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maio 30, 2005

HOMENAGEM AO GENERAL SOUSA DIAS NA GUARDA

Secção: Biografias / Vidas

Guarda: General Sousa Dias vai ser homenageado - Iniciativa marcada para Setembro

A «Associação Cívica Adalberto Gastão Sousa Dias» que vai ser criada na cidade Guarda, por iniciativa de várias personalidades locais e nacionais, vai homenagear o general, falecido em 1934 no Mindelo, em Cabo Verde. Em 2004 o general foi alvo de uma primeira homenagem, que contou com a participação do ex-Presidente da República, Mário Soares.

Segundo apurou a KA, a novel colectividade que integra nomes como José Domingos, António Arnault, Alípio de Melo e os generais Vasco Lourenço e Monteiro Valente, surge com o objectivo de prestar “a verdadeira homenagem” ao general Sousa Dias, que faleceu em Cabo Verde, mas cujo corpo foi secretamente transladado para um jazigo do Cemitério da Guarda.

José Domingos, um dos fundadores da associação explica que a colectividade vai ter duas vertentes distintas. “Uma componente cultural, que visa criar um espaço de debate cívico que queremos fazer entre o passado e o presente e cimentar o espírito democrático em Portugal e na Guarda. A outra vertente é cívica e tem por objectivo não deixar esquecer os feitos da democracia e de quem lutou por ela, como foi o caso de Adalberto Gastão Sousa Dias”.

O primeiro propósito da associação vai ser homenagear Sousa Dias. A iniciativa está marcada para Setembro e consiste na colocação de um monumento, da autoria do escultor Octávio Gonçalves, junto da casa onde viveu, no Bairro do Bonfim, na cidade da Guarda.

“Vai ser um monumento monolítico de granito, vindo dos Fóios (Sabugal), que vai ser impregnado em bronze, com uma simbologia evocativa do general, prestando devidamente a homenagem a que ele tem direito por justiça e mérito, pela luta que fez em nome da democracia, contra a ditadura”, explicou José Domingos.

Recorde-se que ao general Sousa Dias já foi prestada uma primeira homenagem por ocasião da passagem dos 30 anos após o 25 de Abril. No ano passado a Escola Superior de Educação da Guarda (ESEG) promoveu uma jornada de dia inteiro que incluiu uma conferência com o antigo Presidente da República, Mário Soares.

A propósito da iniciativa realizada em 2004, Joaquim Brigas, o director da ESEG, afirmou: “De todas as iniciativas que foram levadas a cabo ao longo deste ano, a mais relevante foi, sem dúvida, a homenagem prestada ao general Sousa Dias, no âmbito do ciclo de debates dos 30 anos do 25 de Abril. Não apenas pelo prestígio que este guardense granjeou dentro e fora de fronteiras, na sua luta pela liberdade, e contra a repressão salazarista. Mas também porque, para invocar e analisar o percurso desta insigne figura, vieram à nossa escola uma plêiade de notáveis cidadãos, com destaque muito especial para o ex-Presidente da República, dr. Mário Soares”.

”A lição que Mário Soares deixou na ESEG, traçando o percurso, a obra e o homem que foi o general Sousa Dias ficará para a história desta instituição. Sobretudo porque Mário Soares não se limitou a reavivar a memória escrita daquele general. Mas antes porque o ex-Presidente da República revelou um conjunto de factos da carreira de Sousa Dias que, sendo desconhecidos da maioria dos cidadãos portugueses, remetem aquele combatente pela liberdade para o lugar dos injustiçados da Pátria.
Um homem bom, um livre pensador, solidário e justo, enfim, alguém que se bateu pelos ideais da construção de um homem novo, e um mundo mais fraterno”, sustentou também Joaquim Brigas.

Publicado por José Pacheco Pereira em 11:47 AM | Comentários (1) | TrackBack

maio 28, 2005

MORTE DE HARILAOS FLORAKIS

Secção: Biografias / Vidas

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Former Greek communist party leader dies


Trancrição da notícia necrológica no Avante!, 25/5/2005

Morreu Harilaos Florakis

O presidente honorário do Partido Comunista Grego (PCG), Harilaos Florakis, morreu a 22 de Maio, com 91 anos.
O corpo do destacado dirigente comunista esteve em câmara ardente na sede do PCG em Perissos, nos dias 24 e 25 de Maio, onde camaradas e amigos lhe prestaram pública homenagem. O enterro tem lugar amanhã, em Paliozoglopi, no município de Itamos em Salónica, sua região natal.
Nascido a 20 de Julho de 1914, Harilaos Florakis tornou-se militante da Federação da Juventude Comunista da Grécia em 1929. Em 1941 entrou para o PCG, em cuja reconstrução participou activamente, destacando-se na luta contra a ditadura e a ocupação. Membro da Frente Nacional de Libertação desde a sua formação, bem como do Exército Popular de Libertação Nacional (ELAS), Harilaos Florakis adoptou o nome de guerra de «capitão Yiotis».
Em 1949 foi eleito membro do Comité Central do PCG. Perseguido, preso e exilado num total de 18 anos, 12 dos quais com sentença de prisão perpétua e seis de exílio, Harilaos Florakis protagonizou alguns julgamentos célebres, como o conhecido «Grande Julgamento» de Maio de 1960, no Tribunal Marcial de Atenas.
Nada quebrou a sua resistência. Em 1972 é eleito primeiro secretário do CC do PCG, cargo que ocupou até 1989. Com o fim da ditadura militar na Grécia, o contributo patriótico de Harilaos Florakis veio a ser reconhecido, tendo recebido, entre outras distinções, a Medalha de Honra do ELAS e a Medalha de Mérito Militar do Exército Democrático da Grécia.
Em mensagem de condolências ao PCG, o Secretariado do CC do PCP manifestou a sua grande consternação pelo desaparecimento do «histórico dirigente» e «destacada figura da luta dos comunistas e do povo grego pela liberdade, a democracia e a soberania» da Grécia.
Com a morte de Harilaos Florakis, sublinha o PCP, não apenas os comunistas e os patriotas gregos perdem uma importante personalidade, mas também «o movimento comunista em todo o mundo».

Publicado por José Pacheco Pereira em 02:47 PM | Comentários (0) | TrackBack

maio 27, 2005

MEMÓRIAS DE EDGAR MACIEL CORREIA (1945-2005)

Secção: Biografias / Vidas
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Carlos Luis Figueira sobre Edgar Correia

Vasco de Carvalho, "Edgar Correia - um militante indomável", Público, 30/04/2005

Paulo Sucena, Entre o Delírio e o Desassossego.

João Tunes, Edgar Correia, Água Lisa.

Pedro Baptista, In memoriam Edgar Correia, Comércio do Porto, 19/5/2005

Todos estes textos estão transcritos em baixo.

Mais documentos sobre Edgar Correia: Carta de Demissão, Nota para audição prévia de Edgar Correia nos termos e para os efeitos do artº 60º dos Estatutos do PCP , RESOLUÇÃO DO SECRETARIADO DO COMITÉ CENTRAL SOBRE GRAVES VIOLAÇÕES DOS PRINCÍPIOS E NORMAS ESTATUTÁRIAS POR EDGAR CORREIA.

CARLOS LUIS FIGUEIRAS

Conheci o Edgar no Porto, em finais dos anos 60, por volta de 70 / 71, não sei precisar mais. Fazia parte eu com ele e o José Carlos de Almeida do organismo mais importante do Partido a Norte. A chamada troika, cujo responsável era o Carlos Costa. O Edgar era o único de nós que não era ainda funcionário do Partido e se mantinha numa situação legal. Este facto inédito na prática do Partido só era possível pelas qualidades politicas que se reconheciam ao Edgar e pela confiança que nele se depositava. Nesta troika eu era responsável por todas as Beiras, o José Carlos de Almeida pelo sector operário do Porto e o Edgar pelo sector intelectual do Porto e boa parte do Norte do Pais.

Ao fim de algum tempo o Edgar foi substituído no organismo pelo José Bernardino este, quadro clandestino, acabado de chegar do exterior.

Lembro-me a propósito que se organizou entre a troika um jantar de despedida do Edgar tendo este nos obsequiado com um suculento leitão que na altura nos soube a pouco.

A despedida do Edgar coincidiu com a sua entrada na clandestinidade, ele e a sua companheira. Teve como quadro clandestino destacadas responsabilidades no Alentejo, onde se manteve ainda durante algum tempo após o 25 de Abril, num período em que as suas qualidades politicas foram muito importantes para a definição de uma orientação concreta do Partido face ao problema da terra e o arranque para as ocupações que deram origem à reforma agrária.

Já depois do 25 de Abril participei com o Edgar e outros camaradas na Comissão de Organização do Partido, estrutura que tinha a particular responsabilidade de dar conta dos níveis de crescimento de um partido que passa de um partido de quadros para um partido de massas e definir as principais linhas de orientação para a sua estruturação orgânica. O Edgar respondia então pelo distrito do Porto onde já se encontrava depois da sua saída do Alentejo.

Como membro da Comissão Politica durante largos anos tive a oportunidade de continuar a conviver de perto com o Edgar e a apreciar a sua inteligência e a sua não menor coragem politica. Era de facto daquele conjunto de quadros que compunham a Comissão Politica o que apresentava sobre diversas matérias um grau de preparação maior o que não poucas vezes conduziu a acesos debates e confrontos particularmente com os elementos mais aparelhisticos e carreristas deste organismo, acentuando-se as clivagens que conduziram mais tarde ao desfecho politico que se conhece.

Carlos Luís Figueira

2005-04-20

VASCO DE CARVALHO

Vasco de Carvalho, Edgar Correia - um militante indomável

(Público, 30/04/2005)

Conheci pela primeira vez Edgar Correia quando ele repousava no seu berço de menino, pouco depois de nascer.
Era amigo de seu pai, Fernando Correia, que por meu intermédio se filiou no Socorro Vermelho Internacional, quando era estudante de engenharia, e foi um militante tenaz no Porto.
O pai também foi vítima do estalinismo, sendo falsamente acusado de ter denunciado camaradas quando da sua prisão. Na realidade, Fernando Correia foi posto em liberdade pouco depois de ter sido preso, porque seu pai, na Primeira Guerra Mundial, salvou a vida do que seria então director da PVDE, e este, por uma questão de gratidão, mandou soltar Fernando Correia. O verdadeiro denunciante foi um outro camarada estudante cujo nome não me recordo.
Segui a evolução de Edgar Correia, primeiro como jovem estudante anti-fascista até à sua posição de militante devotado do Partido Comunista Português, do qual veio a ser expulso, porque não era um homem para dizer sempre que sim, pela facção estalinista que infelizmente perdura no partido.
Edgar Correia sempre quis que o seu partido fosse seriamente marxista-leninista.
O seu combate não abrandou depois da sua expulsão do partido pelo qual tanto se sacrificou, quer do ponto de vista profissional, quer familiar.
Com o falecimento de Edgar Correia perdeu-se um militante indomável pelo ideal comunista. Ideal comunista que não será a instauração de uma nova ditadura, como aconteceu na Roménia, na Hungria, etc., mas a conquista de um poder verdadeiramente democrático para o povo.


PAULO SUCENA


Um misto de razão e emoção

Há muito não me acontecia escrever sob uma tão espessa, dolorosa e funda amargura. Não procuro as palavras, porque todas seriam pobres e demasiado frágeis para falar de um amigo querido, de um homem bom, de um comunista íntegro e inteiro como poucos outros conheci.
Não era uma personalidade plana. Edgar Correia era um ser rico e complexo, com defeitos como todos os humanos, mas com uma generosidade e por vezes com uma simplicidade tão tocantes que só não emocionavam quem, de todo, fosse destituído de sensibilidade. Edgar Correia era um misto de razão e emoção plantado no centro da vida, com uma inesgotável capacidade de reflectir e de agir.
Assim morreu e assim cresceu, desde a adolescência. Com 13 anos já acompanhou seu pai, activamente, na candidatura de Humberto Delgado à Presidência da República. Ao cair da tarde de terça-feira passada, a escassas horas da sua morte, ainda levantou energicamente o braço, quando abriu os olhos, mais pesados do que a tristeza do mundo, para me ver pela última vez. Ainda fez um segundo gesto semelhante ao primeiro, mas já com um cansaço que me gelou o coração e então fui eu que lhe apertei a mão mais próxima num diálogo surdo que só a amizade compreende. Um último sopro de vida alimentou alguns sons esparsos e desarticulados que eu e a Helena decifrámos no mesmo sentido e eles prendiam-se, como a expressão do rosto confirmava, com uma preocupação que durante muitos anos partilhámos durante a década de 90.
Estava a morrer um homem igual a si próprio. Um homem que fizera da causa comunista a razão da sua vida. Edgar Correia aderiu ao PCP em 1965. A partir de 1970, primeiro numa situação de semiclandestinidade e depois como militante clandestino integrou a direcção regional do Norte do PCP, que dirigia a organização e a acção do partido nos dez distritos do Norte e do Centro do país. No final de 1972 foi deslocado para o Sul, passando a integrar a direcção da organização regional do Sul do PCP. Nesta situação soube, por um anúncio colocado no jornal O Século, que lhe tinha nascido um filho, porque algo se perdera num comboio saído de Lisboa com destino ao Porto. Se a direcção do comboio fosse a contrária, isso significava que nascera uma filha. Dessa circunstância sentimental ou de todas as outras que tiveram a ver com a dureza da vida clandestina nunca lhe ouvi uma palavra de azedume ou de egoísmo.
Edgar Correia plasmava a dureza da razão com a doçura do coração, orientadas ambas para a consecução do grande objectivo da sua vida - a construção de uma terra sem amos.
Após o 25 de Abril participou activamente no arranque da Reforma Agrária com a firmeza política que sempre lhe conheci e com a humanidade que pude intuir ao ver os laços tão afectuosos existentes entre ele e os trabalhadores agrícolas alentejanos. Em Julho de 1975, regularizada a sua situação militar, readquiriu o seu nome verdadeiro e regressou ao Norte onde permaneceu até 1990, tendo sido responsável pela direcção da organização regional do Porto.
Transferido para Lisboa pelo partido, Edgar Correia assumiu múltiplas funções na comissão política, no âmbito da educação, da ciência e da tecnologia, da saúde, da segurança social e de outros assuntos sociais. Foi membro do comité central de 1976 a 2000 e da comissão política entre 1983 e 2000, tendo-se demitido destes organismos, no final de Novembro de 2000, por divergências de natureza política com a direcção do PCP.
Todavia, Edgar Correia manteve-se até à morte como comunista, dizendo-me frequentemente que na sua vida não havia senão um caminho - o do ideal comunista abraçado na juventude. Esse ideal sobrepujava tudo, mesmo a funda, terrível e disfarçada amargura de se ter visto expulso do seu partido.
Quem o leu sabe que os seus escritos geraram diversificadas controvérsias, mas sob o azebre das palavras repousavam parâmetros de uma ética pessoal, algumas vezes excessiva, e uma dor que ele sabia irremovível que às vezes o tornavam violento como só um homem extremamente bom o pode ser.
Trabalhei com ele muitos anos e da saudade desses tempos não falo porque é só minha, apenas confesso que ele reforçou em mim a ideia de que a lealdade política é um bem inestimável e que os princípios não estão à venda. Essa firmeza e essa intransigência deram-nos saborosas e difíceis vitórias políticas.
Morreu Edgar Correia, mas estou certo de que a sua herança é partilhada por muitos dos que com ele trabalharam. Morreu Edgar Correia - o ideal comunista ficou mais pobre.

[Paulo Sucena, Secretário-Geral da FENPROF]


JOÃO TUNES

EDGAR CORREIA

A notícia andou por aí sem oportunidade, no momento, de a ecoar – faleceu Edgar Correia.

Fomos companheiros diários de lutas estudantis (e outras, nomeadamente nas actividades culturais, sobretudo no Cine Clube do Porto), em 1967 e 1968, no Porto. Lutámos, conspirámos, fizemos juntos, e outros mais, aquilo que, na altura havia a fazer – resistir, resistir. Fomos camaradas sem sermos amigos. Porque, pessoalmente, não nos gostámos.

Voltámos a encontrarmo-nos algumas vezes depois. Noutras lutas, agora – avançar, avançar. Continuámos camaradas sem sermos amigos.

Eu saí da organização em que fomos camaradas, ele ficou. Depois, chegou-lhe a hora de querer renovar, foi expulso. Nunca tendo sido amigos, deixámos de ser camaradas.

Um dia, alguns dos que o expulsaram vão querer renovar o que renovação não tem. E vão sair ou serem expulsos.

Edgar Correia foi um lutador. Um homem de elevada craveira intelectual, um poço de energia cívica, um passado de dedicação profunda à luta pelas suas convicções. Foi meu camarada. Nunca foi meu amigo. Lamento, com toda a sinceridade e respeito, a sua perda.


PEDRO BAPTISTA

Pedro Baptista, In memoriam Edgar Correia

Para lá da perda do homem e do amigo, o falecimento do Engenheiro Edgar Correia foi uma baixa significativa na esquerda: porque se finou um dos que nunca desistiu de lutar pelo que considerava justo; e porque se perdeu um espírito que, mantendo os ideais de sempre, procurava gizar-lhes o caminho da concretização, com criatividade, inteligência e abertura de espírito face à história e à realidade de todos os dias e todos os espaços.

Tivemos o privilégio de termos sido amigo do Edgar. No princípio da nossa vida política mais activa, e já perto do fim da sua vida, princípio e fim entrecortados por mais de 30 anos de acérrima divergência política, em que contudo fizemos sempre questão e tivemos o gosto de o continuar a respeitar e a considerar amigo. Porque, para além do mais, vimos sempre no Edgar, entre os que conhecemos, o melhor de todos, o que, de forma aparentemente paradoxal, era o mais inteligente e o que defendia com mais combatividade as suas convicções, mesmo quando já eram apenas uma quimera. A prova de que o paradoxo era apenas aparente, é que percebeu que todo o edifício, a cuja construção tinha entregue mais de 30 anos, ruíra, porque não merecia continuar e, por isso, era preciso a coragem de começar tudo de novo, por um novo caminho e mesmo um novo destino.

Era o que procurava fazer, desde que o PCP considerou insuportável a sua insistência na renovação, na democratização e na abertura, a partir da reflexão e do debate, desde os princípios à prática política concreta, desde os contornos do ideário aos projectos políticos imediatos. Um esforço que era mais do que necessário para o PCP sair da obsolência vegetativa que, lenta mas progressiva e inexoravelmente, o isola cada vez mais na sociedade portuguesa e na esquerda europeia e de todo o mundo.

Encontrámo-nos o ano passado para um "papo" que durou quase a tarde inteira. Se falámos de política concreta, foram cinco minutos. De resto o tema que nos prendeu foi o homem. O Homem. Sabíamos que a política só vale a pena se servir para isso.

Disse-lhe que considerava, e já o tinha escrito, o maior erro da minha vida ter aderido na juventude às teses de Louis Althusser, uma leitura estruturalista do marxismo que se assume como ciência e donde desaparece o humanismo, como uma reminiscência indesejável de ideologia. Ele deu-me informações que eu desconhecia sobre os últimos anos do filósofo francês, mormente sobre o facto de ter redigido uma autocrítica intitulada "O Futuro é muito tempo" em que reconhece erros fundamentais no seu pensamento, pelo que me disse o Edgar, coincidentes com alguns dos que eu próprio estigmatizava.

Desconhecedores da doença, procurámo-lo recentemente, desta vez, para falar de política concreta e imediata, em particular do nosso Porto, mas do telemóvel já ninguém atendia. No entanto, os seus últimos trabalhos, no sítio dos "Comunistas renovadores", são a expressão de como a inteligência quando se faz irmã da coragem, não só para avançar como para pensar, não só para cindir como para unir, não só para continuar como para mudar, é a mola real do progresso das ideias e da construção dos grandes projectos libertadores da humanidade. O Edgar faz falta à esquerda. Faz falta à esquerda portuguesa... muitos Edgars. Ficando pois a sua mensagem.

Que passa pela reflexão global necessária, onde se conjuguem as tradições da social-democracia primitiva, dos socialistas de esquerda, dos comunistas anti-totalitários, dos liberais de esquerda e dos libertários, para refazer o Grande Sonho e ter o discernimento necessário, suficientemente desperto, para encontrar os caminhos mais adequados ao tempo em que se vive e às realidades concretas.

Sabendo que o adversário também ajuda, porque não poucas vezes, tem bons argumentos e esses são sempre os melhores, venham de onde vierem. Deverão ser, por isso, os nossos argumentos, também. E o seu crivo contraditório é também grande ajuda para aferir da força ou fraqueza das nossas percepções e soluções. Pelo que, o espaço da esquerda e da criatividade necessárias para o encontro de soluções passa pela invenção de novas formas de participação política, sem nunca porem causa os princípios da representação vinda do sufrágio universal e do livre debate argumentativo que podem e devem, entretanto, serem depurados e melhorados na sua eficiência.

Publicado por José Pacheco Pereira em 12:44 PM | Comentários (0) | TrackBack

LUDGERO PINTO BASTO (1909-2005)

Secção: Biografias / Vidas

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Raimundo Narciso, "Morreu Ludgero Pinto Basto", Memórias, 25/5/2005


António Melo, "Morreu Ludgero Pinto Basto, comunista e antiestalinista", Público, 25/5/2005, transcrito a seguir:

Dirigente nos anos 30, é como militante legal que presta apoio médico ao aparelho clandestino do PCP

O médico Ludgero Pinto Basto foi ontem a enterrar, em Lisboa, depois de uma vida inteiramente dedicada aos ideais de solidariedade humana e igualdade social. Cultivou-os na maçonaria, onde se iniciou em 1928, e no Partido Comunista Português de que foi militante e dirigente, a partir de 1931. Tinha 96 anos e encontrava-se enfermo há alguns meses. Em Abril do ano passado foi condecorado com a Grande Ordem da Liberdade.
Ludgero Pinto Basto nasceu a 13 de Janeiro de 1909 na Lixa (Felgueiras). Filho de uma professora primária e de um comerciante bem sucedido, "não tinha jeito nem vontade" para o negócio de fazendas e riscado. A isso o destinava a mãe, quando o pai morreu, vítima de uma úlcera gástrica, e ela teve de se ocupar, além da escola, com o balcão da loja. A jovem viúva ficara com três filhos para cuidar. Ludgero tinha cinco anos, Anibal três e o mais novo, Êrnani, nem ano e meio atingira quando morreu Eugénio Ferreira Basto, o pai.
Ludgero não sentia qualquer vocação para aquele negócio. Durou nove anos a prova de força com a mãe. Tinha 17 anos quando a mãe lhe disse: "Vais estudar".
Em três anos fez o ensino secundário, no Colégio Almeida Garrett, no Porto. Com 19 anos entrou para os preparatórios de Medicina e no ano seguinte, rumou a Lisboa, onde considerava estar a "melhor escola médica do país".
Além de aprender a salvar a doença individual, abraçou também a causa da revolução social; e em 1931 tornou-se membro do PCP. Foi na semi-clandestinidade que, em 1935, concluiu o curso. Conseguiu iludir a vigilância da polícia política salazarista e abriu um consultório na zona da Penha de França, em Lisboa, recorrendo a um apelido da mãe que pouco utilizava: Ferreira Pinto. Foram muitos os militantes clandestinos comunistas que recorreram aos seus cuidados, que nunca recusou, sem cuidar dos riscos.
De Setembro de 1938 a 1 de Dezembro de 1939 assegurou o funcionamento do secretariado político comunista, com Francisco Miguel e Álvaro Cunhal, que apoiou sempre, sem esconder a crítica e sem quebra de amizade. Nesse 1 de Dezembro foi preso em Benfica (Lisboa) quando, precisamente com Francisco Miguel, ia encontrar-se com outros elementos do comité central. Foi condenado a 20 meses de prisão, mas acabou por ficar quase quatro anos nos presídios do regime, dos quais dois em Angra do Heroísmo, de onde regressou em 1943, para Caxias e só então foi libertado.
Passou a viver na legalidade e retomou a actividade clínica. Especializou-se em endocronologia, disciplina clínica de que foi percursor em Portugal. A evolução política na União Soviética, sob a direcção de Estaline, sobretudo os "processos de Moscovo", onde os "companheiros de Lenine", acusados de contra-revolucionários, mereceu a sua crítica interna no PCP, mas sem pôr em causa a sua fidelidade à linha partidária.
Por isso enfatizava a reabilitação política de Bukarine (executado em 1938), ainda durante a existência da União Soviética, dando pleno valor ao que deixara escrito no seu testamento clandestino, só revelado muitas décadas mais tarde pela viúva: "Sabei camaradas, que sob a bandeira que levais, em marcha triunfal para o comunismo, há também uma gota do meu sangue!"
Nos primeiros anos de estudante de Medicina, Ludgero passou pela maçonaria e pertenceu à loja Rebeldia, em Coimbra, de que fez parte outro médico, também resistente antifascista, mas do Partido Socialista, Fernando Vale. Foi desta loja que saíram os líderes da greve académica de 1931, contra a ditadura militar saída do 28 de Maio de 1926. Mas a sua permanência no Grande Oriente Lusitano Unido foi breve, pois os seus rituais pareceram-lhe fora do seu tempo. Foi no PCP que se realizou politicamente.
Leonardo Coimbra, seu conterrâneo, que nesse tempo ainda não se tornara "praticamente beato", foi quem o iniciou nos caminhos do "materialismo dialéctico" e lhe deu conta da revolução bolchevique, que desde 1917 abalava o mundo. Das lições desse tempo conservou Ludgero uma animosidade política permanente contra Trotsky. Em contrapartida, Lénine e Bukarine entusiasmavam-no. Se a crítica que fez do estalinismo foi tímida, isso deveu-se unicamente ao rigor político do tempo, que não tolerava que se beliscasse o "pai dos povos", mas sempre acusou Estaline de ter pervertido o projecto de Lenine.
Esteve na guerra civil de Espanha, onde se encontrou com Togliatti, líder comunista italiano, de pequena figura, mas que ficou a admirar pela sua determinação.
A deliquescência do regime soviético só o surpreendeu por tardia, porque tinha fundadas dúvidas sobre aquele "socialismo real". Por isso discordava que se falasse de "utopia comunista" para caracterizar o século XX. Considerou, até ao fim, que um tal projecto de sociedade permanecia válido, convencido de que "todas as misérias do capitalismo se mantinham e até se exacerbaram em certos sítios". Preocupação séria para si era ver a tendência crescente para um individualismo egoísta e "as pessoas menos interessadas na evolução da sociedade do que no princípio do século XX".

Publicado por José Pacheco Pereira em 12:31 PM | Comentários (0) | TrackBack

maio 25, 2005

FEIRA DO LIVRO DO PORTO HOMENAGEIA ÓSCAR LOPES

Secção: Biografias / Vidas

"A feiras do Porto tem como principal iniciativa a homenagem a Óscar Lopes. Depois da abertura ao público às 16h, no Pavilhão Rosa Mota, a feira terá a inauguração oficial pelas 18h30, na presença do presidente da câmara, Rui Rio.

O escritor portuense estará em destaque, decorridos que estão 50 anos sobre a primeira edição da incontornável História da Literatura Portuguesa, realizada em co-autoria com António José Saraiva (ver texto ao lado). A exposição Álbum de Família é dedicada ao autor e vai mostrar, nas mesas do café literário, centenas de fotos e postais do seu espólio.

O dia 4 de Junho será o momento alto da homenagem a Óscar Lopes - pelas 17h30, vai realizar-se uma mesa redonda de tributo ao ensaísta (com a presença da ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima) e será projectado um documentário inédito sobre o escritor, realizado por Diogo Collares."

(Público, 25/5/2005)

Publicado por José Pacheco Pereira em 10:42 AM | Comentários (2) | TrackBack

maio 22, 2005

UMA NOVA PÁGINA PARA O ESTUDO DO COMUNISMO ESPANHOL

Secção: Bibliografia

Estudios sobre la historia del movimiento comunista en España é um sítio espanhol semelhante aos EsC e que contém fontes. bibliografia , e pequenas notas de estudo. Uma ligação permanente passará a fazer parte da coluna à esquerda.

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maio 20, 2005

GUIA DA HISTÓRIA DAS ESQUERDAS BRASILEIRAS

Secção: Bibliografia

Esta página sobre a história das esquerdas no Brasil é um instrumento de trabalho indispensável para os interessados. Uma ligação permanente passará a fazer parte da coluna à esquerda.

O seu autor Prof. Ricardo Figueiredo de Castro é autor de vária bibliografia sobre o assunto, que inclui:

"A Frente Única Antifascista (FUA) e o antifascismo no Brasil (1933-1934)", Topoi, Rio de Janeiro, setembro de 2002,

“Os intelectuais trotskistas nos anos 30”, Daniel Reis Filho. (org.) Intelectuais, História e Política: séculos XIX e XX. Rio de Janeiro, Ed. Sette Letras, 2000

“As resistências dos povos à partilha do mundo” , Jorge Ferreira, Daniel Aarão Reis Filho, Celeste Zenha, O século XX. vol 1: o tempo das certezas, Rio de Janeiro, Record, 2000. (Em co-autoria com Andréa Facina)

«As esquerdas e o processo constituinte brasileiro de 1933-34: projeto e ação política», História Social, Revista dos Alunos da Pós-Graduação em História da Unicamp, Campinas, 2 (1), 1996

Publicado por José Pacheco Pereira em 11:12 AM | Comentários (0) | TrackBack

maio 19, 2005

NOVA PUBLICAÇÃO: Chapters in the History of Communist and Socialism (CHOCS)

Secção: Bibliografia
Transcreve-se em seguida o texto de apresentação e a constituição do grupo editorial de uma nova publicação dedicada à história do movimento comunista: Chapters in the History of Communist and Socialism (CHOCS)

About CHOCS

CHOCS is a new, online journal which focuses on the history of communism and socialism, with no geographical or chronological limits.

The sudden collapse of the Soviet bloc in 1989-91, the rapid transition from communism to capitalism in the last two decades, and the decline elsewhere of communist, socialist and revolutionary movements with or without a genuine popular base, has meant that these societies and movements, once an important factor in world politics, have a history to be written; and one that can, in present circumstances, be more easily written.

Our journal, Chapters in the History of Communist and Socialism (CHOCS), aims to be a forum for the analysis of the history of these movements, presenting the latest findings of researchers from all parts of the world – in particular from formerly closed societies where archival research is now more feasible, but also taking the opportunity to give a voice to those who participated in, or observed, such movements.

Whilst particularly encouraging work on the history of communism and socialism in the 20th century, we will also encourage submission of work on earlier historical periods, written from theoretical or historical perspectives. We do not wish to confine ourselves simply to those states of the former 'communist bloc', important as their experience is - articles on (for example) aspects of the communist and socialist experience in the USA or France, UK or Australia, South Africa or Indonesia will be welcome.

CHOCS will deal with ideas as well as organisations, with theory as well as practice; in short, with communism and socialism in its many manifestations.

Within this broad historical and geographical remit, we particularly hope to analyse some of the less familiar periods, events and figures in the history of communist and socialist movements, and contributions that fit this remit are welcome.

We should emphasise that CHOCS is completely non-sectarian and open to authors of all political persuasions who have interesting or original contributions which fit the journal’s remit. Naturally, as an academic journal we will not accept contributions which use racist, sexist or generally inappropriate language.

Our intended audience is not only academics but anyone with a general interest in the subject matter; and our authors will include academics, but also others who have a contribution to make to the understanding of the experience of socialism and communism.

CHOCS will consist of a twice-yearly journal, run by an Editorial Board, published as an online journal on this website. The journal will feature articles (peer-reviewed), reviews, research notes and notes on work in progress, memoir pieces, biographical notes.

The website will include the current issue of the journal, the journal archive, and notes from the Editorial Board.

We encourage you to submit manuscripts to the editors at : chocsjournal@hotmail.com

April 2005


Editors
Patrick Goode, Paul Wingrove,
London.

Editorial and advisory board

Patrick Goode, Paul Wingrove (Greenwich, UK), Robert Benewick (Sussex, UK), Lavinia Betea (Bucharest, Romania), Hua Qingzhao (Tianjin, China), Kate Hudson (London South Bank, UK), Rick Simon (Nottingham Trent, UK).

Publicado por José Pacheco Pereira em 12:08 AM | Comentários (0) | TrackBack

maio 18, 2005

ANTÓNIO JOSÉ SARAIVA E O MAIO DE 1968

Secção: Biografias / Vidas

Tertúlia sobre António José Saraiva

Maio e A Crise da Civilização Burguesa, de António José Saraiva, editada pela Gradiva, foi lançada a 17 de Maio na Faculdade de Letras de Lisboa.

A sessão integra-se na jornada «António José Saraiva em tertúlia», uma proposta do Departamento de Literaturas Românicas daquela universidade, que contará com um debate moderado por Teresa Rita Lopes, sobre "Maio de 68 em Portugal", reunindo a participação de António Costa Pinto, José Pacheco Pereira, Luís Ramalhosa Guerreiro e Vítor Viçoso. Luísa Dacosta, José-Augusto França e Maria Lúcia Lepecki, também contribuirão com o seu testemunho, moderado por Leonor Curado Neves. Em análise estarão ainda os aspectos do ensaísmo do antigo professor e investigador de Cultura Portuguesa, com os contributos de Maria Vitalina Leal de Matos, Maria das Graças Moreira de Sá e Maria de Lourdes Cidraes, e moderação de Ernesto Rodrigues.

Publicado por José Pacheco Pereira em 05:04 PM | Comentários (0) | TrackBack

maio 13, 2005

BIBLIOGRAFIA SISTEMÁTICA SOBRE O PCP, OS MOVIMENTOS COMUNISTAS E RADICAIS E A OPOSIÇÃO POLÍTICA E SOCIAL ATÉ 25 DE ABRIL DE 1974 (Em organização) - I PARTE

Secção: Bibliografia


1 – BIBLIOGRAFIAS

2- LIVROS DE REFERÉNCIA, DICIONÁRIOS, ANUÁRIOS, CRONOLOGIAS, ESTATÍSTICAS

3 – BIOGRAFIAS (A-C)

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NOTA

Ainda de uma forma experimental vou começar a organizar uma bibliografia sistemática sobre o PCP, o movimento comunista e radical (incluindo a extrema-esquerda), e a oposição política e social à ditadura. Trata-se de ir progressivamente actualizando todo um trabalho bibliográfico que foi iniciado nos Estudos sobre o Comunismo (em papel), na Análise Social e no Boletim de Estudos Operários, e depois retomado aqui. Dado que se trata de lidar com centenas de referências bibliográficas e para não privar os interessados de tudo aquilo que possa de imediato ser inserido nesta bibliografia, ela será continuamente alimentada por módulos.

São bem-vindas todas as colaborações para este trabalho que , pela sua própria natureza, é muito complexo. Agradeço as colaborações já recebidas de Vanessa de Almeida, Miguel Cardina e Luis Miguel.

Está já (13/5/2005) colocado o equivalente a cerca de mais de 250 páginas de texto, o que obrigou à sua divisão em seis entradas, Prevejo que no final terá mais, ficando a ser a mais completa bibliografia sobre este assunto jamais feita. O texto não está revisto e contém muitas gralhas e lapsos que serão corrigidos no final. Esta é uma primeira tentativa de sistematização que será aperfeiçoada e completada


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1 – BIBLIOGRAFIAS


"A Guerra Colonial Portuguesa: indicações bibliográficas", História e Ciência


Licínio Barradas, "Os comunistas em Portugal", Diário Popular, 11/11/1976


Centro de Documentação 25 de Abril, Fontes e bibliografia da transição democrática


Ronald H. Chilcote, Emerging Nationalism in Portuguese Africa; A Bibliography of Documentary Ephemera trough 1965, Stanford, Hoover Institution, 1969


Ronald H.Chilcote, A Revolução Portuguesa de 25 de Abril de 1974, Coimbra, Universidade de Coimbra, 1987


Ronald H. Chilcote, The Portuguese Revolution of 25 April 1974, Coimbra, Centro de Documentação 25 de Abril, 1998


(Conselho de Redacção), Estudos sobre o Comunismo,”Bibliografia Sistemática sobre o PCP ", Estudos sobre o Comunismo, 1984


Martinho de Freitas, "Análise dos textos revotucionários de autores da língua portuguesa editados em Portugal (1971)”, Época, 9 de Abril de 1972


Martinho de Freitas,"Caracteristicas da edição dos textos revolucionários em Portugal (1971), Época, 19 de Fevereiro de 1972


Martinho de Freitas, "Contributo ao estudo da edição de textos revolucionários em Portugal (1971)", Época, 30 de Novembro de 1971


Martinho de Freitas, "Segundo contributo ao estudo da edição de textos revolucionários em Portugal (1971)", Época, 19 de Dezembro de 1971


Martinho de Freitas, “Terceiro contributo ao estudo da edição de textos revolucionários em Portugal (1971)", Época., 4 de Janeiro de 1972


Martinho de Freitas, “Textos revolucionários e anexos editados em Portugal (1972-1 ° Trimestre)'”, Época, 16 de Abril de 1972; 21 de Maio de
1972

[Listas de livros de autores marxistas ou revolucionários publicados depois da “Iiberalização” marcelista.]


"Literatura Autobiográfica Da Resistência Ao Estado Novo (2)", História e Ciência, 20/Setembro/2003


José Pacheco Pereira, " Bibliografia sobre o movimento operário português desde a origem até 25 de Abril de 1974 (livros e artigos publicados de 1974 a 1980)", Análise Social, vol. XVII, 67-8, 1981.

[Esta bibliografia foi actualizada para 1981, 1982 e 1983 no Boletim de Estudos Operários, 1982, 1983 e 1984.]


José Pacheco Pereira, "Bibliografia sobre o movimento operário português desde a origem até 25 de Abril de 1974 (Livros e artigos publicados em 1983 e adenda àss bibliografias anteriores", Boletim de Estudos Operários, 6, Dezembro de 1984


José Pacheco Pereira, "L'historiographie ouvriére au Portugal", Le Mouvement Social, 123, Abril-Junho 1983


Viva Abril/Colecção 25 Abril

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2- LIVROS DE REFERÊNCIA, DICIONÁRIOS, ANUÁRIOS, CRONOLOGIAS, ESTATÍSTICAS


Pedro Ramos de Almeida, O Processo do Salazarismo (Relatório sobre Portugal), Lisboa, Edições Avante!, 1983


Zília Osório de Castro / João Esteves (Dir.), Dicionário no Feminino nos Séculos XIX-XX, Livros Horizonte, 2005


Joâo Morais / Luís Violante, Contribuição para uma Cronologia dos Factos Económicos e Sociais. Portugal 1926-1985, Lisboa, Livros Horizonte, 1986


António Nóvoa (Direcção), Dicionário de Educadores Portugueses, Porto, Edições Asa, 2003.


Respublica. Projecto em construção de um sistema generalizado sobre redes informativas em matérias de ciência política


Fernando Rosas / J. M. Brandão de Brito, Dicionário da História da Estado Novo, Vol. I e II. Lisboa, Círculo de Leitores, 1996


Richard F Starr, (Ed.), Yearbook on International Communist Affairs, 1966-1991, Stanford, Hoover Institution Press, 1966-1991

[Volumes anuais desde 1966. A parte portuguesa contém muitas informacões. mas também erros consideráveis.]


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3 – BIOGRAFIAS DE COMUNISTAS E OPOSICIONISTAS


Varela Gomes, “Angola: os amigos portugueses”, Diário de Lisboa, 16/7/1984

[Notas biográficas de portugueses que apoiaram em Angola a luta anti-colonial.]


António Macedo, Na Outra Margem de Abril. Pequenas Histórias de Grandes Homens, Lisboa, O Jornal, 1988

[Entre outros Cunhal, Delgado, Agostinho Neto, Abel Salazar, Soares, Sérgio, Zenha, Cal Brandão, Francisco Cachapuz, Victor Sá , Nário Castro, Ramos da Costa, Pulido Valente, Rudolfo de Abreu.]


Miguel Medina, Esboços. Antifascistas relatam as suas experiências nas prisões do fascismo, Lisboa, Câmara Municipal de Lisboa, 1999


Miguel Medina, Esboços. Antifascistas relatam as suas experiências nas prisões do fascismo 2, Lisboa, Câmara Municipal de Lisboa, 1999


António Almeida Santos, Quase retratos, Lisboa Notícias 2000

[Inclui Zenha. Palma Inácio, José Paulo Cardoso, Maria Barroso, Mário Soares, Natália Correia e outros.]


Mário Soares, Incursões Literárias, Lisboa, Círculo de Leitores, 2003

[Sucessão de retratos de várias figuras da literatura portuguesa, incluindo muitas referências a episódios vividos da história da oposição à ditadura. Entre os retratos incluem-se os de Cortesão. Rodrigues Lapa, Bento de Jesus Caraça, Rodrigues Migueis, Manuel Mendes, Casais Monteiro, Agostinho da Silva, Piteira Santos, Cardoso Pires, Natália Correia entre outros.]


Universidade Popular do Porto, Memórias do trabalho - testemunhos do Porto laboral no século XX


Vasco Pulido Valente, Retratos e Auto-retratos (Ensaios e Memórias) , Lisboa, Assírio e Alvim, 1992


António Ventura, Memórias da Resistência. Literatura da Resistência ao Estado Novo, Lisboa, Câmara Municipal de Lisboa, 2001

[Inclui textos de Acácio Tomás de Aquino, Adelino da Palma Carlos, Aida Paula, Alberto Vilaça, Alexandre Babo, Alexandre Cabral, Alexandre Vieira, Álvaro Cunhal, António Alçada Baptista, António Alexandre Tereso, António Macedo, António Modesto Navarro, António Neves Anacleto, António Simões de Abreu, Armindo Rodrigues, Bento Gonçalves Cândida Ventura, Cândido de Oliveira, Carlos Brito, Carlos Eugénio de Almeida, Celso Cruzeiro, César Oliveira, Correia Pires, Cunha Leal, Domingos Fernandes de Carvalho, Edmundo Pedro, Emídio Santana, Fernando de Brito Mateus, Fernando Gusmão, Fernando Miguel Bernardes, Fernando Mouga, Fernando Queiroga, Francisco Ferreira, Francisco Horta Catarino, Francisco Miguel, Garcez da Silva, Gilberto de Oliveira, Henrique de Barros, Henrique Galvão, Hipólito Raposo, Humberto Delgado, Jacinto Baptista, Jaime Serra, João Faria Borda, João Honrado, João Medina, João Sarmento Pimentel, João Varela Gomes, Joaquim Campino, Joaquim Gomes, Joaquim Pires Jorge, Joaquim Ribeiro, José Augusto França, José Francisco, José Gomes Ferreira, José Jorge Letria, José Magalhães Godinho, José Magro, José Manuel Tengarrinha, José Régio, José dos Reis Sequeira, José Ribeiro Santos, José Rodrigues Miguéis, José Silva, Kalidás Barreto, Lino de Carvalho, Lino Lima (José Ricardo), Lino Santos Coelho, Luís Calafate, Manuel Barbosa, Manuel da Costa e Melo, Manuel Firmo, Manuel Francisco Rodrigues, Manuel Joaquim de Sousa, Manuel da Silva, Manuel Rodrigues Lapa, Manuela Câncio Reis, Mário Dionísio, Mário Pais de Oliveira, Mário Sarmento, Mário Soares, Mateus da Silva Gregório, Miguel Wager Russel, Miguel Torga, Norton de Matos, Orlando Gonçalves, Pedro Rocha, Pedro Soares, Policarpo Marcelino Gonçalves, Raimundo Narciso, Raul Rego, Rui Perdigão, Sá Cardoso, Sérgio Ribeiro, Silva Marques, Sottomayor Cardia, Vasco da Gama Fernandes, Vergílio Ferreira, Virgínia de Moura.]


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ANTÓNIO SIMÕES DE ABREU


António Simões de Abreu, A raiva de Salazar contra a unidade democrática representada por Humberto Delgado e outros episódios por mim vividos em 32 anos de luta antifascista, Lisboa, Edições Sociais, 1975


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JOSÉ DE ABREU


José de Abreu. “Para a histôria da Juventude Comunista”, Juventude, 4, Junho 1975; 5, de Agosto 1975


[Carta de um fundador da JC, com muitos elementos sobre os primeiros anos do PCP e da JC, exilio em Timor, etc.]

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JOSÉ ALAIZ


Romeo Correia, Homens e Mulheres Vinculados às Terras do Almada (nas Artes, nas Letras e nas Ciências), AImada, 1978

[Colecção de elementos biográficos sobre personalidades do movimento operário e associativo local, incluindo vários comunistas, como Henrique Caetano do Sousa, José Alaiz, Alberto Araújo, Alexandre Castanheira, etc]


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JOSÉ DA FELICIDADE ALVES


Abílio tavares Cardoso / João Salvado Ribeiro (Org.), Testemunho Aberto. O Caso do padre Felicidade, Lisboa, Multinova, 1999


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ERNESTO AFONSO


Ernesto Afonso, Entrevista a Juventude, 11, Abril 1981


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JOSÉ AFONSO


José A. Salvador, José Afonso o Rosto da Utopia, Lisboa, Terramar, 1994


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LUIS DE ALBUQUERQUE


LuIs de Albuquerque, “Uma carta”, Vértice, 428-29, Janeiro-Fevereiro de 1980


Luis de Albuquerque, “Registo do Tempo”, Jornal de Letras, 294, 23 Fevereiro de 1988


Luis de Albuquerque, “Memórias da Vértice. Duas Histórias com Carlos de Oliveira”, Vértice, Abril de 1988


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MANUEL ALEGRE


Manuel Alegre, Rafael, Lisboa, Dom Quixote, 2004

[Obra de ficção autobiográfica sobre a clandestinidade e o exílio.]


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ANTÓNIO RAMOS DE ALMEIDA


“Homenagem a António Ramos de Almeida”, Vértice, 248-249, 1964


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CARLOS ALMEIDA


Carlos de Almeida, Nos cáceres do fascismo. Notas. Escritos. Reflexões, Coimbra, Atlântida Editora, 1974


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ANA MARIA ALVES


Ana Maria Alves, Comunicação e Silêncio . Textos de História , Política e de Circunstância, Lisboa, Livros Horizonte, 1990


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Padre FELICIDADE ALVES


José da Felicidade Alves (Apres.),Católicos e Política: de Humberto Delgado a Marcello Caetano, Edição do autor, S.l., S.d.


Felicidade Alves, “Fé e política marcaram encontro (Depoimento)”, Combate, Maio 1988


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FLÁVIO ALVES


António Maria Marques, «O envolvimento de Flávio Alves, na fuga de dois militantes do Comité Local de Lisboa, que se encontravam presos, no Governo Civil de Lisboa», Jornal do Barreiro, 17/10/1997


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LUIS DIAS AMADO


Luis Dias Amado, “Depoirnento”, Avante!, 230, 22/6/1978


Maria José Oliveira, "O meu pai foi toda a vida um lutador", Público, 9/5/2004

[Recordações autobiográficas de Luisa Irene Dias Amado, incluindo uma memória de seu pai Luis Dias Amado.]


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JORGE AMARO


Jorge Amaro, Entrevista a Versus, 5, 25/4 a 25/5/ 1984

[Histórias do PCP na década de 50]


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ATILANO DOS REIS AMBRÓSIO ("JORGE REIS")


Jorge Reis. Vida e Obra, V. F. Xira, C. M. V. F. Xira, 1995


Jorge Reis, A memória resguardada, Lisboa, Editorial Escritor, 1995


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ANTÓNIO NEVES ANACLETO


António Neves Anacleto, A Longa Luta. Preso, algemado e deportado, Lisboa, Ed. do Autor, s.d.


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ISRAEL ANAHORY


Francisco Ferreira. `Um idealista esquecido', O Tempo, 27 do Maio do 1987

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MANUEL ANDRADE


"Foi há 28 anos. A fuga de Peniche vista pelos que ficaram", Avante!, 14/1/1988

[Depoimentos de José Vitoriano, Severiano Falcão, Borges Coelho e Manuel Andrade.]


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MÁRIO PINTO DE ANDRADE


Fernando Correia da Silva, Mário Pinto de Andrade, Vidas Lusófonas, Abril 2005


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CARLOS ANTUNES


Rogério Rodrigues,” Dois clandestinos em Abril”, O Jornal , Abril 1984


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ALBERTO ARAÚJO


Romeo Correia, Homens e Mulheres Vinculados às Terras do Almada (nas Artes, nas Letras e nas Ciências), AImada, 1978

[Colecção de elementos biográficos sobre personalidades do movimento operário e associativo local, incluindo vários comunistas, como Henrique Caetano do Sousa, José Alaiz, Alberto Araújo, Alexandre Castanheira, etc]


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CARLOS DE ARAÚJO


[José Pacheco Pereira], “Carlos de Araújo”, Estudos sobre o Comunismo


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JORGE ARAÚJO


“Da cadeia para a liberdade passando por urn cenitério”, Avante!, 2/4/81

[Relato da fuga de Jorge Araujo e Silva Marques em 1962.]


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ALEXANDRE BABO


Alexandre Babo, Autobiografia . Notas e Alguns Contos e Alegações Proferidas no Porto em 4 de Maio de 1957 , Porto 1957


Alexandre Babo, “A 1ª Ediçao dos "Esteiros"“, Avante!, 27 de Dezembro de 1979


Alexandre Babo, Recordações de um Caminheiro, Lisboa, Escritor, 1992


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ARMANDO BACELAR


Armando Bacelar, Memorandum, s.e., si., Junho de 1992 (dactilog.)


Armando Bacelar, Memória de Tempos Idos, s.e., si., Novembro de 1992 (dactilog.)


Armando Bacelar, Memória dos Tempos Idos,Vila Nova de Famalicão, Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, 1994


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RAÚL BAPTISTA


[José Pacheco Pereira], “Raúl Batista”, Estudos sobre o Comunismo


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MANUEL BARBOSA


Manuel Barbosa, Luta pela Democracia nos Açores, Coimbra, Centeiha, 1978


Manuel Barbosa, Memórias das Ilhas Desafortunadas, Coimbra, Ed. autor, 1981


Manuel Barbosa, Enquanto o Galo Canta, Ribeira Grande, Ed. autor, 1985


Manuel Barbosa, Memórias da Cidade Futura, Ribeira Grande, Ed. autor, 1988


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MANUEL BARIDÓ


Manuel Baridó, Entrevista ao Diário de Lisboa de 18.1.1975

[Sobre o 18 de Janeiro de 1934]


Manuel Baridó, Entrevista ao Diário, 19.1.1976


[Sobre o 18 de Janeiro de 1934]


Manuel Baridó, Entrevista a Alavanca, 45,14-20/1/1976


Manuel Baridó, Entrevista a Juventude, 9, Janeiro 1976


(Manuel Baridó ),” Vinte anos nas prisões salazaristas nâo quebraram o operário vidreiro”, Jornal de Noticias, 1/5/1986


Manuel de Sousa Baridó, Marinha Grande


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MARIA BARROSO


Leonor Xavier, Maria Barroso Um Olhar Sobre a Vida, Lisboa, Difusão Cultural, 1995


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ARTUR BATISTA VIEIRA BASTOS


[José Pacheco Pereira], “Artur Batista Vieira Bastos”, Estudos sobre o Comunismo


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DÁRIO BASTOS


Dário Bastos, Um homem na rua, Póvoa de Lanhoso, C. M. Póvoa de Lanhoso, 1996


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LUDGERO PINTO BASTO


António Melo, "Morreu Ludgero Pinto Basto, comunista e antiestalinista", Público, 25/5/2005


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FERNANDO MIGUEL BERNARDES


Fernando Miguel Bernardes, Escrito na Cela - Testemunho e Narrativa, Lisboa, Avante!, 1982


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MANUELA BERNARDINO


Manuela Bernardino, «Fascismo nunca mais», O Militante, 270, Maio/Junho 2004


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CARLOS BRITO


Carlos Brito, Anotações dos dias - Poemas da prisão, Lisboa, Edições Avante, ...


Carlos Brito, Tempo de Subversão. Páginas Vividas da Resistência, Lisboa, Avante, 1998


Carlos Brito, Vale a Pena Ter Esperança, Lisboa, Caminho, 1999


Carlos Brito, As Páginas Tantas, Porto, Campo da Letras, 2000


Carlos Brito, Águas do meu contar, Porto, Campo das Letras,2002


Fernando Diogo / Conceição Branco, Entrevista a Carlos Brito, Expresso, 17/8/2002


Rogério Rodrigues,” Dois clandestinos em Abril”, O Jornal , Abril 1984


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ANTÓNIO DINIS CABAÇO


Ana Paula Assunção, ”A Revolta dos Marinheiros 8 de Setembro de 1936 Testemunho de António Dinis Cabaço”, Boletim Cultural (Câmara Municipal de Loures) 4, 1988


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MANUEL CABANAS


"Faleceu Manuel Cabanas, figura ilustre do Algarve", Jornal do Algarve, 1/6/95


"Manuel Cabanas", A Verdade da Mentira


Mestre Manuel Cabanas, Galeria João Martins


Jorge Morais "Mestre de Gerações - Manuel Cabanas entre os seus: um testemunho pessoal (1)", Jornal do Barreiro

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ALEXANDRE CABRAL


Alexandre Cabral, Memórias de um Resistente, Porto, Editorial Inova, 1970


Alexandre Cabral, “Memória de um Camarada”, Avante!, 27 de Dezernbro de 1979

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FRANCISCO BARROS CACHAPUZ ("PAULO DE CASTRO")


Paulo de Castro, “A “Política do Espírito” ou uma flor do monturo (Notas de um caderno de memórias)”, Diário de Notícias, 10/9/1984

[Recordações autobiográficas da manifestação do 31 de Janeiro de 1933 no Porto e da prisão do autor Francisco Barros Cachapuz]


Paulo Castro, "Agonia de Barcelona e Diáspora portuguesa", Diário de Notícias, 3/11/1984


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LUIS CALAFATE


Luís Calafate, A liberdade tem um preço, Póvoa do Varzim, Edição do Autor, 1975


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A. VICENTE CAMPINAS


A.Vicente Campinas, ”Alojamento "" no Aljube custava 10$00 por dia “ Jornal de Noticias , 1/V/1986


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JOAQUIM CAMPINO


Joaquim Campino, Histórias Clandestinas, Lisboa, Edições Avante!, 1990

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ALICE CAPELA


«Jovens tipógrafos clandestinos», Avante!, 12/2/81


[Depoimentos de Alice Capela, Carlos Pires, Veríssima Rodrigues e Maria Machado.]

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BENTO DE JESUS CARAÇA


Isabel César Anjo / Alberto Pedroso, Pequenas Biografias de Gente Grande , s.l. Editorial Maré, 1989


J. Barata-Moura, Linhas de rumo do pensamento de Bento de Jesus Caraça. Lisboa, Instituto Superior de Economia e Gestão – ISEG, 2001


Ludgero Pinto Basto, "Nessas reuniões na Brasileira Bento Caraça fazia verdadeiros cursos no café"- Entrevista com o Dr. Ludgero Pinto Basto", CGTP - Associação para o Ensino Bento de Jesus Caraça


N. Bebiano, "Bento de Jesus Caraça e a Matemática, aquela difusa substância", Gazeta de Matemática, Lisboa, 141, Jul. 2001


N. Bebiano, "Bento de Jesus Caraça: esboço biográfico" Gazeta de Matemática, Lisboa, 141, Jul. 2001


(Esteves Belo)"Além do professor nós víamos o cidadão interveniente" Entrevista com o Dr. Esteves Belo, CGTP - Bento de Jesus Caraça


“Bento de Jesus Caraça”, CGTP - Associação para o Ensino Bento de Jesus Caraça


Bento de Jesus Caraça. Perspectivas dobre o homem e a obra, Guarda, Instituto Politècnico da Guarda, 2001


[Inclui entre outros os seguintes textos e depoimentos

A. Coelho, Bento de Jesus Caraça: Um Homem Espantoso e Admirável. Trabalho e Sociedade: Ciclo de Conferências

L. Dinis, Uma Carta de Bento Caraça para o meu pai

C. Dobreira, Bento de Jesus Caraça, cidadão e amante da Serra da Estrela - Depoimento

M. Fischer, As Minhas recordações das lições do professor Bento de Jesus Caraça e da sua personalidade

M. Gusmão, Bento de Jesus Caraça: 1901-2001.

G. Lami, "Ah, não gosta de Matemática, então vai passar a gostar".

G. Lami, Conceitos fundamentais da Matemática: algumas reflexões sobre o seu conteúdo e alcance pedagógico

S. Ribeiro, Seminário de Matemáticas Gerais Bento de Jesus Caraça: testemunho.]


Bento de Jesus Caraça, Conferências e outros escritos, Lisboa, 1978


Bento de Jesus Caraça, Cultura e Emancipação (1929 - 1933), Porto, Campo das Letras, 2002


J. Caraça, "Bento de Jesus Caraça: Cem Anos pela Fraternidade", Gazeta de Matemática, Lisboa, 141, Jul. 2001


100° aniversário do nascimento do Professor Bento de Jesus Caraça (CD-ROM), Fundação Mário Soares, 2001


António Borges Coelho, "Um homem espantoso e admirável"- Entrevista com Prof.Doutor António Borges Coelho", CGTP - Associação para o Ensino Bento de Jesus Caraça


Álvaro Cunhal, “Bento de Jesus Caraça rnorreu ha 30 anos”, Avante! , 22 de Junho de 1978


(Álvaro Cunhal), “Entrevista com Alvaro Cunhal. Bento Caraça insigne intelectual comunista “, Avante !, 22/6/1995


Luís Augusto Costa Dias, “Missão Histórica” e o “Papel dos Intelectuais” na Filosofia da Cultura de Bento de Jesus Caraça”, Revista de História das Ideias, vol. 24, 2003-12-23


Mário Dionísio, “Evocaçäo de Bento Caraça”, Vértice, 412-413, Setembro de 1978


José Magalhães Godinho, "Relembrar Bento Caraça", Portugal Socialista, 164, Junho 1982


Leonor Lains, “Bento Jesus Caraça”, Vidas Lusófonos


Cleide Farias de Medeiros / Alexandre Medeiros, O Pensamento Dialético De Bento De Jesus Caraça E Sua Concepção Da Educação Matemática / The dialectical thinking of Bento de Jesus Caraça and his conception of mathematics education

U. Nascimento, "Bento de Jesus Caraça: o homem e o seu tempo", Gazeta de Matemática, Lisboa, 141, Jul. 2001


Alberto Pedroso,”Bento Caraça e a extinção do MUD”, Vértice , 6 , Setembro 1988


António Pedro Pita, “Crise e enciclopedismo. A tarefa dos intelectuais segundo Bento Caraça”, Revista de História das Ideias, vol. 24, 2003


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Alexandre Castanheira, Outrar-se ou a Longa Invenção de Mim , Porto, Companhia das Letras, 2003


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ARMANDO DE CASTRO


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ÁLVARO DUARTE CERDEIRA


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HENRIQUE CERQUEIRA


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JOÃO JOSÉ COCHOFEL


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ANTÓNIO BORGES COELHO


António Borges Coelho, "Um homem espantoso e admirável". Entrevista com Prof.Doutor António Borges Coelho", CGTP - Associação para o Ensino Bento de Jesus Caraça


"Foi há 28 anos. A fuga de Peniche vista pelos que ficaram", Avante!, 14/1/1988

[Depoimentos de José Vitoriano, Severiano Falcão, Borges Coelho e Manuel Andrade.]


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JOSÉ DIAS COELHO


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[Inclui um depoimento de Margarida Tengarrinha.]


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Carlos Quental, A Morte de Dias Coelho; A Defesa que a Ordem me Confiou, Lisboa, Editorial Resistência, SARL, 1978


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LINO SANTOS COELHO


Lino Santos Coelho, Memórias de um Rebelde - Testemunhos do Terror Fascista, Em Marcha, Lisboa, 1981


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MÁRIO BROCHADO COELHO


Mário Brochado Coelho, Cinco Passos ao Sol (ciclos do efémero), PortoEdições Afrontamento, 1986


Mário Brochado Coelho, Lágrimas de Guerra, Porto, Afrontamento, 1989


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[Entrevista a Teresa Dias Coelho.]


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ACÁCIO JOSÉ DA COSTA


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Hermínio de Freitas Nunes, Augusto Costa - Um vidreiro no Tarrafal


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JOÃO BÉNARD DA COSTA


João Bénard da Costa, Nós, os vencidos do catolicismo, Coimbra Edições Tenacitas 2003


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ORLANDO DA COSTA


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São José Almeida, “Alvaro Cunhal. Histórias e uma Vida”, Público (Magazine), 3/3/1991


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[Obra de ficção sobre a resistência comunista com referências a Álvaro Cunhal e Dinis Miranda]


Maria João Avillez, Conversas com Álvaro Cunhal e Outras Lembranças, Lisboa, Temas e Debates, 2004


Alexandra Isabel Carreira , Entrevista a Álvaro Cunhal, Expresso, 31/5/2003


Ana Margarida Carvalho, “Cunhal esse desconhecido”, Visão, 6/9/2001


Ana Margarida de Carvalho, "Amanhãs que (ainda) cantam", Visão, 8/4/2004

[Sobre a adaptação televisiva de um livro de Cunhal]


Álvaro Cunhal, Algumas Experiências de 50 Anos de Luta do PCP s.l. , Edição da Direcção da Organização Regional do Norte, s.d. (1971)


Álvaro Cunhal, O Radicalismo Pequeno Burguês de Fachada Socialista s.l. Edição das Organizações Estudantis do PCP, 1971


Álvaro Cunhal , O Radicalismo Pequeno Burguês de Fachada Socialista (2ªEdição) , s.l. , "Edições ""Avante", 1971


Álvaro Cunhal, A Força Invencível do Movimento Comunista,Lisboa Edições Avante!, 1975


Álvaro Cunhal , O Partido com Paredes de Vidro, Lisboa, Edições Avante !, 1985


(Álvaro Cunhal), O Partido Comunista da «Reorganização» dos Anos 40 ao 25 De Abril Conferência de Álvaro Cunhal no Seminário «Para a história da oposição ao Estado Novo» Universidade Nova de Lisboa - 9 de Abril de 1992


Álvaro Cunhal, A Revolução Portuguesa . O Passado e o Futuro . 2ª Edição Precedida de um Artgo do Autor Sobre ""A Revolução de Abril 20 Anos Depois”, Lisboa , Edições Avante!, 1994


Álvaro Cunhal, Acção Revolucionária, Capitulação e Aventura, Lisboa, Ed. Avante!, 1994


(Álvaro Cunhal), “Entrevista com Alvaro Cunhal. Bento Caraça insigne intelectual comunista “, Avante !, 22/6/1995


Álvaro Cunhal, Duas Intervenções numa Reunião de Quadros, Lisboa, Editorial Avante!, 1996


Álvaro Cunhal, As Vertentes Fundamentais da Democracia, Matosinhos Câmara Municipal, 1996


Álvaro Cunhal, Rumo à Vitória. As Tarefas do Partido na Revolução Democrática e Nacional, Lisboa, Edições Avante, 2001


Álvaro Cunhal, O Aborto Causas e Soluções . Tese Apresentada em 1940 para Exame no 5º Ano Juridico da Faculdade de Direito de Lisboa , Lisboa, Campo das Letras, ...


Francisco Ferreira, Álvaro Cunhal Herói Soviético, Lisboa, 1977


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José Pacheco Pereira, Álvaro Cunhal, uma Biografia Política, ""Duarte". O Dirigente Clandestino (1941-1949) , Lisboa, Temas e Debates, 2001


António José Queirós, "Documentos inéditos para a História Contemporânea de Portugal - Correspondência entre Álvaro Cunhal e Sarmento Pimentel", Jornal de Vila Meã, 53, Novembro 2003


Rogério Rodrigues,, "Cunhal: o ABC dos comunistas portugueses”, 0 Jornal, 23 de Julho do 1982


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Torcato Sepúlveda- “0 Homem da Bicicleta”, Público (Magazine) , 3/3/1991


Manuel Tiago, A Estrela de Seis Pontas , Lisboa , Edições Avante !, 1994


Manuel Tiago, Cinco Dias Cinco Noites . Novela, Lisboa, Edições Avante!, 1996


Manuel Tiago, A Casa de Eulália, Lisboa, Edições Avante!, 1997


Manuel Tiago, Fronteiras, Edições Avante!, Novembro de 1998


Manuel Tiago, Lutas e Vidas.Um Conto, Lisboa, Edições Avante!, 2003


Vasco Pulido Valente, "A educação de um chefe”, K , Outubro 1991


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AVELINO CUNHAL


Avelino Cunhal. Pintura, V. F. Xira, Biblioteca Municipal de V. F. Xira 2003

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BIBLIOGRAFIA SISTEMÁTICA SOBRE O PCP, OS MOVIMENTOS COMUNISTAS E RADICAIS E A OPOSIÇÃO POLÍTICA E SOCIAL ATÉ 25 DE ABRIL DE 1974 (Em organização) - II PARTE

Secção: Bibliografia

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O Berço da Memória, Torres Novas, Câmara Municipal de Torres Novas, 1996


Catálogo da Exposição - 30 Anos da Morte de Humberto Delgado, Biblioteca-Museu da República e da Resistência


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BELMIRO FERREIRA


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FRANCISCO FERREIRA


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[Memórias da vida de F. Ferreira na URSS desde 1939, com elementos para a história da organizaçao do PCP na URSS e sobre as reiações dos exilados comunistas corn o movimento comunista internacional. Dados sobre Pavel.]


Francisco Ferreira, "Após Agosto de 1939", Portugal Socialista, 56 1975


Francisco Ferreira, "A Checoslováquia e os inimigos da democracia", Portugal Socialista, 57, 1975

Francisco Ferreira, 26 Anos na União Soviética - Notas de Exílio do "Chico da CUF", Afrodite, Lisboa, 1975


Francisco Ferreira / Maria Llistó Martinez, A URSS vista pela sua própria imprensa, Lisboa, Perspectivas e Realidades, 1976


Francisco Ferreira, "Pavel encoontra-se em Lisboa", Jornal Novo, 1976


Francisco Ferreira, "Carta aberta ao Serviço de Extinção da PIDE /DGS", Tempo, 29/6/1978

[Dados autobiográficos]


Francisco Ferreira, Entrevista a 0 Tempo do 12/11/1979


Francisco Ferreira, Entrevista a 0 Tempo de 21/2/1980


Francisco Ferreira, "Um idealista esquecido", O Tempo, 1982


António Maria Marques, «Quem foi Francisco Ferreira? Chico da CUF», Jornal do Barreiro, 27/02/1998


António Moreira, "Entrevista com Francisco Augusto Ferreira (Chico da CUF)", Estudos sobre o Cornunismo, 2, Janeiro-Abril de 1984


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[Sobre a história da FJCP.]


Linda Kundrátová, Os contactos da oposição portuguesa antisalazarista com a Checoslováquia entre 1933–1974. Contribuição para o estudo das relações luso-checas.

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José Gomes Ferreira, Dias Comuns I. Passos Efémeros de 1 de Outubro de 1965 a 31 de Dezembro de 1966, Lisboa, Dom Quixote, 1990


José Gomes Ferreira, Dias Comuns II. A Idade do Malogro. Lisboa, 1 de Janeiro de 1967. Lisboa, 31 de Maio de 1967, Lisboa, Dom Quixote, 1998


José Gomes Ferreira, Dias Comuns III. Ponte Inquieta. Lisboa, 1 de Junho de 1967. Lisboa, 31 de Dezembro de 1967, Lisboa, Dom Quixote, 1999


José Gomes Ferreira, Dias Comuns IV. Laboratório de Cinzas. Diário, Lisboa, Dom Quixote, 2004


José Gomes Ferreira


José Gomes Ferreira, Operário das Palavras. Catálogo da Exposição Comemorativa do Centenário do Nascimento, Lisboa, Câmara Municipal de Lisboa, 2001


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Carlos S. Pais / Miguel de Sousa, "Faleceu Manuel Firmo (1909-2005) . Figura de barreirense ímpar", Jornal do Barreiro, 03-02-2005


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JÚLIO FOGAÇA


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LÍLIA DA FONSECA


[Hortense de Almeida], "Lília da Fonseca - Depoimento escrito por Hortense de Almeida , irmã de Lília", Faces de Eva, 9, 2003


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MANUEL DA FONSECA


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José Francisco, "A luta dos trabalhadores pela conquista do horário do trabalho", Voz Anarquista, 57, Outubro 1981


José Francisco Episódios da minha vida familiar e de militante confederal, Lisboa, Edições Sementeira, 1982


José Francisco, Páginas do Historial Cegetista, Lisboa, Editora Sementeira, 1983


José Francisco, " Para que conste: Federaçâo Maximalista Portuguesa ( Embriâo do Partido Comunista Português) ". A Batalha, 110 Junho-Julho 1985


José Francisco, Ultimas Páginas 1986/1987, Lisboa, Editora Sementeira, 1987


António Maria Marques, «A prisão de José Francisco na CP», Jornal do Barreiro, 05/09/1997


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Linda Kundrátová, Os contactos da oposição portuguesa antisalazarista com a Checoslováquia entre 1933–1974. Contribuição para o estudo das relações luso-checas.


João Arsénio Nunes "O Camarada René e a Juventude Comunista no princípio dos anos 30”, Uma vida em História. Estudos em homenagem a António Borges Coelho, Lisboa, 2001


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HENRIQUE GALVÃO


Henrique Galvão, Crónica de horas vazias, Lisboa Livraria Popular de Francisco Franco.


Henrique Galvão, Diário de Peniche, Lisboa Livraria Popular de Francisco Franco.


Henrique Galvão, O Assalto ao Santa Maria, Lisboa, Delfos, 1974


Henrique Galvão, Da minha luta contra o Salazarismo e o Comunismo em Portugal, Lisboa, Arcádia, 1976

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ANTÓNIO GERVÁSIO


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António Gervásio, O P.C.P e a Resistência contra a ditadura fascista no concelho de Montemor-o-Novo, Montemor-o-Novo, 1994


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João Madeira / Luis Farinha, "Golo!". Entrevista com Antonio Gervásio", História, 28, Setembro 2000


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JOSÉ MAGALHÃES GODINHO


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José Magalhães Godinho, 3 Comunicações (apresentadas ao I Congresso Nacional de Advogados de Novembro de 1972), Lisboa, Autor, 1973


José Magalhães Godinho, Viseu: retrospectiva da Oposição, República, 1973


José Magalhães Godinho, Carta aberta ao Presidente do Conselho. Análise de um regime, Editorial República, 1973


José Magalhães Godinho, Quando falar e escrever era perigoso (antes do 25 de Abril), Lisboa, 1979


José Magalhães Godinho, "A fraca memória (?) de Marcelo Caetano",O Jornal, 274, 1980


José Magalhães Godinho, "A actuação de Melo Castro", O Jornal, 283, 1980


José Magalhães Godinho, "Relembrar Bento Caraça”, Portugal Socialista, 164, Junho 1982


José Magalhães Godinho, "A greve de 1931 e a Revolução da Madeira", Diário de Lisboa, 1982


José Magalhães Godinho," A propósito de um artigo", Diário de Lisboa, 1982


José Magalhães Godinho, "O assalto em 1930 ao Ministério da Instrução", Diário de Lisboa,1982


José Magalhães Godinho, Falas e Escritos Políticos, Lisboa, Moraes Editores, 1983


José Maga1hães Godinho, "As tentativas de Reagrupamento nos anos 40", Diário de Noticias, 1/3/1984


José Maga1hães Godinho, "Juntar todos os de boa memória", Diário de Noticias, 29/3/1984


José Magalhães Godinho, “Como nasceu o MUD em 1945”, em João Medina (Org.), História Contemporânea de Portugal / Diatdura: O Estado Novo de 29 de Maio ao Movimento dos Capitães, T. II, Lisboa, Amigos do Livro Editores, 1985


José Magalhães Godinho, Pela liberdade, Lisboa, Alfa, 1990


José Magalhães Godinho, Pedaços de uma Vida, Lisboa, Editora Pegaso, 1992


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DOMINGOS DA COSTA GOMES


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JOÃO VARELA GOMES


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JOAQUIM GOMES


Gustavo Carneiro, «70 anos do 18 de Janeiro de 1934 na Marinha GRande - O dia em que o povo tomou o poder», Avante!, 15/1/2004

[Com depoimento de Joaquim Gomes.]


Joaquim Gomes, "Escreveu-se uma luta página brilhante da luta contra o fascismo e o capitalismo", O Século, 18 1974


Joaquim Gomes, "O VI Congresso do PCP e as Tarefas de organização - entrevista com o camarada Joaquim Gomes do CC", Avante!, 18/10/1974


Joaquim Gomes, Estórias e emoções de uma vida de luta, Lisboa, Edições Avante!, 2001


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MARIA EUGÉNIA VARELA GOMES


Maria Manuela Cruzeiro, Maria Eugénia Varela Gomes Contra Ventos e Marés, Porto, Companhia das Letras, 2003


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RUI LUIS GOMES


Centro de Matemática da Universidade do Porto, Inventário do Material Recolhido para a Exposição Documental de Homenagem ao Professor Ruy Luís Gomes, 5 de Dezembro de 2002


Virgínia Moura / José Morgado, “Na Morte do Prof. Ruy Luis Gomes. Abril Vencerá”, Avante!, 8/11/1994; 15/11/1994


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SOEIRO PEREIRA GOMES


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Vítor Viçoso "Engrenagem de Soeiro Pereira Gomes e o neo-realismo literário português nos anos 40", Vértice, 93 - Jan/Fev 2000

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BENTO GONÇALVES


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Bento Gonçalves, Dirigente Proletário, Porto, Opinião. 1976.

[Dados biogrâficos e artigos da imprensa operária sobre Bento Gonçalves]


João Borda, Artigo sobre Bento Goncalves, Correio do Planalto, 19, 30/8/1975


J.M. Costa Feijão, "Bento Gonçalves e o reformismo", O Militante, Ano 71, Série IV, 263, Março/Abril 2003


J.M. Costa Feijão, "Bento Gonçalves e as derivas sindicais" . O Militante, 267, Novembro-Dezembro 2003


Bento Gonçalves, Palavras Necessárias (Elementos para a História do Movimento Operário Português), 1969


Bento Gonçalves, Duas Palavras, PCP, 1971


Bento Gonçalves, Palavras Necessárias - A vida proletária em Portugal de 1872 a 1927, Porto, Virgínia Moura, 1973


Bento Gonçalves, Palavras Necessárias - A vida proletária em Portugal de 1872 a 1927, Porto, 1974


Bento Gonçalves, Escritos (1927 - 1930), Lisboa, Seara Nova, 1976


Bento Gonçalves, [ Introdução, recolha e bibliografia de Alberto Vilaça] , Inéditos e Testemunhos. Lisboa, Edições Avante!, 2003


Bento Gonçalves / Álvaro Cunhal / Sérgio Vilarigues, O PCP e o VII Congresso da Internacional Comunista, Lisboa, Edições Avante!, 1985


José Enes Gonçalves, (Org. e Coord.), Bento Gonçalves. Uma Vida. Um Combate, Montalegre, Câmara Municipal de Montalegre, 2000


Fernando Guerreiro, “Bento Gonçalves, o P.C.P. e a questão das alianças na luta anti-fascista dos anos 30 em Portugal”, Seara Nova, Março de 1975.

[Análise de posição do PCP e de Bento Gonçalves quanto â necessidade de uma política de alianças com os anarquistas e os republicanos.]


Abílio Alves Lima, Artigo sobre Bento Gonçalves, 0 Eco do Arsenal, 3º série, Dezembro de 1974


Lives Given to Freedom: Dedications to Communist Fighters, Moscovo, Nauka Publishing House- Department of Oriental literature, 1966

[Inclui biografia `heróica” de Bento Gonçalves.]


Francisco Miguel, Artigo sobre Bento GonçaIves, Correio do Planalto, n" 19. 30/8/1975


João Arsénio Nunes, Artigos "Bento Gonçalves", em Maria Filomena Mónica / António Barreto (dir.), Dicionário de História de Portugal (Suplemento) , Livraria Figueirinhas, Porto, 1999/2000


João Arsénio Nunes, “Bento Gonçalves”, em Aldo Agosti, (dir.), Enciclopedia della Sinistra Europea nel XX Secolo , Roma, Editori Riuniti, 2000


José Pacheco Pereira, “As ""Duas Palavras"" de Bento Gonçalves”, Diário de Notícias, 8/1/1980


José Pacheco Pereira, “Bento Gonçalves revisitado”, Diário de Notícias, 11/12/79


Pedro Soares, “Bento Gonçalves, organizador do Partido”, Os Comunistas - Bento Gonçalves, Porto, A Opinião, 1976

[Antologia de e sobre B. Gonçalves, incluindo o artigo de Pedro Soares publicado clandestinamente no 50º aniversário do PCP.]


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FIRMINIANO CANSADO GONÇALVES


Cansado Gonçalves, A Traição de Salazar , Lisboa, Iniciativas Editoriais, 1974


Fernando Rosas, “Apontamentos duma entrevista com Firmiano Cansado Gonçalves (Maio de 1983)”, Estudos sobre o Comunismo, 0, Julho de 1983


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ORLANDO GONÇALVES


Orlando César, Uma vida vigiada, Fevereiro de 2001

[Sobre Orlando Gonçalves.]


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POLICARPO MARCELINO GONÇALVES


Policarpo Marcelino Gonçalves, Alguns Apontamentos sobre as Recordações da Minha Vida, Pemes, 1997


[José Pacheco Pereira], “Policarpo Marcelino Gonçalves”, Estudos sobre o Comunismo


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ANTÓNIO GOUVEIA


António Gouveia, José Gouveia, Meu Irmâo



Quem É António Gouveia?


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JOSÉ GOUVEIA


António Gouveia, José Gouveia, Meu Irmâo



José Augusto Gouveia Resenha Biográfica


Manuel Veiga / Eduardo Baptista, (Coord.), José Gouveia na alvorada do poder local, Loures, Câmara Municipal de Loures, 1999


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ANTÓNIO GRAÇA


António Silva Graça, Viagem ao Fim da História, Porto, Asa, 1995


(João Tunes), "Em Memória do António Graça", Bota Acima. Blogue de João Tunes,15/4/2004

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FERNANDO LOPES GRAÇA


Carlos Santarém Andrade, "Fernando Lopes-Graça e Coimbra", Vértice, 444-5, Set-Dez 1981


Mário Vieira de Carvalho, O Essencial sobre Fernando Lopes-Graça, Lisboa, INCM, 1988


Teresa Cascudo, Fernando Lopes - Graça. Catálogo do Espólio Musical, Cascais, Câmara Municipal de Cascais, 1997


Leonor Lains, "Fernando Lopes Graça", Vidas Lusófonas


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JÚLIO GRAÇA


Júlio Graça, Operários falam - O trabalho e a vida, Lisboa Iniciativas Editoriais 1973


Júlio Graça, Histórias da Prisão, Lisboa, Iniciativas Editoriais,1975


Júlio Graça Vida e Obra. Exposição Documental, Setembro 2003


Maria do Sameiro Pedro, Um Escritor Em Alhandra Apontamentos Sobre A Obra De Júlio Graça


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RUI GRÁCIO


Rui Grácio, “Contestação estudantil: as propinas. 1. Crónicas dos anos quarenta”, O Jornal, 13-19/2/1987


Rui Grácio, “Contestação estudantil: o 40900”. 2. Crónicas dos anos cinquenta”, O Jornal, 20-26/2/1987


Rui Grácio, Obra Completa, , Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1995


"Rui Grácio: uma pedagogia da emancipação", Instituto de Inovação Educacional


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JOSÉ GREGÓRIO


"O 18 de Janeiro de 1934 na Marinha Grande - jornada heróica do proletariado ", Avante! , 17 de Janeiro de 1975.

[Vários artigos com depoimentos de participantes e uma biografia de J. Gregório.]


José Gregório, Sobre a Associação e o Movimento do Operariado Vidreiro, Lisboa, 1975

[Reedição do texto de J. Gregório sobre as lutas dos vidreiros da Marinha Grande, com elementos imprescindiveis para o estudo do 18 de Janeiro.]


José Gregôrio, “0 trabalho de Imprensa e Propaganda em 1947”, Avante!, Suplemento, 4/6/1981


[Relatorio apresentado à reunião do CC.. Junho 1947.]


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MATEUS DA SILVA GREGÓRIO


Mateus da Silva Gregório, Caderno dum resistente, Portimão, Edição do Autor, 1992


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MANUEL GUEDES


Manuel Guedes. Tarefas de Organização, Edição da OCMLP, s.d.


Manuel Guedes, El Paseo. Memórias dum Preso Politico Portugues na Cadeia de Caceres Durante a Guerra Civil de Espanha, Lisboa, Edições Sociais, s.d.


Manuel Guedes, “Experiências da luta juvenil”, Juventude, 35, Novembro de 1978


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ÁLVARO GUERRA


Álvaro Guerra . Exposição Razões e Liberdade, Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, 2004


Álvaro Guerra, Do General ao cabo mais ocidental, Lisboa, Edições Afrodite, 1976


Álvaro Guerra, Reflexões sobre a China ou as atribulações de um ocidental no Oriente, Lisboa, Perspectivas e Realidade, 1976


Álvaro Guerra, Café República. Folhetim do Mundo Vivido em Vila Velha (1914-1945), Lisboa, D.Quixote, 1997


Álvaro Guerra, Café Central. Folhetim do Mundo Vivido em Vila Velha (1945 - 1974), Lisboa, D.Quixote, 1998


Álvaro Guerra, Café 25 de Abril (As Ruínas). Folhetim do Mundo Vivido em Vila Velha, Lisboa, D.Quixote, 1998


Álvaro Guerra, Razões de Coração, Porto, Público, 2002


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ANTÓNIO GUERRA


Hermínio de Freitas Nunes Alvorada de Esperança. Notas Biográficas. Apontamentos para a História do 18 de Janeiro de 1934, Marinha Grande, 1999


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EMÍDIO GUERREIRO


António Melo, "Emídio Guerreiro." (Entrevista), Público, 5/9/2004


Rui Perdigão, “As Relações do PCP com Dois Eminentes Anti-Fascistas: Emidio Guerreiro e Manuel Valadares”, Nova Renascença, 45-47, 1992


Testemunhas do Século Português - Emídio Guerreiro, 99 anos, sonhador da liberdade


A. Encarnação Viegas, Emídio Guerreiro. Uma vida pela Liberdade, Lisboa, Editorial Noticias, 1998


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FRANCISCO GUERREIRO


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Francisco Guerreiro, Pequena Monografia de Pechão, Algarve em Foco Editora, Faro, 1988


(José Pacheco Pereira), Notas Biográficas – Francisco Guerreiro, Estudos sobre o Comunismo, 10/5/2004


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VLADIMIRO GUINOT


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FERNANDO GUSMÃO


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JOÃO HONRADO


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PALMA INÁCIO


João Madeira / Luis Farinha , "Duas fugas. Entrevista corn Palma Inácio", História, 28, Setembro 2000


“Palma Inácio, o guerrilheiro romântico. “Lutávamos contra o medo que paralisava os portugueses”, Jornal de Notícias, 27/9/1988


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CARLOS ABOIM INGLÊS


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MARIA ISABEL ABOIM INGLÊS


São José Almeida, "A história e as estórias de Maria Isabel Hahnemann Saavedra de Aboim Inglez", Público, 26 e 27/12/2004


Maria Isabel Aboim Inglês. Amadora - Junta de Freguesia de Alfornelos - Toponímia

[Extracto de um artigo publicado no Jornal O Diário em 1984 cujos autores são Isabel César Anjo e Alberto Pedroso.]


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MANUEL DENIZ JACINTO


Manuel Deniz Jacinto, Entrevista ao Jornal de Coimbra, 261,23/9/1992


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JOAQUIM PIRES JORGE


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Joaquim Pires Jorge, Com Uma Imensa Alegria. Notas Autobiográficas, Lisboa, Edições Avante!, 1984


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MARIA LAMAS


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[A entrevistada é filha de Maria Lamas, sobre a qual é a entrevista. Texto transcrito em História e Ciência.]


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Eugénio Monteiro Ferreira (Introdução e notas), Cartas de Maria Lamas, Porto, Companhia das Letras, 2004


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MANUEL RODRIGUES LAPA


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Rodrigues Lapa, "A Liberdade tem muito que se lhe diga",Jomal Bairrada Popular, Outubro de 1976


Manuel Rodrigues Lapa, As minhas razões. Memórias de um idealista que quis endireitar o mundo, Coimbra, Coimbra Editora, 1983


Maria Alegria Marques / Ana Paula Figueira Santos / Nuno Rosmaninho / Antonio Breda Carvalho / Rui Godinho (Seleccao, organização e introdução de) Correspondência de Rodrigues Lapa/Selecção (1929-1985), Coimbra, Minerva, 1997


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LINO LIMA


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[Notas biográficas sobre António Pereira Lopes.]


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ANTÓNIO DIAS LOURENÇO


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António Dias Lourenço, ”Um arame e meia faca gazuas da liberdade",Avante!, 6/5/1981

[Relato da fuga de Peniche a 18/12/1954.]


António Dias Lourenço, “Se fores preso , camarada ... “ Revista Internacional 1 (115) Janeiro 1984


António Dias Lourenço, Saudades ...Não Têm Conto! Cartas da Prisão para o meu Filho Tóino, Lisboa, Edições Avante!, 2004


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António Macedo, Na outra margem de Abril. Pequenas histórias de grandes homens. Lisboa, Cadernos O Jornal, 1988


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MARIA MACHADO


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AIDA MAGRO


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JOSÉ MAGRO


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MARIA MANUELA CONCEIÇÃO MARGARIDO


"Maria Manuela Conceição Carvalho Margarido", Faces de Eva, 9, 2003
[Depoimento autobiográfico]


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ANTÓNIO MARIA MARQUES


Vanessa de Almeida, "António Maria Marques e a História Operária do Barreiro", Estudos sobre o Comunismo, 1/2/2004

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J. A. SILVA MARQUES


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[Relato da fuga de Jorge Araujo e Silva Marques em 1962]


J. A. da Silva Marques, 0 PCP Vista por dentro. Relatos da Clandestinidade, Jorna! Expresso, Lisboa, 1976


[Dados sobre a acção do PCP desde o inicio dos anos 40, embora a análise seja mais detalhada ao incidir nos anos 50-60 período em que o autor foi funcionário do PCP.]


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FERNANDO DE BRITO MATEUS


Fernando de Brito Mateus, Há sempre alguém que resiste..., Cova da Piedade. Edição da Junta de Freguesia da Cova da Piedade, 2001


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CONCEIÇÃO MATOS


Maria João Oliveira, "Conceição Matos - A memória incólume", Público, 5/3/2005

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JOAQUIM MATOS

"Joaquim Matos", Projecto Vercial


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NORTON DE MATOS

Fernando Rosas (com Amilcar Braga, Alexandre Reis e Daniel de Melo), Uma oposição indomada e indomável - a campanha eleitoral do general Norton de Matos - 1948/49, catálogo da Exposição inaugurada na Biblioteca-Museu República e Resistência da C. M. de Lisboa a 12/10/1993, Lisboa, .B.M.R.R./C.M.L., 1993


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AMÂNDIO DE SENA CUNHAL DE MELO


[José Pacheco Pereira], “Amândio de Sena Cunhal de Melo ”, Estudos sobre o Comunismo, 15/11/2003


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MANUEL DA COSTA E MELO


Manuel da Costa e Melo, Duas Datas uma Causa, Aveiro, 1969~


Manuel da Costa e Melo, "O génio manhoso de Salazar", Diário de Notícias, 5/5/1985


Manuel da Costa e Melo, Memórias Cívicas: 1913-1983, Coimbra
Almedina 1988


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ADELINO MENDES


Casimiro Simões, "Da serra da Lousã à Serra Maestra", Grande Reportagem, 21/8/2004

[Biografia de Adelino Mendes, participante na revolta dos marinheiros de 1936, exilado, e depois activo na revolução cubana.]


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MANUEL MENDES


Colecção Manuel Mendes, Lisboa, Fundação Mário Soares, 2001


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ARNALDO MESQUITA


Arnaldo Mesquita, As Duas Vozes, Lisboa, Edições Avante!, 2003

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JOSÉ RODRIGUES MIGUÉIS


O Espólio Não Cai Do Céu, em Onésimo Teotónio Almeida, Que nome é esse, ó Nézimo? E outros advérbios de dúvida, Lisboa, Edições Salamandra, 1994

Onésimo Teotónio Almeida (Coord.), José Rodrigues Miguéis. Lisboa em Manhattan, Lisboa, Editorial Estampa, 2001


Jorge Borges de Macedo, "Sérgio contra Miguéis", Semanário, 3/12/1983


Teresa Martins Marques, "Camila Miguéis, Cem anos. Uma testemunha do século", Jornal de Letras, 21/1/2004


José Rodrigues Miguéis, Aforismos e desaforismos de Aparício, Lisboa, Editorial Estampa, 1996


Mário Neves, José Rodrigues Miguéis. Vida e Obra, Caminho, Lisboa, 1990

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FRANCISCO MIGUEL


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Francisco Miguel, Uma Vida na Revoluçâo, Porte, Edições Opiniâo. 1977


Francisco Miguel, “Acerca da Juventude Comunista”, Juventude, nº 29, 1978


Francisco Miguel, Das Prisões a Liberdade, Lisboa, Avante!, 1986


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INÁCIO MINISTRO


[José Pacheco Pereira], “ Inácio Ministro”, Estudos sobre o Comunismo 29/7/2003


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DINIS MIRANDA


Rosa Asneiros, Resistência, Lisboa, Dom Quixote, 2004


[Obra de ficção sobre a resistência comunista com referências a Dinis Miranda]


"Bom dia Dinis Miranda", Avante!, 2/6/1999

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SACUNTALA DE MIRANDA


Sacuntala de Miranda, Memórias de um Peão nos combates pela liberdade, Lisboa, Edições Salamandra, 2003


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JOSÉ FERREIRA MONTE


Arquimedes da Silva Santos, “José Ferreira Monte. Lembrança de um Poeta Militante”, Vertice, 464-465, Janeiro-Abril de 1985


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MARIA PALMIRA TITO DE MORAIS


Biblioteca Museu República e Resistência, Maria Palmira Tito de Morais, Lisboa, Biblioteca Museu República e Resistência, 2001


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JOSÉ MORGADO


J. Almeida / A. Machiavelo, José Morgado: in memoriam


Cecília Costa, Matemática e Cidadania – a figura ímpar de José Morgado Júnior


"A perda dos nossos colegas: J. Morgado e P. Abrantes", Gazeta da Matemática, 146, Janeiro 2004

[Depoimentos sobre a vida e obra de José Morgado.]


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CAMILO MORTÁGUA


Camilo Mortágua, “Há 20 anos! Um guarda da PSP fez abortar a maior operação da LUAR!” (Entrevista), Jornal de Notícias, 27/9/1988


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FERNANDO MOUGA


Fernando Mouga, Janela da Memória (gente, bichos, factos e outras coisas que tecem a vida e á vida chegaram nas voltas do mundo), V.N Famalicão, Ed. do Autor, 1996


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VIRGÍNIA MOURA


Virgínia Moura, Mulher de Abril. Álbum de memórias,. Lisboa, Edições Avante!, 1966


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MÁRIO MURTEIRA


Mário Murteira, Economista Acidental (e voador frequente)


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JOAQUIM NAMORADO


João Carreira Bom / Maria José Mauterrin(entrevista de), “Joaquim Namorado: "Estaline só é Problema para os Anticomunistas"“, Expresso, 24/4/1982


Mário Dionísio, “Homenagem a Joaquim Namorado”, Diário de Lisboa, 31 de Janeiro de 1983


Mário Dionísio, “Memória do Joaquim”, Jornal de Letras , 5 de Janeiro de 1987


Incomodidade Necessária, CM de Coimbra, Coimbra, 1991

[Depoimentos de Alexandre Babo, Armando Bacelar, Armando Castro, Ivo Cortesäo, Fernando Piteira Santos, e Antonio José Soares.]


(Museu do Neo-Realismo), Joaquim Namorado - Arte e intervençao - 1941 -50 Anos Depois, Vila Franca de Xira, 1993


Joaquim Namorado,“Só a ortodoxia é uma aventura”, O Jornal, 4/2/1983


Joaquim Namorado, Obras. Ensaios e Críticas. 1. Uma Poética da Cultura, Organizacão, prefácio e notas de Antonio Pedro Pita, Lisboa, Editorial Caminho, 1994

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RAIMUNDO NARCISO


(Raimundo Narciso), “Nascer em 2004 e nascer na clandestinidade”, Memórias, 17/6/2004


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(Raimundo Narciso), “Carta da Sibéria para Nova York. Em... 1933”, Memória, 18/9/2004


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ULPIANO NASCIMENTO


António Mendonça / Carlos Bastien / Elivan Ribeiro “Entrevista com Ulpiano Nascimento”, Vértice , 25, Abril 1990


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ANTÓNIO MODESTO NAVARRO


António Modesto Navarro, Prisão e Isolamento em Caxias, Lisboa, Editorial Avante!, 2004


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NUNO TEIXEIRA NEVES


Nuno Teixeira das Neves, “Contra a Estreiteza Preponderante na Memória das Lutas Académicas”, Jornal de Noticias, 8/4/1984


Nuno Teixeira Neves, Por Um Novo Príncipe com Orelhas de Burro, Porto, Edições Afrontamento, 1989


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ORLANDO NEVES


Orlando Neves, Volume Primeiro. Os Factos, Lamego, Matéria Escrita, 2004


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ALDA NOGUEIRA


Movimento Democrático de Mulheres,Maria Alda Nogueira. Uma mulher, uma vida, uma história de amor, Lisboa, MDM, 1987


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ALBANO NUNES


Albano Nunes, Entrevista a Juventude, 11, Abril, 1981

[Sobre a luta estudantil na decada de 60.]


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ADRIANO CORREIA DE OLIVEIRA


Manuel Reis, Adriano, presente , V. N. Gaia,Editora Ausência, 1999


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ÁLVARO VEIGA DE OLIVEIRA


Álvaro Veiga de Oliveira, As Cercas , Lisboa, Quetzal, 1998


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CARLOS OLIVEIRA


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CÉSAR OLIVEIRA


César Oliveira, Os anos decisivos. Portugal 1962-1985. Um testemunho. Lisboa, Editorial Presença, 1993


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FRANCISCO PAULA DE OLIVEIRA ("PAVEL")


Francisco Ferreira, "PaveI encontra-se em Lisboa', Jomal Novo, Novembro 1976


Francisco Ferreira, “Um alcaçarense na União Soviética", Portugal Socialista, n.° 48, de 2 de Juiho de 1975, 59, de 3 de Setembro do 1975, 69, de 5 de Novembro do 1975, 76, de 30 de Dezembro de 1975, 77, de 7 de Janeiro de 1976, 80, do 28 de Janeiro de 1976, e 81, do 4 de Fevereiro de 1976

[Dados sobre Pavel.]


João Arsénio Nunes, "Francisco de Paula Oliveira Junior", em Fernando Rosas / J.M.Brandão de Brito (dir.), Dicionário de História do Estado Novo , Lisboa, Círculo de Leitores, 1996


Edmundo Pedro, "O " inimigo do Povo", Jornal Novo, 23 de Novembro de 1976


Porfírio Alves Pires ,”Pável: o homem, "o monstro" e o mito”, Diário de Lisboa, 14/11/1988


Paulo Freitas (entrevista de), “Francisco Paula de Oliveira (Pavel): A Vontade
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JORGE DELGADO OLIVEIRA


Jorge A. Delgado Oliveira, “Carta”, História, 19, AbrIL 1996


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JOSÉ GILBERTO FLORINDO OLIVEIRA


José Gilberto Florindo Oliveira, Entrevista ao Diário de Lisboa de 28, 29, 30 o 31 de Maio do 1974


José Gilberto Florindo Oliveira Memória Viva do Tarrafal, Lisboa, Edições Avante , 1987


José Gilberto Florindo Oliveira,”Pondo os pontos nos ii “, O Diário, 3/5/1988


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MÁRIO PAIS DE OLIVEIRA


Mário Pais de Oliveira, Cartas da prisão, Lisboa, Iniciativas Editoriais, 1975


Mário de Oliveira, Creio na Revolução, Lisboa, Ulmeiro, 1977

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BIBLIOGRAFIA SISTEMÁTICA SOBRE O PCP, OS MOVIMENTOS COMUNISTAS E RADICAIS E A OPOSIÇÃO POLÍTICA E SOCIAL ATÉ 25 DE ABRIL DE 1974 (Em organização) - III PARTE

Secção: Bibliografia


III PARTE

BIOGRAFIAS (P-Z)



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LUIZ PACHECO


João Pedro George, Entrevista a Luiz Pacheco, Esplanar, Abril - Maio 2005


Luiz Pacheco, Pacheco versus Cesariny - Folhetim de Feição Epistolográfica, Lisboa, Editorial Estampa, 1974


Luiz Pacheco, Carta a Gonelha, Contraponto, 1977


Luiz Pacheco, Comunidade, 1985


Luiz Pacheco, Textos do Barro, Lisboa, Contraponto, 1982


Luiz Pacheco, Textos Locais, Contraponto


Luiz Pacheco, O Uivo do Coiote, Lisboa, Contraponto, 1992


Luiz Pacheco, Memorando , Mirabolando, Setúbal, Contraponto, 1995


Luiz Pacheco, Cartas na Mesa, Lisboa, Editorial Escritor, 1996


Luiz Pacheco, O Uivo do Coiote, Palmela, Contraponto, 1996


Luiz Pacheco, Prazo de Validade, Setúbal, Contraponto, 1998


Luiz Pacheco, Uma Admirável Droga, Coimbra, Quarteto Editora, 2001


Luiz Pacheco, Mano Forte , Lisboa, Livraria Alexandria, 2002

[Correspondência com António José Forte.]


Luiz Pacheco, Diário Remendado 1971-1975, Lisboa, Dom Quixote, 2005


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ADOLFO PAlS


Edmundo Pedro, “Na morte de um grande militante socialisla e antifascista, Carta Póstuma a Adolto Pais", Acçâo Socialista, 9 de Outubro de 1980


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MARIA ANTÓNIA PALLA


Maria Antónia Fiadeiro, "Maria Antónia Palla, feminista e jornalista (Notas para uma biografia)", Faces de Eva, 12, 2004


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CARLOS PAREDES


Mário Correia, Carlos Paredes: Uma guitarra em movimento perpétuo, Vila Nova de Gaia, Edição Sons da Terra, 2000


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OCTÁVIO PATO


Conversando com Octávio Pato, Edicão da SIP do PCP, Junho do 1976


Octávio Pato,"Experiências da Luta Juvenil Antifascista", Juventude, 33, Julho de 1978


Octávio Pato, “0 MUD Juvenil. Do Fim da Guerra a Campanha de Humberto Delgado",
Juventude, 11, Abril de 1981


(Octávio Pato), "Viagem com Octávio Pato através de seis décadas de luta", 0 Diário, 14/51981

[Entrevista sobre a exposição do 60.° Aniversáno do PCP]


Octávio Pato, "Os 50 anos do MUD Juvenil (Entrevista)", Avante!, 21/3/1996


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AIDA PAULO


Aida Paula, Com a certeza de quem quer vencer, Lisboa, Edições Sociais, 1974


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EDMUNDO PEDRO


João Pedro George, "Edmundo Pedro: entrevista", Esplanar, 18/4/2005


Edmundo Pedro, Entrevista a A Luta, 21/1/1977


Edmundo Pedro, 45 Anos de luta pela Democracia Sindical - Reflexões de um Militante, Lisboa, Fundação José Fontana. 1979.

[Para além das lembranças autobiográficas de E. Pedro. contém elementos sobre a actividade do PCP e da FJCP nos anos 30 e sobre a biografia e ideias politicas de José de Sousa.]


Edmundo Pedro, Entrevista ao Portugal Hoje, 18/1/1980


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MANUEL PEDRO


Manuel Pedro, Sonhos de Poeta, Vida de Revolucionário, Lisboa, Edições Avante, 2004


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RUI PERDIGÃO


Rui Perdigão, "Soeiro Pereira Gomes: um escritor na clandestinidade", Jornal de Letras, 68 1983


Rui Perdigão, “Testemunho sobre a Rádio Portugal Livre”, Estudos Sobre o Comunismo


Rui Perdigão, O PCP Visto por Dentro e por Fora, Fragmentos, Lisboa, 1988


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FRANCISCO PIMENTEL


Inês Pimentel, Entrevistado Francisco Pimentel


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JOÃO SARMENTO PIMENTEL


Norberto Lopes, Sarmento Pimentel ou uma Geração Traída (Diátogos de ... com o autor das Memorias do Capitão), Llsboa, Editorial Aster, 1977


João Sarmento Pimentel, Memórias do Capitão, Porto, Editorial Inova, 1974


António José Queirós, "Documentos inéditos para a História Contemporânea de Portugal - Correspondência entre Álvaro Cunhal e Sarmento Pimentel", Jornal de Vila Meã, 53, Novembro 2003


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PATRICIA MCGOWAN PINHEIRO


Patrícia McGowan Pinheiro, Misérias do Exílio: os últimos meses de Humberto Delgado , Lisboa, Contra Regra, 1998


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CARLOS PIRES


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[Depoimentos de Alice Capela, Carlos Pires, Veríssima Rodrigues e Maria Machado.]


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JOSÉ CARDOSO PIRES


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Eunice Cabral, José Cardoso Pires Representações do Mundo Social na Ficção (1958-82), Lisboa, Cosmos, 1999


Antonio Gil,, 0 Drama da Praia do Guincho. Testemunho do Cabo Gil, Lisboa, A Regra dojogo, 1984


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Rogério Rodrigues, “A verdade por detrás do `best-seller' (`Balada da Praia dos Cães')”, O Jornal,Julho de 1983.


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Pomar Autobiografia, Lisboa, Assírio e Alvim, 2004


Pomar XVI Desenhos Com um Texto de Mário Dionísio + Desenhos da Prisão e Outros Inéditos, Artemágica, 2004


Júlio Pomar, Da Cegueira dos Pintores, Lisboa INCM 1986


Júlio Pomar, Desenhos para Guerra e Paz de Tolstoi, Lisboa Arte Mágica Editores 2003


Mário Soares / Maria de Lurdes Ferreira / Júlio Pomar, Júlio Pomar - Obra Gráfica, Lisboa, Fundação Mário Soares, 1999


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[Depoimentos de Alice Capela, Carlos Pires, Veríssima Rodrigues e Maria Machado.]


Maria Machado, Notas sobre a minha vida na Clandestinidade, 7 de Outubro de 2003, Memórias


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BENTO QUARESMA


Testemunhas do Século Português - Bento Quaresma, 80 anos, trabalhador rural de Aldeia Nova de S. Bento


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FERNANDO QUEIROGA


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JOSÉ RABAÇA


Maria Manuel Rabaça, Recordando José Rabaça 1926 - 1998, Carnaxide Edeline, 2004


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ANASTÁCIO RAMOS


José da Silva, Anastácio Ramos (Um Operário com História) , Edição do Autor, 1958


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MOISÉS DA SILVA RAMOS


João Freire, "Moisés Ramos: um sonhador com os pés na terra", Singularidades, Nº 17, Maio 2001


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LUIS FRANCISCO REBELO


Luiz Francisco Rebello, O Passado na Minha Frente, Lisboa, Parceria António Maria Pereira, 2004


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ALVES REDOL


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C. M. de Vila Franca de Xira / Comissão Nacional para as Comemorações de 50 Anos de "Gaibéus" / Fundação Calouste Gulbenkian, Exposição "Gaibéus", Lisboa, 1989


Garcez da Silva, Alves Redol e o Grupo Neo-Realista de Vila Franca, Lisboa, Editorial Caminho, 1990


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JOSÉ RÉGIO


José Régio, Páginas do diário íntimo, Lisboa, Círculo de Leitores, 1994


Antonio Ventura, "Régio-Cunhal: Uma Polémica Esquecida", Grande Reportagem, 6, 11 do Janeiro de 1985


António Ventura, “As ideias política e a intervenção cívica de José Régio” Revista de História das Ideias, V. 16, 1994


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RAÚL REGO


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MANUEL REIS


Currriculum Manuel Reis


Manuel Reis


Manuel Reis, Não Apaguem as Luzes !, Aveiro, Estante Editora, 1989


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MANUELA CÂNCIO REIS


Manuela Câncio Reis, Eles Vieram de Madrugada: Cartas para a Clandestinidade a Soeiro Pereira Gomes, Lisboa, Editorial Caminho, 1981


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MARIA JOSÉ RIBEIRO


Maria José Ribeiro, “Os medos e os sonhos que os anulam”, O Diário 17/2/90

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MILITAO RIBEIRO


“MiIitão Ribeiro a vida dada pela liberdade nos cárceres do fascismo", Avante!, 10/1/1981

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MANUEL RIBEIRO


Cecília Barreira,”A Catedral de Manuel Ribeiro”, Diário de Lisboa, 11/9/1981


A Lopes de Oliveira,"Manuel Ribeiro vem ai o centenário", Diário Popular, 21 de Agosto do 1978


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ROGÉRIO RIBEIRO


António Borges Coelho /, Vasco Magalhães-Vilhena / Rogério Ribeiro, (Mesa-Redonda), “0 "Avante!" - Orgão da Imprensa Livre e Expressão da Cultura Proletária”, Avante!, 13/2/1975


Sarah Adamopoulos, Entrevista a Rogério Ribeiro, Espuma dos Dias, 2/3/2005


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SÉRGIO RIBEIRO


Sérgio Ribeiro, Porque vivi e quero contar, Lisboa, Prelo Editora / Editorial Estampa, 1983


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DALILA ROCHA


Julio Gago, (Coord.) Dalila Rocha. Homenagem 45º Aniversário da sua Estreia e do 1º Aniversário da sua estreia e do 1º Espectáculo do TEP, Porto, Fundação Eng. António de Almeida, 1998


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PEDRO ROCHA


Varela Gomes, "Memórias da Guerra de Espanha - A derrota", Diário de Lisboa, 9/10/1983;10/10/1983


Varela Gomes, Guerra de Espanha - Achegas ao Redor da Participação Portuguesa, Lisboa, Cadernos Versus, 1987


António Moreira,” Pedro Baptista da Rocha e a oposição nos campos de batalha em Espanha “, Diário de Notícias, 6/3/1987


Pedro Rocha, “Para a história da oposição antifascista – O que foi o “Plano Lusitânia”, Diário de Lisboa, 14/5/1984


Pedro Rocha, Escrito com Paixão , Lisboa, Caminho, 1991


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ARMINDO RODRIGUES


Armindo Rodrigues, Autobiografia sucinta, 0 Poeta Perguntador, Caminho, Lisboa, 1979


Armindo Rodrigues, Um Poeta Recorda-se - Memórias de Uma Vida, Lisboa, Edições Cosmos, 1998


Centenário do Nascimento de Armindo Rodrigues 1904-2004. "Voz Arremessada ao Caminho", Museu do Neo-Realismo, 2004


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CALDEIRA RODRIGUES


São José Almeida, “Caldeira Rodrigues, Um Engenheiro da liberdade”, Público, 31/12/2004


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FRANCISCO MARTINS RODRIGUES


São José Almeida, "O rádio está avariado", Público, 18/4/2004

[Depoimento de Francisco Martins Rodrigues sobre a sua prisão.]


Carlos Morais entrevista Francisco Martins Rodrigues


(Francisco Martins Rodrigues), “A Unidade em 1944/49 - Uma Experiência Actual”, Revolução Popular (n.° 5, Juiho de 1965), Edicão Completa 1964-65 (fac-simile), Lisboa, Voz do Povo,s.d.


(Francisco Martins Rodrigues), “Os Comunistas e a questão colonial (I). Combater o chauvinismo imperialista e a base durna efectiva solidariedade aos povos das colónias”, Revolução Popular (n.° 6, Dezembro de 1965), Edição Completa 1964-65 (fac-simile), Lisboa, Voz do Povo,s.d.


Francisco Martins Rodrigues, Elementos para a História do Movimento Operário Português, sl., s.d.


Francisco Martins Rodrigues, Defesa no Tribunal Plenário (Maio de 1970), s.l. Socorro Vermelho Português, 1970


Francisco Martins Rodrigues, Anti-Dimitrov 1935-1985 Meio Século de Derrotas da Revolução, Lisboa, 1985


Francisco Martins Rodrigues, Entrevista a Tal e Qual, 22/2/85


Francisco Martins Rodrigues (Coord.). O futuro era agora: o movimento popular do 25 de Abril , Lisboa, Dinossauro, 1994


Francisco Martins Rodrigues, Abril Traído, Lisboa, Edições Dinossauro, 1999


Francisco Martins Rodrigues (Org.), Marx no seu tempo, Lisboa, Edições Dinossauro, 2001


Francisco Martins Rodrigues, O comunismo que aí vem, Compostela, Abrente Editora, 2004


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MIGUEL URBANO RODRIGUES


Miguel Urbano Rodrigues, Da Resistência à Revolução (1963-1975), Lisboa. Avante!., 1975


Miguel Urbano Rodrigues, O tempo e o espaço em que vivi. I - Procurando o caminho, Porto, Campo das Letras, 2002


Miguel Urbano Rodrigues, O Tempo e o espaço em que Vivi. II - Revolução e Contra-Revolução na América Latina, Porto, Campo das Letras, 2004


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URBANO TAVARES RODRIGUES


José da Cruz Santos (Coordenação) , Urbano Tavares Rodrigues 50 Anos de Vida Literária, Porto, Edições Asa, 2003


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VERÍSSIMA RODRIGUES


«Jovens tipógrafos clandestinos», Avante!, 12/2/81


[Depoimentos de Alice Capela, Carlos Pires, Veríssima Rodrigues e Maria Machado.]


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JOSÉ MARIA DO ROSÁRIO


José Maria do Rosário,” O 25 de Abril trouxe-me outra alegria na vida "" (Entrevista)", Diário, 25/4/1987


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MANUEL TEIXEIRA RUELA


Manuel Sertório, "Manuel T. Ruela, marxista-Ieninista", Cadernos Círculo de Iniciativa Politica, Dezembro de 1973


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MIGUEL WAGER RUSSELL


Miguel Wager Russell, Recordaçôes dos Tempos Difíceis, Avante!, Lisboa, 1976


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VICTOR DE SÁ


Centro de História da Universidade do Porto, Organização Estudos de História Contemporânea Portuguesa . Homenagem ao Professor Vitor Sá, Lisboa Livros Horizonte., 1991


[José Pacheco Pereira], Notas biográficas - Joaquim Victor Batista Gomes de Sá


Henrique Barreto Nunes / Manuela Barreto Nunes, Victor de Sá : Um Homem na História / Bibliografia de Victor de Sá, Braga, Biblioteca Pública de Braga - Universidade do Minho, 1991


Victor de Sá, Perspectivas do Século XIX, Lisboa, Portugal Editora, 1964


Victor de Sá, Fascismo no Quotidiano, Lisboa, Veja, 1989


Victor de Sá, Legenda para uma memória, Braga, Biblioteca Pública de Braga, 2001


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FRANCISCO DUARTE SACAVÉM


[José Pacheco Pereira], “Francisco Duarte Sacavém”, Estudos sobre o Comunismo


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MÁRIO SACRAMENTO


Mário Sacramento, Diário, Porto, Limiar. 1975


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ABEL SALAZAR


Casa Museu Abel Salazar


Antonio Coimbra, “A carreira universitária de Abel Salazar”, Afinidades, 1, II série, Janeiro-Junho 2005


Norberto Ferreira da Cunha, (Ed.), Obras de Abel Salazar. Antologia, Porto, Lello, 1999


Antonio Pedro Pita (organizador), “Cartas de Abel Satazar a Ruy Luis Gomes”, Afinidades, 1, II série, Janeiro-Junho 2005


Carlos Vieira Reis, “Abel Salazar”, Vidas Lusófonas


Ramiro Teixeira, “Breve sinopse historico-cultural ao redor de Abel Salazar, desde a sua vida activa até à morte”, Afinidades, 1, II série, Janeiro-Junho 2005


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Capitão ALMEIDA SANTOS


“A tragédia da praia do Guincho- Um revolucionário que enlouqueceu foi morto pelos companheiros”, Jornal de Notícias, 27/9/1988


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ARQUIMEDES DA SILVA SANTOS


José Carlos Abrantes, "À conversa com ... Arquimedes Santos. Entrevista de ..." Noesis, 55, Jul/Set 2000


Arquimedes da Silva Santos, “Carta à Redacção da Vértice”, Vértice, 452,, Janeiro-Fevereiro de 1983


Arquimedes da Silva Santos, “José Ferreira Monte. Lembrança de um Poeta Militante”, Vertice, 464-465, Janeiro-Abril de 1985


Arquimedes da Silva Santos, “Lembrando a Vértice de 1945”, Vértice, 3, Junho de 1988


Arquimedes da Silva Santos, Cantos Cativos. Poemas Coligidos: 1938-58, Porto, Campo das Letras, 2003

[Arquimedes da Silva Santos é um dos poetas da primeira geração neo-realista e foi militante da organização intelectual de Coimbra do PCP nos anos quarenta. Autor de vários poemas habitualmente recitados nos encontros oposicionistas antes do 25 de Abril.]


Arquimedes da Silva Santos,Caminhos de uma Vida, Grupo de Teatro Esteiros, 2001


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DAVID DOS SANTOS


David dos Santos,"Depoimento", Cadernos (Circulo de Iniciativa Polltica), 5, Dezembro de 1973


[Recordações da FJCP e do PCP]


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FERNANDO PITEIRA SANTOS


Fernando Piteira Santos - Português, Cidadão do Século XX, 2004


Maria Antónia Fiadeiro [Organização e coordenação ] , Fernando Piteira Santos , Português , Cidadão do Século XX , Porto , Campo das Letras , 2003


[ Com algumas excepções, é uma colecção de depoimentos testemunhais sobre Piteira Santos, muitas vezes repetitivos e com poucos factos novos . A passagem e as relações de Piteira Santos com o PCP, elemento seminal da sua biografia , são apenas afloradas . É verdade que os documentos do arquivo do PCP continuam indisponíveis e sem eles o “browderismo” de Piteira só pode ser “advinhado” por citações escassas e fora do contexto feitas por Cunhal . ]


João Mesquita, "O comunista íntimo", Grande Reportagem, 20/11/2004

[Sobre Fernando Piteira Santos.]


Mário Soares, Incursões Literárias, Lisboa, Círculo de Leitores, 2003

[Sucessão de retratos de várias figuras da literatura portuguesa, incluindo Piteira Santos, entre outros.]


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ARY DOS SANTOS


Alberto Bemfeita, Ary dos Santos. O Homem, o Poeta, o Publicitário, Lisboa, Caminho, 2003

[Fotobiografia de Ay dos Santos, um dos poetas emblemáticos do PCP no imediato 25 de Abril, embora já tivesse contactos com a oposição antes dessa data.]


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JOSÉ RIBEIRO DOS SANTOS


José Ribeiro dos Santos, Memórias da memória, Lisboa, Edições Rolim, 1986


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ANTÓNIO JOSÉ SARAIVA


João Aguiar, "Eu sou António José Saraiva", O País Magazine, 11/2/1982


Clara Ferreira Alves, "O Mestre Imperfeito", Expresso, 20/3/1993


Francisco Belard, "António José Saraiva , a expansão não nos serviu para nada", Expresso, 7/5/1983


Francisco Belard, "A Aventura de Pensar", Expresso, 20/3/1993


Carlos Câmara Leme, "António José Saraiva , Eu sou Israelita", Público/Fim de Semana, 1/2/1991


Carlos Câmara Leme / Isabel Coutinho,"Um Rebelde no Século", Público, 18/3/1993


Óscar Lopes, "Dor da Pátria" Expresso, 9/4/1993


Teresa Rita Lopes "A nobreza de não saber viver", Jornal de Letras, 23/3/1993


Eduardo Lourenço, "O iconoclasta do imaginário cultural", Expresso, 20/3/1993


Inês Pedrosa / Rui Rocha, "António José Saraiva - O progresso cria novas prisões", Expresso/Revista, 15/12/1990


Júlio Pinto "Não há mal em se continuar a tentar ser libertário", Diário Popular, 26 de Agosto de 1986


António José Saraiva, Maio e a Crise da Civilização Burguesa. s.l., Publicações Europa-América, 1970


António José Saraiva, Filhos de Saturno, Bertrand Editora, 1980


A[ntónio] J[osé] Saraiva, “0 Meu Afastamento”, Expresso, 22 de Maio de 1982


António José Saraiva, Cultura, Lisboa, Difusão Cultural, Colecção O Que É, 1993


António José Saraiva, A Tertúlia Ocidental, Lisboa, Gradiva, Cultura e História - Público, 1996


António José Saraiva, Para a História da Cultura em Portugal, Lisboa, Gradiva, Cultura e História - Público, 1996


António José Saraiva, Iniciação na Literatura Portuguesa, Gradiva, Cultura & História - Público, 1996


António José Saraiva, O Crepúsculo da Idade Média em Portugal, Gradiva, Cultura & História - Público, 1996


António José Saraiva, Estudos sobre a arte d'Os Lusíadas, Gradiva, Cultura & História - Público, 1996


António José Saraiva, Poesia e Drama, Gradiva, Cultura & História - Público, 1996


António José Saraiva, Uma Face Desconhecida. Poemas e Prosas (Organização de Maria Isabel Saraiva), Lisboa, Gradiva, 2003

[Poemas até agora inéditos, alguns de amor, escritos na fase mais ortodoxa de Saraiva, quando era a imagem visível do partido na luta pelo controle da Vértice.]


António José Saraiva, Crónicas, Lisboa, Quidnovi, 2004


António José Saraiva / Óscar Lopes; História da Literatura Portuguesa, Porto Editora


Vicente Jorge Silva, "Uma rosa para António", Público, 18 de Março de 1993


José Carlos de Vasconcelos, "António José Saraiva e Óscar Lopes , uma história na literatura...", Jornal de Letras, 17/4/1990

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ILÍDIO SARDOEIRA


"Ilídio Sardoeira", Amarante, 3, Maio 2001


Ilídio Sardoeira, “E Derrotas só Existem Aquelas que se Aceitam”,Vértice, 412-414, 1978


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JOSÉ AUGUSTO SEABRA


José Augusto Seabra, De Exílio em Exílio I - Resistências e Errâncias (1953-1963), Porto, Folio Edições, 2004


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ANTÓNIO SÉRGIO


Jacinto Baptista, Disse Chamar-se António Sérgio de Sousa ... Auto da Prisão , Inquirição e Desterro do Autor dos Ensaios em 1935, Lisboa, Caminho, 1992


Jorge Borges de Macedo, Significado e evolução das polémicas de António Sérgio”. Revista de História das Ideias, volume V, Tomo 1


Barahona Fernandes, "As pedras vivas" de António Sérgio”. Revista de História das Ideias, volume V, Tomo 1

Sérgio Campos Matos, “Os Diálogos de Doutrina Democrática”. Revista de História das Ideias, volume V, Tomo 1


Isabel Marnoto, António Sérgio: Claridades e Sombras”. Revista de História das Ideias, volume V, Tomo 1


Carlos Alberto Magalhães Gomes Mota, António Sérgio: a cultura a democracia e a educação


Miguel Baptista Pereira, O Neo-Iluminismo Filosófico de António Sérgio”. Revista de História das Ideias, volume V, Tomo 1


António Pita, Duas faces da Razão. António Sérgio e Jofre Amaral Nogueira”. Revista de História das Ideias, volume V, Tomo 1


Magalhães Vilhena, “O idealismo histórico-social de António Sérgio”. Revista de História das Ideias, volume V, Tomo 1


Vasco de Magalhães-Vilhena, "Em torno do idealismo histórico-social de António Sérgio", Revista de História das Ideias, 5(1), Coimbra,1983


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JAIME SERRA


Jaime Serra, ”Só na primeira prisão - tinha eu 16 anos - saí pela porta da frente”,Avante!, 1981


Jaime Serra, “As grandes greves operárias dos anos 40”, O Diário, 1982


Jaime Serra, “A revolta antes da convicção” (Entrevista), Diário de Notícias, 13/2/1999


Jaime Serra, Eles têm o Direito de Saber. Páginas da Luta Clandestina, Lisboa, Avante, 1999


Jaime Serra, As Explosões que Abalaram o Fascismo. O que Foi a Ara (Acção Revolucionária Armada), Lisboa, Avante, 1999


Jaime Serra, O Abalo do Poder. Do 25 de Abril de 1974 ao 25 de Novembro de 1975, Lisboa, Edições Avante, 2001


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ALBINO SERRANO


Albino Serrano,Caminhos da Resistência e da Esperança, Alcobaça, 1993


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MANUEL SERTÓRIO


Manuel Sertório, Entrevista a República, 31/5/1974

[Para a história da corrente socialista nos anos do pós-guerra e sobre as polémicas da FPLN.]


Manuel Sertório, "Da Guerra do Carimbo à ASP", Diário de Notícias ,
29/3/1984


Fernando Rosas (entrevista de) , “Manuel Sertório: Urn Ponto Comum Unia Aa Oposição: Ausência de Alternativa ao Regime”, Diário de Noticias, 5/5/1985

Manuel Sertório, «A Luta Contra o Fascismo no Exílio», em Humberto Delgado: setenta cartas inéditas, Lisboa, Praça do Livro, 1978


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EDUARDO SANTOS SILVA


Gaspar Martins Pereira, Eduardo Santos Silva Cidadão do Porto (1879-1960), Porto, Campo das Letras, 2002


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HERNANI DA SILVA


Hernani Silva,”Jovens do Norte cantaram ""As Heróicas"" há 40 anos”, O Diário


Hernani da Silva, "Homens Bichos e Coisas - Contingências de por-se o pé na rua", O Diário, 8/V/1987


Hernani da Silva,”Memória do fascismo - Larguem-me esse diabo nas celas”, O Diário, 11/8/1989


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HORTÊNSIA SILVA


Hortênsia Silva, O Aniversário do m/P.B., Lisboa, Edições Sociais, 1974


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JOSÉ DA SILVA


José da Silva, Memórias de Um Operário, 2 vols, Porto, 1971


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JOSÉ MARMELO E SILVA


José Marmelo e Silva, Obra Completa. Não Aceitei a Ortodoxia, Porto, Campo das Letras, 2002


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MANUEL DA SILVA


Manuel da Silva, 30 Anos de Vida e de Luta na Clandestinidade. Entrevista / Depoimento , Lisboa, Edições Avante !, 1996


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MANUEL RODRIGUES DA SILVA


J M. Costa Feijão, “Do Maranhão a Moscovo”, Avante! , 24/7/2003


PCP, Manuel Rodrigues da Silva: filho da classe operária, Sl, sd


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MÁRIO SILVA


Eduardo Caetano, Mário Silva Professor e Democrata, Coimbra Editora, 1977


João Mário Mascarenhas (Coord.), Mário Silva, Lisboa Biblioteca Museu República e Resistência, 2001


João Paulo da Silva Gil Nobre , Prof. Dr. Mário Augusto da Silva Biografia, Coimbra, 1997


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JOAQUIM SANTOS SIMÕES


Victor Ferreira, "Faleceu Joaquim Santos Simões", Público, 24/7/2004


"Joaquim Santos Simões", Wikipedia


Joaquim Santos Simões, Braga. Grito de Liberdade. História Possível de meio século de resistência , Braga, Governo Civil do Distrito de Braga, 1999


Joaquim Santos Simões , Sete anos de luta contra o fascismo. Academia de Coimbra 1944 – 1951, Guimarães, J. Santos Simões, 2002


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JOSÉ SIMÕES (MINA)


António Maria Marques, «José Simões (Mina) na reunião do Comité Central – um impedimento de Acácio Costa», Jornal do Barreiro, 18/07/1997


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CARLOS FERREIRA SOARES


O Assassínio de Carlos Soares, Edição do Centro de Trabaiho de Espinho. sd.


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MÁRIO SOARES


Maria João Avillez, Soares - Ditadura e Revolução , Lisboa, Círculo de Leitores, 1996


Maria João Avillez, Soares - Democracia!, Lisboa, Círculo de Leitores,
1996


João Bénard da Costa, "Os 80 anos de Mário Soares", Público, 3/12/2004


Maria Fernanda Rollo / J.M.Brandão de Brito, Mário Soares. Uma Fotobiografia, Lisboa Bertrand Editora 1995


MÁrio Soares, Le Portugal baillonné, Paris, Calmann-Levy, 1972


Mário Soares, Portugal amordaçado, Lisboa, Arcádia, 1974


Mário Soares, Manuel Teixeira-Gomes. Uma personalidade singular, Porto Edições Asa 2001


(Mário Soares), «Não acredito na eternidade. O que fica de mim é um rodapé num livro de História». Diário de Notícias, 7/12/2004


Teresa de Sousa, Mário Soares, S. Paulo Nova Cultural 1988


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PEDRO SOARES


(José Pacheco Pereira), "Fontes para a história do PCP: duas cartas de Pedro Soares / "Luigi" de Abril de 1974, Estudos sobre o Comunismo, 7/3/2005


Pedro Soares, Tarrafal, Campo da Morte Lenta, Lisboa, Edições Avante !, 1975


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ERNESTO DE SOUSA


Ernesto de Sousa


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FERNANDO MACEDO DE SOUSA


Fernando Macedo de Sousa, “Dos campos de concentração portugueses; quinze anos de luta contra o fascismo (1931-1946)", Correio da Serra, 220, 15 de Agosto de 1974,; 221, de 1 de Setembro 1974


Fernando Macedo de Sousa. “Intervençao”, Estrela Vermelha, 18, Agosto de 1975

[Descrição da sua vida de militante do PCP de 1931 a 1941 corn referéncias às posicões do PCP quanto ao 18 de Janeiro, Guerra de Espanha e a Segunda Guerra Mundial. Dados sobre os debates no Tarrafal e a reorganização de 1941.]


Femando (Macedo) de Sousa, Entrevista a Juventude Vermeiha. 6, Junho de 1976


Fernando Macedo de Sousa, Entrevista ao Jornal Novo, 17 de Fevereiro de 1978.

[Sobre 0 Tarrafal, com pormenores sobre a actividade da organização prisional e a "politica nova" do PCP.]


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HENRIQUE CAETANO DE SOUSA


Romeo Correia, Homens e Mulheres Vinculados às Terras do Almada (nas Artes, nas Letras e nas Ciências), AImada, 1978

[Colecção do elementos biográficos sobre personalidades do movimento operário e associativo local, incluindo vários comunistas, como Henrique Caetano do Sousa, José Alaiz, Alberto Araújo, Alexandre Castanheira, etc]


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JOSÉ DE SOUSA


“José de Sousa - destacado milltante socialista", Portugal Socialista, 44, 4 do Junho do 1975


Edmundo Pedro, 45 Anos de luta pela Democracia Sindical - Reflexões de um Militante, Lisboa, Fundação José Fontana. 1979.

[Para além das lembranças autobiográficas de E. Pedro. contém elementos sobre a actividade do PCP e da FJCP nos anos 30 e sobre a biografia e ideias politicas de José de Sousa.]


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JOSÉ MANUEL TENGARRINHA


José Manuel Tengarrinha, Combates pela democracia, Lisboa, Seara Nova, 1976


José Tengarrinha, Estudos de História Contemporânea de Portugal, Lisboa, Editorial Caminho, 1983


José Tengarrinha "Os caminhos da Unidade Democrática contra o Estado Novo", Revista de História das Ideias V. 16 1994


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MARGARIDA TENGARRINHA


Valdemar Cruz, "Margarida Tengarrinha - O que a vida me ensinou", Expresso, 21/5/2005


Margarida Tengarrinha, Quadros da Memória, Lisboa, Edições Avante¸2004


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ANTÓNIO TERESO


António Alexandre Tereso, Fuga de Caxias no carro blindado do Salazar, Lisboa, Edições Sociais, s.d.


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FERNANDA PAIVA TOMÁS


[José Pacheco Pereira], "Marcello Caetano e a Libertação de Fernanda Paiva Tomás em 1970", Estudos sobre o Comunismo, 16 Maio 2004


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CLAÚDIO TORRES


Duarte Mexia, Crónicas de um revolucionário" (Entrevista a Claúdio Torres), Grande Reportagem, 9/7/2005


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MANUEL VIEIRA TOMÉ



“Manoel Vieira Tome”, O Militante, 188, de Jan./1991


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CRISTINA TORRES


Joaquim de Sousa, Cristina Torres, Figueira da Foz, 1983


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MANUEL VALADARES


Rui Perdigão, “As Relações do PCP com Dois Eminentes Anti-Fascistas: Emidio Guerreiro e Manuel Valadares”, Nova Renascença, 45-47, 1992


Nuno Crato, "Um físico discreto", Expresso, 21/2/2004

[Sobre Manuel Valadares, cientista e militante comunista.]


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FRANCISCO PULIDO VALENTE


In Memoriam. Francisco Pulido Valente 1884-1963, Lisboa Imprensa Nacional - Casa da Moeda, 1989


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FERNANDO VALLE


Fernando Madaíl, Fernando Valle. Um aristocrata da Esquerda, Lisboa Âncora Editora, 2004


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Padre ABEL VARZIM


António Cerejo, "O Padre Varzim e o seu tempo", Lusitania Sacra, 12, 2000


Paulo Fontes, "A propósito de um testemunho sobre o Padre Abel Varzim (19o2-1964)", Lusitania Sacra, 12, 2000


Domingos Rodrigues, Abel Varzim. Apóstolo Português da Justiça Social, Lisboa, 1990


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FRANCISCO VELOSO


Nuno Espinosa, "Francisco Veloso, a inteligência suave", Público, 21/7/2005


Cristina Ferreira, "Banqueiro de profissão, democrata por convicção", Público, 18/7/2005


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CÂNDIDA VENTURA


Cândida Ventura, Entrevista a O Jornal, 5 de Novembro- 2 Dezembro de 1981


Cândida Ventura, "A militante que „saiu do frio“, O Jornal,5 a 11 de Fevereiro de 1982


Cândida Ventura, O"Socialismo" Que Eu Vivi, 0 Jornal, Lisboa, 1984


Cândida Ventura, "Como conheci Berlinguer", 0 Jornal, 21/6/1984


Cândida Ventura, , "Communisme – analyse, Les crises du Parti communiste portugais", Les cahiers d´histoire sociale, 17, 2001


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ARLINDO VICENTE


António Pedro Vicente, "Arlindo Vicente. O homem e o político", Revista de História das Ideias, Do Estado Novo ao 25 de Abril - II, volume XVII


Filipa Vicente, Arlindo Vicente. "O pintor e a sua obra", Revista de História das Ideias, Do Estado Novo ao 25 de Abril - II, volume XVII


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ANGELA VIDAL


António Melo, "Morreu Ângela Vidal - Uma rebelde com causas", Público, 16/3/2004


[Texto transcrito em História e Ciência.]


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"A. VIEIRA"


A. Vieira, Moscovo por um Antigo Funcionário do Komintern, Lisboa, Editorial Império, 1936


O Stalinismo por um Antigo Comunista quo Trabalhou no Komintern, Lisboa 1937


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ALEXANDRE VIEIRA


Henrique Fiúza, "Alexandre Vieira - meu mestre, meu amigo", A Batalha, 66 1980


Alberto Pedroso,”Testemunhos sobre o Fascismo (3). Alexandre Vieira - a família presa, a casa saqueada e um exílio de quatro anos”, O Diário, 12/10/1986


Luis Garcia e Silva,”Alexandre Vieira Primeiro Director de A Batalha”, A Batalha, 130 Out.-Dez. 1990


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ALBERTO VILAÇA


Alberto Vilaça, De Memória em Punho - Histórias Que Abril Soltou, Coimbra, Minerva, 1992


Alberto Vilaça, Depoimento com “Memórias da Brasileira”, A Mar Arte, n.° 2, de 21/3/1996


Alberto Vilaça, “Carta”, História, n.° 18 de Março 1996


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SÉRGIO VILARIGUES


Sérgio Vilarigues, “Experiências de luta juvenil antifascista, depoimento do camarada Sèrgio Vilarigues, membro da C. Politica e do Secretariado do CC do PCP”, Juventude, 36, de Marco 1979


[Dados sobre a FJCP desde 1932.]


«O homem dos 7 instrumentos», Avante!, 15/2/96

[Entrevista com Sérgio Vilarigues.]


Ricardo Machaqueiro, «Amílcar é nome de gente», Expresso, 16 de Março de 1996


Sérgio Vilarigues, "Ida para Angra", Alentejo Popular, 4/3/2004


Sérgio Vilarigues, "Um homem feliz em luta" (Entrevista) , Avante!, 23/12/2004


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VASCO MAGALHÃES-VILHENA


António Borges Coelho /, Vasco Magalhães-Vilhena / Rogério Ribeiro, (Mesa-Redonda), “0 "Avante!" - Orgão da Imprensa Livre e Expressão da Cultura Proletária”, Avante!, 13/2/1975


Eduardo Chitas / Hernâni A. Resende, (Coordenação), Filosofia. História . Conhecimento . Homenagem a Vasco Magalhães-Vilhena, Lisboa, Caminho, 1990


Vasco de Magalhães-Vilhena, Entrevista em Filosofia. História. Conhecimento. Homena gem a Vasco de Magalhães-Vilhena, Lisboa, Caminho, 1990


Vasco Magalhães-Vilhena, Progresso - História Breve de Uma Ideia, Lisboa, Caminho, 1979


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JOSÉ VITORIANO


Gustavo Carneiro / Isabel Araújo Branco, "Um luta de 48 anos contra o fascismo. A heróica resistência", Avante!, 8/4/2004

[Entrevista com José Vitoriano.]


"Foi há 28 anos. A fuga de Peniche vista pelos que ficaram", Avante!, 14/1/1988


José Vitoriano, "Recordações da cadeia de Peniche", O Militante, 235 - Junho / Agosto – 1998


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FRANCISCO SALGADO ZENHA


Rui de Brito, Salgado Zenha: o homem e a liberdade. Lisboa, Liber, 1975


António Cândido de Oliveira, Francisco Salgado Zenha. Textos escolhidos. Braga, Universidade do Minho, 1998


[ Ordem dos Advogados ] , Francisco Salgado Zenha Fotobiografia , Lisboa , Conselho Distrital da Ordem dos Advogados , 2003


[Com excepção de um breve depoimento de José Miguel Júdice em que faz menção às relações de seu pai, António Júdice , que pertenceu ao sector intelectual do PCP de Coimbra , com Zenha , quase não há referências à sua militância no partido . Zenha sempre negou , depois do 25 de Abril , que fora militante do PCP , mas tal é contrariado pelos documentos e por testemunhos da época . A fotobiografia tem em anexo um CDROM com as “obras jurídicas” de Salgado Zenha , incluindo as suas defesas em causas políticas. ]


Francisco Salgado Zenha Liber Amicorum, Coimbra, Coimbra Editora, 2003


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BIBLIOGRAFIA SISTEMÁTICA SOBRE O PCP, OS MOVIMENTOS COMUNISTAS E RADICAIS E A OPOSIÇÃO POLÍTICA E SOCIAL ATÉ 25 DE ABRIL DE 1974 (Em organização) - IV PARTE

Secção: Bibliografia


IV PARTE


4 - COLECÇÕES DE DOCUMENTOS


5 - OBRAS SOBRE VÁRIOS PARTIDOS COMUNISTAS (INCLUINDO O PCP)


6- OBRAS GENÉRICAS SOBRE O PCP OU SOBRE MAIS DO QUE UM PERÍODO DA VIDA PARTIDÁRIA


7 - OBRAS SOBRE UM PERÍODO:


7. 1 – “SOVIETISMO” E “MAXIMALISMO” (1918 – 1921)


7. 2 - O PARTIDO NA I REPÚBLICA (1921-1926)


7.3 - TRANSIÇÃO PARA O ESTADO NOVO (1926-1934)


7.4 – CLANDESTINIDADE – ANOS TRINTA (1935-1940)


7.5 – CLANDESTINIDADE – DA REORGANIZAÇÃO À FUGA DE PENICHE (1940-1960)


7.6 – CLANDESTINIDADE – ANOS SESSENTA E SETENTA (1960-1974)


7.7 - 25 DE ABRIL DE 1974

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4 - COLECÇÕES DE DOCUMENTOS


Documentos do Comité Central do PCP (1965-1974),Lisboa, Edições Avante!, 1975


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5 - OBRAS SOBRE VÁRIOS PARTIDOS COMUNISTAS (INCLUINDO O PCP)


Alex Macleod, The French and the Italian Communist Parties and the Portuguese Revolution, Duhram, 1979


Neil Mclnnes, Os Partidos Comunistas da Europa Ocidental, Lisboa, Europa-America s d.


Keith Middlemas, Power and the Party; Changing Faces of Communisme in Western Europe, Londres, Deutsch, 1980


Eusébio Mujal-Leon., Portuguese and Spanish Communisme in Comparative Perspective


A Report on West European Communist Parties, Prepared by the Foreign Affaires and National Defense Division of the Congressional Research Service Library of Congress, Submitted by Senator Edward W Brooke to the Comittee on Appropriations United States Senate, Washington, 1977


Lawrence L Whetten, New International Communism the Foreign and Defense Policies of the Latin European Communist Parties, Lexington-Toronto. Lexington Books, 1982

[lnclui dois estudos sobre o PCP]


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6-INTERPRETAÇÕES DA HISTÓRIA


Manuel Villaverde Cabral, The PCP An Interpretation of Fifty Years of History, Oxford, 1978


Carlos Cunha, “Quanto mais as coisas mudam … Os 75 anos do Partido Comunista Português” Análise Social , 138, 4º- 1996


Carlos Cunha, "Cat and Mouse: Conducting Research in a Russian Archive," Portuguese Studies Review, V (2), Inverno - Primavera 1996-1997


Carlos Gaspar, “Pater , Petruschka et Pontifex”, Risco, 3, Outono-Inverno 1985


Carlos Gaspar, “O deserto dos tártaros revisitado”, Risco, 10 Outono-Inverno 1988


Carlos Gaspar / Vasco Rato, Rumo à Memória . Crónicas da Crise Comunista, Lisboa, Quetzal Editores 1992


"História do partido revisionista português", 0 Tempo e o Modo, n.° 107. de Setembro-Outubro de 1974, 113, de Setembro de 1975, 115, deJaneirode 1976, e 118, de Junho de mesmo ano.

[A visão da história do PCP dada pelo MRPP. cobrindo os periodos de 1921-29.
1929-42, 1943-46, e 1946-49, com muitas cilações da imprensa clandestina]


Keith Middlemas, Power and the Party . Changing Faces of Communism in Western Europe, Londres Andre Deutsch , 980


Vital Moreira, Reflexões sobre o PCP, Lisboa, Editorial Inquérito,


João Paulo Avelães Nunes, “Sobre a história e os partidos políticos “, Vértice, 52, Jan. Fev. 1993


José Pacheco Pereira- "Os dingentes do PCP e a história do PCP", Expresso, 17/3/1979


José Pacheco Pereira," Problemas do História do PCP", em 0 Fascismo em Portugal, A Regra do Jogo, Lisboa, 1982


José Pacheco Pereira, "A História de uma "História”, Diário de Notícias, 12/1/1983


José Pacheco Pereira “Gritos e Murmúrios - Reflexões sobre o Estudo do Comunismo e seus Críticos”, Diário de Notícias, 16 de Fevereiro de 1984


José Pacheco Pereira "O PCP: Um Partido do Passado Presente - Uma Interpretação”, Revista de Ciência Política, 5, 1987


José Pacheco Pereira, El Partido Comunista Poruguês y la izquierda Revolucionária, Madrid, Centro de Estudios Constitucionales 1988


José Pacheco Pereira “Dez Questões Portuguesas aos Arquivos Soviéticos”, Nova Renascença, 45-47, 1992, pp. 315-317


Philippe C. Schmitter, “Le parti communiste portugais entre le "pouvoir social" et le "pouvoir politique”, Etudes Internationales, 6, Setembro 1975


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OBRAS GENÉRICAS SOBRE O PCP OU SOBRE MAIS DO QUE UM PERÍODO DA VIDA PARTIDÁRIA


"Alguns Elementos para a História do PCP”, Boletim de Informação (Actividades Comunistas) da Legião Portuguesa, Suplemento nº11, fascículo II, 1956


Pedro Ramos de Almeida, Salazar. Biografia da Ditadura, Lisboa Edições Avante!, 1999


“Breve história do PCP", Avante!, 1974

[História oficial do PCP.]


José Dias Coelho, A Resistência em Portugal. Porto, Inova, 1974


“Comunismo em Portugal", Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira


Os Congressos de Meio Século de Luta, PCP, 1974


"Os congressos do PCP – Marcos na história da classe operária e dos trabaihadores portugueses", Avante!, 7/10/1976


Ramiro da Costa, Elementos para a História do Movimento Operário em Portugal, 1930-1975, Assírio e Alvim, Lisboa, 1979


Carlos A. Cunha, The Portuguese Communist Party's Strategy for Power, 1921-1986, Nova York, Garland Publishing, Inc., 1992


Álvaro Cunhal, Algumas Experiências do 50 Anos de Luta do PCP, Lisboa, Edicões Avante!, 1975


Álvaro Cunhal, 0 Partido com Paredes de Vidro, Avante!, Lisboa, 1985


Fernando Guerreiro, "A história do P.C.P. através de seis Congressos", Seara Nova, 1550, do Dezembro de 1974


V. F. Lakin, "Caminho Heróico (sobre o 50.º Aniversário do PCP)”, (em russo) Voprosy istorii KPSS, 3, 1971


Alfredo Margarido, A Introdução do Marxismo em Portugal (1850-1930), Lisboa, Guimaräes & C. Editores, 1975


João Madeira, Os comunistas e o Partido Comunista em Portugal (1943-1974). Tese de mestrado


João Arsénio Nunes, "Comunismo" ", em Fernando Rosas / J.M.Brandão de Brito (dir.), Dicionário de História do Estado Novo , Lisboa, Círculo de Leitores, 1996


João Arsénio Nunes,“Portogallo”, em Aldo Agosti, (dir.), Enciclopedia della Sinistra Europea nel XX Secolo , Roma,Editori Riuniti, 2000


Partido Comunista Portugues 60 Anos de Luta ao Serviço do Povo e da Pátria 1921-1981, Lisboa, Edições Avante!, 1982


“Le P.C. Portugais jusqu'en 1947", Est et Ouest, 199, 16-31 Julho 1958


PCP Exposição 1921-1981 Comemorativa - 60 Anos de Luta ao serviço do Povo e da Pátria, PaviIhão dos Desportos - Lisboa, Maio de 1981


PCP 1921-1981 Exposição Comemorativa - 60 Anos de luta ao Serviço do Povo e da Pétria, Festa do Avante!, Alto da Ajuda 4, 5 e 6 - Set. 1981


PCP, 0 Partido da Esperanca e do Futuro, Lisboa. 1971


“Primeiro de Maio na luta do povo e do P.C.P. durante os anos da diladura fascista", Avante!, 1/5/1975


Os Quatro Primeiros Congressos do Partido Comunista, Lisboa, 1976


David L. Raby, A Resistência Anti-Fascista em Portugal 1941/74, Salamandra, Lisboa, 1990


Francisco Martins Rodrigues, Elementos para a História do Movimento Operário e do Partido Comunista em Portugal, Lisboa. 1975


Fernando Rosas, O Estado Novo (1926-1974), em José Mattoso (dir. de) História de Portugal, vol. VII, Lisboa, Círculo de Leitores / Editorial Estampa, 1994


Fernando Rosas, Portugal no Século XX (1890-1976)- Pensamento e Acção Política, Editorial Notícias, 2004


"6 de Marco de 1921 - 6 de Marco de 1976: 55 anos de luta dos comunistas portugueses", Bandeira Vermelha, n.° 7, 5 do Marco do 1976


Um Periodo na História do Movimento Operário Português (desde a fundação do Partido ao começo da degeneração revisionista em 1956), Comité Marxista-Leninista de Portugal, Abril 1972


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7 - OBRAS SOBRE UM PERÍODO:


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7. 1 – “SOVIETISMO” E “MAXIMALISMO” (1918 – 1921)


José Freire Antunes. ~O Diário de Notícias e a revolução russa de 1917 - Petrogrado na mão dos maximalistas", Diário de Notícias, 7/11/1978


Francisco Marcelo Curto, “O longo caminho para a CGT (1919) – A luta entre socialistas e anarquistas”, A Luta, 19/9/1978


Paulo Guinote, "A Revolução de Outubro (Novembro) de 1917 nos Jornais Portugueses : a Surpresa Anunciada", Estudos sobre o Comunismo


Maria Rosalina Labaredas, “No Verão quente de 1917 trabalhadores do comércio solidários com os grevistas”, O Trabalhador do Comércio e Serviços, 21. Maio a Julho 1980

César Oliveira, "A Revolução Russa na imprensa portuquesa da época". Análise Social, 40, 1973


[Com uma antologia da imprensa da época.]

César Oliveira, A Revoluçao Russa na Imprensa Portuguesa da Época, Lisboa, Diabril, 1976


José Pacheco Pereira, Questões Sobre 0 Movimento Operário Português e a Revolução Russa, Porto. 1971


"A Revolução de Outubro na irnprensa operária portuguesa", Margem Esquerda, n.° 4, de Novembro de 1974

[Excertos de A Bandeira Vermelha]


Joaquim Palminha Silva," A Revolucão Bolchevique na imprensa operária portuguesa', Sempre Fixe, 36, de 30 de Novembro de 1974


Joaquim Palminha Silva, Jaime Batalha Reis na Rússia dos Sovietes ou Dez Dias que Abalaram um Diplomata Português, Porto, Edições Afrontamento, 1984


Manuel Alberto Valente. "Breves notas sobre a revolução de 1917 e Portugal", Vida Soviética, n° 30, de Novembro do 1977


António Ventura, “A Sementeira e a Revolução de Outubro", Seara Nova, 1573,


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FEDERAÇÃO MAXIMALISTA


“Elementos da história do Partido (I)", Revolução Proletária, n.°3, Setembro de 1975


[Abrangendo as lutas sociais de 1917-27 e a fundação da Federação Maximalista.]


José Francisco, " Para que conste: Federaçâo Maximalista Portuguesa ( Embriâo do Partido Comunista Português) ". A Batalha, 110 Junho-Julho 1985


António Ventura, "A Federação Maximalista Portuguesa foi fundada ha 59 anos", Diário de Lisboa, 15 de Junho de 1977


António Ventura, “AIgumas notas sobre a imprensa comunista em Portuga! (1919-1921)” Seara Nova, n.° 1580, Junho de 1977

[Sobre A Bandeira Vemelha, o Komunist-Esperantisto, o Alarme, e o Comunista, 1ª série.]


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7. 2 - O PARTIDO NA I REPÚBLICA (1921-1926)


S Bahne, (Dir.), Archives de Jules Humbert-Droz. Les Partis Communistes des Pays Latins, et l’Internationale Communiniste dans les Annés 1923-1927, Dordrecht, (1982)


João Braz, "Luta de tendências no P.C.P. em 1921", Bandeira Vermelha, 18/3/1981


David de Carvalho, Os Sindicatos Operários e a Republica Burguesa (1910-1926), Lisboa, Seara Nova, 1977


José Pedro Castanheira, “Emídio Santana fala da primeira cisão sindical- A “Comissão Intersindical” apareceu como expressão de oposição à CGT”, A Luta, 27/1/1977


Romeu Costa Dias / Manuel Rendeiro Júnior, “Memória de urn Jornal Operário: 0 Komunist-esperantisto (1921)”, 0 Jornal, 27 de Agosto a 3 de Setembro de 1976


[Estudo sobre urn jornal escrito em Esperanto da primeira fase do movimento comunista português, corn colaboraçao de A. Peixe, Pires Barreira, etc.]


J M. Costa Feijão, “Uma Conferência Camponesa”,Avante!, 7-8-2003


J M. Costa Feijão, “Os primeiros presos comunistas”, Avante! , 4/9/2003


Carlos da Fonseca, “Le origini del Partido Comunista Portoghese”, Movimento Operaio e Socialista, 1-2, Janeiro-Junho 1973


Carlos Fontes, “Sindicalismo em luta”, A Batalha, Maio de 1978.


[Polémica entre anarco-sindicalistas e comunistas nos anos 20.]


Bento Gonçalves, Palavras Necessárias - A Vida Proletária em Portugal de 1872 a 1927. Porto, Inova. 1974


[Obra mais interessante do ponto de vista ideológico do que factual. Escrito na prisão, este texto contém muitos erros factuais]


(João Humberto Matias), “Antigo sindicalista recorda I Republica- Socialistas e anarquistas polarizavam movimento operário”, Capital. 1/8/1974


César Oliveira, 0 Movimento Sindical Português: A Primeira Cisão, Lisboa, Europa-América, 1982


José Pacheco Pereira, “O PCP na Primeira RepúbIica”, Diário do Noticias, de 13/5/1980; 27/5/1980


José Pacheco Pereira, “O primeiro ano de vida do Partido Comunista Português - Dezembro de 1920 - Dezembro de 1921 - Cronologia e Documentos”, História , 47, Setembro 1982

José Pacheco Pereira, “Contribuiçäo para a história do Partido Comunista Portugués na I República (1921-26)”, Análise Social , 67, 68, 69, de 1981


João G. Quintela, "Il Movimento Comunista Portoghese tra il 1919 e il 1929", Movimento Operaio e Socialista, 4, de Junho a Dezembro de 1975


João G. Quintela, Para a História do Movimento Comunista em Portugal: 1. A Construçao do Partido (1.° Periodo 1919-1929), Porto, Afrontamento. 1976.


[Para além de um ensaio interpretativo incluí uma extensa antologia dos jornais A Bandeira Vermeiha e O Comunista e, em anexo, o relatório ao Congresso da Internacional Comunista de 1928.]


Canais Rocha, “Convergéncia de socialistas e comunistas na I República (1921-1926)”, Vértice, 56, de Set.-0ut. 1993


António Ventura, “O primeiro delegado operário português na União Soviética”, Seara Nova, n.° 1586, 5 Dezernbro de 1977

[Sobre a vida e a obra de Perfeito de Carvalho, baseado na biografia de Alexandre Vieira, com textos de P. de Carvalho.]


Joana Vidal, O movimento operário português no pós-guerra (1919-1926), Tese de mestrado

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I CONGRESSO DO PCP (1923)


João Braz, "O 1º Congresso do Partido", Bandeira Vermelha, 9/6/1981


César Oliveira. O Primeiro Congresso do Partido Comunista Português, Lisboa, 1975


[Inclui para além das teses. as relatórios de Droz e de um polícia que vigiou o Congresso.]


J. Humbert Droz, "Comunistas - os difíceis anos 20", Sempre Fixe, n.° 52, de 22 de Maio de 1975.

[Reprodução do relatório de Droz de 1923 sobre a vida interna do PCP]


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7.3 - TRANSIÇÃO PARA O ESTADO NOVO (1926-1934)

Paulo de Castro, “A “Política do Espírito” ou uma flor do monturo (Notas de um caderno de memórias)”, Diário de Notícias, 10/9/1984

[Recordações autobiográficas da manifestação do 31 de Janeiro de 1933 no Porto e da prisão do autor Francisco Barros Cachapuz]

Cristina Faria,As lutas estudantis contra a Ditadura Militar (1926-1932). Colibri, Lisboa, Dezembro 2000


Varela Gomes, “Os 50 irremissíveis inimigos da ditadura”, Diário de Lisboa, 27/2/1984; 1/3/1984


[Notas sobre os militares que se oposeram à instauração do Estado Novo.]


Varela Gomes, “Sargentos na luta antifascista”, Diário de Lisboa, 4/4/1983

[Sobre Francisco da Horta Catarino e a Organização Revolucionária dos Sargentos.]


Varela Gomes, "Memória da resistência militar ao fascismo – Deportados em Timor”, Diário de Lisboa, 27/4/1983; 11/5/1983; 18/7/1983

Fernando Guerreiro, “O 7 de Fevereiro por quem lá esteve: Joaquim Pires Jorge", Seara Nova, 1552, de Fevereiro de 1975


[Relato de Pires Jorge sobre a sua participação na revolta de 1927. Anota a participação de militantes operários e comunistas nos movirnentos militares e as relações entre as revoltosos e o PCP]


Bento Gonçalves, Escritos (1927-1930), Lisboa, Seara Nova. 1976.

[Artigos de B. Gonçalves no Eco do Arsenal e n'O Proletário. Importantes documentos para se compreender a evolução ideológica dos operários portugueses que abandonaram o sindicalismo revolucionario pelo comunismo.]


Nídia Gregorio, “"Subversâo" e repressão da Universidade no inicío do Estado Novo”, em Nídia Gregório / Álvaro Garrido / Pedro Santos Lopes, Ideologia, Cultura e Mentalidade no Estado Novo. Ensaios sobre a Universidade de Coimbra, Coimbra, Faculdade de Letras, 1992


Maria Goretti Matias (Introdução e notas), "A actividade sindical do PCP no Porto, Beja e Faro em 1931 (textos de 0 Trahalho Sindical)", Estudos sobre o Comunismo, 2, Janeiro-Abril de 1984


João Arsénio Nunes, "Da Política 'Classe contra Classe' às Origens da Estratégia Antifascista: Aspectos da Internacional Comunista entre o VI e o VII Congressos(1928-35)", em O Fascismo em Portugal , A Regra do Jogo, Lisboa, 1982


João Arsénio Nunes, "La Formation de la Stratégie Antifasciste du Parti Communiste Portugais", em Mikhail Narinsky / Jürgen Rojahn, (ed.), Centre and Periphery. The History of the Comintern in The Light of New Documents , Amsterdam, International Institute of Social History, 1996


Victor de Sá, “Sobre as relações com a Uniâo Soviética em 1926”, 0 Diário, 13/6/82


Manuel Joaquim de Sousa, Últimos tempos de acção sindical livre e do anarquismo militante, Lisboa, Antígona, 1989


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CONFERÊNCIA DE 1929


Maria da Piedade Morgadinho, «A Conferência de Abril há 75 anos - Reorganização para a clandestinidade», O Militante, nº270, Maio/Junho 2004


João Arsénio Nunes, “Sobre alguns aspectos da evolução polItica do Partido Comunista Português após a reorganização de 1929 (1931-33)”, Análise Social, n.os 67, 68, 69, de 1981


José Pacheco Pereira, “Intervenção de "António" na XII Reunião Plenária da Internacional Comunista”, Estudos sobre o Comunismo, 0, Julho de 1983


José Pacheco Pereira, ”Acta da Conferência do PCP de Abril de 1929"" (Introdução e notas )", Estudos sobre o Comunismo , 2, Janeiro-Abril 1984


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7.4 – CLANDESTINIDADE – ANOS TRINTA (1935-1940)


Rui Manuel Brás, "As relações entre socialistas e comunistas nos anos de 1923-1925", Ler História, 45, 2003


Luís Augusto Costa Dias, «Um imenso sussurro de vozes inumeráveis…». A imprensa cultural juvenil da década de 1930, Vértice, 93 - Jan/Fev 2000


Luís Manuel do Carmo Farinha, O Reviralho: revoltas republicanas contra a ditadura e o Estado Novo (1926-1940), Tese depositada na Fundação Mário Soares


Maria Luísa Garcia Fernandes, (Coord.) Seara Nova. Textos e Contextos. Razão. Democracia. Europa, Casa Museu Abel Salazar, 1998


Maria Luísa Garcia Fernandes, (Coord.), Seara Nova. Razão / Democracia / Europa, Porto, Campo das Letras, 2001


“As greves de 1937 e 1957 nas salinas de Alcochete”, Bandeira Vermelha, 17/8/1977


João Manuel Martins Madeira, Os "Engenheiros de Almas" o Partido Comunista e os intelectuais (dos anos trinta a inícios de sessenta) , Tese depositada na Fundação Mário Soares


Susana Martins, Socialistas na Oposição ao Estado Novo. Um estudo sobre o movimento socialista português de 1926 a 1974, Cruz Quebrada, Casa das Letras/Editorial Notícias, 2005


João Arsénio Nunes, “Da politica "classe contra classe" às origens da estratégia antifascista: aspectos da Internacional Comunista entre o VI e o VII Congressos (1928-1935)”, 0 Fascismo em Portugal - Actas do coloquio Fac. Letras - Marco 1980, Lisboa, A Regra do Jogo, 1982

[Inclui a tradução da intervençao de "Queirós" no VII Congresso da IC.]


J. Arsénio Nunes, "1933-34 : A Fascização do Estado e a política do PCP", Diário de Notícias, 18/1/1983


João Arsénio Nunes, "Comunismo, Antifascismo e Intelectuais nos Anos Trinta", em Encontro Neo-Realismo , Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, 1999


João Arsénio Nunes "O Camarada René e a Juventude Comunista no princípio dos anos 30”, Uma vida em História. Estudos em Homenagem a António Borges Coelho, Lisboa, 2001

( "Genosse 'René' und die Kommunistische Jugend in Portugal zu Beginn der dreissiger Jahre", Jahrbuch für Historische Kommunismusforschung, 1996 )


"O PCP nos Anos 30. Reposição da Verdade Histórica”, Avante!, 10 de Novembro de 1988


Ana Cristina Clímaco Pereira, L' exil politique portugais en France et en Espagne: 1927-1940, Tese depositada na Fundação Mário Soares


Canais Rocha, Sindicatos - Tarefas de ontem e de hoje, Lisboa, Seara Nova, 1974


[Documentos do Socorro Vermeiho e do jornal A Internacional, da ISV.]


Fernando Rosas, «O Estado Novo (1926-1974)», em José Mattoso (Dir,), História de Portugal, vol. VII, 1994


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18 DE JANEIRO DE 1934


Alfredo Canana, “0 18 de Janeiro em Silves”, Diârio de Lisboa, 5/1/1980

[Recordações de participantes.]


Gustavo Carneiro, «70 anos do 18 de Janeiro de 1934 na Marinha Grande - O dia em que o povo tomou o poder», Avante!, 15/1/2004


[Com depoimento de Joaquim Gomes.]


Francisco Lyon de Castro, Entrevista ao Diário de Noticias, 18/1/1977


[Sobre o 18 de Janeiro de 1934.]


"Comemorando o l8 de Janeiro de 1934", Jomal Novo, l8/1/1977


"0 18 de Janeiro de 1934 – A história não perdoa", O Diabo, 18 de Janeiro de 1977


[Para além de material muito conhecido, incluí um artigo de Francisco Ferreira com referências ao 18 de Janeiro no Barreiro.]


"O 18 de Janeiro de 1934 na Marinha Grande - jornada heróica do proletariado ", Avante! , 17 de Janeiro de 1975.

[Vários artigos com depoimentos de participantes e uma biografia de J. Gregório.]


O 18 de Janeiro e Alguns Antecedentes, depoimento colectivo de Acâcio Tomás de Aquino, Américo Martins, Custódio da Costa. José Francisco. Marcelino Mesquita e Emidio Santana, que coligiu, Lisboa, Regra do Jogo, 1979


[A interpretação anarquista da revolta do 18 de Janeiro. com documentação inédita.]


José Gregório, Sobre a Associação e o Movimento do Operariado Vidreiro, Lisboa, 1975

[Reedição do texto de J. Gregório sobre as lutas dos vidreiros da Marinha Grande, com elementos imprescindiveis para o estudo do 18 de Janeiro.]


Greve geral de 18 de Janeiro de 1934, Lisboa. 1974.


[Dossier documental.]


Fernando Guerreiro, "O 18 de Janeiro de 1934 analisado por Bento Gonçalves", Seara Nova., Janeiro de 1975


A lnssurreição Operâria do 18 de Janeiro, Edições Revolução. s.d.


Maria Rosalina Garcia Labaredas, ”A luta contra a fascização dos Sindicatos, resistência operária e violência fascista'”, em 0 Fascismo em Portugal


L. H. Afonso Manta, O 18 de Janeiro de 1934, Lisboa, Assirio & Alvim, 1975


António Maria Marques, «O movimento de 18 de Janeiro de 1934. Greve Geral Revolucionária contra o Estatuto do Trabalho Nacional», Jornal do Barreiro, 06/06/1997


Maria Filomena Mónica, " O 18 de Janeiro: anarqueirada ou traição?", Diârio de Noticias, 3 de Novembro de 1981


António Moreira, "A greve geral de 1934 no Barreiro", Diário de Notícias, 2/11/1984


Hermínio de Freitas Nunes, 18 de Janeiro de 1934. Rostos... Subsídios para a história da Marinha Grande , Marinha Grande, Autor em colaboração com Jornal da Marinha Grande, Janeiro 1997


Fátima Patriarca, Sindicatos contra Salazar. A revolta de 18 de Janeiro de 1934, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais, 2000


Edmundo Pedro, 45 Anos de luta pela Democracia Sindical - Reflexões de um Militante, Lisboa, Fundação José Fontana. 1979.

[Para além das lembranças autobiográficas de E. Pedro. contém elementos sobre a actividade do PCP e da FJCP nos anos 30 e sobre a biografia e ideias politicas de José de Sousa.]


Manuel Sertório,”Em torno do 18 de Janeiro”, Estudos sobre o Comunismo , 2 Janeiro-Abril 1984


António Ventura,”O PCP e a CIS face ao 18 de Janeiro”, Diário de Notícias,2/2/1984


António Ventura, "0 18 de Janeiro de 1934 (excerto de una entrevista com Jú1io Fogaça”, Estudos sobre o Comunismo, 2, Janeiro-Abril de 1984


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REVOLTA DOS MARINHEIROS


João Borda, A Revoluçao dos Marinheiros, Lisboa, Edições Sociais, 1974


António Maria Marques, «Revolta da Marinha Portuguesa – participação de militantes do Barreiro», Jornal do Barreiro, 20/06/1999


“A Revolta dos Marinheiros", Avante!, 6 de Setembro de 1974

[Entrevistas corn participantes.]


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GUERRA CIVIL DE ESPANHA


Paulo Castro, "Agonia de Barcelona e Diáspora portuguesa", Diário de Notícias, 3/11/1984


Varela Gomes, "Memórias da Guerra de Espanha - A derrota", Diário de Lisboa, 9/10/1983;10/10/1983


Varela Gomes,”Portugueses na Guerra Civil de Espanha contra o fascismo - O mistério de um silêncio”, História, 74, Dezembro 1984


Varela Gomes, Guerra de Espanha - Achegas ao Redor da Participação Portuguesa, Lisboa, Cadernos Versus, 1987


José Viale Moutinho, No pasarán! Cenas e cenários da guerra civil de Espanha, Lisboa , Editorial Notícias, 1998


César Oliveira, Guerra Civil de Espanha, Lisboa, Biblioteca Nacional 1986


Pedro Rocha, “Para a história da oposição antifascista – O que foi o “Plano Lusitânia”, Diário de Lisboa, 14/5/1984

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FRENTE POPULAR


João Braz, “Frente Popular de 1936 - razões de um fracasso”, Bandeira Vermelha, 15/10/81


“A Frente Popular em Portugal”, Seara Nova, n.° 1571, Setembro de 1974.

[Com excertos de uma publicação de 1938, que relata as tentativas do criação de uma Frente Popular. Referências a Uniäo dos Antifascistas Portugueses em Espanha e ao Comité da Frente Popular em França.]


L. H. Afonso Manta, A Frente Popular Antifascista em Portugal, Lisboa, Assírio & Alvim, 1976


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PACTO GERMANO-SOVIÉTICO


Álvaro Cunhal , “0 VII Congresso da IC e a actividade do PCP contra a ditadura fascista de Salazar”, 0 PCP e o VII Congresso da IC (documentos) , Lisboa, Edições Avante!, 1985


Francisco Ferreira, “Após Agosto de 1939", Portugal Socialista , 13 de Agosto de 1975


[As críticas dentro do PCP ao pacto Molotov-Ribbentrop.]


José Pacheco Pereira, "As duas palavras de Bento Gonçalves"., Diário de Noticias. 8 de Janeiro de 1980


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7.5 – CLANDESTINIDADE – DA "REORGANIZAÇÃO" À PRISÃO DO SECRETARIADO (1940-1949)


Nuno Caiado, Movimentos Estudantis em Portugal : 1945-1980, Lisboa Instituto de Estudos para o Desenvolvimento, 1990


Jorge Santos Carvalho, “A Legação Jugoslava e a oposição antifascista portuguesa (1945-48)”, Vértice, 98, Novembro -Dezembro 2000


Valdemar Cruz, "O pacto do embaixador Bosques", Expresso, 5/3/2005


(Álvaro Cunhal), O Partido Comunista da «Reorganização» dos Anos 40 ao 25 De Abril Conferência de Álvaro Cunhal no Seminário «Para a história da oposição ao Estado Novo» Universidade Nova de Lisboa - 9 de Abril de 1992


Rui Grácio, “Contestação estudantil: as propinas. 1. Crónicas dos anos quarenta”, O Jornal, 13-19/2/1987


Joaquim Santos Simões , Sete anos de luta contra o fascismo. Academia de Coimbra 1944 – 1951, Guimarães, J. Santos Simões, 2002


“Sobre os Primeiros Tempos de Vértice”, Vértice, 450-1, Setembro~Dezembro de 1982


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7.5.1 - “REORGANIZAÇÃO”


Victor Manuel Santidrián Arias , Historia do PCE en Galicia , A Coruña , Edicios do Castro , 2003

[Inclui elementos sobre os contactos de fronteira entre os guerrilheiros comunistas galegos e portugueses e tem novas informações sobre Victor Garcia Estanillo / "O Brasileiro" / "António" , que foi enviado pela IC para Portugal , esteve envolvido nas polémicas sobre a "reorganização" do PCP e foi posteriormente executado pelo próprio PCE . Sobre esta história ver José Pacheco Pereira , Àlvaro Cunhal Uma Biografia Política , vol II ]


Joào Braz, “Reorganização de 1941 - A esperanca traída", Bandeira Vermelha, 293, 27 de Agosto de 1981.


J M. Costa Feijão, “1941 - Renascem os prelos do PCP”, Avante!, 21/8/2003


António Maria Marques, «Uma cisão no Partido Comunista Português em 1941 envolvendo um militante do Barreiro», Jornal do Barreiro, 23/01/1998.


Fernando Rosas, “Apontamentos duma entrevista corn Firmiano Cansado Gonçalves (Maio de 1983)”, Estudos sobre o Comunismo, 0, Julho de 1983


Antonio Ventura, “Documentos sobre uma Tentativa de Contacto entre o Bureau Politico do PCP (Julio Fogaca) e a IC em 1941”, Estudos Sobre o Comunismo, 1, Setembro-Dezernbro de 1983


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7.5.2 - “POLÍTICA DE TRANSIÇÃO”


1945-1948 "Politica de Transição", Cadernos para o Estudo da História do Partido, Outubro 1969.


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7.5.3 - SEGUNDA GUERRA MUNDIAL


Fernando Rosas, “0 PCP e a II Guerra Mundial”, Estudos sobre o Comunismo, 0, Julho de 1983


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7.5.4 MOVIMENTOS GREVISTAS


“Recordando greves históricas dos operários de laníficios da Covilhã”, Avante!, 8/11/1974

[Depoimento de João Canário.]


Jaime Serra, “As grandes greves operárias dos anos 40”, O Diário, 1/5/1982


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1943


J M. Costa Feijão, “1943 - Saber avançar saber recuar”, Avante!, 31/7/2003


Greve dos Sapateiros e Chapeleiros - S. João da Madeira – 1943, S. Joäo da Madeira, s.d.


António Maria Marques, «A Greve CUF em 1943», Jornal do Barreiro, 13/02/1998


Armando Teixeira, "Greve da CUF do Barreiro em 1943 - "A paralização de braços caídos", Jornal do Barreiro, 27/2/2004


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1944


«As greves de 8 e 9 de Maio de 1944 - Por aí passou o que hoje somos», O Militante, 270, Maio/Junho 2004

[Artigo da redacção de O Militante com a colaboração do GES, seguindo-se a transcrição do artigo publicado em O Militante, nº 29, Maio de 1944]


PCP, As Greves de 8 e 9 de Maio de 1944, Lisboa, Edições “Avante!”, 1979


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I CONGRESSO (III CONGRESSO) ILEGAL (1943)


J. M. Costa Feijão, “Há 50 anos - III Congresso do PCP”, Avante! , 23/12/1993

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II CONGRESSO (IV CONGRESSO) ILEGAL (1946)


PCP, Partido Comunista Português. IV Congresso. Relatórios e Resoluções , II Vol., Lisboa, Edições Avante!, 2000

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7.5.5 - MUNAF / MUD


Fernando Costa, "Movimento de Unidade Democrática (MUD)", em Fernando Rosas e J. M. Brandão de Brito (Dir.), Dicionário de História do Estado Novo, , vol. II, Circulo de Leitores, Lisboa, 1996


Fernando Costa, "Movimento de Unidade Nacional Antifascista (MUNAF)", em Fernando Rosas e J. M. Brandão de Brito (Dir.), Dicionário de História do Estado Novo, , vol. II, Circulo de Leitores, Lisboa, 1996


José Magalhães Godinho, "Como nasceu o MUD em 1945", em João Medina (Dir.) História Contemporânea de Portugal. Estado Novo, tomo II, Amigos do Livro, Editores, Lisboa, 1985


João Arsénio Nunes, "Unidade Antifascista", em Fernando Rosas e J. M. Brandão de Brito (coord. ), Dicionário de História do Estado Novo, Lisboa, Círculo de Leitores, 1996, 1997


Alberto Pedroso,”Bento Caraça e a extinção do MUD”, Vértice , 6 , Setembro 1988


David L.Raby “Portugal, 1942-47: 0 Problema da Estratégia Revolucionária da Oposição”, Análise Social, 84, 1984


[Joaquim Rodrigues], Subsídios Para A História Do Movimento De Unidade Democrática No Algarve (1945-1949)


Manuel Sertório, Entrevista a República, 31/5/1974.

[Para a história da corrente socialista nos anos do pós-guerra]


Isabel Alarcão e Silva, “A Génese do MUD e o PCP”, Vértice, 50, Setembro-Outubro de 1992


Maria Isabel Mercês de Melo de Alarcão e Silva, O Movimento de Unidade Democrática e o Estado Novo: 1945-1948, Tese depositada na Fundação Mário Soares


Blanqui Teixeira, “Há 50 anos, o MUD”, 0 Militante, n.° 218, Set.-Out./1995


José Tengarrinha, “Os caminhos da unidade democrática contra o Estado Novo”, Revista de História das Ideias, n.º 16, 1994


"A Unidade em 1944-49: uma experiência actual". Revolucão Popular, 5, Julho 1965


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7.5.6 - CAMPANHA DE NORTON DE MATOS


Alexandre António da Costa Luis, “As eleições presidencias de 1949: Dois ""Portugais"" em confronto”, Revista de História das Ideias, V. 16 1994


Fernando Rosas, “Putschismo" e Oposição nos anos 40". História, 50. Dezembro, 1982.


Pedro A. Silva, A "Frente Antifascista" da Candidatura de Norton de Matos em 1949, Lisboa, 1976


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7.6 - CLANDESTINIDADE - DA PRISÃO DO SECRETARIADO À FUGA DE PENICHE (1949-1960)


Jorge Amaro, Entrevista a Versus, 5, 25/4 a 25/5/ 1984

[Histórias do PCP na década de 50]


António Brotas, "As eleições legislativas de 1957", O Ribatejo, 13/1/2005


Joel Castanheira, Num Pinhal de Belas Apareceu Assassinado um Homem Desconhecido , Lisboa, Perspectivas e Realidades, 1984


"Como os revisionistas destuiram o Partido", Tribuna do Congresso, 3. de 6 de Novembro de 1975

[Análise das reuniões do CC do PCP em 1956.]


Ramiro da Costa,”O XX Congresso do PCUS e o PCP”, Estudos sobre o Comunismo , 3-4, Maio-Dezembro 1984


Ramiro da Costa, "Anos 50 - o firn das i1usões", Diário de Notícias,
16/11/1984


Elementos sobre a organizacâo do P.C.P.", Boletim de Informação (Actividades Comunistas), Suplemento n.° 16, Lisboa. 1958


Rui Grácio, “Contestação estudantil: o 40900”. 2. Crónicas dos anos cinquenta”, O Jornal, 20-26/2/1987


“As greves de 1937 e 1957 nas salinas de Alcochete”, Bandeira Vermelha, 17/8/1977


Pedro Santos Lopes, “Coimbra, Tradição e Desporto nos anos 50: a questão do 40.900”. em Nídia Gregório / Álvaro Garrido / Pedro Santos Lopes, Ideologia, Cultura e Mentalidade no Estado Novo. Ensaios sobre a Universidade de Coimbra, Coimbra, Faculdade de Letras, 1992


Bento Rodrigues Quaresma, “Memórias das lutas antifascistas de 1954


David L.Raby, “A Crise Ideológica da Oposição: 0 PCP de 1949 a 1957'", O Estado Novo dos Origens ao Fim da Autarcia, II, Fragmentos, Lisboa,1987


Jaime Serra, ”Só na primeira prisão - tinha eu 16 anos - saí pela porta da frente”, Avante!, supl. 4/6/1981.


[Relato da fuga de 1956.]


“A transformaçáo revisionista do P.C.P.”, Bandeira Vermelha, 8 de Marco de 1978.

[Dados sobre o PCP entre 1949 e 1960; elementos sobre a organizaçao do Partido.]


Teresa Viegas, As eleições presidenciais de 1951, Tese de Mestrado depositada na Fundação Mário Soares


CRISE ESTUDANTIL DE 1956

Pedro Santos Lopes, “Coimbra, Tradição e Desporto nos anos 50: a questão do 40.900”. em Nídia Gregório / Álvaro Garrido / Pedro Santos Lopes, Ideologia, Cultura e Mentalidade no Estado Novo. Ensaios sobre a Universidade de Coimbra, Coimbra, Faculdade de Letras, 1992

Gabriela Lourenço / Jorge Costa / Paulo Pena, Grandes Planos. Oposição Estudantil à Ditadura: 1956-1974. Lisboa, Âncora Editora., 2000


ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS DE 1958


António Abreu, “Humberto Delgado e as eleições presidenciais de 1958”, O Militante Nº 236, Setembro / Outubro 1998


António Simões de Abreu, A raiva de Salazar contra a unidade democrática representada por Humberto Delgado e outros episódios por mim vividos em 32 anos de luta antifascista, Lisboa, Edições Sociais, 1975


Iva Delgado, Braga Cidade Proibida . Humberto Delgado e as Eleições Presidenciais de 1958, Braga, Governo Civil, 1998


Emb.Carlos Fernandes, Recordando. O caso Delgado e outros casos, Lisboa, Universitária Editora, 2002


“Le PCP et le general Humberto Delgado”. Est et Ouest, 211, 1-15 Março 1959

Menno Postma, “A influência do General Humberto Delgado na juventude e na população portuguesa”, em Iva Delgado, Carlos Pacheco e Telmo Faria (coord.) , Humberto Delgado: As Eleições de 58. Lisboa, Vega, 1998


David L. Raby, “0 Problema da Unidade Anti-Fascista: 0 PCP e a Candidatura do General Humberto Delgado em 1958”, Análise Social, 72-74, 1982


Fernando Rosas (com Maria Inácia Rezola, Alexandra Frade e Cláudia Figueiredo). Humberto Delgado - o general sem medo, Catálogo da Exposição inaugurada na Biblioteca-Museu República e Resistência da C. M. de Lisboa a 10/2/1995, Lisboa, B.M.R.R./C.M.L., 1995


Manuel Sertório, "A candidatura de Cunha Leal a Presidéncia da República”, O Jornal, 5/11/1982


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7.7 – CLANDESTINIDADE – ANOS SESSENTA E SETENTA (1960-1974)


J. Càndido de Azevedo, “FPNL e PCP - história e razões de uma ruptura”, Diário de Noticias, 20 e 21 de Abril de 1978


Araüjo de Castro. Manifesto da Comissão Poiltica do Comité Central do Partido Comunista Português. sl., s.d. (1970)


Álvaro Cunhal. Rumo à Vitória - As Tarefas do Partido na Revolução Democrática e Nacional, Porto, Opinião., 1974

[Relatório de 1964. com muitas referénctas as lutas operárias e ao movimento de resistência ao salazarismo.]


Álvaro Cunhal. 0 Radicalismo Pequeno-Burguês de Fachada Socialista, Lisboa, Edições Avante!. 1974.

[Edição legal do texto de Cunhal na luta contra o esquerdismo pós-Maio de 1968.]


“Os anos 60 em Portugal , hoje”, Vértice, 26, Maio 1990


“Como foram organizadas as manifestações de 31 de Janeiro de 1962 no Porto”, Avante!, Suplemento 6/5/1981


O Congresso Democrático de Aveiro Uma Vitória a Consolidar alargando o movimento unitário de massas, Avante! , Maio de 1973


“Da cadeia para a liberdade passando por um cenitério”, Avante!, 2/4/81

[Relato da fuga de Jorge Araujo e Silva Marques em 1962.]


Tom Gallagher. "The Portuguese Communist Party and Eurocommunism". Political Quaterly. 50, 1979


António Gervásio, Lutas de Massas em Abril e Maio de 1962 no Sul do País , Lisboa, Edições Avante! , 1996


“La "Junte patriotique" et les comunistes portugais". Est et Ouest, 280. 1-15 Junho 1962


Maria Rosalina Labaredas, “1º de Maio de 1962, no Couço. Vitória dos campnenses na luta pelas oito horas”, O Jornal, 19/4/1983


Luís Leiria, “A Geração de 70”, Vida Mundial, Dezembro de 1998


(PCP ), O Governo de Marcelo Caetano , Tentativa de Salvar a Ditadura, Lisboa,Edições Avante !,1997


António Melo, “Cheias – a Censura não aguentou”, Pública, nº79, 23/11/1997


António Melo, “Cheias – o aniversário de Ana Lucas”, Pública, nº79, 23/11/1997


“Objectifs et tactique du PCP", Est et Ouest, 258, 16-31 Maio 1961

[Referência ao artigo do Pravda a propósito do 40º Aniversário do PCP.]


(José Pacheco Pereira), "Fontes para a história do PCP: duas cartas de Pedro Soares / "Luigi" de Abril de 1974, Estudos sobre o Comunismo, 7/3/2005


(José Malaquias Pinela / Tolentino Pereira Lourenço / Alberto Costa / Alvaro Pestana / Guilherme Martins Bucho / .Joaquim Custódio Leocádio), .”15 de Marco – subsidio para a histôria do siridicalismo em Portugal”, 0 Trabalhador do Comércio, 3, Marco-Abril 1976


[Mesa-redonda corn participantes na manifestação dos Caixeiros de Lisboa, 1971.]


M(alaqulas) P(inela), “Os Trabaihadores do Comércio - sua contribuição para a história sindical no período marcelista”., 0 Trabalhador do Comércio, 7, Nov.-Dez. 1976


José Malaquias Pinela, A Manifestação dos Caixeiros de 15 de Março de 1971 e a Luta das 4 Horas , Lisboa, Federação Portuguesa dos Sindicatos do Comércio, 15 de Março de 1981


Portugal Hoje, Suplemento Especial. 1 /V/1981

[Sobre o 1º de Maio. corn referências a actividade de preparacáo clandestina de 10 de Maio de 1974.]


Portugal Socialista (Maio de 1967 - Dezembro de 1973) CDROM, Fundação Mário Soares, 2004


“1º de Maio contra o fascismo”., Avante!, Suplemento 6/5/1981

[Sobre o 1º de Maio de 1962.]


Maria Cândida Proença (Org.), Maio de 1968 – 30 anos depois. Movimentos estudantis em Portugal, Lisboa, FCSH da UNL-Colibri.1999


Matilde Ramalho, «O segredo do licor», Expresso, 16 de Março de 1996


[Artigo referente às comemorações do 50º aniversário do PCP, ainda na clandestinidade.]


Vasco Rato, “O PCP perante o eurocomunismo”, Revista de Ciência Política,6, 2º Semestre 1987


Fernando Rosas / Pedro Aires Oliveira (Coordenação), A Transição Falhada. O Marcelismo e o fim do Estado Novo (1968-1974), Lisboa, Editorial Notícias, 2004


Manuel Sertório, Entrevista a República, 31/5/1974.


[Para a história das polémicas da FPLN.]


Jorge Wemans, “Os miúdos nas Cheias”, Pública, 23/11/1997


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FUGAS DE PENICHE E CAXIAS


"Foi há 28 anos. A fuga de Peniche vista pelos que ficaram", Avante!, 14/1/1988

[Depoimentos de José Vitoriano, Severiano Falcão, Borges Coelho e Manuel Andrade.]


“Fuga de Peniche: voltar a liberdade para continuar a luta”, Avante!, 10/1/1980


"1961 - a fuga de Caxias", Avante!, 27/12/1974

[Entrevistas com parcipantes.]


António Alexandre Tereso, Fuga de Caxias no carro blindado do Salazar, Lisboa, Edições Sociais, s.d.


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GUERRA COLONIAL


Rui Bebiano, “As Esquerdas e a Oposição à Guerra Colonial”, A Guerra do Ultramar: Realidade e Ficção. Actas do II Congresso sobre a Guerra Colonial, Lisboa, Editorial Notícias - Universidade Aberta. 2002


Rui Bebiano “A resistência interna à Guerra Colonial”, História, 51, III série, Dezembro, 2002


CIDAC, A Cor das Solidariedades pela Justiça e Equidade nas Relações Internacionais. 30 Anos do CIDAC, Lisboa, CIDAC, 2004


Eduardo Mayone Dias, "Janeiro-Junho de 61 . O eclodir da guerra em Angola visto pela imprensa lisboeta", História, 129 Junho 1990


Rui Azevedo Teixeira, Guerra Colonial. Realidade e Ficção, Lisboa Editorial Notícias, 2001


Rui de Azevedo Teixeira, A Guerra Colonial e o Romance Português, Lisboa, Editorial Notícias, 1998


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CRISE ESTUDANTIL DE 1962


“Estudantes de 1962 recordam a "crise académica"“, Jornal da Educação, 54, Abril 1982


João Pedro Ferro (Org.) A Primavera que Abalou o Regime. A Crise Académica de 1962, Lisboa, Presença, 1996


Álvaro Garrido, Movimento estudantil e crise do Estado Novo: Coimbra 1962. Coimbra, Livraria Minerva, 1996


Daniel Ricardo, “Contra os bastões lucidez e unidade”, O Jornal, 27/3 a 2/4/1987

[Sobre o movimento estudantil posterior a 1962.]


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VI CONGRESSO (1965)


Álvaro Cunhal, Relatório da Actividade do Comité Central ao VI Congresso do P.C.P, Lisboa, Edições Avante!,

[Cobrindo o periodo de 1957 a 1965.]


Joaquim Gomes, "0 VI Congresso do PCP e as tarefas de organização", Avante!, 18 de Outubro de 1974


"Os Congressos do Partido - O VI Congresso Rumo à Vitória!!, Avante!, 6/4/2000


Programa e Estatutos do PCP, Lisboa, Edições Avante!, 1974


[Aprovados no VI Congresso em 1965.]


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CRISE ESTUDANTIL DE 1969


Vítor Alves / Júlio Roldão, “As Repúblicas – Lutas e Lutos da Academia”, Via Latina, 1985-86


Rui Cardoso, “Do Luto Académico à luta permanente”, Expresso (Revista), 23/3/2002


A crise académica: Coimbra 17 de Abril de 1969, Coimbra, Câmara Municipal, 1999


Celso Cruzeiro, Coimbra , 1969 : A Crise Académica, o Debate das Ideias e a Prática, Ontem e Hoje, Porto, Ediçôes Afrontamento, 1989


Marta Benamor Duarte, Foi apenas um começo - o movimento estudantil de 1969 em Lisboa e Coimbra. Tese de Mestrado apresentada à FCSH da UNL, depositada na Fundação Mário Soares


João Mário Mascarenhas (coord), Coimbra 69, Lisboa 1999, Lisboa, Biblioteca Museu República e Resistência, 1999


Rui Namorado, “Para uma universidade nova: crónica da crise de 1969 em Coimbra.”, Revista Crítica de Ciências Sociais, nº27-28, 1989


António da Cruz Rodrigues / José Maria Marques / Joaquim Maria Marques, Dossier Coimbra 1969: a crise de Coimbra vista por observadores estranhos aos acontecimentos. Lisboa, Sampedro. s.d.

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7.8 - 25 DE ABRIL DE 1974


Jacinto Baptista, Caminhos Para Uma Revolução . Sobre o Fascismo em Portugal a sua Queda, Amadora, Bertrand 1975


Ana Barradas / Ângelo Novo / António Barata, O futuro era agora. O movimento popular do 25 de Abril, Lisboa, Edições Dinossauro, 1994


Gruppe Dr. Katins, Reportagem Sobre Uma Revolução .,TVDDR s.d. (1977)


Branko Lazitch, “Le parti communiste et la "revolution nationale-democratique” au Portugal". Est et Ouest. 245, 1-l5 Junho 1974


Armando Morais, "O trabalho do PCP para a Revolução", O Militante, 269, Março Abril 2004


Eusebio M. Mujal-Leon. `The PCP and the Portuguese Revolution", Problems of Communism, January - February, 1977


António Ventura “O papel das forças sócio-políticas na mudança democrática. O caso português.” em Hipólito de la Torre (coord.), Portugal y Espana en el cambio político (1958-1978). Mérida, UNED, Centro Regional de Extremadura, 1989


“25 de Abril de 1974; A primeira delegação oficial do PCP recebida pela Junta de Salvação Nacional", Avante!, 2.IV.81

[Inclui referências a actividade da C. Executiva do CC do PCP nos ültimos dias da ditadura]


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Publicado por José Pacheco Pereira em 05:41 PM | Comentários (1)

BIBLIOGRAFIA SISTEMÁTICA SOBRE O PCP, OS MOVIMENTOS COMUNISTAS E RADICAIS E A OPOSIÇÃO POLÍTICA E SOCIAL ATÉ 25 DE ABRIL DE 1974 (Em organização) - V PARTE

Secção: Bibliografia

V PARTE

8 - OBRAS DE BASE GEOGRÁFICA

9- ORGANIZAÇÕES DO PCP

10 – CLANDESTINIDADE / ORGANIZAÇÃO/ MEMBROS / ORGANISMOS / FUNDOS / FINANCIAMENTOS

11- OUESTÕES INTERNAS / POLÉMICAS/ PRODUÇÃO TEÓRICA

12 – CAMPONESES / REFORMA AGRÁRIA

13 – SINDICATOS

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8 - OBRAS DE BASE GEOGRÁFICA


Costa Feijão, “Memória do Oeste”, Avante! 28/8/2003


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ALCOCHETE


“As greves de 1937 e 1957 nas salinas de Alcochete”, Bandeira Vermelha, 17/8/1977


João Marafuga, A greve do sal de 1957 - 1º parte ; 2ª parte, Novembro 2002


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ALENTEJO


Paulo Guimarães , “Os últimos anos do sindicalismo revolucionário : a Federação Mineira e Metalúrgica e o Alentejo” , A Ideia , 58 , Março 2003


João Honrado, Crónicas de Dizer Alentejo, Beja, Associação de Municípios do Distrito de Beja, 1998


João Honrado, Falando Alentejo, Beja. Ed. da AMDB, 1999


Paulo Lima, O Fado Operário no Alentejo. Séculos XIX-XX. O Contexto do Profanista Manuel José Santinhos, Sons da Tradição, 2004


António Dias Lourenço, Alentejo Legenda e Esperança I, Lisboa, Caminho, 1997


António Modesto Navarro, Memória Alentejana - I – A Vida no Alto Alentejo nas Ultimas Décadas, a Resistência e a Reforma Agrária, Amadora, 1977

[Baseado em relatos de trabalhadores rurais sobre as lutas nos anos 40 a 60.]


António Modesto Navarro, Memória Alentejana - II- Resistência e Reforma Agrária em Beriavila e Campo Maior, Amadora, 1978


José Pacheco Pereira, Conflitos Sociais nos Campos do Sul de Portugal, Mem Martins, Publicações Europa-América, 1982


Constantino Piçarra, “Afinal, o Fascismo sempre existiu”, O Campaniço Janeiro/Fevereiro 1994


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ALGARVE


Carlos Costa, Relatório sobre o Algarve (Agosto de 1952), Lisboa, Avante, 2000


Maria João Raminhos Duarte, Portimão. Industriais Conserveiros na 1ª Metade do Século XX, Lisboa, Edições Colibri, 2003

[Elementos sobre o movimento operário algarvio]


[Joaquim Rodrigues], Subsídios Para A História Do Movimento De Unidade Democrática No Algarve (1945-1949)


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ALHANDRA


Comissão de Freguesia de Alhandra do PCP, Vida e Obra dos Comunistas em Alhandra 1923-2000, 2003


Maria do Sameiro Pedro, Um Escritor Em Alhandra Apontamentos Sobre A Obra De Júlio Graça


Vitor Serpa, “Alhandra esperou 25 anos para dizer obrigado”, A Bola, 14/11/1974


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ALJUSTREL


Crónica da Ordem Pública 1861-1932, Aljustrel, Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Mineira do Sul, 1984


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ALMADA


Carlos Abreu / Francisco Branco (Coordenação e Redacção), 0 Associativimo Tradição e Arte do Povo de Almada, Câmara Municipal de Almada, 1984


Fernando Miguel Bernardes, (Org.), Literatura Actual de Almada. Antologia, Almada, Câmara Municipal de Almada, 1998


Alexandre M. Flores, Almada na História da Indústria Corticeira e do Movimento Operário (1860-1930), Almada, Câmara Municipal, 2003


Luis Alves Milheiro, Almada e a Resistência Antifascista,2000


Alberto Pereira Ramos,”A Academia Almadense: um exemplo da influência operária”, Movimento Cultural, 3, Dezembro 1986


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AVEIRO


Costa e Melo, Memória de Aveiro em forma de saudades. Coisas, almas, factos e pessoas,Aveiro, Câmara Municipal de Aveiro, 1997


Manuel da Costa e Melo, Memórias Cívicas 1913-1983,Coimbra, Almedina, 1988


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BAIXA DA BANHEIRA


José Rosa Figueiredo, A Baixa da Banheira Até aos Nossos Dias, Edição da Assembleia Distrital de Setúbal, 1979


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BALEIZÃO


Margarida Fernandes, “Terra, trabalho e pão / O caso de Baleizão”, História, 32, Julho de 1997


Carlos Alberto Martins de Oilveira / Maria Leonor Marques Pereira, “O Viver de Baleizão", Economia e Sociologia, 32, 1981


[Referências ao PCP em Baleizão]


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BARREIRO


Carlos Alberto (Carló), Peões no Xadrez Imperial da CUF, Palmela, Darvoz, 2001

[Num dos testemunhos que abrem este livro, da autoria de José de Brito Apolónia, pode ler-se: «Este é um livro com gente viva dentro dele. Pessoas que marcaram uma geração de trabalhadores. Os protagonistas no fio do argumento têm nomes fictícios, porém, quem viveu e conheceu a CUF por dentro percebe inequivocamente a quem se referem os heterónimos das personagens, o que confere mais realismo à narração."]


Ana Nunes de Almeida, Fábricas e Famílias Operárias, Câmara Municipal do Barreiro, 1993


Vanessa de Almeida, "António Maria Marques E A História Operária Do Barreiro", Estudos sobre o Comunismo, 1/2/2004


Vanessa de Almeida, , "Acácio José da Costa e o 28 de Fevereiro de 1935 no Barreiro", Estudos sobre o Comunismo


Natalina Catarino,” Falemos de : " Um Olhar sobre o Barreiro “, Jornal do Barreiro, 24.10.86


António Maria Marques, «Que nunca sejam esquecidos os que lutaram», Jornal do Barreiro, 25/04/1997


António Maria Marques, «Constituição do Primeiro Comité local do PCP», Jornal do Barreiro, 16/05/1997


António Maria Marques, «O Partido Comunista no Barreiro, face à Igreja», Jornal do Barreiro, 08/08/1997


António Maria Marques, «Mulheres organizadas e que se salientaram na luta de classes no Barreiro», Jornal do Barreiro, 26/09/1997


António Maria Marques, «O Partido, face às colectividades do concelho do Barreiro», Jornal do Barreiro, 21/11/1997


António Maria Marques, «O movimento de 18 de Janeiro de 1934. Greve Geral Revolucionária contra o Estatuto do Trabalho Nacional», Jornal do Barreiro, 06/06/1997


António Maria Marques, «A Língua Internacional “Esperanto”, e a sua História, no Barreiro», Jornal do Barreiro, 20/03/1998


António Maria Marques, «Revolta da Marinha Portuguesa – participação de militantes do Barreiro», Jornal do Barreiro, 20/06/1999


António Moreira, "A greve geral de 1934 no Barreiro", Diário de Notícias, 2/11/1984


Ana Filipa da Silva,A questão social na CUF. Tese de Mestrado


Armando de Sousa Teixeira, Barreiro Uma História de Trabalho Resistência e Luta (1926/45), Lisboa, Edições Avante!, 1997


Armando de Sousa Teixeira, Barreiro Uma História de Trabalho Resistência e Luta (1946/62), Lisboa, Edições Avante!, 1999


Armando de Sousa Teixeira, A Rua Direita e a Ganilha do Lado da Praia, Lisboa, Editorial Avante!, 2001


Armando Sousa Teixeira, A Indústria e a Luta em Desenvolvimento. Barreiro, uma História de Trabalho, Resistência e Luta (1963-1969), Parte IV, Lisboa, Edições «Avante!», 2005

[Extractos deste livro encontram-se em "A luta dos Ferroviários".]


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BEJA


Maria Goretti Matias (Introdução e notas), "A actividade sindical do PCP no Porto, Beja e Faro em 1931 (textos de 0 Trahalho Sindical)", Estudos sobre o Comunismo, 2, Janeiro-Abril de 1984


Francisco Pratas, “Escolas” do MUD”, Diário do Alentejo, 28/1/2005

[Sobre o MUDJ em Beja.]


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BRAGA


Iva Delgado, Braga Cidade Proibida . Humberto Delgado e as Eleições Presidenciais de 1958, Braga, Governo Civil, 1998


Joaquim Santos Simões, Braga. Grito de Liberdade. História Possível de meio século de resistência , Braga, Governo Civil do Distrito de Braga, 1999


Humberto Soeiro (Selecção e edição), Intervençao Politica. Democratas de Braga 1949-1970, Inova, Porto, 1973


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CASTANHEIRA DE PÊRA


Kalidás Barreto, Subsídios para a história do movimento operário em Castanheira de Pêra, Porto, Umbertipo, 1983


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COIMBRA


Rui Bebiano "A cidade e a memória na intervenção estudantil em Coimbra", Revista Crítica de Ciências Sociais, 66, Outubro de 2003


João Madeira, “0 Sector de Coimbra - os intelectuais e o partido”, História, n.° 17, Fev./1996


António José Soares, Saudades de Coimbra – Pequena História da Academia de Coimbra 1901 -1950, s/d


Alberto Vilaça, “Brevíssima evocacão do PCP em Coimbra”, Informar (Boletim da DORC), n.° 1, de Mar./1996


Alberto Vilaça, O MUD Juvenil em Coimbra. História e estórias, Porto, Campo das Letras, 1998


Alberto Vilaça, Para a História remota do PCP em Coimbra 1921-1946, Lisboa, Edições Avante!, 1997


Alberto Vilaça, A Revolução em Coimbra


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COUÇO


Henrique Custódio,” Conheça o Couço, dr. Mário Soares?!...”, Avante!, 27/2/86


Paula Godinho, «Género e Resistência Rural Antisalazarista: Memórias Femininas do Couço (1958-62)», Arquivos da Memória, nº 5, 1998


Paula Godinho, Memórias da Resistência Rural no Sul. Couço (1958 - 1962), Oeiras, Celta Editora, 2001


Maria Rosalina Labaredas, “1º de Maio de 1962, no Couço. Vitória dos campnenses na luta pelas oito horas”, O Jornal, 19/4/1983


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COVILHÃ


Gabriel Raimundo, Tear do Tomates - Romance dos Trapos na Corda da Estrela, Almada, Edições ANES, 1984


“Recordando greves históricas dos operários de laníficios da Covilhã”, Avante!, 8/11/1974

[Depoimento de João Canário.]


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FAFE


J. Gomes Bandeira, “Fafe no ano de 1946 – O pão faltou, a GNR atirou, a PIDE prendeu”, Diário de Lisboa, 31/12/1977

[Memórias de participantes nas lutas de 1946.]


Artur Ferreira Coimbra, Desafectos ao Estado Novo. Episódios de Resistência ao Fascismo em Fafe. Junta de Freguesia de Fafe, 2003

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FAMALICÃO


Artur Sá da Costa (Coord.), Momentos de Resistência, V. N. Famalicão C. M. V. N. Famalicão, 2000


"Documentação da Oposição Democrática ao Estado Novo em V. N. de Famalicão - Doações à Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco", Boletim Cultural CM Famalicão, 13, 1994-1995


Filipa Sousa Lopes, Movimentos da Oposição em Famalicão (Dos finais da década de vinte aos anos cinquenta), Famalicão, Editora Ausência, 2004

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FARO


Maria Goretti Matias (Introdução e notas), "A actividade sindical do PCP no Porto, Beja e Faro em 1931 (textos de 0 Trahalho Sindical)", Estudos sobre o Comunismo, 2, Janeiro-Abril de 1984


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LOURES


(Vários), Loures Tradição e Mudança. I Centenário da Formaçâo do Concelho 1886-1986, 1986

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MADEIRA


"O PCP na Madeira nos anos 30 e 40", O Militante, Agosto-Setembro de 1975


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MARINHA GRANDE


Hermínio de Freitas Nunes, 18 de Janeiro de 1934. Rostos... Subsídios para a história da Marinha Grande , Marinha Grande, Autor em colaboração com Jornal da Marinha Grande, Janeiro 1997


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MONTEMOR-O-NOVO


António Joaquim Gervásio, O P.C.P e a Resistência contra a ditadura fascista no concelho de Montemor-o-Novo , Montemor-o-Novo, 1994


Teresa Fonseca / Jorge Fonseca, Fascismo e Anti-Fascismo. O Exemplo de Montemor-o-Novo, Montemor-o-Novo, União dos Resistentes Anti-Fascistas Portugueses 1994


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PORTO


“Como foram organizadas as manifestações de 31 de Janeiro de 1962 no Porto”, Avante!, Suplemento 6/5/1981


José Manuel Lopes Cordeiro, "As Origens do PCP no Porto" , Público , 11 de Março de 2001

[Reproduzido em Estudos sobre o Comunismo]


Dorn do PCP, Relatório sobre a Manifestação se 15 de Abril no Porto Contra a Carestia da Vida 1972, Lisboa, Avante, 1996


Maria Goretti Matias (Introdução e notas), "A actividade sindical do PCP no Porto, Beja e Faro em 1931 (textos de 0 Trahalho Sindical)", Estudos sobre o Comunismo, 2, Janeiro-Abril de 1984


José Augusto Seabra / António Corte-Real / Alfredo Ribeiro dos Santos (Dir.) , O Porto e o 25 de Abril (vinte anos de democracia)", Nova Renascença, Volume XIV Inverno-Primavera 1994


José Silva, Memórias de um operário, Porto, 1971


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RIBA D’AVE


M.F. Cunha, ”Testemunho sobre as Lutas contra o Fascismo na Zona Têxtil de Riba de Ave” Boletim Cultural da Câmara Municipal de Famalicão nº. 13 1994-1995


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SACAVÉM


António Francisco da Fonseca Pereira / Beatriz Nogueira Matias / José Miguel Mourato, (Grupo de Trablho da Assembleia de Freguesia), Sacavém e as suas Lutas, , Sacavém, 1991


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SANTARÉM


Direcção da Organização Regional de Santarém do PCP, Notas para a História das Lutas Sociais no Distrito de Santarém 1926 / 1974, Santarém, Direcção da Organização Regional de Santarém do PCP, 2001


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SILVES


Alfredo Canana, “0 18 de Janeiro em Silves”, Diârio de Lisboa, 5/1/1980

[Recordações de participantes.]


João Madeira, “Da alvorada do século ao estado novo . Notas sobre "Silves, a cidade democrática...", O Mirante, 12, Dezembro de 1997


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S. JOÃO DA MADEIRA


João da Silva Correia, Unhas Negras, S. João da Madeira, Câmara Municipal, 2003


[Romance das lutas operárias na região de S. João da Madeira, nos anos trinta e quarenta.]


Greve dos Sapateiros e Chapeleiros - S. João da Madeira – 1943, S. Joäo da Madeira, s.d.


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VIEIRA DE LEIRIA


José Freire Antunes, “Vieira de Leiria exemplo da luta popular”, Diário de Lisboa, 3/7/1974


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VILA FRANCA DE XIRA


Câmara Municipal de V. F. Xira - Museu Minicipal, O Homem, o Trabalho e a Fábrica - Indústria no Concelho de Vila Franca de Xira, V. F. Xira, Museu Municipal de V. F. Xira, 1996


Da Resistência à Liberdade em Vila Franca de Xira, Museu Municipal de Vila Franca de Xira, 2004


António Dias Lourenço, Vila Franca de Xira Um Concelho no País, Vila Franca de Xira, Câmara Municipal, 1995


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DIÁSPORA: PORTUGAL DA EMIGRAÇÃO


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MARROCOS


Paulo Jorge Pires / Maria João Raminhos Duarte, O Testamento Político de João Rosa Beatriz, Lisboa – S. Brás de Alportel, Edições Colibri – Câmara Municipal, 2003

[“Memórias” originais e uma biografia política de João Rosa Beatriz, um republicano oposicionista residente em Marrocos. Elementos sobre as actividades dos núcleos oposicionistas portugueses em Marrocos.]

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9 - ORGANIZAÇÕES DO PCP


ACÇÃO REVOLUCIONÁRIA ARMADA


José Pedro Castanheira, “A ARA abandona a clandestinidade”, Expresso, 11/11/2000


Raimundo Narciso, ARA Acção Revolucionária Armada. A História Secreta do Braço Armado do PCP , Lisboa, D. Quixote, 2000


Jaime Serra, As Explosões que Abalaram o Fascismo. O que Foi a Ara (Acção Revolucionária Armada), Lisboa, Avante, 1999


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JUVENTUDES COMUNISTAS


José de Abreu. “Para a histôria da Juventude Comunista”, Juventude, 4, Junho 1975; 5, de Agosto 1975


[Carta de um fundador da JC, com muitos elementos sobre os primeiros anos do PCP e da JC, exilio em Timor, etc.]


Georgette Ferreira, Entrevista a Juverttude, 11, Abril 1981

[Sobre a história da FJCP.]


Manuel Guedes, “Experiências da luta juvenil”, Juventude, 35, Novembro de 1978


José Magro, “Acerca da Juventude Comunista”, Juventude, 31 de Marco de 1978

[Actividade da Juventude Comunista nos anos da Segunda Guerra Mundial.]


Francisco Miguel, “Acerca da Juventude Comunista”, Juventude, 29, de Janeiro de 1978; 30, de Fevereiro 1978

[Elementos sobre a Federação das Juventudes Comunistas Portuguesas e a sua acção nos anos 30.]


João Arsénio Nunes "O Camarada René e a Juventude Comunista no princípio dos anos 30”, Uma vida em História. Estudos em Homenagem a António Borges Coelho, Lisboa, 2001


"O PCP e a Juventude”, Boletim de Informação (Actividades Comunistas) da Legião Portuguesa, Suplemento n.° 13, fascículo I, 1958


(PCP), O PCP e a Juventude, Lisboa, Edições Avante !, 1975


Elói Rodrigues, “As Juventudes Comunistas (1921-1936)”,Vértice, 50 Set.-Out. 1992


Eloy Rodrigues, Subsídios para Uma Cronologia do Movimento Estudantil Português, Ed. da Org. do Ens. Sup. Da JCP, 1988


Femando (Macedo) de Sousa, Entrevista a Juventude Vermeiha. 6, Junho de 1976


Sérgio Vilarigues, “Experiências de luta juvenil antifascista, depoimento do camarada Sèrgio Vilarigues, membro da C. Politica e do Secretariado do CC do PCP”, Juventude, 36, de Marco 1979


[Dados sobre a FJCP desde 1932.]

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MOVIMENTO DA JUVENTUDE TRABALHADORA


Emesto Afonso, Entrevista a Juventude, Abril, 1981.


[Dados para a história do MJT.]


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MOVIMENTO DEMOCRÁTICO DAS MULHERES


Helena Neves, Apontamentos para a História do MDM . O Retomar dos Gestos, MDM, 1989


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MOVIMENTO DE UNIDADE DEMOCRÁTICA JUVENIL (MUDJ)


Documentos do MUD Juvenil (CDROM), Fundação Mário Soares, 2004


Octávio Pato, "Os 50 anos do MUD Juvenil (Entrevista)", Avante!, 21/3/1996


Francisco Pratas, “Escolas” do MUD”, Diário do Alentejo, 28/1/2005

[Sobre o MUDJ em Beja.]


Alberto Vilaça, O MUD Juvenil em Coimbra. História e estórias, Porto, Campo das Letras, 1998


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NÚCLEO DOS TRABALHADORES INTELECTUAIS


Alberto Vilaça , “0 Núcleo dos Trabaihadores Intelectuais do PCP em 1931-32”, Vértice, 70, de Jan.-Fev. 1996


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RÁDIO PORTUGAL LIVRE


“Entrevista com um camarada locutor da Radio Portugal Livre”, Vozes ao Alto, n.° 1, Fevereiro de 1975


Rui Perdigão, “Testemunho sobre a Rádio Portugal Livre”, Estudos Sobre o Comunismo,

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CÉLULAS


“A célula do P.C.P. na Fâbrica Portugal”, Boletim Célula do P.C.P. - Fábrica Portugal, 1 (1975?)


Os Comunistas e a Siderurgia Nacional, Edicão Célula PCP na S.N., 1976


“O Reforço da Célula do Cobre “, Militante, 121, 6/85


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9 - PARTICIPACÃO DO PCP NOUTRAS ORGANIZAÇÕES


J. Càndido de Azevedo, “FPNL e PCP - história e razões de uma ruptura”, Diário de Noticias, 20 e 21 de Abril de 1978


Manuel Sertório, Entrevista a República, 31/5/1974.

[Para a história da corrente socialista nos anos do pós-guerra e sobre as polémicas da FPLN.]


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10 – CLANDESTINIDADE / ORGANIZAÇÂO/ MEMBROS / ORGANISMOS / FUNDOS / FINANCIAMENTOS


Ana Barradas, As clandestinas, Lisboa, Ela por Ela, 2004


“As camaradas das casas do Partido”, Avante!, 2/6/81


Maria Luísa Costa Dias, Crianças Emergem da Sombra, Lisboa, Edições Avante!, 1982


Branko Lazitch, “D’ou vient l’argent du PCP?", Est et Ouest, 557, 1-15/9/1975


A Missäo Histórica da Classe Operaria (Capítulo XI do Manual de Direção de Otto V. Kuusinen), Edição da DORA do PCP, 1974.

[Reedicão de um texto usado na formação dos militantes do POP desde 1963.]


João Madeira, "Bolchevização, funcionários clandestinos e identidade no PCP", Revista de História das Ideias, Vol. 25, 2004


Domingos da Costa Gomes , “Criação e actuação de um “aparelho” de fronteira” , Militante, 243, Nov.-Dez. 1999


“A orgarnização e a vida”, Avante!, 2/4/81

[Recolha de documentos sobre a vida conspirativa do PCP.]


José Pacheco Pereira, A Sombra. Estudo sobre a Clandestinidade Comunista, Gradiva, Lisboa, 1993


Andreia Sanches, “Filhos de clandestinos portugueses na URSS”, Pública, 8/8/2004


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11- OUESTÔES INTERNAS / POLÉMICAS/ PRODUÇAO TEÔRICA


Álvaro Cunhal. Rumo à Vitória - As Tarefas do Partido na Revolução Democrática e Nacional, Porto, Opinião., 1974


Álvaro Cunhal. 0 Radicalismo Pequeno-Burguês de Fachada Socialista, Lisboa, Edições Avante!. 1974.

[Edição legal do texto de Cunhal na luta contra o esquerdismo pós-Maio de 1968.]


João Madeira , "A herança de Staline" , História , 56 , Maio 2003


José Neves, «A Imaginação da Nação na Historiografia Comunista Portuguesa», Ler História, 46, 2004


Vasco Rato, “O PCP perante o eurocomunismo”, Revista de Ciência Política,6, 2º Semestre 1987


António José Saraiva, Maio e a Crise da Civilização Burguesa. s.l., Publicações Europa-América, 1970


Pedro Soares, Herdeiros e Continuadores do Anarquismo. Lisboa, Seara Nova, 1975


[Texto, escrito em 1972, de crltica à Revolucão Portuguesa.]


Pedro Soares, "Notas fllosôficas sobre o valor objectivo das ideias", Seara Nova, 1548, Outubro 1974

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12. LUTAS SOCIAIS


João Campelo, ”EFACEC : uma greve política há 29 anos”, O Diário, 19/12/1987


Ramiro da Costa, "A greve geral em Portugal", História, 32, .Junho 1981


O Diário, Suplemento Especial, 1/5/1981

[Sobre 0 1º de Malo no movimento operário português.]


J M. Costa Feijão, “A greve da mala”, Avante!, 3/7/2003


J M. Costa Feijão, “Lutas nas marinhas do sal”, Avante! ,22/5/2003


Alexandre M. Flores / António Neves Policarpo, Arsenal do Alfeite. Contribuição para a história da Indústria Naval em Portugal,Junta de Freguesia do Laranjeiro, 1998


“Uma luta de ha trés anos - recordando a greve vitoriosa na Grundig", Avante!, 29/2/1975


"As lutas dos trabalhadores da Mague antes do 25 de Abril", Vanguarda (Boletim da Célula da Mague do PCP), 11, Agosto 1977


Fatima Patriarca, “Práticas de acção operária e formas organizativas na Lisnave” Análise Social, vol. XIII (51). 1977


Fatima Patriarca, A Questão Social no Salazarismo 1930-1947, Lisboa, IN-CM, 1995


José Pacheco Pereira, As Lutas Operárias contra a Carestia de Vida em Portugal - A Greve Geral de Novembro de 1918, Portucalense Editora, 1971


(José Malaquias Pinela / Tolentino Pereira Lourenço / Alberto Costa / Alvaro Pestana / Guilherme Martins Bucho / .Joaquim Custódio Leocádio), .”15 de Marco – subsidio para a histôria do siridicalismo em Portugal”, 0 Trabalhador do Comércio, 3, Marco-Abril 1976


[Mesa-redonda com participantes na manifestação dos Caixeiros de Lisboa, 1971.]


[Joaquim Rodrigues], Os Sapateiros e a Oposição ao Estado Novo


Maria de Lurdes Lima Santos / Marinús Pires de Lima / Vitor Matias Ferreira, O 25 de Abril e as Lutas Sociais nas Empresas,Porto, Afrontamento 1976-7


[lnclui elementos sobre o movimento operário no período imediatamente anterior ao 25 de Abril.]


“Os trabalhadores dos TLP na luta contra o fascismo e na defesa das conquistas de Abril”, Vencer a Distãncia. Texto de Apoio à Festa do Avnate da Célula dos TLP do PCP, 1976


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13 – CAMPONESES / REFORMA AGRÂRIA


António Gervásio, Lutas de Massas em Abril e Maio de 1962 no Sul do País , Lisboa, Edições Avante! , 1996


João Madeira, "A morte e o mito nos campos do Sul", História, 66, Maio 2004


[Sobre Catarina Eufémia.]


José Adelino Maltez, A Estratégia do PCP na Reforma Agrária (1974-1976) . Relatório Sintese , Lisboa, Associação para a Cooperação e Desenvolvimento Social, 1989


António Modesto Navarro, Memória Alentejana - I – A Vida no Alto Alentejo nas Ultimas Décadas, a Resistência e a Reforma Agrária, Amadora, 1977

[Baseado em relatos de trabalhadores rurais sobre as lutas nos anos 40 a 60.]


António Modesto Navarro, Memória Alentejana - II- Resistência e Reforma Agrária em Beriavila e Campo Maior, Amadora, 1978


(PCP ), O PCP e a Luta pela Reforma Agrária, Lisboa, Edições Avante!, 1975


José Pacheco Pereira, Atitudes do Trabalhador Rural Alentejano Face a Posse da Terra e ao Latifúndio, Oeiras, Centro de Estudos de Economia Agrária, 1980


José Pacheco Pereira, "Des luttes du proletariat agricoIe avant le 25 de Avril 1974 a la Reforme Agraire., Revue Tiers Monde, t. XXIII, 89, Janvier-Mars 1982


José Pacheco Pereira, Conflitos Sociais nos Campos do Sul de Portugal, Mem Martins, Publicações Europa-América 1982


A Questão Agrária, Lisboa, Edicões Avante!, 1975


"A situação da agricultura e o movimento camponês”, 0 Militante, 70, Abril 1980


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14 – SINDICATOS


“1969-1971 - Anos decisivos para o movimento sindical', Avante!. Suplemento, 4/4/1981.

[Documentos do CC do PCP sobre a luta sindical.]


1977-1978 Sindicalismo em Portugal, Lisboa, Assirio & Alvim, 1977

[Dados sobre o movimento sindical anterior ao 25 de Abril.]


José Barreto,”Os primórdios da Intersindical sob Marcelo Caetano”, Análise Social V.XXV,105-1990


José Barreto, “Comunistas, católicos e os sindicatos sob Salazar”, Análise Social, vol. XXIX, 125-6, 1994


David de Carvalho, Os Sindicatos Operários e a Republica Burguesa (1910-1926), Lisboa, Seara Nova, 1977


Domingos Fernandes de Carvalho, Luta de corticeiros, Lisboa, Edições Sociais, 1975


Comissão do Livro Negro sobre o Regime Fascista, Trabalho, Sindicatos e Greves no Regime Fascista, Mem Martins, Presidência do Conselho - Comissão do Livro Negro, 1984


Francisco Marcelo Curto, “História breve da primeira fase da Inter-Sindical”, República, 11/7/1974


Carlos da Fonseca,O 1º de Maio em Portugal 1890-1990 . Crónica de um Século, Lisboa, Antígona, 1990


A Ferreira Guedes,”Pré-história da Intersindical”, Combate, Março 1988


Paulo Guimarães, Indústria, Mineiros e Sindicatos . Universos Operários do Baixo Alentejo : Dos Finais do Século XIX à Primeira Metade do Século XX,Lisboa, ICS 1989


“Isolar e aniquilar as sindicatos fascistas - uma tarefa revolucionária dos trabaihadores”, Revolução Popular, 6, Dezembro 1965


M(aria) R(osalina) L(abaredas), “Do 18 de Janeiro à fundação da Intersindical - Resisténcia à fascização dos sindicatos”, 0 Trabalhador do Comércio, 12 Set.-Out. 1979; 13, Nov.-Dez, 1977


Albano Lima, Movimento Sindical e Unidade no Processo Revolucionário Português, Lisboa, Edições Avante!, 1975

[Elementos sobre o movimento sindical dos ültimos anos do regime salazarista e marcelista.]


Maria Goretti Matias (Introdução e notas), "A actividade sindical do PCP no Porto, Beja e Faro em 1931 (textos de 0 Trahalho Sindical)", Estudos sobre o Comunismo, 2, Janeiro-Abril de 1984



“Mesa Redonda - 1º de Maio- A experiência vivida na primeira linha de combate”, Avante! , 30/4/1986


Maria Filomena Mónica, (Introdução), As Associações de Classe e os Sindicatos Vidreiros da Marinha Grande (1919-1945), Lisboa, ICS, (1983)


Fernando Barbosa de Oliveira, Sindicalismo e Seguros. Não ao Silêncio e à Servidão, Porto, Sindicato dos Trabalhadores de Seguros do Norte, 1998


Fátima Patriarca, ”A institucionalização corporativa - das associações de classe aos sindicatos nacionais (1933)” Análise Social V.XXVI,110 1991


(PCP), O PCP e a Luta Sindical (1935-1973) , Lisboa, Edições Avante !,1975


(PCP ), O PCP e a Luta Sindical ; Contribuição para a História do Movimento Operário em Portugal 1820 a 1934, Festa do Avante!, 1978


Para Uma Nova Sociedade; lntersindical; Na Unidade a Força dos Trabalhadores, Documentos Sindicais 1970-1974; 4.° Aniversário, Lisboa, 1974


Alvaro Rana, . "A Intersindical", 0 Trabalhador do Comércio,15, Maio-Junho 1978


Francisco Canais Rocha,”O movimento sindical gráfico e a luta pelas oito horas”, O Nosso Papel, 8, Setembro-Outubro


Francisco Canais Rocha,”Indústrias Eléctricas do Sul e Ilhas : História de um Sindicato na História do Movimento Operário”, O Diário , 29/7/1989


Teresa Serôdio Rosa,”Acção sindical dos metalurgicos (1974/85)”, Organizações e Trabalho, 1, Novembro 1989


Maria Teresa Serôdio Rosa, Relações Sociais de Trabalho e Sindicalismo Operário em Setúbal, Porto, Afrontamento 1998


Vitor Sá, Roteiro da Imprensa Operária e Sindical 1836-1986, Lisboa,Caminho, 1991


Eduardo Serpa, Em Portugal: Sindicatos e Subversão, sl.., 1972


Carlos Valente,”O movimento sindical no tempo do Estado Novo”, Diário de Notícias, 27/11/88

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BIBLIOGRAFIA SISTEMÁTICA SOBRE O PCP, OS MOVIMENTOS COMUNISTAS E RADICAIS E A OPOSIÇÃO POLÍTICA E SOCIAL ATÉ 25 DE ABRIL DE 1974 (Em organização) - VI PARTE

Secção: Bibliografia


14 – JUVENTUDE

15- MULHERES

16 - OUESTÃO MILITAR

17- COLÓNIAS E COLONIALISMO

18- ARTE E LITERATURA / INTELECTUAIS

19 - IGREJA / RELIGIÃO

20- RELAÇÕES INTERNACIONAIS

21 – REPRESSÃO / PRISÕES

22 – IMPRENSA / AGITAÇÃO / PROPAGANDA

23 - OUTROS MOVIMENTOS RADICAIS, EXTREMISTAS E COMUNISTAS

24 - DIVERSOS

15 – JUVENTUDE


Rui Bebiano “Geografia instável de uma cultura juvenil de oposição”, Estudos do Século XX, 2, 2003


Rui Bebiano, O Poder da Imaginação. Juventude, Rebeldia e Resistência nos Anos 60, Coimbra, Angelus Novus. 2003


Nuno Caiado, Movimentos Estudantis em Portugal : 1945-1980, Lisboa Instituto de Estudos para o Desenvolvimento,1990


Teresa Carreiro, Viver numa República de Estudantes de Coimbra. Real República Palácio da Loucura, 1960-1970, Porto, Campo das Letras, 2004


Fernando Correia, Porque se revoltam os estudantes, Lisboa, Cadernos Seara Nova, 1973


Escolas de Resistência: a oposição estudantil à ditadura. Texto e entrevistas: Agência MIR. Org. Associação Académica de Coimbra, Associação dos Estudantes da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas e Federação Académica do Porto, 1999


Vítor Ferreira / A. Sedas Nunes, “O meio universitário em Portugal: subsídios para a análise sociológica da sua estrutura e evolução no período 1945-1967”, Análise Social, vol. VI, nº22-23-24, 1968


Gabriela Lourenço / Jorge Costa / Paulo Pena, Grandes Planos. Oposição Estudantil à Ditadura: 1956-1974. Lisboa, Âncora Editora., 2000


Rui Namorado, Movimento Estudantil e Política Educacional, Águeda, ed. autor., 1972


A. Sedas Nunes (1968), “A população universitária portuguesa: uma análise preliminar”, Análise Social, vol. VI, nº22-23-24, 1968


A. Sedas Nunes / David Miranda, “A composição social da população portuguesa: alguns aspectos e implicações”, Análise Social, vol. VII, nº27-28, 1969


Albano Nunes, Entrevista a Juventude, 11, Abril, 1981

[Sobre a luta estudantil na decada de 60.]


Januário Pires, Contributo para o Estudo da Via Latina (1937-1969) durante o Estado Novo, Dissertação de Mestrado em História Contemporânea apresentada à FLUC, Coimbra, 1994


Menno Postma, “A influência do General Humberto Delgado na juventude e na população portuguesa”, em Iva Delgado, Carlos Pacheco e Telmo Faria (coord.) , Humberto Delgado: As Eleições de 58. Lisboa, Vega, 1998


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16- MULHERES


Ana Barradas, Dicionário incompleto de Mulheres Rebeldes, Lisboa, Edições Antígona, 1998


Rui Bebiano (com Alexandra Silva)."A reidentificação do feminino e a polémica sobre a ‘Carta a uma Jovem Portuguesa'", Revista de História das Ideias, nº 25, Coimbra, 2004, pp. 423-454


“As camaradas das casas do Partido”, Avante!, 2/6/81


Álvaro Cunhal, O Aborto Causas e Soluções . Tese Apresentada em 1940 para Exame no 5º Ano Juridico da Faculdade de Direito de Lisboa , Lisboa, Campo das Letras, 1947


Georgette Ferreira, "O Partido na mobilização e participação das mulheres comunistas", O Militante, 252 - Maio/Junho 2001


Sofia Ferreira, "O PCP e o papel das mulheres na luta clandestina", O Militante, 254 - Setembro/Outubro 2001


Vanda Gorjão, Mulheres em tempos sombrios. Oposição feminina ao Estado Novo, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais, 2002


António Maria Marques, «Mulheres organizadas e que se salientaram na luta de classes no Barreiro», Jornal do Barreiro, 26/09/1997


Rose Nery Nobre de Melo, Mulheres Portuguesas na Resistência, Lisboa, Seara Nova, 1975


[Trabalho realizado corn base nas biografias prisiorais de todas as presas politicas existentes, desde 1933, nos arquivos da PIDE.]


Organizaçao das mulheres comunistas, Lutas e Movimentos de Mulheres em Portugal sob o Regime Fascista (192 6-1974), Lisboa, Ed. Avante!, 1994


Duarte Vidal, O Processo das Três Marias. Lisboa, Futura. 1974


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17 - OUESTÃO MILITAR


Rogério de Carvalho, Portugal e a NATO , Lisboa Edições Avante! 1991


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18- COLÓNIAS E COLONIALISMO


Mário de Andrade, Antologia Temática de Poesia Africana I. Noite grávida de punhais, Lisboa, Livraria Sá da Costa Editora, 1975


Mário de Andrade, Antologia Temática de Poesia Africana II. O canto armado , Lisboa, Livraria Sá da Costa Editora, 1979


Mário Pinto de Andrade, Uma Entrevista dada a Michel Laban, Lisboa Edições João Sá da Costa, 1997


Armando Guebuza - Um Pouco de Si. Fotobiografia, Porto, Texto Editora, 2004


Marcelo Bittencourt, Dos jornais às armas. Trajectórias da contestação angolana, Lisboa, Veja Editora, 1999


João Braz, "Colonialismo no PCP (1921 - 1926)",Bandeira Vermelha, 1981


João Braz, "Colonialismo no PCP nos anos 30", Bandeira Vermelha, 1981


Luis Cabral, Crónica da Libertação, Lisboa, Edições O Jornal, 1984


José Capela, 0 Movimento Operário em Lourenço Marques, 1898-1927, Porto, Afrontamento, s.d.


"Os comunistas e a questão colonial (1). Combater o charvinismo imperialista é a base de uma efectiva solidariedade aos povos das colónias", Revolução Popular, 1965


Leonel Cosme, Cultura e Revolução em Angola, Porto, Afrontamento, 1978


José Craveirinha, Poemas da Prisão, Lisboa, Texto Editora, 2004


Sócrates Dáskalos, Um Testemunho para a História de Angola do Huambo ao Huambo, Lisboa, Vega, 2000


António Faria, Linha estreita de liberdade. A Casa dos Estudantes do Império, Lisboa, Edições Colibri, 1997


J. M. Costa Feijão, "O PCP e a questão colonial"


Manuel Ferreira (Org.), No Reino de Caliban. Antologia panorâmica da poesia africana de expressão portuguesa. Cabo Verde e Guiné - Bissau, Lisboa, Seara Nova, 1975


Varela Gomes,Revolução na Àfrica Austral . Apontamentos Polémicos, Lisboa , Versus,1989


"A Guerra Colonial Portuguesa: indicações bibliográficas", História e Ciência


Michel Laban,Cabo Verde - Encontro com Escritores, Porto Fundação Eng. António de Almeida, 1992


Nicholas Lang, "La penetration communiste en Afrique Portugaise",>b>Est et Ouest, 1960


Pires Laranjeira, A Negritude Africana de Língua Portuguesa, Porto Edições Afrontamento 1995


José Vicente Lopes, Cabo Verde. OS Bastidores da Independência, Cidade da Praia, Edições Spleen, 2002


Francisco Louro, "Fragmentos. Luanda - Anos 50 / Rescaldo tardio; Cultura importada", O Diário,1988


H. M., "O PC e o anticolonialismo"m O Diabo, 1982


João Madeira, "O PCP e a Questão Colonial- dos fins da guerra ao V Congresso(1943-1957)", Estudos do Século XX, 3, 2003


Judith Manya, "La « question d’Orient » dans l’imaginaire colonial du Parti communiste Portugais", Lusotopie 2000


Judith Manya, Le Parti Communiste Portugais et la question coloniale (1921-1974), Thèse de doctorat en Science politique, 2004


Dalila Cabrita Mateus, A Luta pela Independência. A formação das elites fundadoras da FRELIMO; MPLA e PAIGC ,Mem Martins, Editorial Inquérito, 1999


Manuel Pedro Pacavira, O 4 de Fevereiro Pelos Próprios, Luanda, Editorial Nzila, 2003


Inocência Mata Laura Padilha (Org.), Mario Pinto de Andrade. Um Intelectual na Política, Lisboa Edições Colibri, 2000


Pepetela, A Geração da Utopia, Lisboa, Publicações D. Quixote, 1993


Aristides Pereira, Uma luta, um partido, dois países. Guiné-Bissau - Cabo-Verde, Lisboa, Editorial Notícias, 2002


Aristides Pereira, O Meu Testemunho. Uma Luta. Um Partido. Dois Países, Lisboa, Notícias Editorial, 2003


[Depoimento de um dos principais fundadores do PAIGC junto com Amílcar Cabral , retrato de uma geração de militantes das colónias que iniciou as suas actividades no seio da oposição portuguesa.]


Jorge Querido, Cabo Verde Subsídios Para a História da Nossa Luta de Libertação, Lisboa, Vega, 1989


Edmundo Rocha, Angola. Contribuição ao Estudo da Génese do Nacionalismo Angolano (Período de 1950-1964) (Testemunho e Estudo Documental), Lisboa, Edição do Autor, 2003

[Testemunho e estudo sobre os primeiros anos de despertar da consciência anticolonial de militantes de origem africana no seio da oposição.]


Gerhard Seibert, "The February 1953 Massacre in São Tomé: Crack in the Salazarist Image of Multiracial Harmony and Impetus for Nationalist Demands for Independence", Portuguese Studies Review, Vol. 10, No. 2


Gerhard Seibert, Camaradas, clientes e compadres. Colonialismo, socialismo e democratização em são Tomé e Príncipe, Lisboa, Veja Editora, 2001


João Tiago Sousa, "Eduardo Mondlane: Resistência e Revolução (1920-1969). Caminhos de um projecto de investigação",Estudos do Século XX,3, 2003


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19- CIÊNCIA, CULTURA, ARTE E LITERATURA / INTELECTUAIS


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Luís Adriano Carlos (Introdução e índice) , Árvore Folhas de Poesia Edição Fac-similada , Porto, Campo das Letras, 2003


[Reedição de uma importante revista literária que se publicou de 1951 a 1953, e que foi depois proibida pela PIDE. Os anos da sua publicação são os mais duros das polémicas literárias e políticas entre escritores portugueses da oposição.]


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Orlando de Carvalho, Escritos. Páginas de Intervenção I . Notas e nótulas de Literatura e Arte (1946 - 1998), Coimbra, Livraria Almedina,1998


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[Sessão testemunhal com Alexandre Pinheiro Torres, Rui Feijó, Eduardo
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20 - IGREJA/RELIGIÃO


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(Secção de Informação e Propaganda do PCP ), Comunistas e Católicos . Um Passado de Cooperação . Um Futuro de Amizade e Acção Comum Lisboa, Edições Avante, 1975


[Antologia de documentos do PCP sobre a posição do Partido perante a questão religiosa desde 1943.]


Luís Reis Torgal, "Os católicos e a Universidade no Estado Novo de Salazar. "Situação" e "oposição", Revista de História das Ideias, volume XXII


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21- RELAÇÕES INTERNACIONAIS


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[Reediçâo de um artigo publicado em Problemas da Paz e do Socialismo, 1970.]


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Linda Kundrátová, Portugalští komunisté a Československo


Linda Kundrátová, Os contactos da oposição portuguesa antisalazarista com a
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"0 Reforçamento do Movimento Comunista Internacional", Revolução Popular, 1, Outubro 1964

[Elementos sobre as relações internacionais do PCP frente ao conflito sino-soviètico. ]


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[Sobre a vida e a obra de Perfeito de Carvalho, baseado na biografia de Alexandre Vieira, com textos de P. de Carvalho.]


Antonio Ventura, “Os primeiros contactos - Portugal e a Russia Soviética”, História, 30, Abril 1981


Cândida Ventura, "Como conheci Berlinguer", 0 Jornal, 21/6/1984


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22 – REPRESSÃO / PRISÕES


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Comissão do Livro Negro sobre o Regime Fascista, Presos Politicos no Regime Fascista - II - 1936-1939, Mem Martins 1982


Comissão do Livro Negro sobre o Regime Fascista, Presos Politicos no Regime Fascista - III - 1940-1945, Mem Martins, 1984


Comissão do Livro Negro sobre o Regime Fascista,Presos Politicos no Regime Fascista - IV - 1946-1948,Mem Martins 1985


Comissão do Livro Negro sobre o Regime Fascista, Presos Politicos no Regime Fascista - V - 1949-1951,Mem Martins 1987


Comissão do Livro Negro sobre o Regime Fascista, Presos Politicos no Regime Fascista - VI - 1952-1960,Mem Martins , 1988


Comissão do Livro Negro sobre o Regime Fascista,Repressão política e social no regime fascista, Lisboa, 1986


Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos, Presos Políticos, Documentos 1970 - 1971, Porto, Afrontamento, 1972


Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos, Presos Políticos Documentos 1972 - 1974, Lisboa, Iniciativa Editoriais


A Defesa Acusa - Os Comunistas Portugueses perante a Policia e os Tribunals Fascistas, Lisboa, Edicões Avante!, 1975

[Antologia das defesas nos tribunals.]


J M. Costa Feijão, “Os primeiros presos comunistas”, Avante! , 4/9/2003


Tom Gallagher, "Controlled repression in Salazar's Portugal", Journal of Contemporary History, vol. 14, 3, de Julho de 1979


Micael Pereira, "Como sobrevivi à tortura do sono", Sábado, 30/7/2004

[Testemunho de Crisóstomo Teixeira, preso em 1964.]


Constantino Piçarra, “Afinal, o Fascismo sempre existiu”, O Campaniço Janeiro/Fevereiro, 1994


Luís Portela / Edgar Rodrigues, Na Inquisição de Salazar, Rio de Janeiro, Editora Germinal, 1957


"Tortura - quotidlano da luta durante o fascismo", Avante!, 13/1/1977

[Relatos de militantes do PCP. Reprodução de 0 Esforço, jornal manuscrito dos presos do Aijube.]

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PRISÕES


Acácio Tomás de Aquino, O Segredo das Prisões Atlânticas, Lisboa, A Regra do Jogo, 1978


“Da cadeia para a liberdade passando por urn cemitério”, Avante!, 2/4/81

[Relato da fuga de Jorge Araujo e Silva Marques em 1962.]


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CAXIAS


São José Almeida, "Cartas manifesto de mulheres na prisão de Caxias", Público, 20/11/2004

[Cartas enviadas por um grupo de mulheres presas em 1961.]


"1961 - a fuga de Caxias", Avante!, 27/12/1974

[Entrevistas com parcipantes.]


António Modesto Navarro, Prisão e Isolamento em Caxias, Lisboa, Editorial Avante!, 2004


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PENICHE


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Fernando Manuel Bernardes, Uma Fortaleza da Resistência Peniche 1934 - 1974, Lisboa , Edições Avante !, 1991


Mariano Calado, Sobre a Fortaleza de Peniche,Peniche, Câmara Municipal de Peniche, 1982


"A Fuga de Peniche", Avante!, 3/1/1975


“Fuga de Peniche: voltar a liberdade para continuar a luta”, Avante!, 10/1/1980


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TARRAFAL


Nélida Maria Freire Brito, O Tarrafal na memória dos seus prisioneiros: 1936-1954 - Dissertação de mestrado em História Contemporânea, apresentada à Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Porto, Edição do Autor, 2004

João da Silva Campelo, “Células do Tarrafal - quem as conhece?”, Avante!,, 17/9/1981


Judith Manya, Une Application de la Politique de Salazar: Ia colonie penale de Tarrafal au Cap-Vert (1936-1956) , Tese depositada na Fundação Mário Soares


Gilberto de Oliveira, Memória Viva do Tarrafal, Lisboa, Edições Avante, 1987


Joaquim Ribeiro, No Tarrafal prisioneiro, Porto, A Opinião, 1976


Manuel Francisco Rodrigues, Tarrafal, Aldeia da Morte. O Diário da B5, Porto, Brasília Editora, s.d.


Pedro Soares , Tarrafal , Campo da Morte Lenta, Lisboa, Edições Avante !, 1975


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[Obra colectiva dos sobreviventes do Tarrafal.]


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PIDE


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[Sobre os médicos da PIDE.]


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José António Barreiros, "Criminalização política e defesa do Estado", Análise Social, volume XVIII, nºs. 72-73-74, 1982


Isabel Braga, Entrevista a Irene Pimentel, Público, 2/4/2004

[Conclusões do trabalho de investigação sobre a PIDE.]


Isabel Braga, "Aprendizes do trabalho sujo do regime", Público, 1/4/2004

[Sobre a preparação dos agentes da PIDE.]


J. M. Campos / L. P. Gil, Opressão (fascismo) e repressão (PIDE). Subsídios para a história da PIDE, Amigos do Livro Editores, Lisboa, s/d.


António Rosa Casaco, Servi a Pátria e Acreditei no Regime, Edição do Autor, 2003


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Tom Gallagher, "Controlled repression in Salazar’s Portugal", Journal of Contemporary History, 14, Julho de 1979


Fernando Gouveia, Memórias de um inspector da PIDE, vol. I - A organização clandestina do PCP (1926-1974) , Lisboa, Roger Delraux, 1979


Guia da Exposição - O arquivo da PIDE/DGS na Torre do Tombo, Instituto dos Arquivos Nacionais/Torre do Tombo, Lisboa, 1997


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Dalila Cabrita Mateus, A PIDE/DGS na Guerra Colonial 1961-1974, Lisboa, Terramar, 2004


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CENSURA


Morais e Castro, "Teatro - um espartilho chamado censura" , O Militante, Nº 241 - Julho / Agosto - 1999


Censura e Apreensão de Livros, (CDROM), Fundação Mário Soares, 2004


[Documentos da censura e apreensões de livros com origem na actividade editorial de Francisco Lyon de Castro.]


Marta Curto, "Teatro a seis tempos", Público, 28/9/2004

[Sobre teatro e censura.]


António Ventura, “Breves notas sobre a censura à imprensa operária”, Seara Nova, Fevereiro 1977


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23 – IMPRENSA / AGITAÇÂO / PROPAGANDA


“0 Avante! - organizador colectivo e arma das classes trabaihadoras", Avante!, 13/2/1975


António Borges Coelho /, Vasco Magalhães-Vilhena / Rogério Ribeiro, (Mesa-Redonda), “0 "Avante!" - Orgão da Imprensa Livre e Expressão da Cultura Proletária”, Avante!, 13/2/1975


Fernando Correia, "A Imprensa Clandestina na luta contra o fascismo", Jornalismo, Junho de 1984


Romeu Costa Dias a Manuel Rendeiro Júnior, “Memória de urn Jornal Operário: 0 Komunist-esperantisto (1921)”, 0 Jornal, 27 de Agosto a 3 de Setembro de 1976


[Estudo sobre urn jornal escrito em Esperanto da primeira fase do movimento comunista português, corn colaboraçao de A. Peixe, Pires Barreira, etc.]


J M. Costa Feijão, “Os prelos clandestinos de "O Corticeiro”, Avante!, 17/7/2003


J M. Costa Feijão, “1941 - Renascem os prelos do PCP”, Avante!, 21/8/2003


José Gregôrio, “0 trabalho de Imprensa e Propaganda em 1947”, Avante!, Suplemento, 4/6/1981.

[Relatorio apresentado à reunião do CC.. Junho 1947.]


“Jornais da mesma luta”, Avante!, 13/2/1975


«Jovens tipógrafos clandestinos», Avante!, 12/2/81


[Depoimentos de Alice Capela, Carlos Pires, Veríssima Rodrigues e Maria Machado.]


António Dias Lourenço, Entrevista a 0 Amigo, Número único, Setembro de 1977

[Dados sobre a história do Avante”]


João Arsénio Nunes, "Avante!", em Maria Filomena Mónica / António Barreto (dir.), Dicionário de História de Portugal (Suplemento) , Porto, Livraria Figueirinhas, 1999/2000


António Ventura, “AIgumas notas sobre a imprensa comunista em Portuga! (1919-1921)” Seara Nova, n.° 1580, Junho de 1977

[Sobre A Bandeira Vemelha, o Komunist-Esperantisto, o Alarme, e o Comunista, 1ª série.]


"Vértice - Uma "fortaleza antifascista" corn 40 anos de vida", 0 Diário, 25.11.1983


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24 - OUTROS MOVIMENTOS RADICAIS, EXTREMISTAS E COMUNISTAS


Rui Bebiano Caminhos da Utopia, texto policopiado, Coimbra, edição do autor [prova de aptidão pedagógica na FLUC],. 1985


Rui Bebiano “Che Guevara - Um rosto sem retoques”, História, 49, Outubro 2002


Rui Bebiano, O Poder da Imaginação Juventude, Rebeldia e Resistência nos Anos 60, Coimbra, Angelus Novus, 2003


João Brites, “Bruxelas, 68”, Combate, Maio 1988


José Mário Branco, “A luta continua”, Combate, Maio 1988


Combate, Maio 1988

[Número especial sobre Maio 1968.]


Jorge Costa, “O ano da morte de Ribeiro Santos”, História, nº49, 2002


Eduarda Dioníso, “O mal estar da geração”, Combate, Maio 1988


José Manuel Fernandes / Teresa de Sousa , “A Geração da Ruptura”, Expresso (Revista), 30-04-1988


[Entrevistas a Mariano Gago, Pacheco Pereira, Saldanha Sanches e Alberto Martins.]


Pedro Goulart, Resistência, Lisboa, Edições Dinossauro, 2002


João Paulo Martins; / Rui Loureiro, “A extrema-esquerda em Portugal (1960-74). 1. Os marxistas-leninistas e os trotskistas”, História, 17, 1980


Jorge Silva Melo, “Maio 68?”, Combate, Maio 1988


Maria Cândida Proença, (Coord.) Maio de 1968. Trinta anos depois. Movimentos estudantis em Portugal, Lisboa, Edições Colibri, 1999


Orlando Raimundo, “Portugueses na Primavera de Paris”, Expresso, 30/4/1988

[Depoimentos de Ester Mucznik, Teresa Rita Lopes, António José saraiva, Manuel Anta, Francisco Balsemão e Acácio Gomes.]

António Reis (Coordenação), As Grandes Correntes Políticas e Culturais do Século XX , Lisboa, Colibri, 2003

[Inclui um capítulo de João Madeira, “Comunismos marxistas” e outro de João de Almeida Santos, "Novas formas de comunismo e radicalismo de esquerda”.]


Fernando Rosas / Pedro Aires Oliveira (Coordenação), A Transição Falhada. O Marcelismo e o fim do Estado Novo (1968-1974), Lisboa, Editorial Notícias, 2004

[Incluí um estudo de João Madeira sobre as "Oposições de esquerda e a extrema-esquerda". ]


José Manuel Saraiva, “O “herói” recuperado”, Expresso, 15/2/1992

[Sobre José Lamego.]


João Afonso dos Santos, José Afonso. Um olhar fraterno, Lisboa, Editorial Caminho, 2002


João de Almeida Santos, “Novas formas de comunismo e radicalismo de esquerda”, António Reis (Coord.), As Grandes Correntes Políticas e Culturais do Século XX , Lisboa, Colibri - Instituto de História Contemporânea, 2003


António José Saraiva, Maio e a Crise da Civilização Burguesa. s.l., Publicações Europa-América, 1970


Luís Trindade . "As Pessoas foram habituadas a pensar", História, 65, Abril de 2004

[Debate com Alda Sousa, Eugénia Varela Gomes, José Carlos Albino, Luís Leiria e Teresa Alpuim.]


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ANARQUISMO


José Maria Carvalho Ferreira, "Rui Vaz de Carvalho", Utopia, 16, 2003

[Biografia do militante anarquista.]


Edgar Rodrigues
An-Arquia Uma Visão Da História Do Movimento Libertário Em Portugal


Edgar Rodrigues,História do Movimento Libertário em Portugal


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"CATOLICISMO PROGRESSISTA" / MOVIMENTOS CATÓLICOS RADICAIS


José da Felicidade Alves (Apres.),Católicos e Política: de Humberto Delgado a Marcello Caetano, Edição do autor, S.l., S.d.


Felicidade Alves, “Fé e política marcaram encontro (Depoimento)”, Combate, Maio 1988


Centro de Estudos de História Religiosa, (org) D. António Ferreira Gomes.Nos 40 anos da Carta do Bispo do Porto a Salazar, Lisboa, Multinova, 1999


CIDAC, A Cor das solidariedades pela justiça e equidade nas relações internacionais. 30 anos do CIDAC, Porto, Edições Afrontamento, 2004


João Bénard da Costa, Nós, os Vencidos do Catolicismo, Coimbra, Edições Tenacitas, 2003

[Depoimento fundamental para se perceber a geração de católicos progressistas que nos anos sessenta se envolve na oposição a Salazar.]


Sílvia Souto Cunha, "O revolucionário discreto", Visão, 17/6/2004

[Sobre Nuno Teotónio Pereira,arquitecto, oposicionista, fundador de Direito à Informação (1963-9), participante na acção da Capela do Rato e preso político libertado em 25 de Abril.]


Carlos Câmara Leme, "Contra Um Tempo Cinzento e Um Modo de Estar Bafiento ", Público, 15/12/2003


Carlos Câmara Leme, "Conformismo Moral da Esquerda Era Muito Próximo do da Direita" (Entrevista a João Benard da Costa), Público, 15/12/2003


Carlos Câmara Leme, "Quatro Olhares Diferentes" , Público, 15/12/2003


António Arnaldo Mesquita , "'O Tempo e o Modo' Foi Um Lugar Único de Diálogo" (Entrevista com Jorge Sampaio),Público de 16/12/2003


Mário de Oliveira, Creio na Revolução, Lisboa, Ulmeiro, 1977


Torcato Sepúlveda, "O padre que enfrentou Salazar", Grande Reportagem, 14/8/2004

[Sobre o padre Abel Varzim.]


O Tempo e o Modo. Revista de Pensamento e Acção. Antologia, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 2003


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MAOISMO


António Caeiro, "A peregrinação vermelha", Expresso, 27/3/2004

[Elementos sobre os maoistas portugueses.]


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COMITÉ MARXISTA-LENINISTA PORTUGUÊS


Imprensa CM-LP (Comité Marxista-Leninista Português), (CDROM), Fundação Mário Soares, 2004


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MRPP


Jorge Feio / Fernanda Leitão / Carlos Pina, MRPP: O que é?, Lisboa Agência Portuguesa de Revistas, 1975


Luta Popular, (CDROM), Fundação Mário Soares, 2004


José Manuel Saraiva, “O “herói” recuperado”, Expresso, 15/2/1992

[Sobre José Lamego.]


Clara Viana, "Felizmente, não tomamos o poder", Público, 5/8/2004

[Sobre o MRPP.]


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PCP (ML)


(CMLP), Documentos da III Conferência do CMLP (Abril 1975), s.l. Edições A Verdade, s.d.


[Elementos para a história da organização.]


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SOCIALISMO RADICAL


Lopes Cardoso, Intervenções Parlamentares. Testemunho Sobre a Coerência de um Percurso, Lisboa, Assembleia da República, 2003

[Inclui depoimentos sobre e uma biografia política de António Lopes Cardoso, uma figura importante da oposição não comunista no exílio.]


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TROTSQUISMO

LCI


J. Cabral Fernandes, “O fundamental para qualquer acção política é o programa”. Entrevista ao jornal Combate, 276, 2003


Adelino Fortunato , “Ninguém podia ficar indiferente à guerra do Vietname ou à das colónias”. Entrevista ao jornal Combate, 277-8, 2003


Maria José Oliveira, "LCI, a Vontade Revolucionária Trinta Anos Antes do Bloco de Esquerda ", Público, 20/12/2003


Maria José Oliveira, “Da LCI ao PSR”,Público, 20-12-2003


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25 - DIVERSOS


Clara Teixeira, "O jogo de futebol que enganou a censura", Público, 18/3/2004

[Sobre a utilização de um relato de futebol para dar a conhecer a rendição dos militares das Caldas da Rainha.]


Publicado por José Pacheco Pereira em 02:44 AM | Comentários (0)