 0 Problema da Estratégia Revolucionária da Oposição”, Análise Social, 84, 1984
[Joaquim Rodrigues], Subsídios Para A História Do Movimento De Unidade Democrática No Algarve (1945-1949)
Manuel Sertório, Entrevista a República, 31/5/1974.
[Para a história da corrente socialista nos anos do pós-guerra]
Isabel Alarcão e Silva, “A Génese do MUD e o PCP”, Vértice, 50, Setembro-Outubro de 1992
Maria Isabel Mercês de Melo de Alarcão e Silva, O Movimento de Unidade Democrática e o Estado Novo: 1945-1948, Tese depositada na Fundação Mário Soares
Blanqui Teixeira, “Há 50 anos, o MUD”, 0 Militante, n.° 218, Set.-Out./1995
José Tengarrinha, “Os caminhos da unidade democrática contra o Estado Novo”, Revista de História das Ideias, n.º 16, 1994
"A Unidade em 1944-49: uma experiência actual". Revolucão Popular, 5, Julho 1965
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7.5.6 - CAMPANHA DE NORTON DE MATOS
Alexandre António da Costa Luis, “As eleições presidencias de 1949: Dois ""Portugais"" em confronto”, Revista de História das Ideias, V. 16 1994
Fernando Rosas, “Putschismo" e Oposição nos anos 40". História, 50. Dezembro, 1982.
Pedro A. Silva, A "Frente Antifascista" da Candidatura de Norton de Matos em 1949, Lisboa, 1976
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7.6 - CLANDESTINIDADE - DA PRISÃO DO SECRETARIADO À FUGA DE PENICHE (1949-1960)
Jorge Amaro, Entrevista a Versus, 5, 25/4 a 25/5/ 1984
[Histórias do PCP na década de 50]
António Brotas, "As eleições legislativas de 1957", O Ribatejo, 13/1/2005
Joel Castanheira, Num Pinhal de Belas Apareceu Assassinado um Homem Desconhecido , Lisboa, Perspectivas e Realidades, 1984
"Como os revisionistas destuiram o Partido", Tribuna do Congresso, 3. de 6 de Novembro de 1975
[Análise das reuniões do CC do PCP em 1956.]
Ramiro da Costa,”O XX Congresso do PCUS e o PCP”, Estudos sobre o Comunismo , 3-4, Maio-Dezembro 1984
Ramiro da Costa, "Anos 50 - o firn das i1usões", Diário de Notícias,
16/11/1984
Elementos sobre a organizacâo do P.C.P.", Boletim de Informação (Actividades Comunistas), Suplemento n.° 16, Lisboa. 1958
Rui Grácio, “Contestação estudantil: o 40900”. 2. Crónicas dos anos cinquenta”, O Jornal, 20-26/2/1987
“As greves de 1937 e 1957 nas salinas de Alcochete”, Bandeira Vermelha, 17/8/1977
Pedro Santos Lopes, “Coimbra, Tradição e Desporto nos anos 50: a questão do 40.900”. em Nídia Gregório / Álvaro Garrido / Pedro Santos Lopes, Ideologia, Cultura e Mentalidade no Estado Novo. Ensaios sobre a Universidade de Coimbra, Coimbra, Faculdade de Letras, 1992
Bento Rodrigues Quaresma, “Memórias das lutas antifascistas de 1954”
David L.Raby, “A Crise Ideológica da Oposição: 0 PCP de 1949 a 1957'", O Estado Novo dos Origens ao Fim da Autarcia, II, Fragmentos, Lisboa,1987
Jaime Serra, ”Só na primeira prisão - tinha eu 16 anos - saí pela porta da frente”, Avante!, supl. 4/6/1981.
[Relato da fuga de 1956.]
“A transformaçáo revisionista do P.C.P.”, Bandeira Vermelha, 8 de Marco de 1978.
[Dados sobre o PCP entre 1949 e 1960; elementos sobre a organizaçao do Partido.]
Teresa Viegas, As eleições presidenciais de 1951, Tese de Mestrado depositada na Fundação Mário Soares
CRISE ESTUDANTIL DE 1956
Pedro Santos Lopes, “Coimbra, Tradição e Desporto nos anos 50: a questão do 40.900”. em Nídia Gregório / Álvaro Garrido / Pedro Santos Lopes, Ideologia, Cultura e Mentalidade no Estado Novo. Ensaios sobre a Universidade de Coimbra, Coimbra, Faculdade de Letras, 1992
Gabriela Lourenço / Jorge Costa / Paulo Pena, Grandes Planos. Oposição Estudantil à Ditadura: 1956-1974. Lisboa, Âncora Editora., 2000
ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS DE 1958
António Abreu, “Humberto Delgado e as eleições presidenciais de 1958”, O Militante Nº 236, Setembro / Outubro 1998
António Simões de Abreu, A raiva de Salazar contra a unidade democrática representada por Humberto Delgado e outros episódios por mim vividos em 32 anos de luta antifascista, Lisboa, Edições Sociais, 1975
Iva Delgado, Braga Cidade Proibida . Humberto Delgado e as Eleições Presidenciais de 1958, Braga, Governo Civil, 1998
Emb.Carlos Fernandes, Recordando. O caso Delgado e outros casos, Lisboa, Universitária Editora, 2002
“Le PCP et le general Humberto Delgado”. Est et Ouest, 211, 1-15 Março 1959
Menno Postma, “A influência do General Humberto Delgado na juventude e na população portuguesa”, em Iva Delgado, Carlos Pacheco e Telmo Faria (coord.) , Humberto Delgado: As Eleições de 58. Lisboa, Vega, 1998
David L. Raby, “0 Problema da Unidade Anti-Fascista: 0 PCP e a Candidatura do General Humberto Delgado em 1958”, Análise Social, 72-74, 1982
Fernando Rosas (com Maria Inácia Rezola, Alexandra Frade e Cláudia Figueiredo). Humberto Delgado - o general sem medo, Catálogo da Exposição inaugurada na Biblioteca-Museu República e Resistência da C. M. de Lisboa a 10/2/1995, Lisboa, B.M.R.R./C.M.L., 1995
Manuel Sertório, "A candidatura de Cunha Leal a Presidéncia da República”, O Jornal, 5/11/1982
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7.7 – CLANDESTINIDADE – ANOS SESSENTA E SETENTA (1960-1974)
J. Càndido de Azevedo, “FPNL e PCP - história e razões de uma ruptura”, Diário de Noticias, 20 e 21 de Abril de 1978
Araüjo de Castro. Manifesto da Comissão Poiltica do Comité Central do Partido Comunista Português. sl., s.d. (1970)
Álvaro Cunhal. Rumo à Vitória - As Tarefas do Partido na Revolução Democrática e Nacional, Porto, Opinião., 1974
[Relatório de 1964. com muitas referénctas as lutas operárias e ao movimento de resistência ao salazarismo.]
Álvaro Cunhal. 0 Radicalismo Pequeno-Burguês de Fachada Socialista, Lisboa, Edições Avante!. 1974.
[Edição legal do texto de Cunhal na luta contra o esquerdismo pós-Maio de 1968.]
“Os anos 60 em Portugal , hoje”, Vértice, 26, Maio 1990
“Como foram organizadas as manifestações de 31 de Janeiro de 1962 no Porto”, Avante!, Suplemento 6/5/1981
O Congresso Democrático de Aveiro Uma Vitória a Consolidar alargando o movimento unitário de massas, Avante! , Maio de 1973
“Da cadeia para a liberdade passando por um cenitério”, Avante!, 2/4/81
[Relato da fuga de Jorge Araujo e Silva Marques em 1962.]
Tom Gallagher. "The Portuguese Communist Party and Eurocommunism". Political Quaterly. 50, 1979
António Gervásio, Lutas de Massas em Abril e Maio de 1962 no Sul do País , Lisboa, Edições Avante! , 1996
“La "Junte patriotique" et les comunistes portugais". Est et Ouest, 280. 1-15 Junho 1962
Maria Rosalina Labaredas, “1º de Maio de 1962, no Couço. Vitória dos campnenses na luta pelas oito horas”, O Jornal, 19/4/1983
Luís Leiria, “A Geração de 70”, Vida Mundial, Dezembro de 1998
(PCP ), O Governo de Marcelo Caetano , Tentativa de Salvar a Ditadura, Lisboa,Edições Avante !,1997
António Melo, “Cheias – a Censura não aguentou”, Pública, nº79, 23/11/1997
António Melo, “Cheias – o aniversário de Ana Lucas”, Pública, nº79, 23/11/1997
“Objectifs et tactique du PCP", Est et Ouest, 258, 16-31 Maio 1961
[Referência ao artigo do Pravda a propósito do 40º Aniversário do PCP.]
(José Pacheco Pereira), "Fontes para a história do PCP: duas cartas de Pedro Soares / "Luigi" de Abril de 1974, Estudos sobre o Comunismo, 7/3/2005
(José Malaquias Pinela / Tolentino Pereira Lourenço / Alberto Costa / Alvaro Pestana / Guilherme Martins Bucho / .Joaquim Custódio Leocádio), .”15 de Marco – subsidio para a histôria do siridicalismo em Portugal”, 0 Trabalhador do Comércio, 3, Marco-Abril 1976
[Mesa-redonda corn participantes na manifestação dos Caixeiros de Lisboa, 1971.]
M(alaqulas) P(inela), “Os Trabaihadores do Comércio - sua contribuição para a história sindical no período marcelista”., 0 Trabalhador do Comércio, 7, Nov.-Dez. 1976
José Malaquias Pinela, A Manifestação dos Caixeiros de 15 de Março de 1971 e a Luta das 4 Horas , Lisboa, Federação Portuguesa dos Sindicatos do Comércio, 15 de Março de 1981
Portugal Hoje, Suplemento Especial. 1 /V/1981
[Sobre o 1º de Maio. corn referências a actividade de preparacáo clandestina de 10 de Maio de 1974.]
Portugal Socialista (Maio de 1967 - Dezembro de 1973) CDROM, Fundação Mário Soares, 2004
“1º de Maio contra o fascismo”., Avante!, Suplemento 6/5/1981
[Sobre o 1º de Maio de 1962.]
Maria Cândida Proença (Org.), Maio de 1968 – 30 anos depois. Movimentos estudantis em Portugal, Lisboa, FCSH da UNL-Colibri.1999
Matilde Ramalho, «O segredo do licor», Expresso, 16 de Março de 1996
[Artigo referente às comemorações do 50º aniversário do PCP, ainda na clandestinidade.]
Vasco Rato, “O PCP perante o eurocomunismo”, Revista de Ciência Política,6, 2º Semestre 1987
Fernando Rosas / Pedro Aires Oliveira (Coordenação), A Transição Falhada. O Marcelismo e o fim do Estado Novo (1968-1974), Lisboa, Editorial Notícias, 2004
Manuel Sertório, Entrevista a República, 31/5/1974.
[Para a história das polémicas da FPLN.]
Jorge Wemans, “Os miúdos nas Cheias”, Pública, 23/11/1997
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FUGAS DE PENICHE E CAXIAS
"Foi há 28 anos. A fuga de Peniche vista pelos que ficaram", Avante!, 14/1/1988
[Depoimentos de José Vitoriano, Severiano Falcão, Borges Coelho e Manuel Andrade.]
“Fuga de Peniche: voltar a liberdade para continuar a luta”, Avante!, 10/1/1980
"1961 - a fuga de Caxias", Avante!, 27/12/1974
[Entrevistas com parcipantes.]
António Alexandre Tereso, Fuga de Caxias no carro blindado do Salazar, Lisboa, Edições Sociais, s.d.
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GUERRA COLONIAL
Rui Bebiano, “As Esquerdas e a Oposição à Guerra Colonial”, A Guerra do Ultramar: Realidade e Ficção. Actas do II Congresso sobre a Guerra Colonial, Lisboa, Editorial Notícias - Universidade Aberta. 2002
Rui Bebiano “A resistência interna à Guerra Colonial”, História, 51, III série, Dezembro, 2002
CIDAC, A Cor das Solidariedades pela Justiça e Equidade nas Relações Internacionais. 30 Anos do CIDAC, Lisboa, CIDAC, 2004
Eduardo Mayone Dias, "Janeiro-Junho de 61 . O eclodir da guerra em Angola visto pela imprensa lisboeta", História, 129 Junho 1990
Rui Azevedo Teixeira, Guerra Colonial. Realidade e Ficção, Lisboa Editorial Notícias, 2001
Rui de Azevedo Teixeira, A Guerra Colonial e o Romance Português, Lisboa, Editorial Notícias, 1998
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CRISE ESTUDANTIL DE 1962
“Estudantes de 1962 recordam a "crise académica"“, Jornal da Educação, 54, Abril 1982
João Pedro Ferro (Org.) A Primavera que Abalou o Regime. A Crise Académica de 1962, Lisboa, Presença, 1996
Álvaro Garrido, Movimento estudantil e crise do Estado Novo: Coimbra 1962. Coimbra, Livraria Minerva, 1996
Daniel Ricardo, “Contra os bastões lucidez e unidade”, O Jornal, 27/3 a 2/4/1987
[Sobre o movimento estudantil posterior a 1962.]
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VI CONGRESSO (1965)
Álvaro Cunhal, Relatório da Actividade do Comité Central ao VI Congresso do P.C.P, Lisboa, Edições Avante!,
[Cobrindo o periodo de 1957 a 1965.]
Joaquim Gomes, "0 VI Congresso do PCP e as tarefas de organização", Avante!, 18 de Outubro de 1974
"Os Congressos do Partido - O VI Congresso Rumo à Vitória!!, Avante!, 6/4/2000
Programa e Estatutos do PCP, Lisboa, Edições Avante!, 1974
[Aprovados no VI Congresso em 1965.]
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CRISE ESTUDANTIL DE 1969
Vítor Alves / Júlio Roldão, “As Repúblicas – Lutas e Lutos da Academia”, Via Latina, 1985-86
Rui Cardoso, “Do Luto Académico à luta permanente”, Expresso (Revista), 23/3/2002
A crise académica: Coimbra 17 de Abril de 1969, Coimbra, Câmara Municipal, 1999
Celso Cruzeiro, Coimbra , 1969 : A Crise Académica, o Debate das Ideias e a Prática, Ontem e Hoje, Porto, Ediçôes Afrontamento, 1989
Marta Benamor Duarte, Foi apenas um começo - o movimento estudantil de 1969 em Lisboa e Coimbra. Tese de Mestrado apresentada à FCSH da UNL, depositada na Fundação Mário Soares
João Mário Mascarenhas (coord), Coimbra 69, Lisboa 1999, Lisboa, Biblioteca Museu República e Resistência, 1999
Rui Namorado, “Para uma universidade nova: crónica da crise de 1969 em Coimbra.”, Revista Crítica de Ciências Sociais, nº27-28, 1989
António da Cruz Rodrigues / José Maria Marques / Joaquim Maria Marques, Dossier Coimbra 1969: a crise de Coimbra vista por observadores estranhos aos acontecimentos. Lisboa, Sampedro. s.d.
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7.8 - 25 DE ABRIL DE 1974
Jacinto Baptista, Caminhos Para Uma Revolução . Sobre o Fascismo em Portugal a sua Queda, Amadora, Bertrand 1975
Ana Barradas / Ângelo Novo / António Barata, O futuro era agora. O movimento popular do 25 de Abril, Lisboa, Edições Dinossauro, 1994
Gruppe Dr. Katins, Reportagem Sobre Uma Revolução .,TVDDR s.d. (1977)
Branko Lazitch, “Le parti communiste et la "revolution nationale-democratique” au Portugal". Est et Ouest. 245, 1-l5 Junho 1974
Armando Morais, "O trabalho do PCP para a Revolução", O Militante, 269, Março Abril 2004
Eusebio M. Mujal-Leon. `The PCP and the Portuguese Revolution", Problems of Communism, January - February, 1977
António Ventura “O papel das forças sócio-políticas na mudança democrática. O caso português.” em Hipólito de la Torre (coord.), Portugal y Espana en el cambio político (1958-1978). Mérida, UNED, Centro Regional de Extremadura, 1989
“25 de Abril de 1974; A primeira delegação oficial do PCP recebida pela Junta de Salvação Nacional", Avante!, 2.IV.81
[Inclui referências a actividade da C. Executiva do CC do PCP nos ültimos dias da ditadura]
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BIBLIOGRAFIA SISTEMÁTICA SOBRE O PCP, OS MOVIMENTOS COMUNISTAS E RADICAIS E A OPOSIÇÃO POLÍTICA E SOCIAL ATÉ 25 DE ABRIL DE 1974 (Em organização) - V PARTE
Secção: Bibliografia8 - OBRAS DE BASE GEOGRÁFICA
9- ORGANIZAÇÕES DO PCP
10 – CLANDESTINIDADE / ORGANIZAÇÃO/ MEMBROS / ORGANISMOS / FUNDOS / FINANCIAMENTOS
11- OUESTÕES INTERNAS / POLÉMICAS/ PRODUÇÃO TEÓRICA
12 – CAMPONESES / REFORMA AGRÁRIA
13 – SINDICATOS
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8 - OBRAS DE BASE GEOGRÁFICA
Costa Feijão, “Memória do Oeste”, Avante! 28/8/2003
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ALCOCHETE
“As greves de 1937 e 1957 nas salinas de Alcochete”, Bandeira Vermelha, 17/8/1977
João Marafuga, A greve do sal de 1957 - 1º parte ; 2ª parte, Novembro 2002
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ALENTEJO
Paulo Guimarães , “Os últimos anos do sindicalismo revolucionário : a Federação Mineira e Metalúrgica e o Alentejo” , A Ideia , 58 , Março 2003
João Honrado, Crónicas de Dizer Alentejo, Beja, Associação de Municípios do Distrito de Beja, 1998
João Honrado, Falando Alentejo, Beja. Ed. da AMDB, 1999
Paulo Lima, O Fado Operário no Alentejo. Séculos XIX-XX. O Contexto do Profanista Manuel José Santinhos, Sons da Tradição, 2004
António Dias Lourenço, Alentejo Legenda e Esperança I, Lisboa, Caminho, 1997
António Modesto Navarro, Memória Alentejana - I – A Vida no Alto Alentejo nas Ultimas Décadas, a Resistência e a Reforma Agrária, Amadora, 1977
[Baseado em relatos de trabalhadores rurais sobre as lutas nos anos 40 a 60.]
António Modesto Navarro, Memória Alentejana - II- Resistência e Reforma Agrária em Beriavila e Campo Maior, Amadora, 1978
José Pacheco Pereira, Conflitos Sociais nos Campos do Sul de Portugal, Mem Martins, Publicações Europa-América, 1982
Constantino Piçarra, “Afinal, o Fascismo sempre existiu”, O Campaniço Janeiro/Fevereiro 1994
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ALGARVE
Carlos Costa, Relatório sobre o Algarve (Agosto de 1952), Lisboa, Avante, 2000
Maria João Raminhos Duarte, Portimão. Industriais Conserveiros na 1ª Metade do Século XX, Lisboa, Edições Colibri, 2003
[Elementos sobre o movimento operário algarvio]
[Joaquim Rodrigues], Subsídios Para A História Do Movimento De Unidade Democrática No Algarve (1945-1949)
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ALHANDRA
Comissão de Freguesia de Alhandra do PCP, Vida e Obra dos Comunistas em Alhandra 1923-2000, 2003
Maria do Sameiro Pedro, Um Escritor Em Alhandra Apontamentos Sobre A Obra De Júlio Graça
Vitor Serpa, “Alhandra esperou 25 anos para dizer obrigado”, A Bola, 14/11/1974
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ALJUSTREL
Crónica da Ordem Pública 1861-1932, Aljustrel, Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Mineira do Sul, 1984
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ALMADA
Carlos Abreu / Francisco Branco (Coordenação e Redacção), 0 Associativimo Tradição e Arte do Povo de Almada, Câmara Municipal de Almada, 1984
Fernando Miguel Bernardes, (Org.), Literatura Actual de Almada. Antologia, Almada, Câmara Municipal de Almada, 1998
Alexandre M. Flores, Almada na História da Indústria Corticeira e do Movimento Operário (1860-1930), Almada, Câmara Municipal, 2003
Luis Alves Milheiro, Almada e a Resistência Antifascista,2000
Alberto Pereira Ramos,”A Academia Almadense: um exemplo da influência operária”, Movimento Cultural, 3, Dezembro 1986
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AVEIRO
Costa e Melo, Memória de Aveiro em forma de saudades. Coisas, almas, factos e pessoas,Aveiro, Câmara Municipal de Aveiro, 1997
Manuel da Costa e Melo, Memórias Cívicas 1913-1983,Coimbra, Almedina, 1988
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BAIXA DA BANHEIRA
José Rosa Figueiredo, A Baixa da Banheira Até aos Nossos Dias, Edição da Assembleia Distrital de Setúbal, 1979
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BALEIZÃO
Margarida Fernandes, “Terra, trabalho e pão / O caso de Baleizão”, História, 32, Julho de 1997
Carlos Alberto Martins de Oilveira / Maria Leonor Marques Pereira, “O Viver de Baleizão", Economia e Sociologia, 32, 1981
[Referências ao PCP em Baleizão]
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BARREIRO
Carlos Alberto (Carló), Peões no Xadrez Imperial da CUF, Palmela, Darvoz, 2001
[Num dos testemunhos que abrem este livro, da autoria de José de Brito Apolónia, pode ler-se: «Este é um livro com gente viva dentro dele. Pessoas que marcaram uma geração de trabalhadores. Os protagonistas no fio do argumento têm nomes fictícios, porém, quem viveu e conheceu a CUF por dentro percebe inequivocamente a quem se referem os heterónimos das personagens, o que confere mais realismo à narração."]
Ana Nunes de Almeida, Fábricas e Famílias Operárias, Câmara Municipal do Barreiro, 1993
Vanessa de Almeida, "António Maria Marques E A História Operária Do Barreiro", Estudos sobre o Comunismo, 1/2/2004
Vanessa de Almeida, , "Acácio José da Costa e o 28 de Fevereiro de 1935 no Barreiro", Estudos sobre o Comunismo
Natalina Catarino,” Falemos de : " Um Olhar sobre o Barreiro “, Jornal do Barreiro, 24.10.86
António Maria Marques, «Que nunca sejam esquecidos os que lutaram», Jornal do Barreiro, 25/04/1997
António Maria Marques, «Constituição do Primeiro Comité local do PCP», Jornal do Barreiro, 16/05/1997
António Maria Marques, «O Partido Comunista no Barreiro, face à Igreja», Jornal do Barreiro, 08/08/1997
António Maria Marques, «Mulheres organizadas e que se salientaram na luta de classes no Barreiro», Jornal do Barreiro, 26/09/1997
António Maria Marques, «O Partido, face às colectividades do concelho do Barreiro», Jornal do Barreiro, 21/11/1997
António Maria Marques, «O movimento de 18 de Janeiro de 1934. Greve Geral Revolucionária contra o Estatuto do Trabalho Nacional», Jornal do Barreiro, 06/06/1997
António Maria Marques, «A Língua Internacional “Esperanto”, e a sua História, no Barreiro», Jornal do Barreiro, 20/03/1998
António Maria Marques, «Revolta da Marinha Portuguesa – participação de militantes do Barreiro», Jornal do Barreiro, 20/06/1999
António Moreira, "A greve geral de 1934 no Barreiro", Diário de Notícias, 2/11/1984
Ana Filipa da Silva,A questão social na CUF. Tese de Mestrado
Armando de Sousa Teixeira, Barreiro Uma História de Trabalho Resistência e Luta (1926/45), Lisboa, Edições Avante!, 1997
Armando de Sousa Teixeira, Barreiro Uma História de Trabalho Resistência e Luta (1946/62), Lisboa, Edições Avante!, 1999
Armando de Sousa Teixeira, A Rua Direita e a Ganilha do Lado da Praia, Lisboa, Editorial Avante!, 2001
Armando Sousa Teixeira, A Indústria e a Luta em Desenvolvimento. Barreiro, uma História de Trabalho, Resistência e Luta (1963-1969), Parte IV, Lisboa, Edições «Avante!», 2005
[Extractos deste livro encontram-se em "A luta dos Ferroviários".]
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BEJA
Maria Goretti Matias (Introdução e notas), "A actividade sindical do PCP no Porto, Beja e Faro em 1931 (textos de 0 Trahalho Sindical)", Estudos sobre o Comunismo, 2, Janeiro-Abril de 1984
Francisco Pratas, “Escolas” do MUD”, Diário do Alentejo, 28/1/2005
[Sobre o MUDJ em Beja.]
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BRAGA
Iva Delgado, Braga Cidade Proibida . Humberto Delgado e as Eleições Presidenciais de 1958, Braga, Governo Civil, 1998
Joaquim Santos Simões, Braga. Grito de Liberdade. História Possível de meio século de resistência , Braga, Governo Civil do Distrito de Braga, 1999
Humberto Soeiro (Selecção e edição), Intervençao Politica. Democratas de Braga 1949-1970, Inova, Porto, 1973
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CASTANHEIRA DE PÊRA
Kalidás Barreto, Subsídios para a história do movimento operário em Castanheira de Pêra, Porto, Umbertipo, 1983
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COIMBRA
Rui Bebiano "A cidade e a memória na intervenção estudantil em Coimbra", Revista Crítica de Ciências Sociais, 66, Outubro de 2003
João Madeira, “0 Sector de Coimbra - os intelectuais e o partido”, História, n.° 17, Fev./1996
António José Soares, Saudades de Coimbra – Pequena História da Academia de Coimbra 1901 -1950, s/d
Alberto Vilaça, “Brevíssima evocacão do PCP em Coimbra”, Informar (Boletim da DORC), n.° 1, de Mar./1996
Alberto Vilaça, O MUD Juvenil em Coimbra. História e estórias, Porto, Campo das Letras, 1998
Alberto Vilaça, Para a História remota do PCP em Coimbra 1921-1946, Lisboa, Edições Avante!, 1997
Alberto Vilaça, A Revolução em Coimbra
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COUÇO
Henrique Custódio,” Conheça o Couço, dr. Mário Soares?!...”, Avante!, 27/2/86
Paula Godinho, «Género e Resistência Rural Antisalazarista: Memórias Femininas do Couço (1958-62)», Arquivos da Memória, nº 5, 1998
Paula Godinho, Memórias da Resistência Rural no Sul. Couço (1958 - 1962), Oeiras, Celta Editora, 2001
Maria Rosalina Labaredas, “1º de Maio de 1962, no Couço. Vitória dos campnenses na luta pelas oito horas”, O Jornal, 19/4/1983
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COVILHÃ
Gabriel Raimundo, Tear do Tomates - Romance dos Trapos na Corda da Estrela, Almada, Edições ANES, 1984
“Recordando greves históricas dos operários de laníficios da Covilhã”, Avante!, 8/11/1974
[Depoimento de João Canário.]
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FAFE
J. Gomes Bandeira, “Fafe no ano de 1946 – O pão faltou, a GNR atirou, a PIDE prendeu”, Diário de Lisboa, 31/12/1977
[Memórias de participantes nas lutas de 1946.]
Artur Ferreira Coimbra, Desafectos ao Estado Novo. Episódios de Resistência ao Fascismo em Fafe. Junta de Freguesia de Fafe, 2003
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FAMALICÃO
Artur Sá da Costa (Coord.), Momentos de Resistência, V. N. Famalicão C. M. V. N. Famalicão, 2000
"Documentação da Oposição Democrática ao Estado Novo em V. N. de Famalicão - Doações à Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco", Boletim Cultural CM Famalicão, 13, 1994-1995
Filipa Sousa Lopes, Movimentos da Oposição em Famalicão (Dos finais da década de vinte aos anos cinquenta), Famalicão, Editora Ausência, 2004
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FARO
Maria Goretti Matias (Introdução e notas), "A actividade sindical do PCP no Porto, Beja e Faro em 1931 (textos de 0 Trahalho Sindical)", Estudos sobre o Comunismo, 2, Janeiro-Abril de 1984
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LOURES
(Vários), Loures Tradição e Mudança. I Centenário da Formaçâo do Concelho 1886-1986, 1986
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MADEIRA
"O PCP na Madeira nos anos 30 e 40", O Militante, Agosto-Setembro de 1975
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MARINHA GRANDE
Hermínio de Freitas Nunes, 18 de Janeiro de 1934. Rostos... Subsídios para a história da Marinha Grande , Marinha Grande, Autor em colaboração com Jornal da Marinha Grande, Janeiro 1997
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MONTEMOR-O-NOVO
António Joaquim Gervásio, O P.C.P e a Resistência contra a ditadura fascista no concelho de Montemor-o-Novo , Montemor-o-Novo, 1994
Teresa Fonseca / Jorge Fonseca, Fascismo e Anti-Fascismo. O Exemplo de Montemor-o-Novo, Montemor-o-Novo, União dos Resistentes Anti-Fascistas Portugueses 1994
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PORTO
“Como foram organizadas as manifestações de 31 de Janeiro de 1962 no Porto”, Avante!, Suplemento 6/5/1981
José Manuel Lopes Cordeiro, "As Origens do PCP no Porto" , Público , 11 de Março de 2001
[Reproduzido em Estudos sobre o Comunismo]
Dorn do PCP, Relatório sobre a Manifestação se 15 de Abril no Porto Contra a Carestia da Vida 1972, Lisboa, Avante, 1996
Maria Goretti Matias (Introdução e notas), "A actividade sindical do PCP no Porto, Beja e Faro em 1931 (textos de 0 Trahalho Sindical)", Estudos sobre o Comunismo, 2, Janeiro-Abril de 1984
José Augusto Seabra / António Corte-Real / Alfredo Ribeiro dos Santos (Dir.) , O Porto e o 25 de Abril (vinte anos de democracia)", Nova Renascença, Volume XIV Inverno-Primavera 1994
José Silva, Memórias de um operário, Porto, 1971
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RIBA D’AVE
M.F. Cunha, ”Testemunho sobre as Lutas contra o Fascismo na Zona Têxtil de Riba de Ave” Boletim Cultural da Câmara Municipal de Famalicão nº. 13 1994-1995
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SACAVÉM
António Francisco da Fonseca Pereira / Beatriz Nogueira Matias / José Miguel Mourato, (Grupo de Trablho da Assembleia de Freguesia), Sacavém e as suas Lutas, , Sacavém, 1991
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SANTARÉM
Direcção da Organização Regional de Santarém do PCP, Notas para a História das Lutas Sociais no Distrito de Santarém 1926 / 1974, Santarém, Direcção da Organização Regional de Santarém do PCP, 2001
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SILVES
Alfredo Canana, “0 18 de Janeiro em Silves”, Diârio de Lisboa, 5/1/1980
[Recordações de participantes.]
João Madeira, “Da alvorada do século ao estado novo . Notas sobre "Silves, a cidade democrática...", O Mirante, 12, Dezembro de 1997
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S. JOÃO DA MADEIRA
João da Silva Correia, Unhas Negras, S. João da Madeira, Câmara Municipal, 2003
[Romance das lutas operárias na região de S. João da Madeira, nos anos trinta e quarenta.]
Greve dos Sapateiros e Chapeleiros - S. João da Madeira – 1943, S. Joäo da Madeira, s.d.
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VIEIRA DE LEIRIA
José Freire Antunes, “Vieira de Leiria exemplo da luta popular”, Diário de Lisboa, 3/7/1974
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VILA FRANCA DE XIRA
Câmara Municipal de V. F. Xira - Museu Minicipal, O Homem, o Trabalho e a Fábrica - Indústria no Concelho de Vila Franca de Xira, V. F. Xira, Museu Municipal de V. F. Xira, 1996
Da Resistência à Liberdade em Vila Franca de Xira, Museu Municipal de Vila Franca de Xira, 2004
António Dias Lourenço, Vila Franca de Xira Um Concelho no País, Vila Franca de Xira, Câmara Municipal, 1995
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DIÁSPORA: PORTUGAL DA EMIGRAÇÃO
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MARROCOS
Paulo Jorge Pires / Maria João Raminhos Duarte, O Testamento Político de João Rosa Beatriz, Lisboa – S. Brás de Alportel, Edições Colibri – Câmara Municipal, 2003
[“Memórias” originais e uma biografia política de João Rosa Beatriz, um republicano oposicionista residente em Marrocos. Elementos sobre as actividades dos núcleos oposicionistas portugueses em Marrocos.]
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9 - ORGANIZAÇÕES DO PCP
ACÇÃO REVOLUCIONÁRIA ARMADA
José Pedro Castanheira, “A ARA abandona a clandestinidade”, Expresso, 11/11/2000
Raimundo Narciso, ARA Acção Revolucionária Armada. A História Secreta do Braço Armado do PCP , Lisboa, D. Quixote, 2000
Jaime Serra, As Explosões que Abalaram o Fascismo. O que Foi a Ara (Acção Revolucionária Armada), Lisboa, Avante, 1999
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JUVENTUDES COMUNISTAS
José de Abreu. “Para a histôria da Juventude Comunista”, Juventude, 4, Junho 1975; 5, de Agosto 1975
[Carta de um fundador da JC, com muitos elementos sobre os primeiros anos do PCP e da JC, exilio em Timor, etc.]
Georgette Ferreira, Entrevista a Juverttude, 11, Abril 1981
[Sobre a história da FJCP.]
Manuel Guedes, “Experiências da luta juvenil”, Juventude, 35, Novembro de 1978
José Magro, “Acerca da Juventude Comunista”, Juventude, 31 de Marco de 1978
[Actividade da Juventude Comunista nos anos da Segunda Guerra Mundial.]
Francisco Miguel, “Acerca da Juventude Comunista”, Juventude, 29, de Janeiro de 1978; 30, de Fevereiro 1978
[Elementos sobre a Federação das Juventudes Comunistas Portuguesas e a sua acção nos anos 30.]
João Arsénio Nunes "O Camarada René e a Juventude Comunista no princípio dos anos 30”, Uma vida em História. Estudos em Homenagem a António Borges Coelho, Lisboa, 2001
"O PCP e a Juventude”, Boletim de Informação (Actividades Comunistas) da Legião Portuguesa, Suplemento n.° 13, fascículo I, 1958
(PCP), O PCP e a Juventude, Lisboa, Edições Avante !, 1975
Elói Rodrigues, “As Juventudes Comunistas (1921-1936)”,Vértice, 50 Set.-Out. 1992
Eloy Rodrigues, Subsídios para Uma Cronologia do Movimento Estudantil Português, Ed. da Org. do Ens. Sup. Da JCP, 1988
Femando (Macedo) de Sousa, Entrevista a Juventude Vermeiha. 6, Junho de 1976
Sérgio Vilarigues, “Experiências de luta juvenil antifascista, depoimento do camarada Sèrgio Vilarigues, membro da C. Politica e do Secretariado do CC do PCP”, Juventude, 36, de Marco 1979
[Dados sobre a FJCP desde 1932.]
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MOVIMENTO DA JUVENTUDE TRABALHADORA
Emesto Afonso, Entrevista a Juventude, Abril, 1981.
[Dados para a história do MJT.]
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MOVIMENTO DEMOCRÁTICO DAS MULHERES
Helena Neves, Apontamentos para a História do MDM . O Retomar dos Gestos, MDM, 1989
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MOVIMENTO DE UNIDADE DEMOCRÁTICA JUVENIL (MUDJ)
Documentos do MUD Juvenil (CDROM), Fundação Mário Soares, 2004
Octávio Pato, "Os 50 anos do MUD Juvenil (Entrevista)", Avante!, 21/3/1996
Francisco Pratas, “Escolas” do MUD”, Diário do Alentejo, 28/1/2005
[Sobre o MUDJ em Beja.]
Alberto Vilaça, O MUD Juvenil em Coimbra. História e estórias, Porto, Campo das Letras, 1998
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NÚCLEO DOS TRABALHADORES INTELECTUAIS
Alberto Vilaça , “0 Núcleo dos Trabaihadores Intelectuais do PCP em 1931-32”, Vértice, 70, de Jan.-Fev. 1996
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RÁDIO PORTUGAL LIVRE
“Entrevista com um camarada locutor da Radio Portugal Livre”, Vozes ao Alto, n.° 1, Fevereiro de 1975
Rui Perdigão, “Testemunho sobre a Rádio Portugal Livre”, Estudos Sobre o Comunismo,
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CÉLULAS
“A célula do P.C.P. na Fâbrica Portugal”, Boletim Célula do P.C.P. - Fábrica Portugal, 1 (1975?)
Os Comunistas e a Siderurgia Nacional, Edicão Célula PCP na S.N., 1976
“O Reforço da Célula do Cobre “, Militante, 121, 6/85
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9 - PARTICIPACÃO DO PCP NOUTRAS ORGANIZAÇÕES
J. Càndido de Azevedo, “FPNL e PCP - história e razões de uma ruptura”, Diário de Noticias, 20 e 21 de Abril de 1978
Manuel Sertório, Entrevista a República, 31/5/1974.
[Para a história da corrente socialista nos anos do pós-guerra e sobre as polémicas da FPLN.]
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10 – CLANDESTINIDADE / ORGANIZAÇÂO/ MEMBROS / ORGANISMOS / FUNDOS / FINANCIAMENTOS
Ana Barradas, As clandestinas, Lisboa, Ela por Ela, 2004
“As camaradas das casas do Partido”, Avante!, 2/6/81
Maria Luísa Costa Dias, Crianças Emergem da Sombra, Lisboa, Edições Avante!, 1982
Branko Lazitch, “D’ou vient l’argent du PCP?", Est et Ouest, 557, 1-15/9/1975
A Missäo Histórica da Classe Operaria (Capítulo XI do Manual de Direção de Otto V. Kuusinen), Edição da DORA do PCP, 1974.
[Reedicão de um texto usado na formação dos militantes do POP desde 1963.]
João Madeira, "Bolchevização, funcionários clandestinos e identidade no PCP", Revista de História das Ideias, Vol. 25, 2004
Domingos da Costa Gomes , “Criação e actuação de um “aparelho” de fronteira” , Militante, 243, Nov.-Dez. 1999
“A orgarnização e a vida”, Avante!, 2/4/81
[Recolha de documentos sobre a vida conspirativa do PCP.]
José Pacheco Pereira, A Sombra. Estudo sobre a Clandestinidade Comunista, Gradiva, Lisboa, 1993
Andreia Sanches, “Filhos de clandestinos portugueses na URSS”, Pública, 8/8/2004
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11- OUESTÔES INTERNAS / POLÉMICAS/ PRODUÇAO TEÔRICA
Álvaro Cunhal. Rumo à Vitória - As Tarefas do Partido na Revolução Democrática e Nacional, Porto, Opinião., 1974
Álvaro Cunhal. 0 Radicalismo Pequeno-Burguês de Fachada Socialista, Lisboa, Edições Avante!. 1974.
[Edição legal do texto de Cunhal na luta contra o esquerdismo pós-Maio de 1968.]
João Madeira , "A herança de Staline" , História , 56 , Maio 2003
José Neves, «A Imaginação da Nação na Historiografia Comunista Portuguesa», Ler História, 46, 2004
Vasco Rato, “O PCP perante o eurocomunismo”, Revista de Ciência Política,6, 2º Semestre 1987
António José Saraiva, Maio e a Crise da Civilização Burguesa. s.l., Publicações Europa-América, 1970
Pedro Soares, Herdeiros e Continuadores do Anarquismo. Lisboa, Seara Nova, 1975
[Texto, escrito em 1972, de crltica à Revolucão Portuguesa.]
Pedro Soares, "Notas fllosôficas sobre o valor objectivo das ideias", Seara Nova, 1548, Outubro 1974
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12. LUTAS SOCIAIS
João Campelo, ”EFACEC : uma greve política há 29 anos”, O Diário, 19/12/1987
Ramiro da Costa, "A greve geral em Portugal", História, 32, .Junho 1981
O Diário, Suplemento Especial, 1/5/1981
[Sobre 0 1º de Malo no movimento operário português.]
J M. Costa Feijão, “A greve da mala”, Avante!, 3/7/2003
J M. Costa Feijão, “Lutas nas marinhas do sal”, Avante! ,22/5/2003
Alexandre M. Flores / António Neves Policarpo, Arsenal do Alfeite. Contribuição para a história da Indústria Naval em Portugal,Junta de Freguesia do Laranjeiro, 1998
“Uma luta de ha trés anos - recordando a greve vitoriosa na Grundig", Avante!, 29/2/1975
"As lutas dos trabalhadores da Mague antes do 25 de Abril", Vanguarda (Boletim da Célula da Mague do PCP), 11, Agosto 1977
Fatima Patriarca, “Práticas de acção operária e formas organizativas na Lisnave” Análise Social, vol. XIII (51). 1977
Fatima Patriarca, A Questão Social no Salazarismo 1930-1947, Lisboa, IN-CM, 1995
José Pacheco Pereira, As Lutas Operárias contra a Carestia de Vida em Portugal - A Greve Geral de Novembro de 1918, Portucalense Editora, 1971
(José Malaquias Pinela / Tolentino Pereira Lourenço / Alberto Costa / Alvaro Pestana / Guilherme Martins Bucho / .Joaquim Custódio Leocádio), .”15 de Marco – subsidio para a histôria do siridicalismo em Portugal”, 0 Trabalhador do Comércio, 3, Marco-Abril 1976
[Mesa-redonda com participantes na manifestação dos Caixeiros de Lisboa, 1971.]
[Joaquim Rodrigues], Os Sapateiros e a Oposição ao Estado Novo
Maria de Lurdes Lima Santos / Marinús Pires de Lima / Vitor Matias Ferreira, O 25 de Abril e as Lutas Sociais nas Empresas,Porto, Afrontamento 1976-7
[lnclui elementos sobre o movimento operário no período imediatamente anterior ao 25 de Abril.]
“Os trabalhadores dos TLP na luta contra o fascismo e na defesa das conquistas de Abril”, Vencer a Distãncia. Texto de Apoio à Festa do Avnate da Célula dos TLP do PCP, 1976
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13 – CAMPONESES / REFORMA AGRÂRIA
António Gervásio, Lutas de Massas em Abril e Maio de 1962 no Sul do País , Lisboa, Edições Avante! , 1996
João Madeira, "A morte e o mito nos campos do Sul", História, 66, Maio 2004
[Sobre Catarina Eufémia.]
José Adelino Maltez, A Estratégia do PCP na Reforma Agrária (1974-1976) . Relatório Sintese , Lisboa, Associação para a Cooperação e Desenvolvimento Social, 1989
António Modesto Navarro, Memória Alentejana - I – A Vida no Alto Alentejo nas Ultimas Décadas, a Resistência e a Reforma Agrária, Amadora, 1977
[Baseado em relatos de trabalhadores rurais sobre as lutas nos anos 40 a 60.]
António Modesto Navarro, Memória Alentejana - II- Resistência e Reforma Agrária em Beriavila e Campo Maior, Amadora, 1978
(PCP ), O PCP e a Luta pela Reforma Agrária, Lisboa, Edições Avante!, 1975
José Pacheco Pereira, Atitudes do Trabalhador Rural Alentejano Face a Posse da Terra e ao Latifúndio, Oeiras, Centro de Estudos de Economia Agrária, 1980
José Pacheco Pereira, "Des luttes du proletariat agricoIe avant le 25 de Avril 1974 a la Reforme Agraire., Revue Tiers Monde, t. XXIII, 89, Janvier-Mars 1982
José Pacheco Pereira, Conflitos Sociais nos Campos do Sul de Portugal, Mem Martins, Publicações Europa-América 1982
A Questão Agrária, Lisboa, Edicões Avante!, 1975
"A situação da agricultura e o movimento camponês”, 0 Militante, 70, Abril 1980
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14 – SINDICATOS
“1969-1971 - Anos decisivos para o movimento sindical', Avante!. Suplemento, 4/4/1981.
[Documentos do CC do PCP sobre a luta sindical.]
1977-1978 Sindicalismo em Portugal, Lisboa, Assirio & Alvim, 1977
[Dados sobre o movimento sindical anterior ao 25 de Abril.]
José Barreto,”Os primórdios da Intersindical sob Marcelo Caetano”, Análise Social V.XXV,105-1990
José Barreto, “Comunistas, católicos e os sindicatos sob Salazar”, Análise Social, vol. XXIX, 125-6, 1994
David de Carvalho, Os Sindicatos Operários e a Republica Burguesa (1910-1926), Lisboa, Seara Nova, 1977
Domingos Fernandes de Carvalho, Luta de corticeiros, Lisboa, Edições Sociais, 1975
Comissão do Livro Negro sobre o Regime Fascista, Trabalho, Sindicatos e Greves no Regime Fascista, Mem Martins, Presidência do Conselho - Comissão do Livro Negro, 1984
Francisco Marcelo Curto, “História breve da primeira fase da Inter-Sindical”, República, 11/7/1974
Carlos da Fonseca,O 1º de Maio em Portugal 1890-1990 . Crónica de um Século, Lisboa, Antígona, 1990
A Ferreira Guedes,”Pré-história da Intersindical”, Combate, Março 1988
Paulo Guimarães, Indústria, Mineiros e Sindicatos . Universos Operários do Baixo Alentejo : Dos Finais do Século XIX à Primeira Metade do Século XX,Lisboa, ICS 1989
“Isolar e aniquilar as sindicatos fascistas - uma tarefa revolucionária dos trabaihadores”, Revolução Popular, 6, Dezembro 1965
M(aria) R(osalina) L(abaredas), “Do 18 de Janeiro à fundação da Intersindical - Resisténcia à fascização dos sindicatos”, 0 Trabalhador do Comércio, 12 Set.-Out. 1979; 13, Nov.-Dez, 1977
Albano Lima, Movimento Sindical e Unidade no Processo Revolucionário Português, Lisboa, Edições Avante!, 1975
[Elementos sobre o movimento sindical dos ültimos anos do regime salazarista e marcelista.]
Maria Goretti Matias (Introdução e notas), "A actividade sindical do PCP no Porto, Beja e Faro em 1931 (textos de 0 Trahalho Sindical)", Estudos sobre o Comunismo, 2, Janeiro-Abril de 1984
“Mesa Redonda - 1º de Maio- A experiência vivida na primeira linha de combate”, Avante! , 30/4/1986
Maria Filomena Mónica, (Introdução), As Associações de Classe e os Sindicatos Vidreiros da Marinha Grande (1919-1945), Lisboa, ICS, (1983)
Fernando Barbosa de Oliveira, Sindicalismo e Seguros. Não ao Silêncio e à Servidão, Porto, Sindicato dos Trabalhadores de Seguros do Norte, 1998
Fátima Patriarca, ”A institucionalização corporativa - das associações de classe aos sindicatos nacionais (1933)” Análise Social V.XXVI,110 1991
(PCP), O PCP e a Luta Sindical (1935-1973) , Lisboa, Edições Avante !,1975
(PCP ), O PCP e a Luta Sindical ; Contribuição para a História do Movimento Operário em Portugal 1820 a 1934, Festa do Avante!, 1978
Para Uma Nova Sociedade; lntersindical; Na Unidade a Força dos Trabalhadores, Documentos Sindicais 1970-1974; 4.° Aniversário, Lisboa, 1974
Alvaro Rana, . "A Intersindical", 0 Trabalhador do Comércio,15, Maio-Junho 1978
Francisco Canais Rocha,”O movimento sindical gráfico e a luta pelas oito horas”, O Nosso Papel, 8, Setembro-Outubro
Francisco Canais Rocha,”Indústrias Eléctricas do Sul e Ilhas : História de um Sindicato na História do Movimento Operário”, O Diário , 29/7/1989
Teresa Serôdio Rosa,”Acção sindical dos metalurgicos (1974/85)”, Organizações e Trabalho, 1, Novembro 1989
Maria Teresa Serôdio Rosa, Relações Sociais de Trabalho e Sindicalismo Operário em Setúbal, Porto, Afrontamento 1998
Vitor Sá, Roteiro da Imprensa Operária e Sindical 1836-1986, Lisboa,Caminho, 1991
Eduardo Serpa, Em Portugal: Sindicatos e Subversão, sl.., 1972
Carlos Valente,”O movimento sindical no tempo do Estado Novo”, Diário de Notícias, 27/11/88
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BIBLIOGRAFIA SISTEMÁTICA SOBRE O PCP, OS MOVIMENTOS COMUNISTAS E RADICAIS E A OPOSIÇÃO POLÍTICA E SOCIAL ATÉ 25 DE ABRIL DE 1974 (Em organização) - VI PARTE
Secção: Bibliografia
15- MULHERES
16 - OUESTÃO MILITAR
17- COLÓNIAS E COLONIALISMO
18- ARTE E LITERATURA / INTELECTUAIS
19 - IGREJA / RELIGIÃO
20- RELAÇÕES INTERNACIONAIS
21 – REPRESSÃO / PRISÕES
22 – IMPRENSA / AGITAÇÃO / PROPAGANDA
23 - OUTROS MOVIMENTOS RADICAIS, EXTREMISTAS E COMUNISTAS
24 - DIVERSOS
15 – JUVENTUDE
Rui Bebiano “Geografia instável de uma cultura juvenil de oposição”, Estudos do Século XX, 2, 2003
Rui Bebiano, O Poder da Imaginação. Juventude, Rebeldia e Resistência nos Anos 60, Coimbra, Angelus Novus. 2003
Nuno Caiado, Movimentos Estudantis em Portugal : 1945-1980, Lisboa Instituto de Estudos para o Desenvolvimento,1990
Teresa Carreiro, Viver numa República de Estudantes de Coimbra. Real República Palácio da Loucura, 1960-1970, Porto, Campo das Letras, 2004
Fernando Correia, Porque se revoltam os estudantes, Lisboa, Cadernos Seara Nova, 1973
Escolas de Resistência: a oposição estudantil à ditadura. Texto e entrevistas: Agência MIR. Org. Associação Académica de Coimbra, Associação dos Estudantes da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas e Federação Académica do Porto, 1999
Vítor Ferreira / A. Sedas Nunes, “O meio universitário em Portugal: subsídios para a análise sociológica da sua estrutura e evolução no período 1945-1967”, Análise Social, vol. VI, nº22-23-24, 1968
Gabriela Lourenço / Jorge Costa / Paulo Pena, Grandes Planos. Oposição Estudantil à Ditadura: 1956-1974. Lisboa, Âncora Editora., 2000
Rui Namorado, Movimento Estudantil e Política Educacional, Águeda, ed. autor., 1972
A. Sedas Nunes (1968), “A população universitária portuguesa: uma análise preliminar”, Análise Social, vol. VI, nº22-23-24, 1968
A. Sedas Nunes / David Miranda, “A composição social da população portuguesa: alguns aspectos e implicações”, Análise Social, vol. VII, nº27-28, 1969
Albano Nunes, Entrevista a Juventude, 11, Abril, 1981
[Sobre a luta estudantil na decada de 60.]
Januário Pires, Contributo para o Estudo da Via Latina (1937-1969) durante o Estado Novo, Dissertação de Mestrado em História Contemporânea apresentada à FLUC, Coimbra, 1994
Menno Postma, “A influência do General Humberto Delgado na juventude e na população portuguesa”, em Iva Delgado, Carlos Pacheco e Telmo Faria (coord.) , Humberto Delgado: As Eleições de 58. Lisboa, Vega, 1998
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16- MULHERES
Ana Barradas, Dicionário incompleto de Mulheres Rebeldes, Lisboa, Edições Antígona, 1998
Rui Bebiano (com Alexandra Silva)."A reidentificação do feminino e a polémica sobre a ‘Carta a uma Jovem Portuguesa'", Revista de História das Ideias, nº 25, Coimbra, 2004, pp. 423-454
“As camaradas das casas do Partido”, Avante!, 2/6/81
Álvaro Cunhal, O Aborto Causas e Soluções . Tese Apresentada em 1940 para Exame no 5º Ano Juridico da Faculdade de Direito de Lisboa , Lisboa, Campo das Letras, 1947
Georgette Ferreira, "O Partido na mobilização e participação das mulheres comunistas", O Militante, 252 - Maio/Junho 2001
Sofia Ferreira, "O PCP e o papel das mulheres na luta clandestina", O Militante, 254 - Setembro/Outubro 2001
Vanda Gorjão, Mulheres em tempos sombrios. Oposição feminina ao Estado Novo, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais, 2002
António Maria Marques, «Mulheres organizadas e que se salientaram na luta de classes no Barreiro», Jornal do Barreiro, 26/09/1997
Rose Nery Nobre de Melo, Mulheres Portuguesas na Resistência, Lisboa, Seara Nova, 1975
[Trabalho realizado corn base nas biografias prisiorais de todas as presas politicas existentes, desde 1933, nos arquivos da PIDE.]
Organizaçao das mulheres comunistas, Lutas e Movimentos de Mulheres em Portugal sob o Regime Fascista (192 6-1974), Lisboa, Ed. Avante!, 1994
Duarte Vidal, O Processo das Três Marias. Lisboa, Futura. 1974
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17 - OUESTÃO MILITAR
Rogério de Carvalho, Portugal e a NATO , Lisboa Edições Avante! 1991
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18- COLÓNIAS E COLONIALISMO
Mário de Andrade, Antologia Temática de Poesia Africana I. Noite grávida de punhais, Lisboa, Livraria Sá da Costa Editora, 1975
Mário de Andrade, Antologia Temática de Poesia Africana II. O canto armado , Lisboa, Livraria Sá da Costa Editora, 1979
Mário Pinto de Andrade, Uma Entrevista dada a Michel Laban, Lisboa Edições João Sá da Costa, 1997
Armando Guebuza - Um Pouco de Si. Fotobiografia, Porto, Texto Editora, 2004
Marcelo Bittencourt, Dos jornais às armas. Trajectórias da contestação angolana, Lisboa, Veja Editora, 1999
João Braz, "Colonialismo no PCP (1921 - 1926)",Bandeira Vermelha, 1981
João Braz, "Colonialismo no PCP nos anos 30", Bandeira Vermelha, 1981
Luis Cabral, Crónica da Libertação, Lisboa, Edições O Jornal, 1984
José Capela, 0 Movimento Operário em Lourenço Marques, 1898-1927, Porto, Afrontamento, s.d.
"Os comunistas e a questão colonial (1). Combater o charvinismo imperialista é a base de uma efectiva solidariedade aos povos das colónias", Revolução Popular, 1965
Leonel Cosme, Cultura e Revolução em Angola, Porto, Afrontamento, 1978
José Craveirinha, Poemas da Prisão, Lisboa, Texto Editora, 2004
Sócrates Dáskalos, Um Testemunho para a História de Angola do Huambo ao Huambo, Lisboa, Vega, 2000
António Faria, Linha estreita de liberdade. A Casa dos Estudantes do Império, Lisboa, Edições Colibri, 1997
J. M. Costa Feijão, "O PCP e a questão colonial"
Manuel Ferreira (Org.), No Reino de Caliban. Antologia panorâmica da poesia africana de expressão portuguesa. Cabo Verde e Guiné - Bissau, Lisboa, Seara Nova, 1975
Varela Gomes,Revolução na Àfrica Austral . Apontamentos Polémicos, Lisboa , Versus,1989
"A Guerra Colonial Portuguesa: indicações bibliográficas", História e Ciência
Michel Laban,Cabo Verde - Encontro com Escritores, Porto Fundação Eng. António de Almeida, 1992
Nicholas Lang, "La penetration communiste en Afrique Portugaise",>b>Est et Ouest, 1960
Pires Laranjeira, A Negritude Africana de Língua Portuguesa, Porto Edições Afrontamento 1995
José Vicente Lopes, Cabo Verde. OS Bastidores da Independência, Cidade da Praia, Edições Spleen, 2002
Francisco Louro, "Fragmentos. Luanda - Anos 50 / Rescaldo tardio; Cultura importada", O Diário,1988
H. M., "O PC e o anticolonialismo"m O Diabo, 1982
João Madeira, "O PCP e a Questão Colonial- dos fins da guerra ao V Congresso(1943-1957)", Estudos do Século XX, 3, 2003
Judith Manya, "La « question d’Orient » dans l’imaginaire colonial du Parti communiste Portugais", Lusotopie 2000
Judith Manya, Le Parti Communiste Portugais et la question coloniale (1921-1974), Thèse de doctorat en Science politique, 2004
Dalila Cabrita Mateus, A Luta pela Independência. A formação das elites fundadoras da FRELIMO; MPLA e PAIGC ,Mem Martins, Editorial Inquérito, 1999
Manuel Pedro Pacavira, O 4 de Fevereiro Pelos Próprios, Luanda, Editorial Nzila, 2003
Inocência Mata Laura Padilha (Org.), Mario Pinto de Andrade. Um Intelectual na Política, Lisboa Edições Colibri, 2000
Pepetela, A Geração da Utopia, Lisboa, Publicações D. Quixote, 1993
Aristides Pereira, Uma luta, um partido, dois países. Guiné-Bissau - Cabo-Verde, Lisboa, Editorial Notícias, 2002
Aristides Pereira, O Meu Testemunho. Uma Luta. Um Partido. Dois Países, Lisboa, Notícias Editorial, 2003
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[Sobre a vida e a obra de Perfeito de Carvalho, baseado na biografia de Alexandre Vieira, com textos de P. de Carvalho.]
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Comissão do Livro Negro sobre o Regime Fascista,Presos Politicos no Regime Fascista - IV - 1946-1948,Mem Martins 1985
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[Entrevistas com parcipantes.]
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[Documentos da censura e apreensões de livros com origem na actividade editorial de Francisco Lyon de Castro.]
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[Estudo sobre urn jornal escrito em Esperanto da primeira fase do movimento comunista português, corn colaboraçao de A. Peixe, Pires Barreira, etc.]
J M. Costa Feijão, “Os prelos clandestinos de "O Corticeiro”, Avante!, 17/7/2003
J M. Costa Feijão, “1941 - Renascem os prelos do PCP”, Avante!, 21/8/2003
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[Relatorio apresentado à reunião do CC.. Junho 1947.]
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«Jovens tipógrafos clandestinos», Avante!, 12/2/81
[Depoimentos de Alice Capela, Carlos Pires, Veríssima Rodrigues e Maria Machado.]
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[Dados sobre a história do Avante”]
João Arsénio Nunes, "Avante!", em Maria Filomena Mónica / António Barreto (dir.), Dicionário de História de Portugal (Suplemento) , Porto, Livraria Figueirinhas, 1999/2000
António Ventura, “AIgumas notas sobre a imprensa comunista em Portuga! (1919-1921)” Seara Nova, n.° 1580, Junho de 1977
[Sobre A Bandeira Vemelha, o Komunist-Esperantisto, o Alarme, e o Comunista, 1ª série.]
"Vértice - Uma "fortaleza antifascista" corn 40 anos de vida", 0 Diário, 25.11.1983
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24 - OUTROS MOVIMENTOS RADICAIS, EXTREMISTAS E COMUNISTAS
Rui Bebiano Caminhos da Utopia, texto policopiado, Coimbra, edição do autor [prova de aptidão pedagógica na FLUC],. 1985
Rui Bebiano “Che Guevara - Um rosto sem retoques”, História, 49, Outubro 2002
Rui Bebiano, O Poder da Imaginação Juventude, Rebeldia e Resistência nos Anos 60, Coimbra, Angelus Novus, 2003
João Brites, “Bruxelas, 68”, Combate, Maio 1988
José Mário Branco, “A luta continua”, Combate, Maio 1988
Combate, Maio 1988
[Número especial sobre Maio 1968.]
Jorge Costa, “O ano da morte de Ribeiro Santos”, História, nº49, 2002
Eduarda Dioníso, “O mal estar da geração”, Combate, Maio 1988
José Manuel Fernandes / Teresa de Sousa , “A Geração da Ruptura”, Expresso (Revista), 30-04-1988
[Entrevistas a Mariano Gago, Pacheco Pereira, Saldanha Sanches e Alberto Martins.]
Pedro Goulart, Resistência, Lisboa, Edições Dinossauro, 2002
João Paulo Martins; / Rui Loureiro, “A extrema-esquerda em Portugal (1960-74). 1. Os marxistas-leninistas e os trotskistas”, História, 17, 1980
Jorge Silva Melo, “Maio 68?”, Combate, Maio 1988
Maria Cândida Proença, (Coord.) Maio de 1968. Trinta anos depois. Movimentos estudantis em Portugal, Lisboa, Edições Colibri, 1999
Orlando Raimundo, “Portugueses na Primavera de Paris”, Expresso, 30/4/1988
[Depoimentos de Ester Mucznik, Teresa Rita Lopes, António José saraiva, Manuel Anta, Francisco Balsemão e Acácio Gomes.]
António Reis (Coordenação), As Grandes Correntes Políticas e Culturais do Século XX , Lisboa, Colibri, 2003
[Inclui um capítulo de João Madeira, “Comunismos marxistas” e outro de João de Almeida Santos, "Novas formas de comunismo e radicalismo de esquerda”.]
Fernando Rosas / Pedro Aires Oliveira (Coordenação), A Transição Falhada. O Marcelismo e o fim do Estado Novo (1968-1974), Lisboa, Editorial Notícias, 2004
[Incluí um estudo de João Madeira sobre as "Oposições de esquerda e a extrema-esquerda". ]
José Manuel Saraiva, “O “herói” recuperado”, Expresso, 15/2/1992
[Sobre José Lamego.]
João Afonso dos Santos, José Afonso. Um olhar fraterno, Lisboa, Editorial Caminho, 2002
João de Almeida Santos, “Novas formas de comunismo e radicalismo de esquerda”, António Reis (Coord.), As Grandes Correntes Políticas e Culturais do Século XX , Lisboa, Colibri - Instituto de História Contemporânea, 2003
António José Saraiva, Maio e a Crise da Civilização Burguesa. s.l., Publicações Europa-América, 1970
Luís Trindade . "As Pessoas foram habituadas a pensar", História, 65, Abril de 2004
[Debate com Alda Sousa, Eugénia Varela Gomes, José Carlos Albino, Luís Leiria e Teresa Alpuim.]
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ANARQUISMO
José Maria Carvalho Ferreira, "Rui Vaz de Carvalho", Utopia, 16, 2003
[Biografia do militante anarquista.]
Edgar Rodrigues
An-Arquia Uma Visão Da História Do Movimento Libertário Em Portugal
Edgar Rodrigues,História do Movimento Libertário em Portugal
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"CATOLICISMO PROGRESSISTA" / MOVIMENTOS CATÓLICOS RADICAIS
José da Felicidade Alves (Apres.),Católicos e Política: de Humberto Delgado a Marcello Caetano, Edição do autor, S.l., S.d.
Felicidade Alves, “Fé e política marcaram encontro (Depoimento)”, Combate, Maio 1988
Centro de Estudos de História Religiosa, (org) D. António Ferreira Gomes.Nos 40 anos da Carta do Bispo do Porto a Salazar, Lisboa, Multinova, 1999
CIDAC, A Cor das solidariedades pela justiça e equidade nas relações internacionais. 30 anos do CIDAC, Porto, Edições Afrontamento, 2004
João Bénard da Costa, Nós, os Vencidos do Catolicismo, Coimbra, Edições Tenacitas, 2003
[Depoimento fundamental para se perceber a geração de católicos progressistas que nos anos sessenta se envolve na oposição a Salazar.]
Sílvia Souto Cunha, "O revolucionário discreto", Visão, 17/6/2004
[Sobre Nuno Teotónio Pereira,arquitecto, oposicionista, fundador de Direito à Informação (1963-9), participante na acção da Capela do Rato e preso político libertado em 25 de Abril.]
Carlos Câmara Leme, "Contra Um Tempo Cinzento e Um Modo de Estar Bafiento ", Público, 15/12/2003
Carlos Câmara Leme, "Conformismo Moral da Esquerda Era Muito Próximo do da Direita" (Entrevista a João Benard da Costa), Público, 15/12/2003
Carlos Câmara Leme, "Quatro Olhares Diferentes" , Público, 15/12/2003
António Arnaldo Mesquita , "'O Tempo e o Modo' Foi Um Lugar Único de Diálogo" (Entrevista com Jorge Sampaio),Público de 16/12/2003
Mário de Oliveira, Creio na Revolução, Lisboa, Ulmeiro, 1977
Torcato Sepúlveda, "O padre que enfrentou Salazar", Grande Reportagem, 14/8/2004
[Sobre o padre Abel Varzim.]
O Tempo e o Modo. Revista de Pensamento e Acção. Antologia, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 2003
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MAOISMO
António Caeiro, "A peregrinação vermelha", Expresso, 27/3/2004
[Elementos sobre os maoistas portugueses.]
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COMITÉ MARXISTA-LENINISTA PORTUGUÊS
Imprensa CM-LP (Comité Marxista-Leninista Português), (CDROM), Fundação Mário Soares, 2004
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MRPP
Jorge Feio / Fernanda Leitão / Carlos Pina, MRPP: O que é?, Lisboa Agência Portuguesa de Revistas, 1975
Luta Popular, (CDROM), Fundação Mário Soares, 2004
José Manuel Saraiva, “O “herói” recuperado”, Expresso, 15/2/1992
[Sobre José Lamego.]
Clara Viana, "Felizmente, não tomamos o poder", Público, 5/8/2004
[Sobre o MRPP.]
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PCP (ML)
(CMLP), Documentos da III Conferência do CMLP (Abril 1975), s.l. Edições A Verdade, s.d.
[Elementos para a história da organização.]
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SOCIALISMO RADICAL
Lopes Cardoso, Intervenções Parlamentares. Testemunho Sobre a Coerência de um Percurso, Lisboa, Assembleia da República, 2003
[Inclui depoimentos sobre e uma biografia política de António Lopes Cardoso, uma figura importante da oposição não comunista no exílio.]
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TROTSQUISMO
LCI
J. Cabral Fernandes, “O fundamental para qualquer acção política é o programa”. Entrevista ao jornal Combate, 276, 2003
Adelino Fortunato , “Ninguém podia ficar indiferente à guerra do Vietname ou à das colónias”. Entrevista ao jornal Combate, 277-8, 2003
Maria José Oliveira, "LCI, a Vontade Revolucionária Trinta Anos Antes do Bloco de Esquerda ", Público, 20/12/2003
Maria José Oliveira, “Da LCI ao PSR”,Público, 20-12-2003
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25 - DIVERSOS
Clara Teixeira, "O jogo de futebol que enganou a censura", Público, 18/3/2004
[Sobre a utilização de um relato de futebol para dar a conhecer a rendição dos militares das Caldas da Rainha.]