dezembro 22, 2005
BIBLIOGRAFIA SOBRE O PCP E A OPOSIÇÃO - 2005
Secção: Bibliografia
EM ACTUALIZAÇÃO
* Domingos Abrantes, "O MUD, a unidade antifascista e o PCP", O Militante, 278, Set-Out. 2005
* Sarah Adamopoulos, Entrevista a Rogério Ribeiro, Espuma dos Dias, 2/3/2005
* Manuel Alegre, Praça da Canção, Lisboa, Dom Quixote, 2005
[Edição comemorativa do 40º aniversário do livro.]
* Nair Alexandra, "O homem cultural",História, 79, Setembro, 2005
[Conversa com Urbano Tavares Rodrigues sobre Cunhal.]
* (Vanessa de Almeida), Um momento de viragem - do 18 de Janeiro de 1934 ao hastear da Bandeira Vermelha em 1935, Edição da CMB - Departamento de Educação e Cultura. 2005
* António Lobo Antunes, "O amigo do meu pai", Visão, 7/7/2005
[Sobre Corino de Andrade.]
* António de Araújo, “O fim da PIDE/DGS: narrativa de um passado recente”. Atlântico, 6, Setembro 2005
* Acácio Barradas (Ed.), Agostinho Neto Uma Vida Sem Tréguas 1922-1979, Lisboa-Luanda, 2005
*Rui Bebiano, "Nostalgia e utopia no declínio do Estado Novo". Actas do Colóquio Saberes Partilhados: O Espaço da Utopia na Cultura Portuguesa (no prelo)
* António Brotas, "As eleições legislativas de 1957", O Ribatejo, 13/1/2005
* Vitalino Canas, O Partido Socialista e a Democracia, Oeiras, Celta Editora, 2005
* Miguel Cardina, “Tradição. Sociabilidades, Compromisso: mutações na auto-imagem estudantil durante o período final do Estado Novo”, Vértice, 123, Julho-Agosto 2005
* João Azevedo do Carmo, Eu, meus senhores, amo a igualdade, CMBarreiro, 2005
* Jùlio Carrapato, Novas Crónicas Bem Dispostas e uma Réplica Muito Comprida, Faro, Edições Sotavento, 2005
* Ana Margarida de Carvalho, "O homem sem sombra", Visão, 23/6/2005
[Sobre Vasco de Carvalho.]
* José Pedro Castanheira, “Um poeta soviético em Fátima”, Expresso – Revista, 3/12/2005
[Sobre a visita de Evtuchenko em 1967]
* Zília Osório de Castro / João Esteves (Dir.), Dicionário no Feminino nos Séculos XIX-XX, Livros Horizonte, 2005
* Antonio Coimbra, “A carreira universitária de Abel Salazar”, Afinidades, 1, II série, Janeiro-Junho 2005
* Manuel Correia, "Egas Moniz: o político na sombra do cientista(1) Liberal ou conservador? Investigador cíentifico e místico da objectividade", Vértice, 123, Julho-Agosto 2005
* Valdemar Cruz, "O pacto do embaixador Bosques", Expresso, 5/3/2005
* Valdemar Cruz, "Margarida Tengarrinha - O que a vida me ensinou", Expresso, 21/5/2005
* Carlos Dias, “Catarina Eufémia – Médico diz que camponesa não estava grávida”, Público, 1/12/2005
* Cristina Ferreira, "Banqueiro de profissão, democrata por convicção", Público, 18/7/2005
[Sobre Francisco Veloso.]
*José Maria Carvalho Ferreira, “Eduardo Pereira Um homem que lutou pela emancipação social”, Utopia, 20, 2005
[Operário comunista, participante na revolta de Beja.]
* Pedro Ferreira, "Entre o terror e a esperança", História, 80, Outubro 2005
* Nuno Espinosa, "Francisco Veloso, a inteligência suave", Público, 21/7/2005
* Serafim Ferreira (Coord.), Arsénio Mota 50 Anos de Escrita, Porto, Compo das Letras, 2005
* João Freire, “A argumentação anarquista contra o estalinismo”, Clio, vol. 12, 2005
* João Pedro George, "Edmundo Pedro: entrevista", Esplanar, 18/4/2005
*João Pedro George, Entrevista a Luiz Pacheco, Esplanar, Abril - Maio 2005
* Luisa Godinho, "Exilados - Os que não voltaram", Notícias Magazine, 24/4/2005
[Reportagem sobre um grupo de exilados políticos portugueses em Grenoble.]
* [Paula Godinho], "Catarina Eufémia - uma invenção da esquerda?", Política Operária, 99, Março - Abril, 2005
* Américo Lázaro Leal, O Rosto da Reforma Agrária, Lisboa, Edições Avante!, 2005
* João Madeira, "Álvaro Cunhal e a via do levantamento nacional", História, 79, Setembro, 2005
* Susana Martins, Socialistas na Oposição ao Estado Novo. Um estudo sobre o movimento socialista português de 1926 a 1974, Cruz Quebrada, Casa das Letras/Editorial Notícias, 2005
* João Mascarenhas e Regina Marques (Organização), Maria Lamas Uma Mulher do Nosso Tempo, Lisboa, Museu da República e da Resistência, 2005
* Maria José Maurício, Mulheres e Cidadania: Alguns Perfis e Acção Política 1949-1973, Lisboa, Caminho, 2005
* João Medina, “Função e natureza do PCP na história portuguesa: Salazar e Álvaro Cunhal ou a metáfora dos “dois cães de faiança””, Clio, vol. 12, 2005
* António Melo, "Morreu Ludgero Pinto Basto, comunista e antiestalinista", Público, 25/5/2005
* Duarte Mexia, "Crónicas de um revolucionário", Grande Reportagem, 9/7/2005
[Entrevista a Claúdio Torres.]
* Eugénio Montoito, Henrique Galvão ou a Dissidência de um Cadete do 28 de Maio (1927-1952), Lisboa, Centro de História da Universidade de Lisboa, 2005
* José Neves, "Álvaro Cunhal e o príncipio da história", História, 79, Setembro, 2005
* Isabel de Oliveira, “A revolucionária serena”,Expresso – Revista, 7/10/2005
[Sobre Carmelinda Pereira.]
* Maria João Oliveira, "Conceição Matos - A memória incólume", Público, 5/3/2005
* Luiz Pacheco, Diário Remendado 1971-1975, Lisboa, Dom Quixote, 2005
* Carlos S. Pais / Miguel de Sousa, "Faleceu Manuel Firmo (1909-2005) . Figura de barreirense ímpar", Jornal do Barreiro, 3/2/2005
* José João Marques Pais, "Gente de Outro Ver". Actividade Política em Alpiarça desde as Invasões Francesas até Abril de 1974, Alpiarça, 2005
* José Pacheco Pereira, "Cunhal e Galvão entre assassinos, ladrões e violadores", Público, 14/6/2005
* José Pacheco Pereira, Álvaro Cunhal - Uma Biografia Política, Vol. III - O Prisioneiro (1949-1960), Lisboa, Temas e Debates, 2005
*[José Pacheco Pereira], ALVARO CUNHAL - UMA BIOGRAFIA POLÍTICA, Blogue do livro
* Antonio Pedro Pita (organizador), “Cartas de Abel Satazar a Ruy Luis Gomes”, Afinidades, 1, II série, Janeiro-Junho 2005
* Francisco Pratas, “Escolas” do MUD”, Diário do Alentejo, 28/1/2005
[Sobre o MUDJ em Beja.]
* Professor Doutor Jorge Borges de Macedo - Legado Bibliográfico. Lisboa, Centro de História da Universidade de Lisboa, 2005
* Urbano Tavares Rodrigues, A Obra Literária de Àlvaro Cunhal / Manuel Tiago, Lisboa, Caminho, 2005
* Aurélio Santos, "O VI Congresso e o seu contributo histórico", O Militante, 278, Set-Out. 2005
* Manuela Serrão / Suzana Oliveira / Teresa Fonseca, Livros Proibidos no Estado Novo. Catálogo da Exposição Realizada na Livraria Parlamentar, Assembleia da República, 2005
* Fernando Correia da Silva, Mário Pinto de Andrade, Vidas Lusófonas, Abril 2005
* João Céu e Silva, Uma Longa Viagem com Álvaro Cunhal, Asa, 2005
* Mário Soares, "Um grande cientista", A Capital, 28/6/2005
[Sobre Corino de Andrade.]
* Armando Sousa Teixeira, A Indústria e a Luta em Desenvolvimento. Barreiro, uma História de Trabalho, Resistência e Luta (1963-1969), Parte IV, Lisboa, Edições «Avante!», 2005
* Ramiro Teixeira, “Breve sinopse historico-cultural ao redor de Abel Salazar, desde a sua vida activa até à morte”, Afinidades, 1, II série, Janeiro-Junho 2005
* Um Democrata Percurso de Persistência e Coragem João Vargas (1926-2005, Loulé, CIVIS, 2005
* Um Tempo e um Lugar. Dos Anos Quarenta aos Anos Sessenta. Dez Exposições Gerais de Artes Plásticas, Câmara Municipal de Vila Franca de Xira - Museu do Neo-Realismo, 2005
* António Ventura, “A pedra de toque: Estaline no pós-25 de Abril”, Clio, vol. 12, 2005
* Alberto Vilaça, "Ruy Luís Gomes Resistente antifascista", O Militante, 278, Set-Out. 2005
* Alberto Vilaça, “Um “estalinismo” de sinal menos”, Clio, vol. 12, 2005
dezembro 18, 2005
COMEMORAÇÕES DO CENTENÁRIO DE FERNANDO LOPES-GRAÇA
Secção: Biografias / Vidas"Da música à dança nos 100 anos de Fernando Lopes-Graça", no Público.
Teatro, dança, documentários, edição de partituras e livros nas comemorações. São muitas as propostas
Os cem anos do nascimento do compositor Fernando Lopes-Graça, que se cumprem a 17 de Dezembro de 2006, vão ser comemorados ao longo do próximo ano com iniciativas que se estendem às mais variadas áreas, desde a música ao teatro e à dança.
"Uma grande diversidade que se destina a responder à dimensão plural e multifacetada de Lopes-Graça", disse ontem a ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, na sessão de apresentação à imprensa do programa de comemorações, onde esteve também o ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, e o secretário de Estado da Cultura. Mário Vieira de Carvalho qualificou Lopes-Graça como "uma figura nacional que marcou o século XX".
No programa, a música tem um papel preponderante. O Teatro São Carlos, em colaboração com a Orquestra Sinfónica Portuguesa, realiza cerca de uma dezena de concertos com a obra de Lopes-Graça, destacando-se o concerto de 22 de Julho (Concertino para piano, cordas, metais e percussão e Poema de Dezembro) e 12 de Outubro, que contará com os solistas Ana Bela Chaves (viola) e Salvatore Accardo (violino).
A Casa da Música também se associa às comemorações, com a Orquestra Nacional do Porto a dedicar-lhe o concerto do Dia Mundial da Música (1 Outubro), onde se inclui a primeira audição mundial de Prelúdio, Pastoral e Dança. Em Dezembro, dias 16 e 17, realiza-se a Maratona Lopes-Graça, em que participará o pianista António Rosado com Integral de Sonatas para Piano.
A Companhia Nacional de Bailado vai criar uma produção baseada em obras musicais de Lopes-Graça destinadas à dança para apresentar no início de 2007. Na Comuna, João Mota encenará a peça Lopes-Graça e Amigos, com texto de António Torrado.
A produção de um documentário sobre o compositor pela RTP e a edição de oito CD a partir de 300 registos fonográficos encontrados nos arquivos sonoros da RDP são outras das iniciativas agendadas. Augusto Santos Silva (ministro responsável pelo serviço público de rádio e televisão) referiu que as pesquisas efectuadas para o centenário serviram para "valorizar e preservar o riquíssimo manancial que tem a RDP", "mais um passo na constituição do arquivo fonográfico português".
A nível editorial, o Ministério da Cultura vai publicar algumas partituras do compositor, uma vez que muitas delas ainda estão em manuscrito, o que dificulta a interpretação das obras. A edição de uma fotobiografia é outro dos projectos, assim como de volumes da sua correspondência, nomeadamente com o poeta João José Cochofel. A Editorial Caminho está a preparar In Memoriam, uma biografia do compositor com depoimentos de gente que o conheceu e a Cosmos vai compilar textos de Lopes-Graça no livro Reflexões sobre Música.
A inauguração em Abril de um site destinado a divulgar a vida e obra de Fernando Lopes-Graça, que integrará uma rádio on-line onde será possível ouvir a obra gravada é outra das propostas, estando também prevista uma exposição itinerante com vários painéis ilustrativos do seu papel na vida cultural do país. Há ainda iniciativas em Tomar (onde nasceu), Matosinhos e Cascais.
Compositor, maestro e pianista (estudou com Tomás Borba e Vianna da Motta), Lopes-Graça teve vasta produção literária, filosófica e política, tendo publicado ensaios de crítica musical, teatral e de bailado em vários periódicos, como a revista Seara Nova ou o jornal O Diabo. Textos que denotavam a sua militância na oposição ao Estado Novo, contra quem fundou em 1928 o jornal A Acção, em Tomar. Por causa das suas posições, a sua música esteve vários anos interdita e só pôde voltar a ser ouvida no Teatro São Carlos na década de 70. Lopes-Graça morre a 27 de Novembro de 1994 na Parede, Cascais.
Entre a vontade e a timidez
Manuel Pedro Ferreira
O programa comemorativo do centenário de Fernando Lopes-Graça, hoje anunciado pelo Ministério da Cultura, tem muito de bom, sobretudo no plano das intenções, e muito de insuficiente, sobretudo no envolvimento das instituições tuteladas pelo Estado - precisamente um dos aspectos que parece ter merecido mais esforço por parte dos governantes.
A televisão pública limita-se a prometer um documentário e um "ciclo temático", quando tem em seu poder importantes gravações históricas e toda a série de programas sobre música rural portuguesa em que Lopes-Graça, com Michel Giacometti, devolveu à consciência nacional o seu património musical de tradição oral. Não basta mandar a Antena 2 organizar concertos; deve ser a RTP a dar a conhecer a música, especialmente a portuguesa, como em tempos já fez. O centenário de Lopes-Graça poderia ser a ocasião da retoma desta vertente do serviço público; mas tudo indica que tudo ficará na mesma como a lesma.
Na Casa da Música, a Orquestra Nacional do Porto investe com dignidade nas partituras do homenageado, mas o Remix Ensemble, ou por desconhecimento do valor e da extensão da sua obra de câmara, ou por pruridos relativamente ao conservadorismo da sua escrita, evita comprometer-se com mais do que a inclusão de algumas peças. No Teatro Nacional de São Carlos a Orquestra Sinfónica Portuguesa é envolvida nas comemorações, mas não se prevê participação do Coro (excepto no requiem), nem algo que possa vagamente atrapalhar a programação de ópera (de onde continuam ausentes os compositores portugueses contemporâneos).
A Biblioteca Nacional faz a sua obrigação, com uma mostra documental. Do Centro Cultural de Belém não se ouve nem falar. Ao Instituto das Artes é reservado um papel central, mas a maior parte das iniciativas anunciadas parecem estar numa fase preliminar, e o envolvimento de entidades externas em edições de textos, partituras ou discos aparece com contornos demasiado indefinidos. Sobretudo, desejar-se-ia que o plano das comemorações fosse a face visível de uma estratégia cultural sustentada de divulgação da arte musical e dos seus criadores nacionais, e não uma bolha que rebenta, sem deixar por rasto mais que uma aguadilha. Cabe ao ministério provar, ao longo de 2006, que é nessa estratégia que está empenhado, e não numa episódica homenagem. Afinal seria isso que Lopes-Graça teria desejado.
NOTÍCIAS E MATERIAIS ASSOCIADOS AO CENTENÁRIO DE RUY LUÍS GOMES
Secção: Biografias / VidasUma aproximação a Ruy Luís Gomes
Transcritos em Ruy Luís Gomes:
Porto, 5 de Dezembro de 2005, Departamento de Matemática
Porto, 5 de Dezembro de 2005, Reitoria
O "Primeiro de Janeiro" de 5 de Dezembro
O "Diário de Notícias" de 5 de Dezembro
O "Jornal de Notícias" de 5 de Dezembro
Nuno Grande no "JN" de 5 de Dezembro: "Uma grata homenagem"
dezembro 11, 2005
ACTIVIDADES DA OPOSIÇÃO DURANTE A CAMPANHA ELEITORAL DE NOVEMBRO 1957
Secção: Iconografia
Da esquerda para a direita: x (Mário Sacramento?); Manuel João da Palma Carlos; Câmara Reys; x ("Lília da Fonseca"?); Manuel Sertório.
(Colocada igualmente em ÁLVARO CUNHAL - UMA BIOGRAFIA POLÍTICA)
dezembro 08, 2005
ÁLVARO CUNHAL - BIOGRAFIA POLÍTICA
Secção:

Iniciei um "blogue do livro" dedicado a coligir críticas, apontamentos, notas, correcções, errata e corrigenda, documentação anexa aos três volumes da biografia de Álvaro Cunhal.
dezembro 04, 2005
CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE RUY LUIS GOMES
Secção: Biografias / Vidas
- Um blogue de Jorge Rezende, Ruy Luis Gomes, com vastíssima documentação e fotografias, de quem também está disponível um artigo no Militante, Ruy Luís Gomes, cientista e revolucionário.
Programa - Manhã
* 10h00: Abertura
* 10h10: Intervenção de um representante do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior
* 10h20: Ruy Luís Gomes - Um testemunho pessoal
Manuel Leite Arala Chaves (Universidade do Porto e Associação Atractor)
* 10h50: Pausa
* 11h05: Ruy Luís Gomes - Um percurso político: ideias e práticas
José Pacheco Pereira (ISCTE)
* 11h50: Ruy Luís Gomes e a génese da Sociedade Portuguesa de Matemática
Nuno Crato (Sociedade Portuguesa de Matemática e ISEG)
* 12h10: Apresentação de livros:
Fotobiografia de Ruy Luís Gomes (coord. de Natália Bebiano)
Reedição de textos de Ruy Luís Gomes sobre Relatividade
Programa - Tarde
* 14h30: Ruy Luís Gomes e a Física-Matemática em Portugal
Augusto Fitas (Universidade de Évora)
* 15h00: Reflexões sobre as perspectivas da Física-Matemática em Portugal
José Mourão (Instituto Superior Técnico)
* 15h30: Ruy Luís Gomes, vida e obra
Natália Bebiano (Universidade de Coimbra)
* 16h00: Pausa
* 16h15: Ruy Luís Gomes e a Matemática na Argentina
Eduardo Ortiz (Imperial College)
* 16h45: Ruy Luís Gomes e a Matemática no Brasil
Fernando Cardoso (Universidade Federal de Pernambuco)
* 17h15: Pausa
* 17h30: Debate: A prática da Ciência num país periférico, moderado por Luís Saraiva (Universidade de Lisboa) e com a participação de:
o Augusto Fitas (Universidade de Évora)
o Natália Bebiano (Universidade de Coimbra)
o José Mourão (Instituto Superior Técnico)
o Eduardo Seabra Lage (Universidade do Porto)
