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Índice
Editorial
Arquivos, Bibliotecas, Fundos: 10 textos
Bibliografia: 86 textos
Biografias / Vidas: 138 textos
Colóquios , conferências, debates: 15 textos
Estudos: 6 textos
Estudos locais: 2 textos
Extrema-esquerda - História: 10 textos
Fontes: 7 textos
Iconografia: 12 textos
Movimento comunista internacional: 11 textos
Notas: 5 textos
Notas de investigação: 1 textos
Organizações - PCP: 3 textos
Recensões críticas: 3 textos
Repressão: 7 textos
Revista Estudos sobre o Comunismo: 3 textos
Vários: 17 textos
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*
* COMEMORAÇÕES DO CENTENÁRIO DE FERNANDO LOPES-GRAÇA
* NOTÍCIAS E MATERIAIS ASSOCIADOS AO CENTENÁRIO DE RUY LUÍS GOMES
* ACTIVIDADES DA OPOSIÇÃO DURANTE A CAMPANHA ELEITORAL DE NOVEMBRO 1957
* ÁLVARO CUNHAL - BIOGRAFIA POLÍTICA
* CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE RUY LUIS GOMES
* SELO COMEMORATIVO DE ÁLVARO CUNHAL
*
III VOLUME SOBRE OS ANOS DA PRISÃO (1949-1960)
* SÉRIE TELEVISIVA ATÉ AMANHÃ CAMARADAS EM DVD
* Annals of Communism
* Archivo Guerra y Exilio
* Arquivo Edgard Leuenroth
* Arquivo Nacional da Torre de Tombo
* Asociación de Amigos de las Brigadas Internacionales
* Asociación para el Estudio de los Exilios y Migraciones Ibéricos Contemporáneos
* Biblioteca Victor Serge (Moscovo)
* Bibliothèque de documentation internationale contemporaine (BDIC)
* British Library
* CEIP León Trotsky
* Centre des Archives Communistes en Belgique
* Center for the Study of Political Graphics
* Centre d’Estudis sobre les Èpoques Franquista i Democràtica
* CENTRE D'ETUDES ET DE RECHERCHES SUR LES MIGRATIONS IBERIQUES
* Centre d'Etudes et de Recherches sur les Mouvements Trotskyste et Révolutionnaires Internationaux
* Centre d'Histoire et de Sociologie des Gauches
* Centre International de Recherches sur l'Anarchisme (CIRA)
* Centro de Documentação 25 de Abril
* Centro de Documentación e Investigación de la Cultura de Izquierdas en Argentina
* Centro de Estudios y Documentación de las Brigadas Internacionales
* Chapters in the History of Communist and Socialism
* Cold War International History Project
* Collectif des centres de documentation en histoire ouvrière et sociale
* Commonwealth and Latin American Archives Project - Political Archives
* Communist Chronicles
* Communist History Network
* Conservatoire des mémoires étudiantes et universitaires (CME)
* Contemporary Portuguese Political History
* Correntes Artísticas e Movimentos Intelectuais
* Dictionary of Labour Biography
* Documents on American Radicalism
* Ephemera Society of America
* Estudios sobre la historia del movimiento comunista en España
* Fondación Andreu Nin
* Fondation Gabriel Péri
* Fondation Pierre Besnard
* Fondazioni Istituto Gramsci
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* Fundación de Investigaciones Marxistas
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* Gramsci e o Brasil
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* História e Ciência
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* International Association of Labour History Institutions
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* Popular Movements Internet Resources
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* Society for the Study of Labour History
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* Stalin-Era Research and Archives Project
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* Vidas Lusófonas
* WorkLab - International Association of Labour Museums
* Working Class Movement Library
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julho 13, 2005
SISTEMA DE COMENTÁRIOS REABERTO
com muita prudência, a ver se volta à normalidade.
Publicado por José Pacheco Pereira em julho 13, 2005 06:45 PM | TrackBackSem querer ser presunçoso, ou corrector ortográfico:
"á normalidade", ou em bom português: "à normalidade"?
Peço desculpa, não podia deixar passar esta...
Devo confessar que me intriga (sempre me intrigou) que o Dr. Pacheco Pereira tenha querido fazer este trabalho, que o próprio PCP é renitente em elaborar. Já Ana Barradas se queixa do mesmo, sobretudo em relação à questão feminina. Mas não deixa de transparecer uma espécie de nostalgia de um passado que, apesar de tudo, parece, ao Dr. Pacheco pereira, custar a renegar. E indubitável é que presta um bom serviço ao país, à exegese, e, indirectamente, ao PCP. É claro que o Partido preserva os mitos e as construções crípticas, dando de si a imagem esfíngica, mas não deixa de ganhar com um trabalho que vem «de fora», sem ter que mostrar esforço.
Afixado por: António Jacinto Pascoal em julho 13, 2005 09:39 PMAo comentador sr. Pascoal, faço as seguintes notas:
1 - Caso nunca tenha reparado, considere que a ideologia comunista mobilizou os melhores filhos do século XX, nomeadamente os jovens mais altruístas, inteligentes e corajosos de cada país e época. Portugal não foi excepção, como precisamente a investigação de JPP mostra e como o mostra também a presença nos lugares cimeiros da vida nacional - da política às universidades passando pelos media e por muitas empresas - de um desproporcionado número de militantes juvenis revolucionários dos fins do anterior regime.
2 - Até a administração Bush está cheia de ex-trotskistas e ex-maoístas...
3 - Como foi possível essa juventude da melhor ser aliciada por uma ideologia tão ilusória e cuja prática foi tão criminosa? É isso que precisamente só a História permitirá saber.
4 - Trata-se de uma interrogação similar a outras como a de como foi possível a barbárie nazi ter sido cometida pelo povo mais instruído e culto da época, ou de como foi possível ter sido a Igreja de Cristo a exterminar pelo fogo e outras torturas horrendas os judeus de Évora, por exemplo...
Meu caro, Velha Guarda. Achei arrepiante esse «caso nunca tenha reparado», que é uma forma subreptícia de convocar a estultície dos outros.
É evidente que sei que a ideologia comunista e marxista mobilizou muito boa gente - e, felizmente,ainda mobiliza.
Que muitos tenham mudado de camisa e passado para campos opostos não me surpreende, dado que, mesmo nas fileiras do PCP, em muitos sectores, havia gente que procurava encher os bolsos, enquanto outros se preocupavam em controlar as despesas a bem dos sectores e do Partido: olhe o caso de um Ministro do actual governo e os esquemas que mantinha na antiga CDL (Central Distribuidora Livreira).
Não creio que a ideologia comunista seja ilusória. O que é real é ver que as pessoas tratam primeiro de si, do que do bem comum. Remeter o comunismo para as utopias é tentar capciosamente dizer que ele é impraticável, o que só prova que o praticável é a barbárie social. Meu caro, é tão ilusório o comunismo (e o marxismo - aliás, um sistema de que você não se livra), como o Cristianismo. Não se iluda pensando o contrário,ou julgando que as belas intenções são quiméricas. Esse é o argumento dos que preferem o status quo, que é como quem diz, salvo-conduto para «é fartar, vilanagem».
Que os alemães (que eu aprecio, sobretudo musicalmente, e filosoficamente) ou os Católicos tenham feito o que fizeram, em nome de ideologias, não justifica absolutamente nada, senão que o fizeram. Que temos nós a ver com a Santa Inquisição, se Cristo disse o que disse? Melhor: que tem Cristo a ver com as Cruzadas, com a Inquisição, com a perseguição aos judeus?
Que tem Marx a ver com os gulags, com o horror da guerra fria ou com o Staline? Não me diga que ainda vai por silogismos...
Um abraço.
Pascoal
Velha Guarda
Estive agora ver o seu blogue "escuridão ao meio-dia" (que infelizmente acabou há um ano). Trata-se de um blogue de que gostei particularmente. Tem intenções de o reatar?
E estou de acordo com o seu comentário. O idealismo não tem nada que ver com o terror (comunista ou outro) e o fundamentalismo (comunista ou outro). A confusão que o cinismo pretende criar entre estes conceitos visa apenas a tolerância para com os crimes do cinismo (que, deve reconhecer-se, são habitualmente mais discretos).
Afixado por: timshel em julho 16, 2005 12:17 PM