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setembro 29, 2005

SOBRE MAIO DE 1968 E O MILITANTISMO
ACTES DE LA RECHERCHE EN SCIENCES SOCIALES

Secção: Bibliografia

Actes de la recherche en sciences sociales , 158, Junho 2005

[Le capital militant (II). Crises politiques et reconversions : mai 68]

Frédérique Matonti , Crises politiques et reconversions : Mai 68

François Denord & Xavier Zunigo, "Révolutionnairement vôtre". Economie marxiste, militantisme intellectuel et expertise politique chez Charles Bettelheim

Boris Gobille , Les mobilisations de l'avant-garde littéraire française en mai 1968. Capital politique, capital littéraire et conjoncture de crise

Yvette Delsaut , Ephémère 68. A propos de "Reprise" [film], de Hervé Le Roux

Sandrine Garcia , Expertise scientifique et capital militant. Le rôle des médecins dans la lutte pour la légalisation de l'avortement

Publicado por José Pacheco Pereira em 10:06 AM | Comentários (0) | TrackBack

setembro 26, 2005

JORNADAS SOBRE ARQUIVOS E MEMÓRIAS ESTUDANTIS
(Reims, França, 14-15 de Outubro de 2005)

Secção: Colóquios , conferências, debates

Organizados pelo Conservatoire des mémoires étudiantes et universitaires (CME), cujo endereço se junta à lista de ligações, vão realizar-se as jornadas sobre

"Archives et mémoires étudiantes : les défis d'une approche globale"

Troisièmes journées "Archives et mémoires étudiantes", organisées par le Conservatoire des mémoires étudiantes et universitaires (CME), avec l'appui de la Mission CAARME

Vendredi 14 et samedi 15 octobre 2005, Auditorium de la Médiathèque - Cathédrale, Parvis de la Cathédrale, 51100, Reims.

• Vendredi 14 octobre

* 9h : Accueil. * 9h30 : Allocutions d'ouverture (Ville de Reims, direction des Archives de France,
direction de l’enseignement supérieur, CME).


[Présidence : Association des Anciens de l’UNEF]

* 10h : Archives étudiantes, entre structures et militants.
- La correspondance UNEF numérisée et mise en ligne par le GERME et la BDIC (Alexandra Gottely)
- Les archives du web étudiant (Caroline Chalier/ Jean-Philippe Legois)
- Les archives de militants et de structures étudiantes à l'Institut International d'Histoire Sociale (IISG) d'Amsterdam (à confirmer)

11h20 : pause

* 11h40 : Témoignages oraux.
- Le programme « Mémoires vives étudiantes » (Jean-Philippe Legois/ Emmanuel Porte)
- Le programme d’archives orales du SHE de l'INRP (Marie-Thérèse Frank, Pierre Mignaval, Françoise Lepagnot)
- Les témoignages recueillis par le Service des Archives de l’Université de Louvain-la-Neuve (Françoise Hiraux)

* 13h-14h30 : déjeuner.

[Présidence : GERME (Groupe d’Etudes et de Recherche sur les Mouvements Etudiants)]

* 14h40 : A la recherche des traces étudiantes dans les archives des institutions universitaires.
- l'enseignement supérieur dans la circulaire DAF (Noura Kaddour/ Stéphanie Méchine)
- Première enquête sur les archives étudiantes et universitaires dans les Archives départementales (Matthieu Le Goïc)
- Le programme d'histoire de l'enseignement supérieur du Service d’histoire de l’éducation (INRP/ ENS) : de la recherche des sources à la construction de bases de données" (Emmanuelle Picard)
- Archives étudiantes et Archives de l’Université Libre de Bruxelles (Didier Devriese)
- Les traces étudiantes dans les Archives de l’Université de Lausanne (Olivier Robert).

* 17h : conclusion provisoire, par le président de l’URCA (Université de Reims – Champagne-Ardenne) (à confirmer)

* 18h : réception à l’Hôtel de Ville et présentation publique des sites Internet de la Mission CAARME et du CME, en passant par la future implantation de la Maison de l’Etudiant et du CAARME.


• Samedi 15 octobre

[Présidence : CME]

* 9h30 : Table ronde autour du projet de "grande enquête"
Avec des représentant(e)s d’AD, AM, AN, BU, BM, de la BDIC, d’archives d’université, de rectorat d’archives syndicales/associatives ou de centre de recherche.

* 11h : Table ronde avec les organisations étudiantes

12h30 : clôture par Marcel Caya (professeur d’archivistique à l’UQAM, Secrétaire général adjoint du CIA).

* 13h : inauguration des locaux de la Mission CAARME.

Publicado por José Pacheco Pereira em 12:33 PM | Comentários (0) | TrackBack

setembro 24, 2005

NOVO NÚMERO DA
INTERNATIONAL REVIEW OF SOCIAL HISTORY (AGOSTO 2005)

Secção: Bibliografia

Foi publicado um novo número da International Review of Social History, volume 50, parte 2, Agosto 2005.

Entre os artigos e recensões está um de particular interesse para a história do comunismo:

John McIlroy / Alan Campbell, 'The British and French Representatives to the Communist International, 1920-1939: A Comparative Survey' (sumário)

Publicado por José Pacheco Pereira em 10:15 AM | Comentários (0) | TrackBack

setembro 23, 2005

DOIS DOCUMENTOS
PARA A HISTÓRIA DA OPOSIÇÃO NO PORTO

Secção: Fontes

José da Silva , Relatório Crítico à Jornada do 31 de Janeiro, 7/2/1947

[Trata-se de um documento que revela as tensões dentro do MUD numa fase terminal, no início da guerra fria. Essas tensões vão levar à divisão da oposição entre os comunistas e não comunistas, consumada depois da campanha de Norton de Matos em 1949. José da Silva, um veterano militante comunista vindo dos anos vinte, foi um dos elementos essenciais da ruptura de 1949 que vai dar origem ao Movimento Nacional Democrático, controlado pelo PCP. Sobre José da Silva vale a pena ler os seus dois volumes das Memórias de Um Operário. Neste documento, publicado pela primeira vez, s críticas às hesitações legalistas e à falta de decisão dos órgãos dirigentes locais do MUD, assim como os elogios ao MUDJ são linhas de clivagem que se vão acentuar nos anos seguintes.]

1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8


Ruy Luís Gomes, Complemento ao Curricum Vitae de Ruy Luís Gomes (Vida Política)

[Trata-se de uma síntese da actividade política de Ruy Luís Gomes escrita pelo próprio, em complemento ao seu curriculo cíentifico e académico.]

1, 2, 3

Os originais dos documentos pertenciam a Corino de Andrade e uma cópia digital foi cedida por José Carlos Santos, a quem agradeço.

Em Anexo, uma convocatória do 31 de Janeiro de 1947

mud47.jpg

Publicado por José Pacheco Pereira em 12:14 PM | Comentários (0) | TrackBack

setembro 20, 2005

COLÓQUIO SOBRE A IMPRENSA COMUNISTA E RADICAL
(Bruxelas, 21-2 de Outubro de 2005)

Secção: Colóquios , conferências, debates
Journées d'Etudes internationales : Presse communiste, presse radicale (1919-2000) Rôle, organisation et perspectives

De la fin du XIXe siècle à nos jours, une presse écrite radicale (allant de la gauche à l'extrême gauche, à travers toutes les nuances qu'a revêtues cette dernière) a scandé l'actualité et le combat politiques, s'érigeant en porte-parole, en agitateur, en organisateur et parfois même en raison d'être de multiples organisations.

J

Ces journaux ont contribué à façonner les militants, les ont mobilisés, les ont formés, ont quelquefois agité l'opinion, mais sont aussi parfois demeurés à tout jamais confidentiels et sans échos.

Ces journaux ont secoué le pouvoir, constitué un élément de référence et de classement politique pour les services policiers, provoqué des polémiques furieuses.

Ils ont constitué un élément essentiel de l'identité politique offrant, au-delà de l'argumentation nécessaire « la ligne » un point d'ancrage affectif. La vente militante hebdomadaire fut pendant des décennies le trait spécifique de la militance communiste, même si la diffusion de ces publications s'est étendue parfois bien au-delà de leur milieu d'origine.

Par ailleurs, par son contenu culturel, cette presse constitua bien souvent (mais dans quelle mesure) l'outil de connaissance et de formation d'une large partie des militants issus des milieux ouvriers, outil par lequel se cristallisa une certaine culture, qu'elle soit communiste, trotskyste, anarchiste, syndicaliste révolutionnaire, voire aujourd'hui « altermondialiste ».

De nombreuses monographies ont déjà été consacrées à des organes de la presse écrite radicale de gauche et d'extrême gauche, mais l'optique privilégiée se borne généralement à l'étude du contenu du journal, de ses rédacteurs et de l'histoire politique de la mouvance en question.

C'est à une approche politiquement transversale, internationale et comparatiste que le CHSG entend consacrer ces deux journées de travail.


José Gotovitch
Directeur du Centre d'Histoire et de Sociologie des Gauches (Université Libre de Bruxelles)

Publicado por José Pacheco Pereira em 04:38 PM | Comentários (0) | TrackBack

NOVA SÉRIE DE AFINIDADES

Secção: Bibliografia
AFINIDADES.jpg

Foi publicado o primeiro número (Janeiro-Junho 2005) da nova série de Afinidades, a Revista da Casa Museu Abel Salazar. Entre os artigos com mais relevância para as biografias de Abel Salazar e Ruy Luis Gomes, duas persinagens de relevo da oposição, saliento:


Antonio Coimbra, "A carreira universitária de Abel Salazar"


Ramiro Teixeira, "Breve sinopse historico-cultural ao redor de Abel Salazar, desde a sua vida activa ate a morte"


Antonio Pedro Pita (organizador), "Cartas de Abel Salazar a Ruy Luis Gomes"


Ruy Luís Gomes, "Tentativas feitas nos anos 40 para criar no Porto uma Escola de Matemática"


Fernando Cardoso, "Ruy LuIs Gornes - Um matemático português no Recife"

Publicado por José Pacheco Pereira em 12:36 PM | Comentários (0) | TrackBack

MORTE DE VASCO CABRAL (1926-2005)

Secção: Biografias / Vidas

vascocabral.JPG

Faleceu, no dia 24 de Agosto em Bissau, Vasco Cabral (nenhum parentesco com Amílcar Cabral), um dos mais importantes dirigentes históricos do PAIGC. Vasco Cabral foi membro do PCP, muito activo na oposição desde a campanha de Norton em 1949, e nos movimentos da "paz" e outras organizações filosoviéticas dos anos cinquenta. Participou em vários encontros internacionais como no Congresso dos Povos em Defesa da Paz (Viena, 1952), Congresso Mundial da Juventude e no IV Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes (Bucareste, 1953). Foi preso em 1954, no regresso de uma destas reuniões, e libertado, cinco anos depois, em 1959. Em 1961 passa à clandestinidade e, em 1962, foge de barco junto com Agostinho Neto, para Tanger numa fuga organizada pelo PCP. A partir desta data a sua biografia está ligada ao grupo dirigente do PAIGC.

Transcreve-se a seguir uma notícia necrológica publicada no Pravda de autoria de Luis Carvalho.

FALECEU VASCO CABRAL

Vasco Cabral faleceu em Bissau, no passado dia 24 de Agosto. Tinha 79 anos de idade.

Estudou em Portugal. Onde se formou em Ciências Económicas e Financeiras pela Universidade Técnica de Lisboa. Onde foi militante do MUD juvenil, movimento unitário de oposição à ditadura fascista, fortemente influenciado pelo PCP. E onde foi preso político, no Aljube e em Caxias.

Na guerra contra o retrógado império colonial que a ditadura fascista portuguesa insistia em tentar manter, Vasco Cabral tornou-se um dos principais dirigentes do Partido Africano pela Independência de Guiné Bissau e Cabo Verde (PAIGC) e foi comandante político da guerrilha de libertação nacional.


Foi um próximo companheiro de armas de Amilcar Cabral, líder da luta pela independência da Guiné Bissau e de Cabo Verde - com quem não tinha nenhum laço familiar, ao contrário do que sugere o facto de terem um apelido idêntico.


Com a independência da Guiné Bissau, desempenhou funções no Governo (ministro da Economia e Finanças, coordenador de Economia e Planeamento, ministro de Estado da Justiça e membro do Conselho de Estado). Foi vice-Presidente da República e fundador da União Nacional de Escritores da Guiné-Bissau.


PCP enviou condolências

O Partido Comunista Português enviou ao PAIGC uma mensagem de condolências pelo falecimento de Vasco Cabral, homenageando-o como "combatente anticolonialista e antifascista desde muito jovem e figura destacada da luta do povo guineense pela conquista da independência e edificação da República da Guiné Bissau".

Um poema de Vasco Cabral:


O ÚLTIMO ADEUS DUM COMBATENTE


Naquela tarde em que eu parti e tu ficaste

sentimos, fundo, os dois a mágoa da saudade.

Por ver-te as lágrimas sangraram de verdade

sofri na alma um amargor quando choraste.


Ao despedir-me eu trouxe a dor que tu levaste1

Nem só teu amor me traz a felicidade.

Quando parti foi por amar a Humanidade.

Sim! Foi por isso que eu parti e tu ficaste!


Mas se pensares que eu não parti e a mim te deste

será a dor e a tristeza de perder-me

unicamente um pesadelo que tiveste.


Mas se jamais do teu amor posso esquecer-me

e se fui eu aquele a quem tu mais quiseste

que eu conserve em ti a esperança de rever-me!

Publicado por José Pacheco Pereira em 11:23 AM | Comentários (2) | TrackBack

ÁLVARO CUNHAL - BIOGRAFIA POLÍTICA
- O PRISIONEIRO (1949-1960)

Secção: Bibliografia

Este é o índice final dos capítulos do III volume, que será publicado em Novembro pela Temas e Debates e em Janeiro pelo Círculo de Leitores.


Cap. - 1 – O choque: da prisão ao julgamento


Cap. - 2 - Os anos mais duros (1949-1952) : os expulsos, os “traidores” e os mortos


Cap. - 3 – O PCP sozinho


Cap. - 4 - Cunhal na Penitenciária: “a estrela de seis pontas”


Cap. - 5 - Estratégias contra a solidão : ler, escrever e desenhar


Cap. - 6 - A purga dos intelectuais


Cap. - 7 - Purgas e isolamento político


Cap. - 8 - Fogaça e Cunhal à distância


Cap. - 9 - O PCP à luz de Krutchov e o combate ao “sectarismo”


Cap. - 10 - Cunhal em Peniche: “O lugar dos fortes é a Fortaleza”


Cap – 11 - V Congresso


Cap - 12 - A emergência da questão colonial


Cap. – 13 - O “furacão” Delgado


Cap. – 14 - Depois de Delgado


Cap – 15 - A fuga de Peniche


Anexos

Publicado por José Pacheco Pereira em 11:21 AM | Comentários (0) | TrackBack