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Índice
Editorial
Arquivos, Bibliotecas, Fundos: 10 textos
Bibliografia: 86 textos
Biografias / Vidas: 138 textos
Colóquios , conferências, debates: 15 textos
Estudos: 6 textos
Estudos locais: 2 textos
Extrema-esquerda - História: 10 textos
Fontes: 7 textos
Iconografia: 12 textos
Movimento comunista internacional: 11 textos
Notas: 5 textos
Notas de investigação: 1 textos
Organizações - PCP: 3 textos
Recensões críticas: 3 textos
Repressão: 7 textos
Revista Estudos sobre o Comunismo: 3 textos
Vários: 17 textos
dezembro 2005
novembro 2005
outubro 2005
setembro 2005
agosto 2005
julho 2005
junho 2005
maio 2005
abril 2005
março 2005
fevereiro 2005
dezembro 2004
novembro 2004
outubro 2004
agosto 2004
julho 2004
junho 2004
maio 2004
abril 2004
março 2004
fevereiro 2004
janeiro 2004
dezembro 2003
novembro 2003
outubro 2003
setembro 2003
agosto 2003
julho 2003
junho 2003
maio 2003
janeiro 2003
*
* COMEMORAÇÕES DO CENTENÁRIO DE FERNANDO LOPES-GRAÇA
* NOTÍCIAS E MATERIAIS ASSOCIADOS AO CENTENÁRIO DE RUY LUÍS GOMES
* ACTIVIDADES DA OPOSIÇÃO DURANTE A CAMPANHA ELEITORAL DE NOVEMBRO 1957
* ÁLVARO CUNHAL - BIOGRAFIA POLÍTICA
* CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE RUY LUIS GOMES
* SELO COMEMORATIVO DE ÁLVARO CUNHAL
*
III VOLUME SOBRE OS ANOS DA PRISÃO (1949-1960)
* SÉRIE TELEVISIVA ATÉ AMANHÃ CAMARADAS EM DVD
* Annals of Communism
* Archivo Guerra y Exilio
* Arquivo Edgard Leuenroth
* Arquivo Nacional da Torre de Tombo
* Asociación de Amigos de las Brigadas Internacionales
* Asociación para el Estudio de los Exilios y Migraciones Ibéricos Contemporáneos
* Biblioteca Victor Serge (Moscovo)
* Bibliothèque de documentation internationale contemporaine (BDIC)
* British Library
* CEIP León Trotsky
* Centre des Archives Communistes en Belgique
* Center for the Study of Political Graphics
* Centre d’Estudis sobre les Èpoques Franquista i Democràtica
* CENTRE D'ETUDES ET DE RECHERCHES SUR LES MIGRATIONS IBERIQUES
* Centre d'Etudes et de Recherches sur les Mouvements Trotskyste et Révolutionnaires Internationaux
* Centre d'Histoire et de Sociologie des Gauches
* Centre International de Recherches sur l'Anarchisme (CIRA)
* Centro de Documentação 25 de Abril
* Centro de Documentación e Investigación de la Cultura de Izquierdas en Argentina
* Centro de Estudios y Documentación de las Brigadas Internacionales
* Chapters in the History of Communist and Socialism
* Cold War International History Project
* Collectif des centres de documentation en histoire ouvrière et sociale
* Commonwealth and Latin American Archives Project - Political Archives
* Communist Chronicles
* Communist History Network
* Conservatoire des mémoires étudiantes et universitaires (CME)
* Contemporary Portuguese Political History
* Correntes Artísticas e Movimentos Intelectuais
* Dictionary of Labour Biography
* Documents on American Radicalism
* Ephemera Society of America
* Estudios sobre la historia del movimiento comunista en España
* Fondación Andreu Nin
* Fondation Gabriel Péri
* Fondation Pierre Besnard
* Fondazioni Istituto Gramsci
* Friedrich-Ebert-Stiftung
* Fundação Astrojildo Pereira
* Fundação Mário Soares
* Fundación de Investigaciones Marxistas
* Fundación Salvador Segui
* Gosudarstvennaia Obshchestvenno-Politicheskaia Biblioteka
* Gramsci e o Brasil
* Guerra Civil Espanhola
* GUIA DA HISTÓRIA DAS ESQUERDAS BRASILEIRAS
* História e Ciência
* Historian’s of American Communism
* History Journals Guide
* Hoover Institution
* Institut d'histoire du temps présent
* Internacional Situacionista - Arquivos
* International Association of Labour History Institutions
* International Institute of Social History
* International Newsletter of Communist Studies
* Jahrbuch für Historische Kommunismusforschung
* Kate Sharpley Library
* Library of Congress
* London School of Economics - Biblioteca
* Maitron
* Marx Memorial Library
* Marxists Internet Archive
* National Archives and Records Administration (NARA)
* L'OFFICE UNIVERSITAIRE DE RECHERCHE SOCIALISTE (L'OURS)
* Parallel History Project on NATO and the Warsaw Pact
* PC da África do Sul
* PC do Japão
* People's History Museum
* PORBASE - Pesquisa bibliográfica
* Popular Movements Internet Resources
* Public Record Office
* Red de Archivos Historicos de Comisiones Obreras
* Society for the Study of Labour History
* Socio[B]logue
* Stalin-Era Research and Archives Project
* TrotskyanaNet
* Twentieth Century Latin American Pamphlets
* University of California- Berkeley – Biblioteca
* Vidas Lusófonas
* WorkLab - International Association of Labour Museums
* Working Class Movement Library
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dezembro 22, 2005
BIBLIOGRAFIA SOBRE O PCP E A OPOSIÇÃO - 2005
EM ACTUALIZAÇÃO
* Domingos Abrantes, "O MUD, a unidade antifascista e o PCP", O Militante, 278, Set-Out. 2005
* Sarah Adamopoulos, Entrevista a Rogério Ribeiro, Espuma dos Dias, 2/3/2005
* Manuel Alegre, Praça da Canção, Lisboa, Dom Quixote, 2005
[Edição comemorativa do 40º aniversário do livro.]
* Nair Alexandra, "O homem cultural",História, 79, Setembro, 2005
[Conversa com Urbano Tavares Rodrigues sobre Cunhal.]
* (Vanessa de Almeida), Um momento de viragem - do 18 de Janeiro de 1934 ao hastear da Bandeira Vermelha em 1935, Edição da CMB - Departamento de Educação e Cultura. 2005
* António Lobo Antunes, "O amigo do meu pai", Visão, 7/7/2005
[Sobre Corino de Andrade.]
* António de Araújo, “O fim da PIDE/DGS: narrativa de um passado recente”. Atlântico, 6, Setembro 2005
* Acácio Barradas (Ed.), Agostinho Neto Uma Vida Sem Tréguas 1922-1979, Lisboa-Luanda, 2005
*Rui Bebiano, "Nostalgia e utopia no declínio do Estado Novo". Actas do Colóquio Saberes Partilhados: O Espaço da Utopia na Cultura Portuguesa (no prelo)
* António Brotas, "As eleições legislativas de 1957", O Ribatejo, 13/1/2005
* Vitalino Canas, O Partido Socialista e a Democracia, Oeiras, Celta Editora, 2005
* Miguel Cardina, “Tradição. Sociabilidades, Compromisso: mutações na auto-imagem estudantil durante o período final do Estado Novo”, Vértice, 123, Julho-Agosto 2005
* João Azevedo do Carmo, Eu, meus senhores, amo a igualdade, CMBarreiro, 2005
* Jùlio Carrapato, Novas Crónicas Bem Dispostas e uma Réplica Muito Comprida, Faro, Edições Sotavento, 2005
* Ana Margarida de Carvalho, "O homem sem sombra", Visão, 23/6/2005
[Sobre Vasco de Carvalho.]
* José Pedro Castanheira, “Um poeta soviético em Fátima”, Expresso – Revista, 3/12/2005
[Sobre a visita de Evtuchenko em 1967]
* Zília Osório de Castro / João Esteves (Dir.), Dicionário no Feminino nos Séculos XIX-XX, Livros Horizonte, 2005
* Antonio Coimbra, “A carreira universitária de Abel Salazar”, Afinidades, 1, II série, Janeiro-Junho 2005
* Manuel Correia, "Egas Moniz: o político na sombra do cientista(1) Liberal ou conservador? Investigador cíentifico e místico da objectividade", Vértice, 123, Julho-Agosto 2005
* Valdemar Cruz, "O pacto do embaixador Bosques", Expresso, 5/3/2005
* Valdemar Cruz, "Margarida Tengarrinha - O que a vida me ensinou", Expresso, 21/5/2005
* Carlos Dias, “Catarina Eufémia – Médico diz que camponesa não estava grávida”, Público, 1/12/2005
* Cristina Ferreira, "Banqueiro de profissão, democrata por convicção", Público, 18/7/2005
[Sobre Francisco Veloso.]
*José Maria Carvalho Ferreira, “Eduardo Pereira Um homem que lutou pela emancipação social”, Utopia, 20, 2005
[Operário comunista, participante na revolta de Beja.]
* Pedro Ferreira, "Entre o terror e a esperança", História, 80, Outubro 2005
* Nuno Espinosa, "Francisco Veloso, a inteligência suave", Público, 21/7/2005
* Serafim Ferreira (Coord.), Arsénio Mota 50 Anos de Escrita, Porto, Compo das Letras, 2005
* João Freire, “A argumentação anarquista contra o estalinismo”, Clio, vol. 12, 2005
* João Pedro George, "Edmundo Pedro: entrevista", Esplanar, 18/4/2005
*João Pedro George, Entrevista a Luiz Pacheco, Esplanar, Abril - Maio 2005
* Luisa Godinho, "Exilados - Os que não voltaram", Notícias Magazine, 24/4/2005
[Reportagem sobre um grupo de exilados políticos portugueses em Grenoble.]
* [Paula Godinho], "Catarina Eufémia - uma invenção da esquerda?", Política Operária, 99, Março - Abril, 2005
* Américo Lázaro Leal, O Rosto da Reforma Agrária, Lisboa, Edições Avante!, 2005
* João Madeira, "Álvaro Cunhal e a via do levantamento nacional", História, 79, Setembro, 2005
* Susana Martins, Socialistas na Oposição ao Estado Novo. Um estudo sobre o movimento socialista português de 1926 a 1974, Cruz Quebrada, Casa das Letras/Editorial Notícias, 2005
* João Mascarenhas e Regina Marques (Organização), Maria Lamas Uma Mulher do Nosso Tempo, Lisboa, Museu da República e da Resistência, 2005
* Maria José Maurício, Mulheres e Cidadania: Alguns Perfis e Acção Política 1949-1973, Lisboa, Caminho, 2005
* João Medina, “Função e natureza do PCP na história portuguesa: Salazar e Álvaro Cunhal ou a metáfora dos “dois cães de faiança””, Clio, vol. 12, 2005
* António Melo, "Morreu Ludgero Pinto Basto, comunista e antiestalinista", Público, 25/5/2005
* Duarte Mexia, "Crónicas de um revolucionário", Grande Reportagem, 9/7/2005
[Entrevista a Claúdio Torres.]
* Eugénio Montoito, Henrique Galvão ou a Dissidência de um Cadete do 28 de Maio (1927-1952), Lisboa, Centro de História da Universidade de Lisboa, 2005
* José Neves, "Álvaro Cunhal e o príncipio da história", História, 79, Setembro, 2005
* Isabel de Oliveira, “A revolucionária serena”,Expresso – Revista, 7/10/2005
[Sobre Carmelinda Pereira.]
* Maria João Oliveira, "Conceição Matos - A memória incólume", Público, 5/3/2005
* Luiz Pacheco, Diário Remendado 1971-1975, Lisboa, Dom Quixote, 2005
* Carlos S. Pais / Miguel de Sousa, "Faleceu Manuel Firmo (1909-2005) . Figura de barreirense ímpar", Jornal do Barreiro, 3/2/2005
* José João Marques Pais, "Gente de Outro Ver". Actividade Política em Alpiarça desde as Invasões Francesas até Abril de 1974, Alpiarça, 2005
* José Pacheco Pereira, "Cunhal e Galvão entre assassinos, ladrões e violadores", Público, 14/6/2005
* José Pacheco Pereira, Álvaro Cunhal - Uma Biografia Política, Vol. III - O Prisioneiro (1949-1960), Lisboa, Temas e Debates, 2005
*[José Pacheco Pereira], ALVARO CUNHAL - UMA BIOGRAFIA POLÍTICA, Blogue do livro
* Antonio Pedro Pita (organizador), “Cartas de Abel Satazar a Ruy Luis Gomes”, Afinidades, 1, II série, Janeiro-Junho 2005
* Francisco Pratas, “Escolas” do MUD”, Diário do Alentejo, 28/1/2005
[Sobre o MUDJ em Beja.]
* Professor Doutor Jorge Borges de Macedo - Legado Bibliográfico. Lisboa, Centro de História da Universidade de Lisboa, 2005
* Urbano Tavares Rodrigues, A Obra Literária de Àlvaro Cunhal / Manuel Tiago, Lisboa, Caminho, 2005
* Aurélio Santos, "O VI Congresso e o seu contributo histórico", O Militante, 278, Set-Out. 2005
* Manuela Serrão / Suzana Oliveira / Teresa Fonseca, Livros Proibidos no Estado Novo. Catálogo da Exposição Realizada na Livraria Parlamentar, Assembleia da República, 2005
* Fernando Correia da Silva, Mário Pinto de Andrade, Vidas Lusófonas, Abril 2005
* João Céu e Silva, Uma Longa Viagem com Álvaro Cunhal, Asa, 2005
* Mário Soares, "Um grande cientista", A Capital, 28/6/2005
[Sobre Corino de Andrade.]
* Armando Sousa Teixeira, A Indústria e a Luta em Desenvolvimento. Barreiro, uma História de Trabalho, Resistência e Luta (1963-1969), Parte IV, Lisboa, Edições «Avante!», 2005
* Ramiro Teixeira, “Breve sinopse historico-cultural ao redor de Abel Salazar, desde a sua vida activa até à morte”, Afinidades, 1, II série, Janeiro-Junho 2005
* Um Democrata Percurso de Persistência e Coragem João Vargas (1926-2005, Loulé, CIVIS, 2005
* Um Tempo e um Lugar. Dos Anos Quarenta aos Anos Sessenta. Dez Exposições Gerais de Artes Plásticas, Câmara Municipal de Vila Franca de Xira - Museu do Neo-Realismo, 2005
* António Ventura, “A pedra de toque: Estaline no pós-25 de Abril”, Clio, vol. 12, 2005
* Alberto Vilaça, "Ruy Luís Gomes Resistente antifascista", O Militante, 278, Set-Out. 2005
* Alberto Vilaça, “Um “estalinismo” de sinal menos”, Clio, vol. 12, 2005
novembro 12, 2005
BIOGRAFIA POLÍTICA DE ÁLVARO CUNHAL
III VOLUME SOBRE OS ANOS DA PRISÃO (1949-1960)
III VOLUME SOBRE OS ANOS DA PRISÃO (1949-1960)
NOTA INTRODUTÓRIA
Entre Março de 1949 e Janeiro de 1960, Álvaro Cunhal esteve preso. O seu quotidiano não tem história aparente, é feito da repetição dos mesmos gestos vigiados, numa sucessão de horas, dias e anos, confinado em duas prisões de alta segurança: a Penitenciária e o Forte de Peniche. Qual poderia ser a sua biografia? Meia dúzia de páginas, dirá o leitor, olhando com perplexidade as centenas aqui publicadas. Mas não me parece que possa ser assim.
Uma “biografia política” de Álvaro Cunhal não pode ser feita apenas dos eventos directamente relacionados com o prisioneiro, porque o biografado associou como poucos a sua vida pessoal com a história do comunismo português. Não há na sua vida adulta, uma frase que tenha escrito, um desenho que tenha feito, um acto de que tenha sido responsável, que não tivessem como interlocutor privilegiado o PCP. Por isso, não se pode compreender Cunhal, mesmo nos seus anos de maior isolamento, sem essa relação total com o partido de que fazia parte.
Não é possível escrever uma biografia de Cunhal sem ao mesmo tempo interpretar a história do PCP e, no seu sentido mais lato, da oposição ao regime ditatorial. Como, quer a história do PCP, quer a história da oposição, estão em grande parte por fazer, nesta biografia formam um contínuo, que, como se vê no que Cunhal fez durante e depois da prisão, eram a sua preocupação principal e a sua razão de viver. Sem essa história, Cunhal não pode ser “explicado” na sua biografia política.
novembro 10, 2005
NOVO LIVRO DE FERNANDO VIEIRA DE SÁ

Em Anexo, poderão encontrar notas sobre o autor ( médico veterinário que completou recentemente 91 anos de idade), antigo colaborador de Bento de Jesus Caraça na famosa «Biblioteca Cosmos» e consultor técnico durante muitos anos na FAO, tendo vivido e trabalhado em diversos países, nomeadamente no México, entre 1957 e 1962.
Ecos do México - Da História e da Memória, inclui dois importantes Anexos: Cartas de F. Vieira de Sá a Cuauhtémoc Cárdenas, filho do antigo Presidente do México, Lázaro Cárdenas, e «Operação Dulcineia» - O Assalto ao Santa Maria. Catorze Dias que Abalaram Salazar e Surpreenderam o Mundo.
FERNANDO VIEIRA DE SÁ nasceu em Lisboa em 1914. Médico veterinário, licenciou-se na Escola Superior de Medicina Veterinária e tirou o curso de Medicina Sanitária do Instituto Superior de Higiene Dr. Ricardo Jorge. Foi bolseiro do Instituto para a Alta Cultura no National Institute for Research in Dairyng e na Universidade de Reading, em Inglaterra.
Fez parte dos quadros técnicos da Direcção-Geral dos Serviços Pecuários e da Junta Nacional de Produtos Pecuários. Exerceu funções de consultor técnico na FAO, Organização para a Alimentação e Agricultura das Nações Unidas, tendo assessorado programas de desenvolvimento e produção em vários países. Dirigiu a secção de Indústrias Lácteas do Instituto Nacional de Investigação Industrial e, como investigador-coordenador, assumiu a direcção do Departamento de Tecnologia de Indústrias Alimentares do Laboratório Nacional de Engenharia e Tecnologia Industrial. Foi secretário-geral da Sociedade Portuguesa de Ciências Veterinárias, director da Revista de Ciências Veterinárias e colaborador assíduo de revistas e jornais. Participou activamente em diversos simpósios e congressos, nacionais e internacionais, de Biotecnologia, Leitaria e Produção Animal.
Publicou, entre outras obras, O Leite na Alimentação Humana, Cosmos, 1945; Os Derivados do Leite na Alimentação e na Indústria, Cosmos, 1945; Lechería Tropical, Unión Tipográfica Editorial Hispano-Americana, México, 1965 / La Habana (edição revolucionária), 1967; As Vacas Leiteiras Clássica Editora, 7ª ed., 1988; O Leite e os seus Produtos, Clássica Editora, 5ª ed., 1988; A Cabra, Clássica Editora, 2ª ed., 1990; O Leite em Lisboa. História do Seu Abastecimento, Clássica Editora, 1991;O Reino da Estupidez nos Caminhos da Fome. Memória de Tempos Difíceis, Cosmos, 1996;Cartas na Mesa — Recordando Bento de Jesus Caraça e a «Biblioteca Cosmos», Moinho de Papel, 2004. Viagem ao correr da pena Edição: Moinho de Papel, 2004
outubro 01, 2005
BIBLIOGRAFIA SISTEMÁTICA SOBRE O PCP, OS MOVIMENTOS COMUNISTAS E RADICAIS E A OPOSIÇÃO POLÍTICA E SOCIAL ATÉ 25 DE ABRIL DE 1974 (Em organização) - I PARTE
NOTA
De uma forma experimental, estou a organizar uma bibliografia sistemática sobre o PCP, o movimento comunista e radical (incluindo a extrema-esquerda), e a oposição política e social à ditadura. Trata-se de ir progressivamente actualizando todo um trabalho bibliográfico que foi iniciado nos Estudos sobre o Comunismo (em papel), na Análise Social e no Boletim de Estudos Operários, e depois retomado aqui. Dado que se trata de lidar com centenas de referências bibliográficas e para não privar os interessados de tudo aquilo que possa de imediato ser inserido nesta bibliografia, ela será continuamente alimentada por módulos.
São bem-vindas todas as colaborações para este trabalho que , pela sua própria natureza, é muito complexo. Agradeço as colaborações já recebidas de Vanessa de Almeida, Miguel Cardina e Luis Miguel.
Está já (17/10/2005) colocado o equivalente a cerca de mais de 300 páginas de texto, o que obrigou à sua divisão em várias entradas. Essas entradas serão colocadas no primeiro dia de cada mês a que corresponda a actualização, sendo no final agrupadas numa única série. Na versão final será a mais completa bibliografia sobre este assunto jamais feita. O texto não está revisto e contém muitas gralhas e lapsos que serão corrigidos no final.
Esta é uma primeira tentativa de sistematização que será aperfeiçoada e completada
EM ACTUALIZAÇÃO
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1 – BIBLIOGRAFIAS
2- LIVROS DE REFERÉNCIA, DICIONÁRIOS, ANUÁRIOS, CRONOLOGIAS, ESTATÍSTICAS
3 – BIOGRAFIAS (A-C)
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1 – BIBLIOGRAFIAS
"A Guerra Colonial Portuguesa: indicações bibliográficas", História e Ciência
Licínio Barradas, "Os comunistas em Portugal", Diário Popular, 11/11/1976
Centro de Documentação 25 de Abril, Fontes e bibliografia da transição democrática
Ronald H. Chilcote, Emerging Nationalism in Portuguese Africa; A Bibliography of Documentary Ephemera trough 1965, Stanford, Hoover Institution, 1969
Ronald H.Chilcote, A Revolução Portuguesa de 25 de Abril de 1974, Coimbra, Universidade de Coimbra, 1987
Ronald H. Chilcote, The Portuguese Revolution of 25 April 1974, Coimbra, Centro de Documentação 25 de Abril, 1998
(Conselho de Redacção), Estudos sobre o Comunismo,”Bibliografia Sistemática sobre o PCP ", Estudos sobre o Comunismo, 1984
Martinho de Freitas, "Análise dos textos revotucionários de autores da língua portuguesa editados em Portugal (1971)”, Época, 9 de Abril de 1972
Martinho de Freitas,"Caracteristicas da edição dos textos revolucionários em Portugal (1971), Época, 19 de Fevereiro de 1972
Martinho de Freitas, "Contributo ao estudo da edição de textos revolucionários em Portugal (1971)", Época, 30 de Novembro de 1971
Martinho de Freitas, "Segundo contributo ao estudo da edição de textos revolucionários em Portugal (1971)", Época, 19 de Dezembro de 1971
Martinho de Freitas, “Terceiro contributo ao estudo da edição de textos revolucionários em Portugal (1971)", Época., 4 de Janeiro de 1972
Martinho de Freitas, “Textos revolucionários e anexos editados em Portugal (1972-1 ° Trimestre)'”, Época, 16 de Abril de 1972; 21 de Maio de
1972
[Listas de livros de autores marxistas ou revolucionários publicados depois da “Iiberalização” marcelista.]
"Literatura Autobiográfica Da Resistência Ao Estado Novo (2)", História e Ciência, 20/Setembro/2003
José Pacheco Pereira, " Bibliografia sobre o movimento operário português desde a origem até 25 de Abril de 1974 (livros e artigos publicados de 1974 a 1980)", Análise Social, vol. XVII, 67-8, 1981.
[Esta bibliografia foi actualizada para 1981, 1982 e 1983 no Boletim de Estudos Operários, 1982, 1983 e 1984.]
José Pacheco Pereira, "Bibliografia sobre o movimento operário português desde a origem até 25 de Abril de 1974 (Livros e artigos publicados em 1983 e adenda àss bibliografias anteriores", Boletim de Estudos Operários, 6, Dezembro de 1984
José Pacheco Pereira, "L'historiographie ouvriére au Portugal", Le Mouvement Social, 123, Abril-Junho 1983
__________________________________________________________________
2- LIVROS DE REFERÊNCIA, DICIONÁRIOS, ANUÁRIOS, CRONOLOGIAS, ESTATÍSTICAS
Pedro Ramos de Almeida, O Processo do Salazarismo (Relatório sobre Portugal), Lisboa, Edições Avante!, 1983
Zília Osório de Castro / João Esteves (Dir.), Dicionário no Feminino nos Séculos XIX-XX, Livros Horizonte, 2005
Joâo Morais / Luís Violante, Contribuição para uma Cronologia dos Factos Económicos e Sociais. Portugal 1926-1985, Lisboa, Livros Horizonte, 1986
António Nóvoa (Direcção), Dicionário de Educadores Portugueses, Porto, Edições Asa, 2003.
Fernando Rosas / J. M. Brandão de Brito, Dicionário da História da Estado Novo, Vol. I e II. Lisboa, Círculo de Leitores, 1996
Richard F Starr, (Ed.), Yearbook on International Communist Affairs, 1966-1991, Stanford, Hoover Institution Press, 1966-1991
[Volumes anuais desde 1966. A parte portuguesa contém muitas informacões. mas também erros consideráveis.]
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3 – BIOGRAFIAS DE COMUNISTAS E OPOSICIONISTAS
Varela Gomes, “Angola: os amigos portugueses”, Diário de Lisboa, 16/7/1984
[Notas biográficas de portugueses que apoiaram em Angola a luta anti-colonial.]
António Macedo, Na Outra Margem de Abril. Pequenas Histórias de Grandes Homens, Lisboa, O Jornal, 1988
[Entre outros Cunhal, Delgado, Agostinho Neto, Abel Salazar, Soares, Sérgio, Zenha, Cal Brandão, Francisco Cachapuz, Victor Sá , Nário Castro, Ramos da Costa, Pulido Valente, Rudolfo de Abreu.]
Miguel Medina, Esboços. Antifascistas relatam as suas experiências nas prisões do fascismo, Lisboa, Câmara Municipal de Lisboa, 1999
Miguel Medina, Esboços. Antifascistas relatam as suas experiências nas prisões do fascismo 2, Lisboa, Câmara Municipal de Lisboa, 1999
António Almeida Santos, Quase retratos, Lisboa Notícias 2000
[Inclui Zenha. Palma Inácio, José Paulo Cardoso, Maria Barroso, Mário Soares, Natália Correia e outros.]
Mário Soares, Incursões Literárias, Lisboa, Círculo de Leitores, 2003
[Sucessão de retratos de várias figuras da literatura portuguesa, incluindo muitas referências a episódios vividos da história da oposição à ditadura. Entre os retratos incluem-se os de Cortesão. Rodrigues Lapa, Bento de Jesus Caraça, Rodrigues Migueis, Manuel Mendes, Casais Monteiro, Agostinho da Silva, Piteira Santos, Cardoso Pires, Natália Correia entre outros.]
Universidade Popular do Porto, Memórias do trabalho - testemunhos do Porto laboral no século XX
Vasco Pulido Valente, Retratos e Auto-retratos (Ensaios e Memórias) , Lisboa, Assírio e Alvim, 1992
António Ventura, Memórias da Resistência. Literatura da Resistência ao Estado Novo, Lisboa, Câmara Municipal de Lisboa, 2001
[Inclui textos de Acácio Tomás de Aquino, Adelino da Palma Carlos, Aida Paula, Alberto Vilaça, Alexandre Babo, Alexandre Cabral, Alexandre Vieira, Álvaro Cunhal, António Alçada Baptista, António Alexandre Tereso, António Macedo, António Modesto Navarro, António Neves Anacleto, António Simões de Abreu, Armindo Rodrigues, Bento Gonçalves Cândida Ventura, Cândido de Oliveira, Carlos Brito, Carlos Eugénio de Almeida, Celso Cruzeiro, César Oliveira, Correia Pires, Cunha Leal, Domingos Fernandes de Carvalho, Edmundo Pedro, Emídio Santana, Fernando de Brito Mateus, Fernando Gusmão, Fernando Miguel Bernardes, Fernando Mouga, Fernando Queiroga, Francisco Ferreira, Francisco Horta Catarino, Francisco Miguel, Garcez da Silva, Gilberto de Oliveira, Henrique de Barros, Henrique Galvão, Hipólito Raposo, Humberto Delgado, Jacinto Baptista, Jaime Serra, João Faria Borda, João Honrado, João Medina, João Sarmento Pimentel, João Varela Gomes, Joaquim Campino, Joaquim Gomes, Joaquim Pires Jorge, Joaquim Ribeiro, José Augusto França, José Francisco, José Gomes Ferreira, José Jorge Letria, José Magalhães Godinho, José Magro, José Manuel Tengarrinha, José Régio, José dos Reis Sequeira, José Ribeiro Santos, José Rodrigues Miguéis, José Silva, Kalidás Barreto, Lino de Carvalho, Lino Lima (José Ricardo), Lino Santos Coelho, Luís Calafate, Manuel Barbosa, Manuel da Costa e Melo, Manuel Firmo, Manuel Francisco Rodrigues, Manuel Joaquim de Sousa, Manuel da Silva, Manuel Rodrigues Lapa, Manuela Câncio Reis, Mário Dionísio, Mário Pais de Oliveira, Mário Sarmento, Mário Soares, Mateus da Silva Gregório, Miguel Wager Russel, Miguel Torga, Norton de Matos, Orlando Gonçalves, Pedro Rocha, Pedro Soares, Policarpo Marcelino Gonçalves, Raimundo Narciso, Raul Rego, Rui Perdigão, Sá Cardoso, Sérgio Ribeiro, Silva Marques, Sottomayor Cardia, Vasco da Gama Fernandes, Vergílio Ferreira, Virgínia de Moura.]
_________________________________________________________________
ANTÓNIO SIMÕES DE ABREU
António Simões de Abreu, A raiva de Salazar contra a unidade democrática representada por Humberto Delgado e outros episódios por mim vividos em 32 anos de luta antifascista, Lisboa, Edições Sociais, 1975
António Abreu, “Humberto Delgado e as eleições presidenciais de 1958”, O Militante Nº 236, Setembro / Outubro 1998
_________________________________________________________________
JOSÉ DE ABREU
José de Abreu. “Para a histôria da Juventude Comunista”, Juventude, 4, Junho 1975; 5, de Agosto 1975
[Carta de um fundador da JC, com muitos elementos sobre os primeiros anos do PCP e da JC, exilio em Timor, etc.]
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JOSÉ ALAIZ
Romeo Correia, Homens e Mulheres Vinculados às Terras do Almada (nas Artes, nas Letras e nas Ciências), AImada, 1978
[Colecção de elementos biográficos sobre personalidades do movimento operário e associativo local, incluindo vários comunistas, como Henrique Caetano do Sousa, José Alaiz, Alberto Araújo, Alexandre Castanheira, etc]
_________________________________________________________________
JOSÉ DA FELICIDADE ALVES
Abílio tavares Cardoso / João Salvado Ribeiro (Org.), Testemunho Aberto. O Caso do padre Felicidade, Lisboa, Multinova, 1999
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[Recordações autobiográficas da manifestação do 31 de Janeiro de 1933 no Porto e da prisão do autor Francisco Barros Cachapuz]
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J. Barata-Moura, Linhas de rumo do pensamento de Bento de Jesus Caraça. Lisboa, Instituto Superior de Economia e Gestão – ISEG, 2001
Ludgero Pinto Basto, "Nessas reuniões na Brasileira Bento Caraça fazia verdadeiros cursos no café"- Entrevista com o Dr. Ludgero Pinto Basto", CGTP - Associação para o Ensino Bento de Jesus Caraça
N. Bebiano, "Bento de Jesus Caraça e a Matemática, aquela difusa substância", Gazeta de Matemática, Lisboa, 141, Jul. 2001
N. Bebiano, "Bento de Jesus Caraça: esboço biográfico" Gazeta de Matemática, Lisboa, 141, Jul. 2001
(Esteves Belo)"Além do professor nós víamos o cidadão interveniente" Entrevista com o Dr. Esteves Belo, CGTP - Bento de Jesus Caraça
“Bento de Jesus Caraça”, CGTP - Associação para o Ensino Bento de Jesus Caraça
Bento de Jesus Caraça. Perspectivas dobre o homem e a obra, Guarda, Instituto Politècnico da Guarda, 2001
[Inclui entre outros os seguintes textos e depoimentos
A. Coelho, Bento de Jesus Caraça: Um Homem Espantoso e Admirável. Trabalho e Sociedade: Ciclo de Conferências
L. Dinis, Uma Carta de Bento Caraça para o meu pai
C. Dobreira, Bento de Jesus Caraça, cidadão e amante da Serra da Estrela - Depoimento
M. Fischer, As Minhas recordações das lições do professor Bento de Jesus Caraça e da sua personalidade
M. Gusmão, Bento de Jesus Caraça: 1901-2001.
G. Lami, "Ah, não gosta de Matemática, então vai passar a gostar".
G. Lami, Conceitos fundamentais da Matemática: algumas reflexões sobre o seu conteúdo e alcance pedagógico
S. Ribeiro, Seminário de Matemáticas Gerais Bento de Jesus Caraça: testemunho.]
Bento de Jesus Caraça, Conferências e outros escritos, Lisboa, 1978
Bento de Jesus Caraça, Cultura e Emancipação (1929 - 1933), Porto, Campo das Letras, 2002
J. Caraça, "Bento de Jesus Caraça: Cem Anos pela Fraternidade", Gazeta de Matemática, Lisboa, 141, Jul. 2001
100° aniversário do nascimento do Professor Bento de Jesus Caraça (CD-ROM), Fundação Mário Soares, 2001
António Borges Coelho, "Um homem espantoso e admirável"- Entrevista com Prof.Doutor António Borges Coelho", CGTP - Associação para o Ensino Bento de Jesus Caraça
Álvaro Cunhal, “Bento de Jesus Caraça rnorreu ha 30 anos”, Avante! , 22 de Junho de 1978
(Álvaro Cunhal), “Entrevista com Alvaro Cunhal. Bento Caraça insigne intelectual comunista “, Avante !, 22/6/1995
Luís Augusto Costa Dias, “Missão Histórica” e o “Papel dos Intelectuais” na Filosofia da Cultura de Bento de Jesus Caraça”, Revista de História das Ideias, vol. 24, 2003-12-23
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EM ACTUALIZAÇÃO
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«Não brincávamos aos polícias e aos ladrões»
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MÁRIO MURTEIRA
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EM ACTUALIZAÇÃO
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Maria Antónia Fiadeiro [Organização e coordenação ] , Fernando Piteira Santos , Português , Cidadão do Século XX , Porto , Campo das Letras , 2003
[ Com algumas excepções, é uma colecção de depoimentos testemunhais sobre Piteira Santos, muitas vezes repetitivos e com poucos factos novos . A passagem e as relações de Piteira Santos com o PCP, elemento seminal da sua biografia , são apenas afloradas . É verdade que os documentos do arquivo do PCP continuam indisponíveis e sem eles o “browderismo” de Piteira só pode ser “advinhado” por citações escassas e fora do contexto feitas por Cunhal . ]
João Mesquita, "O comunista íntimo", Grande Reportagem, 20/11/2004
[Sobre Fernando Piteira Santos.]
Mário Soares, Incursões Literárias, Lisboa, Círculo de Leitores, 2003
[Sucessão de retratos de várias figuras da literatura portuguesa, incluindo Piteira Santos, entre outros.]
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ARY DOS SANTOS
Alberto Bemfeita, Ary dos Santos. O Homem, o Poeta, o Publicitário, Lisboa, Caminho, 2003
[Fotobiografia de Ay dos Santos, um dos poetas emblemáticos do PCP no imediato 25 de Abril, embora já tivesse contactos com a oposição antes dessa data.]
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JOSÉ RIBEIRO DOS SANTOS
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ANTÓNIO JOSÉ SARAIVA
João Aguiar, "Eu sou António José Saraiva", O País Magazine, 11/2/1982
Clara Ferreira Alves, "O Mestre Imperfeito", Expresso, 20/3/1993
Francisco Belard, "António José Saraiva , a expansão não nos serviu para nada", Expresso, 7/5/1983
Francisco Belard, "A Aventura de Pensar", Expresso, 20/3/1993
Carlos Câmara Leme, "António José Saraiva , Eu sou Israelita", Público/Fim de Semana, 1/2/1991
Carlos Câmara Leme / Isabel Coutinho,"Um Rebelde no Século", Público, 18/3/1993
Óscar Lopes, "Dor da Pátria" Expresso, 9/4/1993
Teresa Rita Lopes "A nobreza de não saber viver", Jornal de Letras, 23/3/1993
Eduardo Lourenço, "O iconoclasta do imaginário cultural", Expresso, 20/3/1993
Inês Pedrosa / Rui Rocha, "António José Saraiva - O progresso cria novas prisões", Expresso/Revista, 15/12/1990
Júlio Pinto "Não há mal em se continuar a tentar ser libertário", Diário Popular, 26 de Agosto de 1986
António José Saraiva, Maio e a Crise da Civilização Burguesa. s.l., Publicações Europa-América, 1970
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António José Saraiva, Iniciação na Literatura Portuguesa, Gradiva, Cultura & História - Público, 1996
António José Saraiva, O Crepúsculo da Idade Média em Portugal, Gradiva, Cultura & História - Público, 1996
António José Saraiva, Estudos sobre a arte d'Os Lusíadas, Gradiva, Cultura & História - Público, 1996
António José Saraiva, Poesia e Drama, Gradiva, Cultura & História - Público, 1996
António José Saraiva, Uma Face Desconhecida. Poemas e Prosas (Organização de Maria Isabel Saraiva), Lisboa, Gradiva, 2003
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JOSÉ AUGUSTO SEABRA
José Augusto Seabra, De Exílio em Exílio I - Resistências e Errâncias (1953-1963), Porto, Folio Edições, 2004
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ANTÓNIO SÉRGIO
Jacinto Baptista, Disse Chamar-se António Sérgio de Sousa ... Auto da Prisão , Inquirição e Desterro do Autor dos Ensaios em 1935, Lisboa, Caminho, 1992
Jorge Borges de Macedo, Significado e evolução das polémicas de António Sérgio”. Revista de História das Ideias, volume V, Tomo 1
Barahona Fernandes, "As pedras vivas" de António Sérgio”. Revista de História das Ideias, volume V, Tomo 1
Sérgio Campos Matos, “Os Diálogos de Doutrina Democrática”. Revista de História das Ideias, volume V, Tomo 1
Isabel Marnoto, António Sérgio: Claridades e Sombras”. Revista de História das Ideias, volume V, Tomo 1
Carlos Alberto Magalhães Gomes Mota, António Sérgio: a cultura a democracia e a educação
Miguel Baptista Pereira, O Neo-Iluminismo Filosófico de António Sérgio”. Revista de História das Ideias, volume V, Tomo 1
António Pita, Duas faces da Razão. António Sérgio e Jofre Amaral Nogueira”. Revista de História das Ideias, volume V, Tomo 1
Magalhães Vilhena, “O idealismo histórico-social de António Sérgio”. Revista de História das Ideias, volume V, Tomo 1
Vasco de Magalhães-Vilhena, "Em torno do idealismo histórico-social de António Sérgio", Revista de História das Ideias, 5(1), Coimbra,1983
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JAIME SERRA
Jaime Serra, ”Só na primeira prisão - tinha eu 16 anos - saí pela porta da frente”,Avante!, 1981
Jaime Serra, “As grandes greves operárias dos anos 40”, O Diário, 1982
Jaime Serra, “A revolta antes da convicção” (Entrevista), Diário de Notícias, 13/2/1999
Jaime Serra, Eles têm o Direito de Saber. Páginas da Luta Clandestina, Lisboa, Avante, 1999
Jaime Serra, As Explosões que Abalaram o Fascismo. O que Foi a Ara (Acção Revolucionária Armada), Lisboa, Avante, 1999
Jaime Serra, O Abalo do Poder. Do 25 de Abril de 1974 ao 25 de Novembro de 1975, Lisboa, Edições Avante, 2001
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ALBINO SERRANO
Albino Serrano,Caminhos da Resistência e da Esperança, Alcobaça, 1993
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MANUEL SERTÓRIO
Manuel Sertório, Entrevista a República, 31/5/1974
[Para a história da corrente socialista nos anos do pós-guerra e sobre as polémicas da FPLN.]
Manuel Sertório, "Da Guerra do Carimbo à ASP", Diário de Notícias ,
29/3/1984
Fernando Rosas (entrevista de) , “Manuel Sertório: Urn Ponto Comum Unia Aa Oposição: Ausência de Alternativa ao Regime”, Diário de Noticias, 5/5/1985
Manuel Sertório, «A Luta Contra o Fascismo no Exílio», em Humberto Delgado: setenta cartas inéditas, Lisboa, Praça do Livro, 1978
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EDUARDO SANTOS SILVA
Gaspar Martins Pereira, Eduardo Santos Silva Cidadão do Porto (1879-1960), Porto, Campo das Letras, 2002
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HERNANI DA SILVA
Hernani Silva,”Jovens do Norte cantaram ""As Heróicas"" há 40 anos”, O Diário
Hernani da Silva, "Homens Bichos e Coisas - Contingências de por-se o pé na rua", O Diário, 8/V/1987
Hernani da Silva,”Memória do fascismo - Larguem-me esse diabo nas celas”, O Diário, 11/8/1989
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HORTÊNSIA SILVA
Hortênsia Silva, O Aniversário do m/P.B., Lisboa, Edições Sociais, 1974
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JOSÉ DA SILVA
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JOSÉ MARMELO E SILVA
José Marmelo e Silva, Obra Completa. Não Aceitei a Ortodoxia, Porto, Campo das Letras, 2002
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MANUEL DA SILVA
Manuel da Silva, 30 Anos de Vida e de Luta na Clandestinidade. Entrevista / Depoimento , Lisboa, Edições Avante !, 1996
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J M. Costa Feijão, “Do Maranhão a Moscovo”, Avante! , 24/7/2003
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Eduardo Caetano, Mário Silva Professor e Democrata, Coimbra Editora, 1977
João Mário Mascarenhas (Coord.), Mário Silva, Lisboa Biblioteca Museu República e Resistência, 2001
João Paulo da Silva Gil Nobre , Prof. Dr. Mário Augusto da Silva Biografia, Coimbra, 1997
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António Maria Marques, «José Simões (Mina) na reunião do Comité Central – um impedimento de Acácio Costa», Jornal do Barreiro, 18/07/1997
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CARLOS FERREIRA SOARES
O Assassínio de Carlos Soares, Edição do Centro de Trabaiho de Espinho. sd.
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MÁRIO SOARES
Maria João Avillez, Soares - Ditadura e Revolução , Lisboa, Círculo de Leitores, 1996
Maria João Avillez, Soares - Democracia!, Lisboa, Círculo de Leitores,
1996
João Bénard da Costa, "Os 80 anos de Mário Soares", Público, 3/12/2004
Maria Fernanda Rollo / J.M.Brandão de Brito, Mário Soares. Uma Fotobiografia, Lisboa Bertrand Editora 1995
MÁrio Soares, Le Portugal baillonné, Paris, Calmann-Levy, 1972
Mário Soares, Portugal amordaçado, Lisboa, Arcádia, 1974
Mário Soares, Manuel Teixeira-Gomes. Uma personalidade singular, Porto Edições Asa 2001
(Mário Soares), «Não acredito na eternidade. O que fica de mim é um rodapé num livro de História». Diário de Notícias, 7/12/2004
Teresa de Sousa, Mário Soares, S. Paulo Nova Cultural 1988
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PEDRO SOARES
(José Pacheco Pereira), "Fontes para a história do PCP: duas cartas de Pedro Soares / "Luigi" de Abril de 1974, Estudos sobre o Comunismo, 7/3/2005
Pedro Soares, Tarrafal, Campo da Morte Lenta, Lisboa, Edições Avante !, 1975
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ERNESTO DE SOUSA
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FERNANDO MACEDO DE SOUSA
Fernando Macedo de Sousa, “Dos campos de concentração portugueses; quinze anos de luta contra o fascismo (1931-1946)", Correio da Serra, 220, 15 de Agosto de 1974,; 221, de 1 de Setembro 1974
Fernando Macedo de Sousa. “Intervençao”, Estrela Vermelha, 18, Agosto de 1975
[Descrição da sua vida de militante do PCP de 1931 a 1941 corn referéncias às posicões do PCP quanto ao 18 de Janeiro, Guerra de Espanha e a Segunda Guerra Mundial. Dados sobre os debates no Tarrafal e a reorganização de 1941.]
Femando (Macedo) de Sousa, Entrevista a Juventude Vermeiha. 6, Junho de 1976
Fernando Macedo de Sousa, Entrevista ao Jornal Novo, 17 de Fevereiro de 1978.
[Sobre 0 Tarrafal, com pormenores sobre a actividade da organização prisional e a "politica nova" do PCP.]
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HENRIQUE CAETANO DE SOUSA
Romeo Correia, Homens e Mulheres Vinculados às Terras do Almada (nas Artes, nas Letras e nas Ciências), AImada, 1978
[Colecção do elementos biográficos sobre personalidades do movimento operário e associativo local, incluindo vários comunistas, como Henrique Caetano do Sousa, José Alaiz, Alberto Araújo, Alexandre Castanheira, etc]
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JOSÉ DE SOUSA
“José de Sousa - destacado milltante socialista", Portugal Socialista, 44, 4 do Junho do 1975
Edmundo Pedro, 45 Anos de luta pela Democracia Sindical - Reflexões de um Militante, Lisboa, Fundação José Fontana. 1979.
[Para além das lembranças autobiográficas de E. Pedro. contém elementos sobre a actividade do PCP e da FJCP nos anos 30 e sobre a biografia e ideias politicas de José de Sousa.]
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JOSÉ MANUEL TENGARRINHA
José Manuel Tengarrinha, Combates pela democracia, Lisboa, Seara Nova, 1976
José Tengarrinha, Estudos de História Contemporânea de Portugal, Lisboa, Editorial Caminho, 1983
José Tengarrinha "Os caminhos da Unidade Democrática contra o Estado Novo", Revista de História das Ideias V. 16 1994
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MARGARIDA TENGARRINHA
Valdemar Cruz, "Margarida Tengarrinha - O que a vida me ensinou", Expresso, 21/5/2005
Margarida Tengarrinha, Quadros da Memória, Lisboa, Edições Avante¸2004
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ANTÓNIO TERESO
António Alexandre Tereso, Fuga de Caxias no carro blindado do Salazar, Lisboa, Edições Sociais, s.d.
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FERNANDA PAIVA TOMÁS
[José Pacheco Pereira], "Marcello Caetano e a Libertação de Fernanda Paiva Tomás em 1970", Estudos sobre o Comunismo, 16 Maio 2004
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CLAÚDIO TORRES
Duarte Mexia, Crónicas de um revolucionário" (Entrevista a Claúdio Torres), Grande Reportagem, 9/7/2005
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MANUEL VIEIRA TOMÉ
“Manoel Vieira Tome”, O Militante, 188, de Jan./1991
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CRISTINA TORRES
Joaquim de Sousa, Cristina Torres, Figueira da Foz, 1983
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MANUEL VALADARES
Rui Perdigão, “As Relações do PCP com Dois Eminentes Anti-Fascistas: Emidio Guerreiro e Manuel Valadares”, Nova Renascença, 45-47, 1992
Nuno Crato, "Um físico discreto", Expresso, 21/2/2004
[Sobre Manuel Valadares, cientista e militante comunista.]
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FRANCISCO PULIDO VALENTE
In Memoriam. Francisco Pulido Valente 1884-1963, Lisboa Imprensa Nacional - Casa da Moeda, 1989
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FERNANDO VALLE
Fernando Madaíl, Fernando Valle. Um aristocrata da Esquerda, Lisboa Âncora Editora, 2004
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JOÃO VARGAS
Um Democrata Percurso de Persistência e Coragem João Vargas (1926-2005, Loulé, CIVIS, 2005
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Padre ABEL VARZIM
António Cerejo, "O Padre Varzim e o seu tempo", Lusitania Sacra, 12, 2000
Paulo Fontes, "A propósito de um testemunho sobre o Padre Abel Varzim (19o2-1964)", Lusitania Sacra, 12, 2000
Domingos Rodrigues, Abel Varzim. Apóstolo Português da Justiça Social, Lisboa, 1990
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FRANCISCO VELOSO
Nuno Espinosa, "Francisco Veloso, a inteligência suave", Público, 21/7/2005
Cristina Ferreira, "Banqueiro de profissão, democrata por convicção", Público, 18/7/2005
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CÂNDIDA VENTURA
Cândida Ventura, Entrevista a O Jornal, 5 de Novembro- 2 Dezembro de 1981
Cândida Ventura, "A militante que „saiu do frio“, O Jornal,5 a 11 de Fevereiro de 1982
Cândida Ventura, O"Socialismo" Que Eu Vivi, 0 Jornal, Lisboa, 1984
Cândida Ventura, "Como conheci Berlinguer", 0 Jornal, 21/6/1984
Cândida Ventura, , "Communisme – analyse, Les crises du Parti communiste portugais", Les cahiers d´histoire sociale, 17, 2001
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ARLINDO VICENTE
António Pedro Vicente, "Arlindo Vicente. O homem e o político", Revista de História das Ideias, Do Estado Novo ao 25 de Abril - II, volume XVII
Filipa Vicente, Arlindo Vicente. "O pintor e a sua obra", Revista de História das Ideias, Do Estado Novo ao 25 de Abril - II, volume XVII
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ANGELA VIDAL
António Melo, "Morreu Ângela Vidal - Uma rebelde com causas", Público, 16/3/2004
[Texto transcrito em História e Ciência.]
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"A. VIEIRA"
A. Vieira, Moscovo por um Antigo Funcionário do Komintern, Lisboa, Editorial Império, 1936
O Stalinismo por um Antigo Comunista quo Trabalhou no Komintern, Lisboa 1937
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ALEXANDRE VIEIRA
Henrique Fiúza, "Alexandre Vieira - meu mestre, meu amigo", A Batalha, 66 1980
Alberto Pedroso,”Testemunhos sobre o Fascismo (3). Alexandre Vieira - a família presa, a casa saqueada e um exílio de quatro anos”, O Diário, 12/10/1986
Luis Garcia e Silva,”Alexandre Vieira Primeiro Director de A Batalha”, A Batalha, 130 Out.-Dez. 1990
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ALBERTO VILAÇA
Alberto Vilaça, De Memória em Punho - Histórias Que Abril Soltou, Coimbra, Minerva, 1992
Alberto Vilaça, Depoimento com “Memórias da Brasileira”, A Mar Arte, n.° 2, de 21/3/1996
Alberto Vilaça, “Carta”, História, n.° 18 de Março 1996
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SÉRGIO VILARIGUES
Sérgio Vilarigues, “Experiências de luta juvenil antifascista, depoimento do camarada Sèrgio Vilarigues, membro da C. Politica e do Secretariado do CC do PCP”, Juventude, 36, de Marco 1979
[Dados sobre a FJCP desde 1932.]
«O homem dos 7 instrumentos», Avante!, 15/2/96
[Entrevista com Sérgio Vilarigues.]
Ricardo Machaqueiro, «Amílcar é nome de gente», Expresso, 16 de Março de 1996
Sérgio Vilarigues, "Ida para Angra", Alentejo Popular, 4/3/2004
Sérgio Vilarigues, "Um homem feliz em luta" (Entrevista) , Avante!, 23/12/2004
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VASCO MAGALHÃES-VILHENA
António Borges Coelho /, Vasco Magalhães-Vilhena / Rogério Ribeiro, (Mesa-Redonda), “0 "Avante!" - Orgão da Imprensa Livre e Expressão da Cultura Proletária”, Avante!, 13/2/1975
Eduardo Chitas / Hernâni A. Resende, (Coordenação), Filosofia. História . Conhecimento . Homenagem a Vasco Magalhães-Vilhena, Lisboa, Caminho, 1990
Vasco de Magalhães-Vilhena, Entrevista em Filosofia. História. Conhecimento. Homena gem a Vasco de Magalhães-Vilhena, Lisboa, Caminho, 1990
Vasco Magalhães-Vilhena, Progresso - História Breve de Uma Ideia, Lisboa, Caminho, 1979
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JOSÉ VITORIANO
Gustavo Carneiro / Isabel Araújo Branco, "Um luta de 48 anos contra o fascismo. A heróica resistência", Avante!, 8/4/2004
[Entrevista com José Vitoriano.]
"Foi há 28 anos. A fuga de Peniche vista pelos que ficaram", Avante!, 14/1/1988
José Vitoriano, "Recordações da cadeia de Peniche", O Militante, 235 - Junho / Agosto – 1998
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FRANCISCO SALGADO ZENHA
Rui de Brito, Salgado Zenha: o homem e a liberdade. Lisboa, Liber, 1975
António Cândido de Oliveira, Francisco Salgado Zenha. Textos escolhidos. Braga, Universidade do Minho, 1998
[ Ordem dos Advogados ] , Francisco Salgado Zenha Fotobiografia , Lisboa , Conselho Distrital da Ordem dos Advogados , 2003
[Com excepção de um breve depoimento de José Miguel Júdice em que faz menção às relações de seu pai, António Júdice , que pertenceu ao sector intelectual do PCP de Coimbra , com Zenha , quase não há referências à sua militância no partido . Zenha sempre negou , depois do 25 de Abril , que fora militante do PCP , mas tal é contrariado pelos documentos e por testemunhos da época . A fotobiografia tem em anexo um CDROM com as “obras jurídicas” de Salgado Zenha , incluindo as suas defesas em causas políticas. ]
Francisco Salgado Zenha Liber Amicorum, Coimbra, Coimbra Editora, 2003
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BIBLIOGRAFIA SISTEMÁTICA SOBRE O PCP, OS MOVIMENTOS COMUNISTAS E RADICAIS E A OPOSIÇÃO POLÍTICA E SOCIAL ATÉ 25 DE ABRIL DE 1974 (Em organização) - IV PARTE
EM ACTUALIZAÇÃO
IV PARTE
4 - COLECÇÕES DE DOCUMENTOS
5 - OBRAS SOBRE VÁRIOS PARTIDOS COMUNISTAS (INCLUINDO O PCP)
6- OBRAS GENÉRICAS SOBRE O PCP OU SOBRE MAIS DO QUE UM PERÍODO DA VIDA PARTIDÁRIA
7 - OBRAS SOBRE UM PERÍODO:
7. 1 – “SOVIETISMO” E “MAXIMALISMO” (1918 – 1921)
7. 2 - O PARTIDO NA I REPÚBLICA (1921-1926)
7.3 - TRANSIÇÃO PARA O ESTADO NOVO (1926-1934)
7.4 – CLANDESTINIDADE – ANOS TRINTA (1935-1940)
7.5 – CLANDESTINIDADE – DA REORGANIZAÇÃO À FUGA DE PENICHE (1940-1960)
7.6 – CLANDESTINIDADE – ANOS SESSENTA E SETENTA (1960-1974)
7.7 - 25 DE ABRIL DE 1974
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4 - COLECÇÕES DE DOCUMENTOS
Documentos do Comité Central do PCP (1965-1974),Lisboa, Edições Avante!, 1975
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5 - OBRAS SOBRE VÁRIOS PARTIDOS COMUNISTAS (INCLUINDO O PCP)
Alex Macleod, The French and the Italian Communist Parties and the Portuguese Revolution, Duhram, 1979
Neil Mclnnes, Os Partidos Comunistas da Europa Ocidental, Lisboa, Europa-America s d.
Keith Middlemas, Power and the Party; Changing Faces of Communisme in Western Europe, Londres, Deutsch, 1980
Eusébio Mujal-Leon., Portuguese and Spanish Communisme in Comparative Perspective
A Report on West European Communist Parties, Prepared by the Foreign Affaires and National Defense Division of the Congressional Research Service Library of Congress, Submitted by Senator Edward W Brooke to the Comittee on Appropriations United States Senate, Washington, 1977
Lawrence L Whetten, New International Communism the Foreign and Defense Policies of the Latin European Communist Parties, Lexington-Toronto. Lexington Books, 1982
[lnclui dois estudos sobre o PCP]
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6-INTERPRETAÇÕES DA HISTÓRIA
Manuel Villaverde Cabral, The PCP An Interpretation of Fifty Years of History, Oxford, 1978
Carlos Cunha, “Quanto mais as coisas mudam … Os 75 anos do Partido Comunista Português” Análise Social , 138, 4º- 1996
Carlos Cunha, "Cat and Mouse: Conducting Research in a Russian Archive," Portuguese Studies Review, V (2), Inverno - Primavera 1996-1997
Carlos Gaspar, “Pater , Petruschka et Pontifex”, Risco, 3, Outono-Inverno 1985
Carlos Gaspar, “O deserto dos tártaros revisitado”, Risco, 10 Outono-Inverno 1988
Carlos Gaspar / Vasco Rato, Rumo à Memória . Crónicas da Crise Comunista, Lisboa, Quetzal Editores 1992
"História do partido revisionista português", 0 Tempo e o Modo, n.° 107. de Setembro-Outubro de 1974, 113, de Setembro de 1975, 115, deJaneirode 1976, e 118, de Junho de mesmo ano.
[A visão da história do PCP dada pelo MRPP. cobrindo os periodos de 1921-29.
1929-42, 1943-46, e 1946-49, com muitas cilações da imprensa clandestina]
Keith Middlemas, Power and the Party . Changing Faces of Communism in Western Europe, Londres Andre Deutsch , 980
Vital Moreira, Reflexões sobre o PCP, Lisboa, Editorial Inquérito,
João Paulo Avelães Nunes, “Sobre a história e os partidos políticos “, Vértice, 52, Jan. Fev. 1993
José Pacheco Pereira- "Os dingentes do PCP e a história do PCP", Expresso, 17/3/1979
José Pacheco Pereira," Problemas do História do PCP", em 0 Fascismo em Portugal, A Regra do Jogo, Lisboa, 1982
José Pacheco Pereira, "A História de uma "História”, Diário de Notícias, 12/1/1983
José Pacheco Pereira “Gritos e Murmúrios - Reflexões sobre o Estudo do Comunismo e seus Críticos”, Diário de Notícias, 16 de Fevereiro de 1984
José Pacheco Pereira "O PCP: Um Partido do Passado Presente - Uma Interpretação”, Revista de Ciência Política, 5, 1987
José Pacheco Pereira, El Partido Comunista Poruguês y la izquierda Revolucionária, Madrid, Centro de Estudios Constitucionales 1988
José Pacheco Pereira “Dez Questões Portuguesas aos Arquivos Soviéticos”, Nova Renascença, 45-47, 1992, pp. 315-317
Philippe C. Schmitter, “Le parti communiste portugais entre le "pouvoir social" et le "pouvoir politique”, Etudes Internationales, 6, Setembro 1975
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OBRAS GENÉRICAS SOBRE O PCP OU SOBRE MAIS DO QUE UM PERÍODO DA VIDA PARTIDÁRIA
"Alguns Elementos para a História do PCP”, Boletim de Informação (Actividades Comunistas) da Legião Portuguesa, Suplemento nº11, fascículo II, 1956
Pedro Ramos de Almeida, Salazar. Biografia da Ditadura, Lisboa Edições Avante!, 1999
“Breve história do PCP", Avante!, 1974
[História oficial do PCP.]
José Dias Coelho, A Resistência em Portugal. Porto, Inova, 1974
“Comunismo em Portugal", Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira
Os Congressos de Meio Século de Luta, PCP, 1974
"Os congressos do PCP – Marcos na história da classe operária e dos trabaihadores portugueses", Avante!, 7/10/1976
Ramiro da Costa, Elementos para a História do Movimento Operário em Portugal, 1930-1975, Assírio e Alvim, Lisboa, 1979
Carlos A. Cunha, The Portuguese Communist Party's Strategy for Power, 1921-1986, Nova York, Garland Publishing, Inc., 1992
Álvaro Cunhal, Algumas Experiências do 50 Anos de Luta do PCP, Lisboa, Edicões Avante!, 1975
Álvaro Cunhal, 0 Partido com Paredes de Vidro, Avante!, Lisboa, 1985
Fernando Guerreiro, "A história do P.C.P. através de seis Congressos", Seara Nova, 1550, do Dezembro de 1974
V. F. Lakin, "Caminho Heróico (sobre o 50.º Aniversário do PCP)”, (em russo) Voprosy istorii KPSS, 3, 1971
Alfredo Margarido, A Introdução do Marxismo em Portugal (1850-1930), Lisboa, Guimaräes & C. Editores, 1975
João Madeira, Os comunistas e o Partido Comunista em Portugal (1943-1974). Tese de mestrado
João Arsénio Nunes, "Comunismo" ", em Fernando Rosas / J.M.Brandão de Brito (dir.), Dicionário de História do Estado Novo , Lisboa, Círculo de Leitores, 1996
João Arsénio Nunes,“Portogallo”, em Aldo Agosti, (dir.), Enciclopedia della Sinistra Europea nel XX Secolo , Roma,Editori Riuniti, 2000
Partido Comunista Portugues 60 Anos de Luta ao Serviço do Povo e da Pátria 1921-1981, Lisboa, Edições Avante!, 1982
“Le P.C. Portugais jusqu'en 1947", Est et Ouest, 199, 16-31 Julho 1958
PCP Exposição 1921-1981 Comemorativa - 60 Anos de Luta ao serviço do Povo e da Pátria, PaviIhão dos Desportos - Lisboa, Maio de 1981
PCP 1921-1981 Exposição Comemorativa - 60 Anos de luta ao Serviço do Povo e da Pétria, Festa do Avante!, Alto da Ajuda 4, 5 e 6 - Set. 1981
PCP, 0 Partido da Esperanca e do Futuro, Lisboa. 1971
“Primeiro de Maio na luta do povo e do P.C.P. durante os anos da diladura fascista", Avante!, 1/5/1975
Os Quatro Primeiros Congressos do Partido Comunista, Lisboa, 1976
David L. Raby, A Resistência Anti-Fascista em Portugal 1941/74, Salamandra, Lisboa, 1990
Francisco Martins Rodrigues, Elementos para a História do Movimento Operário e do Partido Comunista em Portugal, Lisboa. 1975
Fernando Rosas, O Estado Novo (1926-1974), em José Mattoso (dir. de) História de Portugal, vol. VII, Lisboa, Círculo de Leitores / Editorial Estampa, 1994
Fernando Rosas, Portugal no Século XX (1890-1976)- Pensamento e Acção Política, Editorial Notícias, 2004
"6 de Marco de 1921 - 6 de Marco de 1976: 55 anos de luta dos comunistas portugueses", Bandeira Vermelha, n.° 7, 5 do Marco do 1976
Um Periodo na História do Movimento Operário Português (desde a fundação do Partido ao começo da degeneração revisionista em 1956), Comité Marxista-Leninista de Portugal, Abril 1972
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7 - OBRAS SOBRE UM PERÍODO:
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7. 1 – “SOVIETISMO” E “MAXIMALISMO” (1918 – 1921)
José Freire Antunes. ~O Diário de Notícias e a revolução russa de 1917 - Petrogrado na mão dos maximalistas", Diário de Notícias, 7/11/1978
Francisco Marcelo Curto, “O longo caminho para a CGT (1919) – A luta entre socialistas e anarquistas”, A Luta, 19/9/1978
Paulo Guinote, "A Revolução de Outubro (Novembro) de 1917 nos Jornais Portugueses : a Surpresa Anunciada", Estudos sobre o Comunismo
Maria Rosalina Labaredas, “No Verão quente de 1917 trabalhadores do comércio solidários com os grevistas”, O Trabalhador do Comércio e Serviços, 21. Maio a Julho 1980
César Oliveira, "A Revolução Russa na imprensa portuquesa da época". Análise Social, 40, 1973
[Com uma antologia da imprensa da época.]
César Oliveira, A Revoluçao Russa na Imprensa Portuguesa da Época, Lisboa, Diabril, 1976
José Pacheco Pereira, Questões Sobre 0 Movimento Operário Português e a Revolução Russa, Porto. 1971
"A Revolução de Outubro na irnprensa operária portuguesa", Margem Esquerda, n.° 4, de Novembro de 1974
[Excertos de A Bandeira Vermelha]
Joaquim Palminha Silva," A Revolucão Bolchevique na imprensa operária portuguesa', Sempre Fixe, 36, de 30 de Novembro de 1974
Joaquim Palminha Silva, Jaime Batalha Reis na Rússia dos Sovietes ou Dez Dias que Abalaram um Diplomata Português, Porto, Edições Afrontamento, 1984
Manuel Alberto Valente. "Breves notas sobre a revolução de 1917 e Portugal", Vida Soviética, n° 30, de Novembro do 1977
António Ventura, “A Sementeira e a Revolução de Outubro", Seara Nova, 1573,
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FEDERAÇÃO MAXIMALISTA
“Elementos da história do Partido (I)", Revolução Proletária, n.°3, Setembro de 1975
[Abrangendo as lutas sociais de 1917-27 e a fundação da Federação Maximalista.]
José Francisco, " Para que conste: Federaçâo Maximalista Portuguesa ( Embriâo do Partido Comunista Português) ". A Batalha, 110 Junho-Julho 1985
António Ventura, "A Federação Maximalista Portuguesa foi fundada ha 59 anos", Diário de Lisboa, 15 de Junho de 1977
António Ventura, “AIgumas notas sobre a imprensa comunista em Portuga! (1919-1921)” Seara Nova, n.° 1580, Junho de 1977
[Sobre A Bandeira Vemelha, o Komunist-Esperantisto, o Alarme, e o Comunista, 1ª série.]
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7. 2 - O PARTIDO NA I REPÚBLICA (1921-1926)
S Bahne, (Dir.), Archives de Jules Humbert-Droz. Les Partis Communistes des Pays Latins, et l’Internationale Communiniste dans les Annés 1923-1927, Dordrecht, (1982)
João Braz, "Luta de tendências no P.C.P. em 1921", Bandeira Vermelha, 18/3/1981
David de Carvalho, Os Sindicatos Operários e a Republica Burguesa (1910-1926), Lisboa, Seara Nova, 1977
José Pedro Castanheira, “Emídio Santana fala da primeira cisão sindical- A “Comissão Intersindical” apareceu como expressão de oposição à CGT”, A Luta, 27/1/1977
Romeu Costa Dias / Manuel Rendeiro Júnior, “Memória de urn Jornal Operário: 0 Komunist-esperantisto (1921)”, 0 Jornal, 27 de Agosto a 3 de Setembro de 1976
[Estudo sobre urn jornal escrito em Esperanto da primeira fase do movimento comunista português, corn colaboraçao de A. Peixe, Pires Barreira, etc.]
J M. Costa Feijão, “Uma Conferência Camponesa”,Avante!, 7-8-2003
J M. Costa Feijão, “Os primeiros presos comunistas”, Avante! , 4/9/2003
Carlos da Fonseca, “Le origini del Partido Comunista Portoghese”, Movimento Operaio e Socialista, 1-2, Janeiro-Junho 1973
Carlos Fontes, “Sindicalismo em luta”, A Batalha, Maio de 1978.
[Polémica entre anarco-sindicalistas e comunistas nos anos 20.]
Bento Gonçalves, Palavras Necessárias - A Vida Proletária em Portugal de 1872 a 1927. Porto, Inova. 1974
[Obra mais interessante do ponto de vista ideológico do que factual. Escrito na prisão, este texto contém muitos erros factuais]
(João Humberto Matias), “Antigo sindicalista recorda I Republica- Socialistas e anarquistas polarizavam movimento operário”, Capital. 1/8/1974
César Oliveira, 0 Movimento Sindical Português: A Primeira Cisão, Lisboa, Europa-América, 1982
José Pacheco Pereira, “O PCP na Primeira RepúbIica”, Diário do Noticias, de 13/5/1980; 27/5/1980
José Pacheco Pereira, “O primeiro ano de vida do Partido Comunista Português - Dezembro de 1920 - Dezembro de 1921 - Cronologia e Documentos”, História , 47, Setembro 1982
José Pacheco Pereira, “Contribuiçäo para a história do Partido Comunista Portugués na I República (1921-26)”, Análise Social , 67, 68, 69, de 1981
João G. Quintela, "Il Movimento Comunista Portoghese tra il 1919 e il 1929", Movimento Operaio e Socialista, 4, de Junho a Dezembro de 1975
João G. Quintela, Para a História do Movimento Comunista em Portugal: 1. A Construçao do Partido (1.° Periodo 1919-1929), Porto, Afrontamento. 1976.
[Para além de um ensaio interpretativo incluí uma extensa antologia dos jornais A Bandeira Vermeiha e O Comunista e, em anexo, o relatório ao Congresso da Internacional Comunista de 1928.]
Canais Rocha, “Convergéncia de socialistas e comunistas na I República (1921-1926)”, Vértice, 56, de Set.-0ut. 1993
António Ventura, “O primeiro delegado operário português na União Soviética”, Seara Nova, n.° 1586, 5 Dezernbro de 1977
[Sobre a vida e a obra de Perfeito de Carvalho, baseado na biografia de Alexandre Vieira, com textos de P. de Carvalho.]
Joana Vidal, O movimento operário português no pós-guerra (1919-1926), Tese de mestrado
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I CONGRESSO DO PCP (1923)
João Braz, "O 1º Congresso do Partido", Bandeira Vermelha, 9/6/1981
César Oliveira. O Primeiro Congresso do Partido Comunista Português, Lisboa, 1975
[Inclui para além das teses. as relatórios de Droz e de um polícia que vigiou o Congresso.]
J. Humbert Droz, "Comunistas - os difíceis anos 20", Sempre Fixe, n.° 52, de 22 de Maio de 1975.
[Reprodução do relatório de Droz de 1923 sobre a vida interna do PCP]
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7.3 - TRANSIÇÃO PARA O ESTADO NOVO (1926-1934)
(Vanessa de Almeida), Um momento de viragem - do 18 de Janeiro de 1934 ao hastear da Bandeira Vermelha em 1935, Edição da CMB - Departamento de Educação e Cultura. 2005
Paulo de Castro, “A “Política do Espírito” ou uma flor do monturo (Notas de um caderno de memórias)”, Diário de Notícias, 10/9/1984
[Recordações autobiográficas da manifestação do 31 de Janeiro de 1933 no Porto e da prisão do autor Francisco Barros Cachapuz]
Cristina Faria,As lutas estudantis contra a Ditadura Militar (1926-1932). Colibri, Lisboa, Dezembro 2000
Varela Gomes, “Os 50 irremissíveis inimigos da ditadura”, Diário de Lisboa, 27/2/1984; 1/3/1984
[Notas sobre os militares que se oposeram à instauração do Estado Novo.]
Varela Gomes, “Sargentos na luta antifascista”, Diário de Lisboa, 4/4/1983
[Sobre Francisco da Horta Catarino e a Organização Revolucionária dos Sargentos.]
Varela Gomes, "Memória da resistência militar ao fascismo – Deportados em Timor”, Diário de Lisboa, 27/4/1983; 11/5/1983; 18/7/1983
Fernando Guerreiro, “O 7 de Fevereiro por quem lá esteve: Joaquim Pires Jorge", Seara Nova, 1552, de Fevereiro de 1975
[Relato de Pires Jorge sobre a sua participação na revolta de 1927. Anota a participação de militantes operários e comunistas nos movirnentos militares e as relações entre as revoltosos e o PCP]
Bento Gonçalves, Escritos (1927-1930), Lisboa, Seara Nova. 1976.
[Artigos de B. Gonçalves no Eco do Arsenal e n'O Proletário. Importantes documentos para se compreender a evolução ideológica dos operários portugueses que abandonaram o sindicalismo revolucionario pelo comunismo.]
Nídia Gregorio, “"Subversâo" e repressão da Universidade no inicío do Estado Novo”, em Nídia Gregório / Álvaro Garrido / Pedro Santos Lopes, Ideologia, Cultura e Mentalidade no Estado Novo. Ensaios sobre a Universidade de Coimbra, Coimbra, Faculdade de Letras, 1992
F. Laidley, Sete homens tomaram Ponta Delgada; Insurreição da Madeira e Açores em 4 e 5 de Abril de 1931. A mais inconcebível das revoluções, Separata «Boa Noite», Junho, 1974
A. H. Oliveira Marques, O General Sousa Dias e as revoltas contra a ditadura, 1926-31, Lisboa, Publicações D. Quixote, 1975
A. H. Oliveira Marques, A Liga de Paris e a Ditadura Militar Lisboa, Publicações Europa-América, 1976
A. H. Oliveira Marques, A Unidade da Oposição à Ditadura 1928-1931 , Lisboa, Publicações Europa-América, 1976
Maria Goretti Matias (Introdução e notas), "A actividade sindical do PCP no Porto, Beja e Faro em 1931 (textos de 0 Trahalho Sindical)", Estudos sobre o Comunismo, 2, Janeiro-Abril de 1984
Francisco Lopes Melo, 1931: O ano de todas as revoltas
João Arsénio Nunes, "Da Política 'Classe contra Classe' às Origens da Estratégia Antifascista: Aspectos da Internacional Comunista entre o VI e o VII Congressos(1928-35)", em O Fascismo em Portugal , A Regra do Jogo, Lisboa, 1982
João Arsénio Nunes, "La Formation de la Stratégie Antifasciste du Parti Communiste Portugais", em Mikhail Narinsky / Jürgen Rojahn, (ed.), Centre and Periphery. The History of the Comintern in The Light of New Documents , Amsterdam, International Institute of Social History, 1996
Célia Reis, A Revolta da Madeira e Açores, Lisboa, Livros Horizonte, 1990
Victor de Sá, “Sobre as relações com a Uniâo Soviética em 1926”, 0 Diário, 13/6/82
João Soares (Recolha e organização), A Revolta da Madeira: Documentos , Lisboa, Perspectivas e Realidades, 1979
Manuel Joaquim de Sousa, Últimos tempos de acção sindical livre e do anarquismo militante, Lisboa, Antígona, 1989
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CONFERÊNCIA DE 1929
Maria da Piedade Morgadinho, «A Conferência de Abril há 75 anos - Reorganização para a clandestinidade», O Militante, nº270, Maio/Junho 2004
João Arsénio Nunes, “Sobre alguns aspectos da evolução polItica do Partido Comunista Português após a reorganização de 1929 (1931-33)”, Análise Social, n.os 67, 68, 69, de 1981
José Pacheco Pereira, “Intervenção de "António" na XII Reunião Plenária da Internacional Comunista”, Estudos sobre o Comunismo, 0, Julho de 1983
José Pacheco Pereira, ”Acta da Conferência do PCP de Abril de 1929"" (Introdução e notas )", Estudos sobre o Comunismo , 2, Janeiro-Abril 1984
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7.4 – CLANDESTINIDADE – ANOS TRINTA (1935-1940)
Rui Manuel Brás, "As relações entre socialistas e comunistas nos anos de 1923-1925", Ler História, 45, 2003
Luís Augusto Costa Dias, «Um imenso sussurro de vozes inumeráveis…». A imprensa cultural juvenil da década de 1930, Vértice, 93 - Jan/Fev 2000
Luís Manuel do Carmo Farinha, O Reviralho: revoltas republicanas contra a ditadura e o Estado Novo (1926-1940), Tese depositada na Fundação Mário Soares
Maria Luísa Garcia Fernandes, (Coord.) Seara Nova. Textos e Contextos. Razão. Democracia. Europa, Casa Museu Abel Salazar, 1998
Maria Luísa Garcia Fernandes, (Coord.), Seara Nova. Razão / Democracia / Europa, Porto, Campo das Letras, 2001
Bento Gonçalves / Álvaro Cunhal / Sérgio Vilarigues, O PCP e o VII Congresso da Internacional Comunista, Lisboa, Edições Avante!, 1985
“As greves de 1937 e 1957 nas salinas de Alcochete”, Bandeira Vermelha, 17/8/1977
João Manuel Martins Madeira, Os "Engenheiros de Almas" o Partido Comunista e os intelectuais (dos anos trinta a inícios de sessenta) , Tese depositada na Fundação Mário Soares
Susana Martins, Socialistas na Oposição ao Estado Novo. Um estudo sobre o movimento socialista português de 1926 a 1974, Cruz Quebrada, Casa das Letras/Editorial Notícias, 2005
João Arsénio Nunes, “Da politica "classe contra classe" às origens da estratégia antifascista: aspectos da Internacional Comunista entre o VI e o VII Congressos (1928-1935)”, 0 Fascismo em Portugal - Actas do coloquio Fac. Letras - Marco 1980, Lisboa, A Regra do Jogo, 1982
[Inclui a tradução da intervençao de "Queirós" no VII Congresso da IC.]
J. Arsénio Nunes, "1933-34 : A Fascização do Estado e a política do PCP", Diário de Notícias, 18/1/1983
João Arsénio Nunes, "Comunismo, Antifascismo e Intelectuais nos Anos Trinta", em Encontro Neo-Realismo , Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, 1999
João Arsénio Nunes "O Camarada René e a Juventude Comunista no princípio dos anos 30”, Uma vida em História. Estudos em Homenagem a António Borges Coelho, Lisboa, 2001
( "Genosse 'René' und die Kommunistische Jugend in Portugal zu Beginn der dreissiger Jahre", Jahrbuch für Historische Kommunismusforschung, 1996 )
"O PCP nos Anos 30. Reposição da Verdade Histórica”, Avante!, 10 de Novembro de 1988
Ana Cristina Clímaco Pereira, L' exil politique portugais en France et en Espagne: 1927-1940, Tese depositada na Fundação Mário Soares
Canais Rocha, Sindicatos - Tarefas de ontem e de hoje, Lisboa, Seara Nova, 1974
[Documentos do Socorro Vermeiho e do jornal A Internacional, da ISV.]
Fernando Rosas, «O Estado Novo (1926-1974)», em José Mattoso (Dir,), História de Portugal, vol. VII, 1994
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18 DE JANEIRO DE 1934
Alfredo Canana, “0 18 de Janeiro em Silves”, Diârio de Lisboa, 5/1/1980
[Recordações de participantes.]
Gustavo Carneiro, «70 anos do 18 de Janeiro de 1934 na Marinha Grande - O dia em que o povo tomou o poder», Avante!, 15/1/2004
[Com depoimento de Joaquim Gomes.]
Francisco Lyon de Castro, Entrevista ao Diário de Noticias, 18/1/1977
[Sobre o 18 de Janeiro de 1934.]
"Comemorando o l8 de Janeiro de 1934", Jomal Novo, l8/1/1977
"0 18 de Janeiro de 1934 – A história não perdoa", O Diabo, 18 de Janeiro de 1977
[Para além de material muito conhecido, incluí um artigo de Francisco Ferreira com referências ao 18 de Janeiro no Barreiro.]
"O 18 de Janeiro de 1934 na Marinha Grande - jornada heróica do proletariado ", Avante! , 17 de Janeiro de 1975.
[Vários artigos com depoimentos de participantes e uma biografia de J. Gregório.]
O 18 de Janeiro e Alguns Antecedentes, depoimento colectivo de Acâcio Tomás de Aquino, Américo Martins, Custódio da Costa. José Francisco. Marcelino Mesquita e Emidio Santana, que coligiu, Lisboa, Regra do Jogo, 1979
[A interpretação anarquista da revolta do 18 de Janeiro. com documentação inédita.]
José Gregório, Sobre a Associação e o Movimento do Operariado Vidreiro, Lisboa, 1975
[Reedição do texto de J. Gregório sobre as lutas dos vidreiros da Marinha Grande, com elementos imprescindiveis para o estudo do 18 de Janeiro.]
Greve geral de 18 de Janeiro de 1934, Lisboa. 1974.
[Dossier documental.]
Fernando Guerreiro, "O 18 de Janeiro de 1934 analisado por Bento Gonçalves", Seara Nova., Janeiro de 1975
A lnssurreição Operâria do 18 de Janeiro, Edições Revolução. s.d.
Maria Rosalina Garcia Labaredas, ”A luta contra a fascização dos Sindicatos, resistência operária e violência fascista'”, em 0 Fascismo em Portugal
L. H. Afonso Manta, O 18 de Janeiro de 1934, Lisboa, Assirio & Alvim, 1975
António Maria Marques, «O movimento de 18 de Janeiro de 1934. Greve Geral Revolucionária contra o Estatuto do Trabalho Nacional», Jornal do Barreiro, 06/06/1997
Maria Filomena Mónica, " O 18 de Janeiro: anarqueirada ou traição?", Diârio de Noticias, 3 de Novembro de 1981
António Moreira, "A greve geral de 1934 no Barreiro", Diário de Notícias, 2/11/1984
Hermínio de Freitas Nunes, 18 de Janeiro de 1934. Rostos... Subsídios para a história da Marinha Grande , Marinha Grande, Autor em colaboração com Jornal da Marinha Grande, Janeiro 1997
Fátima Patriarca, Sindicatos contra Salazar. A revolta de 18 de Janeiro de 1934, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais, 2000
Edmundo Pedro, 45 Anos de luta pela Democracia Sindical - Reflexões de um Militante, Lisboa, Fundação José Fontana. 1979.
[Para além das lembranças autobiográficas de E. Pedro. contém elementos sobre a actividade do PCP e da FJCP nos anos 30 e sobre a biografia e ideias politicas de José de Sousa.]
Manuel Sertório,”Em torno do 18 de Janeiro”, Estudos sobre o Comunismo , 2 Janeiro-Abril 1984
António Ventura,”O PCP e a CIS face ao 18 de Janeiro”, Diário de Notícias,2/2/1984
António Ventura, "0 18 de Janeiro de 1934 (excerto de una entrevista com Jú1io Fogaça”, Estudos sobre o Comunismo, 2, Janeiro-Abril de 1984
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REVOLTA DOS MARINHEIROS
João Borda, A Revoluçao dos Marinheiros, Lisboa, Edições Sociais, 1974
António Maria Marques, «Revolta da Marinha Portuguesa – participação de militantes do Barreiro», Jornal do Barreiro, 20/06/1999
“A Revolta dos Marinheiros", Avante!, 6 de Setembro de 1974
[Entrevistas corn participantes.]
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GUERRA CIVIL DE ESPANHA
Paulo Castro, "Agonia de Barcelona e Diáspora portuguesa", Diário de Notícias, 3/11/1984
Varela Gomes, "Memórias da Guerra de Espanha - A derrota", Diário de Lisboa, 9/10/1983;10/10/1983
Varela Gomes,”Portugueses na Guerra Civil de Espanha contra o fascismo - O mistério de um silêncio”, História, 74, Dezembro 1984
Varela Gomes, Guerra de Espanha - Achegas ao Redor da Participação Portuguesa, Lisboa, Cadernos Versus, 1987
José Viale Moutinho, No pasarán! Cenas e cenários da guerra civil de Espanha, Lisboa , Editorial Notícias, 1998
César Oliveira, Guerra Civil de Espanha, Lisboa, Biblioteca Nacional 1986
Pedro Rocha, “Para a história da oposição antifascista – O que foi o “Plano Lusitânia”, Diário de Lisboa, 14/5/1984
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FRENTE POPULAR
João Braz, “Frente Popular de 1936 - razões de um fracasso”, Bandeira Vermelha, 15/10/81
“A Frente Popular em Portugal”, Seara Nova, n.° 1571, Setembro de 1974.
[Com excertos de uma publicação de 1938, que relata as tentativas do criação de uma Frente Popular. Referências a Uniäo dos Antifascistas Portugueses em Espanha e ao Comité da Frente Popular em França.]
L. H. Afonso Manta, A Frente Popular Antifascista em Portugal, Lisboa, Assírio & Alvim, 1976
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PACTO GERMANO-SOVIÉTICO
Álvaro Cunhal , “0 VII Congresso da IC e a actividade do PCP contra a ditadura fascista de Salazar”, 0 PCP e o VII Congresso da IC (documentos) , Lisboa, Edições Avante!, 1985
Francisco Ferreira, “Após Agosto de 1939", Portugal Socialista , 13 de Agosto de 1975
[As críticas dentro do PCP ao pacto Molotov-Ribbentrop.]
José Pacheco Pereira, "As duas palavras de Bento Gonçalves"., Diário de Noticias. 8 de Janeiro de 1980
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7.5 – CLANDESTINIDADE – DA "REORGANIZAÇÃO" À PRISÃO DO SECRETARIADO (1940-1949)
Nuno Caiado, Movimentos Estudantis em Portugal : 1945-1980, Lisboa Instituto de Estudos para o Desenvolvimento, 1990
Jorge Santos Carvalho, “A Legação Jugoslava e a oposição antifascista portuguesa (1945-48)”, Vértice, 98, Novembro -Dezembro 2000
Valdemar Cruz, "O pacto do embaixador Bosques", Expresso, 5/3/2005
(Álvaro Cunhal), O Partido Comunista da «Reorganização» dos Anos 40 ao 25 De Abril Conferência de Álvaro Cunhal no Seminário «Para a história da oposição ao Estado Novo» Universidade Nova de Lisboa - 9 de Abril de 1992
Rui Grácio, “Contestação estudantil: as propinas. 1. Crónicas dos anos quarenta”, O Jornal, 13-19/2/1987
Joaquim Santos Simões , Sete anos de luta contra o fascismo. Academia de Coimbra 1944 – 1951, Guimarães, J. Santos Simões, 2002
“Sobre os Primeiros Tempos de Vértice”, Vértice, 450-1, Setembro~Dezembro de 1982
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7.5.1 - “REORGANIZAÇÃO”
Victor Manuel Santidrián Arias , Historia do PCE en Galicia , A Coruña , Edicios do Castro , 2003
[Inclui elementos sobre os contactos de fronteira entre os guerrilheiros comunistas galegos e portugueses e tem novas informações sobre Victor Garcia Estanillo / "O Brasileiro" / "António" , que foi enviado pela IC para Portugal , esteve envolvido nas polémicas sobre a "reorganização" do PCP e foi posteriormente executado pelo próprio PCE . Sobre esta história ver José Pacheco Pereira , Àlvaro Cunhal Uma Biografia Política , vol II ]
Joào Braz, “Reorganização de 1941 - A esperanca traída", Bandeira Vermelha, 293, 27 de Agosto de 1981.
J M. Costa Feijão, “1941 - Renascem os prelos do PCP”, Avante!, 21/8/2003
António Maria Marques, «Uma cisão no Partido Comunista Português em 1941 envolvendo um militante do Barreiro», Jornal do Barreiro, 23/01/1998.
Fernando Rosas, “Apontamentos duma entrevista corn Firmiano Cansado Gonçalves (Maio de 1983)”, Estudos sobre o Comunismo, 0, Julho de 1983
Antonio Ventura, “Documentos sobre uma Tentativa de Contacto entre o Bureau Politico do PCP (Julio Fogaca) e a IC em 1941”, Estudos Sobre o Comunismo, 1, Setembro-Dezernbro de 1983
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7.5.2 - “POLÍTICA DE TRANSIÇÃO”
1945-1948 "Politica de Transição", Cadernos para o Estudo da História do Partido, Outubro 1969.
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7.5.3 - SEGUNDA GUERRA MUNDIAL
Fernando Rosas, “0 PCP e a II Guerra Mundial”, Estudos sobre o Comunismo, 0, Julho de 1983
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7.5.4 MOVIMENTOS GREVISTAS
“Recordando greves históricas dos operários de laníficios da Covilhã”, Avante!, 8/11/1974
[Depoimento de João Canário.]
Jaime Serra, “As grandes greves operárias dos anos 40”, O Diário, 1/5/1982
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1943
J M. Costa Feijão, “1943 - Saber avançar saber recuar”, Avante!, 31/7/2003
Greve dos Sapateiros e Chapeleiros - S. João da Madeira – 1943, S. Joäo da Madeira, s.d.
António Maria Marques, «A Greve CUF em 1943», Jornal do Barreiro, 13/02/1998
Armando Teixeira, "Greve da CUF do Barreiro em 1943 - "A paralização de braços caídos", Jornal do Barreiro, 27/2/2004
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1944
«As greves de 8 e 9 de Maio de 1944 - Por aí passou o que hoje somos», O Militante, 270, Maio/Junho 2004
[Artigo da redacção de O Militante com a colaboração do GES, seguindo-se a transcrição do artigo publicado em O Militante, nº 29, Maio de 1944]
PCP, As Greves de 8 e 9 de Maio de 1944, Lisboa, Edições “Avante!”, 1979
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I CONGRESSO (III CONGRESSO) ILEGAL (1943)
J. M. Costa Feijão, “Há 50 anos - III Congresso do PCP”, Avante! , 23/12/1993
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II CONGRESSO (IV CONGRESSO) ILEGAL (1946)
PCP, Partido Comunista Português. IV Congresso. Relatórios e Resoluções , II Vol., Lisboa, Edições Avante!, 2000
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7.5.5 - MUNAF / MUD
Domingos Abrantes, "O MUD, a unidade antifascista e o PCP", O Militante, 278, Set-Out. 2005
Fernando Costa, "Movimento de Unidade Democrática (MUD)", em Fernando Rosas e J. M. Brandão de Brito (Dir.), Dicionário de História do Estado Novo, , vol. II, Circulo de Leitores, Lisboa, 1996
Fernando Costa, "Movimento de Unidade Nacional Antifascista (MUNAF)", em Fernando Rosas e J. M. Brandão de Brito (Dir.), Dicionário de História do Estado Novo, , vol. II, Circulo de Leitores, Lisboa, 1996
José Magalhães Godinho, "Como nasceu o MUD em 1945", em João Medina (Dir.) História Contemporânea de Portugal. Estado Novo, tomo II, Amigos do Livro, Editores, Lisboa, 1985
João Arsénio Nunes, "Unidade Antifascista", em Fernando Rosas e J. M. Brandão de Brito (coord. ), Dicionário de História do Estado Novo, Lisboa, Círculo de Leitores, 1996, 1997
Alberto Pedroso,”Bento Caraça e a extinção do MUD”, Vértice , 6 , Setembro 1988
David L.Raby “Portugal, 1942-47: 0 Problema da Estratégia Revolucionária da Oposição”, Análise Social, 84, 1984
[Joaquim Rodrigues], Subsídios Para A História Do Movimento De Unidade Democrática No Algarve (1945-1949)
Manuel Sertório, Entrevista a República, 31/5/1974.
[Para a história da corrente socialista nos anos do pós-guerra]
Isabel Alarcão e Silva, “A Génese do MUD e o PCP”, Vértice, 50, Setembro-Outubro de 1992
Maria Isabel Mercês de Melo de Alarcão e Silva, O Movimento de Unidade Democrática e o Estado Novo: 1945-1948, Tese depositada na Fundação Mário Soares
Blanqui Teixeira, “Há 50 anos, o MUD”, 0 Militante, n.° 218, Set.-Out./1995
José Tengarrinha, “Os caminhos da unidade democrática contra o Estado Novo”, Revista de História das Ideias, n.º 16, 1994
"A Unidade em 1944-49: uma experiência actual". Revolucão Popular, 5, Julho 1965
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7.5.6 - CAMPANHA DE NORTON DE MATOS
Alexandre António da Costa Luis, “As eleições presidencias de 1949: Dois ""Portugais"" em confronto”, Revista de História das Ideias, V. 16 1994
Fernando Rosas, “Putschismo" e Oposição nos anos 40". História, 50. Dezembro, 1982.
Pedro A. Silva, A "Frente Antifascista" da Candidatura de Norton de Matos em 1949, Lisboa, 1976
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7.6 - CLANDESTINIDADE - DA PRISÃO DO SECRETARIADO À FUGA DE PENICHE (1949-1960)
Jorge Amaro, Entrevista a Versus, 5, 25/4 a 25/5/ 1984
[Histórias do PCP na década de 50]
António Brotas, "As eleições legislativas de 1957", O Ribatejo, 13/1/2005
Joel Castanheira, Num Pinhal de Belas Apareceu Assassinado um Homem Desconhecido , Lisboa, Perspectivas e Realidades, 1984
"Como os revisionistas destuiram o Partido", Tribuna do Congresso, 3. de 6 de Novembro de 1975
[Análise das reuniões do CC do PCP em 1956.]
Ramiro da Costa,”O XX Congresso do PCUS e o PCP”, Estudos sobre o Comunismo , 3-4, Maio-Dezembro 1984
Ramiro da Costa, "Anos 50 - o firn das i1usões", Diário de Notícias,
16/11/1984
Elementos sobre a organizacâo do P.C.P.", Boletim de Informação (Actividades Comunistas), Suplemento n.° 16, Lisboa. 1958
Rui Grácio, “Contestação estudantil: o 40900”. 2. Crónicas dos anos cinquenta”, O Jornal, 20-26/2/1987
“As greves de 1937 e 1957 nas salinas de Alcochete”, Bandeira Vermelha, 17/8/1977
Pedro Santos Lopes, “Coimbra, Tradição e Desporto nos anos 50: a questão do 40.900”. em Nídia Gregório / Álvaro Garrido / Pedro Santos Lopes, Ideologia, Cultura e Mentalidade no Estado Novo. Ensaios sobre a Universidade de Coimbra, Coimbra, Faculdade de Letras, 1992
Bento Rodrigues Quaresma, “Memórias das lutas antifascistas de 1954”
David L.Raby, “A Crise Ideológica da Oposição: 0 PCP de 1949 a 1957'", O Estado Novo dos Origens ao Fim da Autarcia, II, Fragmentos, Lisboa,1987
Jaime Serra, ”Só na primeira prisão - tinha eu 16 anos - saí pela porta da frente”, Avante!, supl. 4/6/1981.
[Relato da fuga de 1956.]
“A transformaçáo revisionista do P.C.P.”, Bandeira Vermelha, 8 de Marco de 1978.
[Dados sobre o PCP entre 1949 e 1960; elementos sobre a organizaçao do Partido.]
Teresa Viegas, As eleições presidenciais de 1951, Tese de Mestrado depositada na Fundação Mário Soares
CRISE ESTUDANTIL DE 1956
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Gabriela Lourenço / Jorge Costa / Paulo Pena, Grandes Planos. Oposição Estudantil à Ditadura: 1956-1974. Lisboa, Âncora Editora., 2000
ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS DE 1958
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António Simões de Abreu, A raiva de Salazar contra a unidade democrática representada por Humberto Delgado e outros episódios por mim vividos em 32 anos de luta antifascista, Lisboa, Edições Sociais, 1975
Nair Alexandra, As Eleições de 1958 e a Imprensa Portuguesa, Lisboa, Biblioteca-Museu República e Resistência, 1998
Jorge F. Alves, O Furacão «Delgado» - e a Ressaca Eleitoral de 1958 no Porto, Porto, Centro Leonardo Coimbra - Faculdade de Letras da UP, 1998.
Iva Delgado, Braga Cidade Proibida . Humberto Delgado e as Eleições Presidenciais de 1958, Braga, Governo Civil, 1998
Emb.Carlos Fernandes, Recordando. O caso Delgado e outros casos, Lisboa, Universitária Editora, 2002
"Humberto Delgado e as Eleições de 1958", números especiais de Nova Renascença, 1997-8
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Menno Postma, “A influência do General Humberto Delgado na juventude e na população portuguesa”, em Iva Delgado, Carlos Pacheco e Telmo Faria (coord.) , Humberto Delgado: As Eleições de 58. Lisboa, Vega, 1998
David L. Raby, “0 Problema da Unidade Anti-Fascista: 0 PCP e a Candidatura do General Humberto Delgado em 1958”, Análise Social, 72-74, 1982
Fernando Rosas (com Maria Inácia Rezola, Alexandra Frade e Cláudia Figueiredo). Humberto Delgado - o general sem medo, Catálogo da Exposição inaugurada na Biblioteca-Museu República e Resistência da C. M. de Lisboa a 10/2/1995, Lisboa, B.M.R.R./C.M.L., 1995
Manuel Sertório, "A candidatura de Cunha Leal a Presidéncia da República”, O Jornal, 5/11/1982
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7.7 – CLANDESTINIDADE – ANOS SESSENTA E SETENTA (1960-1974)
J. Càndido de Azevedo, “FPNL e PCP - história e razões de uma ruptura”, Diário de Noticias, 20 e 21 de Abril de 1978
Araüjo de Castro. Manifesto da Comissão Poiltica do Comité Central do Partido Comunista Português. sl., s.d. (1970)
Álvaro Cunhal. Rumo à Vitória - As Tarefas do Partido na Revolução Democrática e Nacional, Porto, Opinião., 1974
[Relatório de 1964. com muitas referénctas as lutas operárias e ao movimento de resistência ao salazarismo.]
Álvaro Cunhal. 0 Radicalismo Pequeno-Burguês de Fachada Socialista, Lisboa, Edições Avante!. 1974.
[Edição legal do texto de Cunhal na luta contra o esquerdismo pós-Maio de 1968.]
“Os anos 60 em Portugal , hoje”, Vértice, 26, Maio 1990
“Como foram organizadas as manifestações de 31 de Janeiro de 1962 no Porto”, Avante!, Suplemento 6/5/1981
O Congresso Democrático de Aveiro Uma Vitória a Consolidar alargando o movimento unitário de massas, Avante! , Maio de 1973
“Da cadeia para a liberdade passando por um cenitério”, Avante!, 2/4/81
[Relato da fuga de Jorge Araujo e Silva Marques em 1962.]
Tom Gallagher. "The Portuguese Communist Party and Eurocommunism". Political Quaterly. 50, 1979
António Gervásio, Lutas de Massas em Abril e Maio de 1962 no Sul do País , Lisboa, Edições Avante! , 1996
“La "Junte patriotique" et les comunistes portugais". Est et Ouest, 280. 1-15 Junho 1962
Maria Rosalina Labaredas, “1º de Maio de 1962, no Couço. Vitória dos campnenses na luta pelas oito horas”, O Jornal, 19/4/1983
Luís Leiria, “A Geração de 70”, Vida Mundial, Dezembro de 1998
(PCP ), O Governo de Marcelo Caetano , Tentativa de Salvar a Ditadura, Lisboa,Edições Avante !,1997
António Melo, “Cheias – a Censura não aguentou”, Pública, nº79, 23/11/1997
António Melo, “Cheias – o aniversário de Ana Lucas”, Pública, nº79, 23/11/1997
“Objectifs et tactique du PCP", Est et Ouest, 258, 16-31 Maio 1961
[Referência ao artigo do Pravda a propósito do 40º Aniversário do PCP.]
(José Pacheco Pereira), "Fontes para a história do PCP: duas cartas de Pedro Soares / "Luigi" de Abril de 1974, Estudos sobre o Comunismo, 7/3/2005
(José Malaquias Pinela / Tolentino Pereira Lourenço / Alberto Costa / Alvaro Pestana / Guilherme Martins Bucho / .Joaquim Custódio Leocádio), .”15 de Marco – subsidio para a histôria do siridicalismo em Portugal”, 0 Trabalhador do Comércio, 3, Marco-Abril 1976
[Mesa-redonda corn participantes na manifestação dos Caixeiros de Lisboa, 1971.]
M(alaqulas) P(inela), “Os Trabaihadores do Comércio - sua contribuição para a história sindical no período marcelista”., 0 Trabalhador do Comércio, 7, Nov.-Dez. 1976
José Malaquias Pinela, A Manifestação dos Caixeiros de 15 de Março de 1971 e a Luta das 4 Horas , Lisboa, Federação Portuguesa dos Sindicatos do Comércio, 15 de Março de 1981
Portugal Hoje, Suplemento Especial. 1 /V/1981
[Sobre o 1º de Maio. corn referências a actividade de preparacáo clandestina de 10 de Maio de 1974.]
Portugal Socialista (Maio de 1967 - Dezembro de 1973) CDROM, Fundação Mário Soares, 2004
“1º de Maio contra o fascismo”., Avante!, Suplemento 6/5/1981
[Sobre o 1º de Maio de 1962.]
Maria Cândida Proença (Org.), Maio de 1968 – 30 anos depois. Movimentos estudantis em Portugal, Lisboa, FCSH da UNL-Colibri.1999
Matilde Ramalho, «O segredo do licor», Expresso, 16 de Março de 1996
[Artigo referente às comemorações do 50º aniversário do PCP, ainda na clandestinidade.]
Vasco Rato, “O PCP perante o eurocomunismo”, Revista de Ciência Política,6, 2º Semestre 1987
Fernando Rosas / Pedro Aires Oliveira (Coordenação), A Transição Falhada. O Marcelismo e o fim do Estado Novo (1968-1974), Lisboa, Editorial Notícias, 2004
Manuel Sertório, Entrevista a República, 31/5/1974.
[Para a história das polémicas da FPLN.]
Jorge Wemans, “Os miúdos nas Cheias”, Pública, 23/11/1997
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FUGAS DE PENICHE E CAXIAS
"Foi há 28 anos. A fuga de Peniche vista pelos que ficaram", Avante!, 14/1/1988
[Depoimentos de José Vitoriano, Severiano Falcão, Borges Coelho e Manuel Andrade.]
“Fuga de Peniche: voltar a liberdade para continuar a luta”, Avante!, 10/1/1980
"1961 - a fuga de Caxias", Avante!, 27/12/1974
[Entrevistas com parcipantes.]
António Alexandre Tereso, Fuga de Caxias no carro blindado do Salazar, Lisboa, Edições Sociais, s.d.
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GUERRA COLONIAL
Rui Bebiano, “As Esquerdas e a Oposição à Guerra Colonial”, A Guerra do Ultramar: Realidade e Ficção. Actas do II Congresso sobre a Guerra Colonial, Lisboa, Editorial Notícias - Universidade Aberta. 2002
Rui Bebiano “A resistência interna à Guerra Colonial”, História, 51, III série, Dezembro, 2002
CIDAC, A Cor das Solidariedades pela Justiça e Equidade nas Relações Internacionais. 30 Anos do CIDAC, Lisboa, CIDAC, 2004
Eduardo Mayone Dias, "Janeiro-Junho de 61 . O eclodir da guerra em Angola visto pela imprensa lisboeta", História, 129 Junho 1990
Rui Azevedo Teixeira, Guerra Colonial. Realidade e Ficção, Lisboa Editorial Notícias, 2001
Rui de Azevedo Teixeira, A Guerra Colonial e o Romance Português, Lisboa, Editorial Notícias, 1998
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CRISE ESTUDANTIL DE 1962
Anselmo Aníbal, "A proposito do 24 de Março de há 20 anos", Diário de Lisboa, 25/3/1982
“Estudantes de 1962 recordam a "crise académica"“, Jornal da Educação, 54, Abril 1982
João Pedro Ferro (Org.) A Primavera que Abalou o Regime. A Crise Académica de 1962, Lisboa, Presença, 1996
Maria Antónia Fiadeiro, "Crise Academica de 62: memória na primeira pessoa", Diário de Lisboa, 24/4/1982
Eurico de Figueiredo, "Movimento Estudantil de 62 provocou a maior crise estrutural do fascismo", Entrevista ao Portuqal Hoie, 24/3/1982
Álvaro Garrido, Movimento estudantil e crise do Estado Novo: Coimbra 1962. Coimbra, Livraria Minerva, 1996
Maria Antónia Palla, "24 de Março de 1962: tão amigos que nós eramos", Expresso, 26/3/82
Daniel Ricardo, "Greve academica de 62 uma grande batalha contra a ditadura", O Jornal, 19/3/1982
Daniel Ricardo, “Contra os bastões lucidez e unidade”, O Jornal, 27/3 a 2/4/1987
[Sobre o movimento estudantil posterior a 1962.]
Rogério Rodrigues, "A geração de 62 sabe dialogar entre si", O Jornal, 26/3/1982
Rogério Rodrigues, "Crise Academica de 62: a memoria dos anos 20", O Jornal, 26/3/1982
Rogério Rodrigues,"Crise Academica de 62: os dois anos que abalaram Coimbra", O Jornal, 2/4/1982
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VI CONGRESSO (1965)
Álvaro Cunhal, Relatório da Actividade do Comité Central ao VI Congresso do P.C.P, Lisboa, Edições Avante!,
[Cobrindo o periodo de 1957 a 1965.]
Joaquim Gomes, "0 VI Congresso do PCP e as tarefas de organização", Avante!, 18 de Outubro de 1974
"Os Congressos do Partido - O VI Congresso Rumo à Vitória!!, Avante!, 6/4/2000
Programa e Estatutos do PCP, Lisboa, Edições Avante!, 1974
[Aprovados no VI Congresso em 1965.]
Aurélio Santos, "O VI Congresso e o seu contributo histórico", O Militante, 278, Set-Out. 2005
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CRISE ESTUDANTIL DE 1969
Vítor Alves / Júlio Roldão, “As Repúblicas – Lutas e Lutos da Academia”, Via Latina, 1985-86
José Gomes Bandeira, "Coimbra, 17 de Abril de 1969: A luta dos estudantes apontava no sentido do socialismo", Diário de Lisboa, 16/4/77
José Gomes Bandeira, "O 17 de Abril: uma luta para o socialismo com uma linguagem que o fascismo não conhecia", Diário de Lisboa, 17/7/79
Rui Cardoso, “Do Luto Académico à luta permanente”, Expresso (Revista), 23/3/2002
A crise académica: Coimbra 17 de Abril de 1969, Coimbra, Câmara Municipal, 1999
Celso Cruzeiro, Coimbra , 1969 : A Crise Académica, o Debate das Ideias e a Prática, Ontem e Hoje, Porto, Ediçôes Afrontamento, 1989
Marta Benamor Duarte, Foi apenas um começo - o movimento estudantil de 1969 em Lisboa e Coimbra. Tese de Mestrado apresentada à FCSH da UNL, depositada na Fundação Mário Soares
Alberto Marins, "Coimbra 1969: estudantes à procura das madrugadas de Abril". O Jornal da Educaçao, 14, Junho de 1979
Alberto Martins, "Coimbra, 69: um pulsar de liberdade", Expresso, 17/4/82
João Mário Mascarenhas (coord), Coimbra 69, Lisboa 1999, Lisboa, Biblioteca Museu República e Resistência, 1999
Rui Namorado, “Para uma universidade nova: crónica da crise de 1969 em Coimbra.”, Revista Crítica de Ciências Sociais, nº27-28, 1989
António da Cruz Rodrigues / José Maria Marques / Joaquim Maria Marques, Dossier Coimbra 1969: a crise de Coimbra vista por observadores estranhos aos acontecimentos. Lisboa, Sampedro. s.d.
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7.8 - 25 DE ABRIL DE 1974
Jacinto Baptista, Caminhos Para Uma Revolução . Sobre o Fascismo em Portugal a sua Queda, Amadora, Bertrand 1975
Ana Barradas / Ângelo Novo / António Barata, O futuro era agora. O movimento popular do 25 de Abril, Lisboa, Edições Dinossauro, 1994
Gruppe Dr. Katins, Reportagem Sobre Uma Revolução .,TVDDR s.d. (1977)
Branko Lazitch, “Le parti communiste et la "revolution nationale-democratique” au Portugal". Est et Ouest. 245, 1-l5 Junho 1974
Armando Morais, "O trabalho do PCP para a Revolução", O Militante, 269, Março Abril 2004
Eusebio M. Mujal-Leon. `The PCP and the Portuguese Revolution", Problems of Communism, January - February, 1977
António Ventura “O papel das forças sócio-políticas na mudança democrática. O caso português.” em Hipólito de la Torre (coord.), Portugal y Espana en el cambio político (1958-1978). Mérida, UNED, Centro Regional de Extremadura, 1989
“25 de Abril de 1974; A primeira delegação oficial do PCP recebida pela Junta de Salvação Nacional", Avante!, 2.IV.81
[Inclui referências a actividade da C. Executiva do CC do PCP nos ültimos dias da ditadura]
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BIBLIOGRAFIA SISTEMÁTICA SOBRE O PCP, OS MOVIMENTOS COMUNISTAS E RADICAIS E A OPOSIÇÃO POLÍTICA E SOCIAL ATÉ 25 DE ABRIL DE 1974 (Em organização) - V PARTE
EM ACTUALIZAÇÃO
V PARTE
8 - OBRAS DE BASE GEOGRÁFICA
9- ORGANIZAÇÕES DO PCP
10 – CLANDESTINIDADE / ORGANIZAÇÃO/ MEMBROS / ORGANISMOS / FUNDOS / FINANCIAMENTOS
11- OUESTÕES INTERNAS / POLÉMICAS/ PRODUÇÃO TEÓRICA
12 – CAMPONESES / REFORMA AGRÁRIA
13 – SINDICATOS
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8 - OBRAS DE BASE GEOGRÁFICA
Costa Feijão, “Memória do Oeste”, Avante! 28/8/2003
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ALCOCHETE
“As greves de 1937 e 1957 nas salinas de Alcochete”, Bandeira Vermelha, 17/8/1977
João Marafuga, A greve do sal de 1957 - 1º parte ; 2ª parte, Novembro 2002
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ALENTEJO
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João Honrado, Crónicas de Dizer Alentejo, Beja, Associação de Municípios do Distrito de Beja, 1998
João Honrado, Falando Alentejo, Beja. Ed. da AMDB, 1999
Paulo Lima, O Fado Operário no Alentejo. Séculos XIX-XX. O Contexto do Profanista Manuel José Santinhos, Sons da Tradição, 2004
António Dias Lourenço, Alentejo Legenda e Esperança I, Lisboa, Caminho, 1997
António Modesto Navarro, Memória Alentejana - I – A Vida no Alto Alentejo nas Ultimas Décadas, a Resistência e a Reforma Agrária, Amadora, 1977
[Baseado em relatos de trabalhadores rurais sobre as lutas nos anos 40 a 60.]
António Modesto Navarro, Memória Alentejana - II- Resistência e Reforma Agrária em Beriavila e Campo Maior, Amadora, 1978
José Pacheco Pereira, Conflitos Sociais nos Campos do Sul de Portugal, Mem Martins, Publicações Europa-América, 1982
Constantino Piçarra, “Afinal, o Fascismo sempre existiu”, O Campaniço Janeiro/Fevereiro 1994
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ALGARVE
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Maria João Raminhos Duarte, Portimão. Industriais Conserveiros na 1ª Metade do Século XX, Lisboa, Edições Colibri, 2003
[Elementos sobre o movimento operário algarvio]
[Joaquim Rodrigues], Subsídios Para A História Do Movimento De Unidade Democrática No Algarve (1945-1949)
Um Democrata Percurso de Persistência e Coragem João Vargas (1926-2005, Loulé, CIVIS, 2005
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ALHANDRA
Comissão de Freguesia de Alhandra do PCP, Vida e Obra dos Comunistas em Alhandra 1923-2000, 2003
Maria do Sameiro Pedro, Um Escritor Em Alhandra Apontamentos Sobre A Obra De Júlio Graça
Vitor Serpa, “Alhandra esperou 25 anos para dizer obrigado”, A Bola, 14/11/1974
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ALJUSTREL
Crónica da Ordem Pública 1861-1932, Aljustrel, Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Mineira do Sul, 1984
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ALMADA
Carlos Abreu / Francisco Branco (Coordenação e Redacção), 0 Associativimo Tradição e Arte do Povo de Almada, Câmara Municipal de Almada, 1984
Fernando Miguel Bernardes, (Org.), Literatura Actual de Almada. Antologia, Almada, Câmara Municipal de Almada, 1998
Alexandre M. Flores, Almada na História da Indústria Corticeira e do Movimento Operário (1860-1930), Almada, Câmara Municipal, 2003
Luis Alves Milheiro, Almada e a Resistência Antifascista,2000
Alberto Pereira Ramos,”A Academia Almadense: um exemplo da influência operária”, Movimento Cultural, 3, Dezembro 1986
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ALPIARÇA
José João Marques Pais, "Gente de Outro Ver". Actividade Política em Alpiarça desde as Invasões Francesas até Abril de 1974, Alpiarça, 2005
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AVEIRO
Costa e Melo, Memória de Aveiro em forma de saudades. Coisas, almas, factos e pessoas,Aveiro, Câmara Municipal de Aveiro, 1997
Manuel da Costa e Melo, Memórias Cívicas 1913-1983,Coimbra, Almedina, 1988
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BAIXA DA BANHEIRA
José Rosa Figueiredo, A Baixa da Banheira Até aos Nossos Dias, Edição da Assembleia Distrital de Setúbal, 1979
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BALEIZÃO
Margarida Fernandes, “Terra, trabalho e pão / O caso de Baleizão”, História, 32, Julho de 1997
Carlos Alberto Martins de Oilveira / Maria Leonor Marques Pereira, “O Viver de Baleizão", Economia e Sociologia, 32, 1981
[Referências ao PCP em Baleizão]
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BARREIRO
Carlos Alberto (Carló), Peões no Xadrez Imperial da CUF, Palmela, Darvoz, 2001
[Num dos testemunhos que abrem este livro, da autoria de José de Brito Apolónia, pode ler-se: «Este é um livro com gente viva dentro dele. Pessoas que marcaram uma geração de trabalhadores. Os protagonistas no fio do argumento têm nomes fictícios, porém, quem viveu e conheceu a CUF por dentro percebe inequivocamente a quem se referem os heterónimos das personagens, o que confere mais realismo à narração."]
Ana Nunes de Almeida, Fábricas e Famílias Operárias, Câmara Municipal do Barreiro, 1993
Vanessa de Almeida, "António Maria Marques E A História Operária Do Barreiro", Estudos sobre o Comunismo, 1/2/2004
Vanessa de Almeida, , "Acácio José da Costa e o 28 de Fevereiro de 1935 no Barreiro", Estudos sobre o Comunismo
(Vanessa de Almeida), Um momento de viragem - do 18 de Janeiro de 1934 ao hastear da Bandeira Vermelha em 1935, Edição da CMB - Departamento de Educação e Cultura. 2005
Natalina Catarino,” Falemos de : " Um Olhar sobre o Barreiro “, Jornal do Barreiro, 24.10.86
António Maria Marques, «Que nunca sejam esquecidos os que lutaram», Jornal do Barreiro, 25/04/1997
António Maria Marques, «Constituição do Primeiro Comité local do PCP», Jornal do Barreiro, 16/05/1997
António Maria Marques, «O Partido Comunista no Barreiro, face à Igreja», Jornal do Barreiro, 08/08/1997
António Maria Marques, «Mulheres organizadas e que se salientaram na luta de classes no Barreiro», Jornal do Barreiro, 26/09/1997
António Maria Marques, «O Partido, face às colectividades do concelho do Barreiro», Jornal do Barreiro, 21/11/1997
António Maria Marques, «O movimento de 18 de Janeiro de 1934. Greve Geral Revolucionária contra o Estatuto do Trabalho Nacional», Jornal do Barreiro, 06/06/1997
António Maria Marques, «A Língua Internacional “Esperanto”, e a sua História, no Barreiro», Jornal do Barreiro, 20/03/1998
António Maria Marques, «Revolta da Marinha Portuguesa – participação de militantes do Barreiro», Jornal do Barreiro, 20/06/1999
António Moreira, "A greve geral de 1934 no Barreiro", Diário de Notícias, 2/11/1984
Ana Filipa da Silva,A questão social na CUF. Tese de Mestrado
Armando de Sousa Teixeira, Barreiro Uma História de Trabalho Resistência e Luta (1926/45), Lisboa, Edições Avante!, 1997
Armando de Sousa Teixeira, Barreiro Uma História de Trabalho Resistência e Luta (1946/62), Lisboa, Edições Avante!, 1999
Armando de Sousa Teixeira, A Rua Direita e a Ganilha do Lado da Praia, Lisboa, Editorial Avante!, 2001
Armando Sousa Teixeira, A Indústria e a Luta em Desenvolvimento. Barreiro, uma História de Trabalho, Resistência e Luta (1963-1969), Parte IV, Lisboa, Edições «Avante!», 2005
[Extractos deste livro encontram-se em "A luta dos Ferroviários".]
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BEJA
Maria Goretti Matias (Introdução e notas), "A actividade sindical do PCP no Porto, Beja e Faro em 1931 (textos de 0 Trahalho Sindical)", Estudos sobre o Comunismo, 2, Janeiro-Abril de 1984
Francisco Pratas, “Escolas” do MUD”, Diário do Alentejo, 28/1/2005
[Sobre o MUDJ em Beja.]
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BRAGA
Iva Delgado, Braga Cidade Proibida . Humberto Delgado e as Eleições Presidenciais de 1958, Braga, Governo Civil, 1998
Joaquim Santos Simões, Braga. Grito de Liberdade. História Possível de meio século de resistência , Braga, Governo Civil do Distrito de Braga, 1999
Humberto Soeiro (Selecção e edição), Intervençao Politica. Democratas de Braga 1949-1970, Inova, Porto, 1973
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CASTANHEIRA DE PÊRA
Kalidás Barreto, Subsídios para a história do movimento operário em Castanheira de Pêra, Porto, Umbertipo, 1983
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COIMBRA
Rui Bebiano "A cidade e a memória na intervenção estudantil em Coimbra", Revista Crítica de Ciências Sociais, 66, Outubro de 2003
João Madeira, “0 Sector de Coimbra - os intelectuais e o partido”, História, n.° 17, Fev./1996
António José Soares, Saudades de Coimbra – Pequena História da Academia de Coimbra 1901 -1950, s/d
Alberto Vilaça, “Brevíssima evocacão do PCP em Coimbra”, Informar (Boletim da DORC), n.° 1, de Mar./1996
Alberto Vilaça, O MUD Juvenil em Coimbra. História e estórias, Porto, Campo das Letras, 1998
Alberto Vilaça, Para a História remota do PCP em Coimbra 1921-1946, Lisboa, Edições Avante!, 1997
Alberto Vilaça, A Revolução em Coimbra
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COUÇO
Henrique Custódio,” Conheça o Couço, dr. Mário Soares?!...”, Avante!, 27/2/86
Paula Godinho, «Género e Resistência Rural Antisalazarista: Memórias Femininas do Couço (1958-62)», Arquivos da Memória, nº 5, 1998
Paula Godinho, Memórias da Resistência Rural no Sul. Couço (1958 - 1962), Oeiras, Celta Editora, 2001
Maria Rosalina Labaredas, “1º de Maio de 1962, no Couço. Vitória dos campnenses na luta pelas oito horas”, O Jornal, 19/4/1983
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COVILHÃ
Gabriel Raimundo, Tear do Tomates - Romance dos Trapos na Corda da Estrela, Almada, Edições ANES, 1984
“Recordando greves históricas dos operários de laníficios da Covilhã”, Avante!, 8/11/1974
[Depoimento de João Canário.]
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FAFE
J. Gomes Bandeira, “Fafe no ano de 1946 – O pão faltou, a GNR atirou, a PIDE prendeu”, Diário de Lisboa, 31/12/1977
[Memórias de participantes nas lutas de 1946.]
Artur Ferreira Coimbra, Desafectos ao Estado Novo. Episódios de Resistência ao Fascismo em Fafe. Junta de Freguesia de Fafe, 2003
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FAMALICÃO
Artur Sá da Costa (Coord.), Momentos de Resistência, V. N. Famalicão C. M. V. N. Famalicão, 2000
"Documentação da Oposição Democrática ao Estado Novo em V. N. de Famalicão - Doações à Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco", Boletim Cultural CM Famalicão, 13, 1994-1995
Filipa Sousa Lopes, Movimentos da Oposição em Famalicão (Dos finais da década de vinte aos anos cinquenta), Famalicão, Editora Ausência, 2004
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FARO
Maria Goretti Matias (Introdução e notas), "A actividade sindical do PCP no Porto, Beja e Faro em 1931 (textos de 0 Trahalho Sindical)", Estudos sobre o Comunismo, 2, Janeiro-Abril de 1984
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LOURES
(Vários), Loures Tradição e Mudança. I Centenário da Formaçâo do Concelho 1886-1986, 1986
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MADEIRA
"O PCP na Madeira nos anos 30 e 40", O Militante, Agosto-Setembro de 1975
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MARINHA GRANDE
Hermínio de Freitas Nunes, 18 de Janeiro de 1934. Rostos... Subsídios para a história da Marinha Grande , Marinha Grande, Autor em colaboração com Jornal da Marinha Grande, Janeiro 1997
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MONTEMOR-O-NOVO
António Joaquim Gervásio, O P.C.P e a Resistência contra a ditadura fascista no concelho de Montemor-o-Novo , Montemor-o-Novo, 1994
Teresa Fonseca / Jorge Fonseca, Fascismo e Anti-Fascismo. O Exemplo de Montemor-o-Novo, Montemor-o-Novo, União dos Resistentes Anti-Fascistas Portugueses 1994
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PORTO
Jorge F. Alves, O Furacão «Delgado» - e a Ressaca Eleitoral de 1958 no Porto, Porto, Centro Leonardo Coimbra - Faculdade de Letras da UP, 1998.
“Como foram organizadas as manifestações de 31 de Janeiro de 1962 no Porto”, Avante!, Suplemento 6/5/1981
José Manuel Lopes Cordeiro, "As Origens do PCP no Porto" , Público , 11 de Março de 2001
[Reproduzido em Estudos sobre o Comunismo]
Dorn do PCP, Relatório sobre a Manifestação se 15 de Abril no Porto Contra a Carestia da Vida 1972, Lisboa, Avante, 1996
Maria Goretti Matias (Introdução e notas), "A actividade sindical do PCP no Porto, Beja e Faro em 1931 (textos de 0 Trahalho Sindical)", Estudos sobre o Comunismo, 2, Janeiro-Abril de 1984
José Augusto Seabra / António Corte-Real / Alfredo Ribeiro dos Santos (Dir.) , O Porto e o 25 de Abril (vinte anos de democracia)", Nova Renascença, Volume XIV Inverno-Primavera 1994
José Silva, Memórias de um operário, Porto, 1971
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RIBA D’AVE
M.F. Cunha, ”Testemunho sobre as Lutas contra o Fascismo na Zona Têxtil de Riba de Ave” Boletim Cultural da Câmara Municipal de Famalicão nº. 13 1994-1995
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SACAVÉM
António Francisco da Fonseca Pereira / Beatriz Nogueira Matias / José Miguel Mourato, (Grupo de Trablho da Assembleia de Freguesia), Sacavém e as suas Lutas, , Sacavém, 1991
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SANGALHOS
Rodrigues Lapa, 0 socialismo democrático em Sangalhos (comício de Sangalhos, 2 de Abril de 1976
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SANTARÉM
Direcção da Organização Regional de Santarém do PCP, Notas para a História das Lutas Sociais no Distrito de Santarém 1926 / 1974, Santarém, Direcção da Organização Regional de Santarém do PCP, 2001
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SILVES
Alfredo Canana, “0 18 de Janeiro em Silves”, Diârio de Lisboa, 5/1/1980
[Recordações de participantes.]
João Madeira, “Da alvorada do século ao estado novo . Notas sobre "Silves, a cidade democrática...", O Mirante, 12, Dezembro de 1997
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S, PEDRO DA COVA
Serafim Gesta, Vozes do subsolo, [Gondomar] , Centro Revolucionário Mineiro, 1976
Serafim Gesta (Mazola), Mataram o Farramôna!: lutas operárias em S. Pedro da Cova, S.L., Centro Revolucionário Mineiro. Gabinete de Documentação, 1976
Serafim Gesta (Mazola), Operários da morte: documento vivo da miséria e exploração de todo um povo: os minérios de S. Pedro da Cova, Centro Revolucionário Minero, 1978
Serafim Gesta "Mazola", Minas de S. Pedro da Cova um grito rompe o silêncio , Porto : Of. Gráf. do Colégio dos Orfäos). 1982
Serafim Gesta, S. Pedro da Cova: folclore mineiro S.L., S. Gesta, 1982
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S. JOÃO DA MADEIRA
João da Silva Correia, Unhas Negras, S. João da Madeira, Câmara Municipal, 2003
[Romance das lutas operárias na região de S. João da Madeira, nos anos trinta e quarenta.]
Greve dos Sapateiros e Chapeleiros - S. João da Madeira – 1943, S. Joäo da Madeira, s.d.
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VIEIRA DE LEIRIA
José Freire Antunes, “Vieira de Leiria exemplo da luta popular”, Diário de Lisboa, 3/7/1974
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VILA FRANCA DE XIRA
Câmara Municipal de V. F. Xira - Museu Minicipal, O Homem, o Trabalho e a Fábrica - Indústria no Concelho de Vila Franca de Xira, V. F. Xira, Museu Municipal de V. F. Xira, 1996
Da Resistência à Liberdade em Vila Franca de Xira, Museu Municipal de Vila Franca de Xira, 2004
António Dias Lourenço, Vila Franca de Xira Um Concelho no País, Vila Franca de Xira, Câmara Municipal, 1995
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VISEU
José Magalhães Godinho, Viseu: retrospectiva da Oposição, República, 1973
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DIÁSPORA: PORTUGAL DA EMIGRAÇÃO
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FRANÇA
Cristina Clímaco, La presse de l'émigration politique portugaise en France, analyse du journal O Salto,1970-1974, DEA, Paris, 1992.
Marie-Christine Volovitch-Tavares, Les immigrés portugais en France et la Guerre coloniale portugaise ( 1961-1974), Communication au colloque Émigration politique en France et en Argentine ,XIX°-XX°s, Exilés, réfugiés et émigrés espagnols, italiens et Portugais en France et en Argentine
Paris, Março 2000
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MARROCOS
Paulo Jorge Pires / Maria João Raminhos Duarte, O Testamento Político de João Rosa Beatriz, Lisboa – S. Brás de Alportel, Edições Colibri – Câmara Municipal, 2003
[“Memórias” originais e uma biografia política de João Rosa Beatriz, um republicano oposicionista residente em Marrocos. Elementos sobre as actividades dos núcleos oposicionistas portugueses em Marrocos.]
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9 - ORGANIZAÇÕES DO PCP
ACÇÃO REVOLUCIONÁRIA ARMADA
José Pedro Castanheira, “A ARA abandona a clandestinidade”, Expresso, 11/11/2000
Raimundo Narciso, ARA Acção Revolucionária Armada. A História Secreta do Braço Armado do PCP , Lisboa, D. Quixote, 2000
Jaime Serra, As Explosões que Abalaram o Fascismo. O que Foi a Ara (Acção Revolucionária Armada), Lisboa, Avante, 1999
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JUVENTUDES COMUNISTAS
José de Abreu. “Para a histôria da Juventude Comunista”, Juventude, 4, Junho 1975; 5, de Agosto 1975
[Carta de um fundador da JC, com muitos elementos sobre os primeiros anos do PCP e da JC, exilio em Timor, etc.]
Georgette Ferreira, Entrevista a Juverttude, 11, Abril 1981
[Sobre a história da FJCP.]
Manuel Guedes, “Experiências da luta juvenil”, Juventude, 35, Novembro de 1978
José Magro, “Acerca da Juventude Comunista”, Juventude, 31 de Marco de 1978
[Actividade da Juventude Comunista nos anos da Segunda Guerra Mundial.]
Francisco Miguel, “Acerca da Juventude Comunista”, Juventude, 29, de Janeiro de 1978; 30, de Fevereiro 1978
[Elementos sobre a Federação das Juventudes Comunistas Portuguesas e a sua acção nos anos 30.]
João Arsénio Nunes "O Camarada René e a Juventude Comunista no princípio dos anos 30”, Uma vida em História. Estudos em Homenagem a António Borges Coelho, Lisboa, 2001
"O PCP e a Juventude”, Boletim de Informação (Actividades Comunistas) da Legião Portuguesa, Suplemento n.° 13, fascículo I, 1958
(PCP), O PCP e a Juventude, Lisboa, Edições Avante !, 1975
Elói Rodrigues, “As Juventudes Comunistas (1921-1936)”,Vértice, 50 Set.-Out. 1992
Eloy Rodrigues, Subsídios para Uma Cronologia do Movimento Estudantil Português, Ed. da Org. do Ens. Sup. Da JCP, 1988
Femando (Macedo) de Sousa, Entrevista a Juventude Vermeiha. 6, Junho de 1976
Sérgio Vilarigues, “Experiências de luta juvenil antifascista, depoimento do camarada Sèrgio Vilarigues, membro da C. Politica e do Secretariado do CC do PCP”, Juventude, 36, de Marco 1979
[Dados sobre a FJCP desde 1932.]
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MOVIMENTO DA JUVENTUDE TRABALHADORA
Emesto Afonso, Entrevista a Juventude, Abril, 1981.
[Dados para a história do MJT.]
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MOVIMENTO DEMOCRÁTICO DAS MULHERES
Helena Neves, Apontamentos para a História do MDM . O Retomar dos Gestos, MDM, 1989
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MOVIMENTO DE UNIDADE DEMOCRÁTICA JUVENIL (MUDJ)
Documentos do MUD Juvenil (CDROM), Fundação Mário Soares, 2004
Octávio Pato, "Os 50 anos do MUD Juvenil (Entrevista)", Avante!, 21/3/1996
Francisco Pratas, “Escolas” do MUD”, Diário do Alentejo, 28/1/2005
[Sobre o MUDJ em Beja.]
Alberto Vilaça, O MUD Juvenil em Coimbra. História e estórias, Porto, Campo das Letras, 1998
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NÚCLEO DOS TRABALHADORES INTELECTUAIS
Alberto Vilaça , “0 Núcleo dos Trabaihadores Intelectuais do PCP em 1931-32”, Vértice, 70, de Jan.-Fev. 1996
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RÁDIO PORTUGAL LIVRE
“Entrevista com um camarada locutor da Radio Portugal Livre”, Vozes ao Alto, n.° 1, Fevereiro de 1975
Rui Perdigão, “Testemunho sobre a Rádio Portugal Livre”, Estudos Sobre o Comunismo,
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CÉLULAS
“A célula do P.C.P. na Fâbrica Portugal”, Boletim Célula do P.C.P. - Fábrica Portugal, 1 (1975?)
Os Comunistas e a Siderurgia Nacional, Edicão Célula PCP na S.N., 1976
“O Reforço da Célula do Cobre “, Militante, 121, 6/85
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9 - PARTICIPACÃO DO PCP NOUTRAS ORGANIZAÇÕES
J. Càndido de Azevedo, “FPNL e PCP - história e razões de uma ruptura”, Diário de Noticias, 20 e 21 de Abril de 1978
Manuel Sertório, Entrevista a República, 31/5/1974.
[Para a história da corrente socialista nos anos do pós-guerra e sobre as polémicas da FPLN.]
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10 – CLANDESTINIDADE / ORGANIZAÇÂO/ MEMBROS / ORGANISMOS / FUNDOS / FINANCIAMENTOS
Ana Barradas, As clandestinas, Lisboa, Ela por Ela, 2004
“As camaradas das casas do Partido”, Avante!, 2/6/81
Maria Luísa Costa Dias, Crianças Emergem da Sombra, Lisboa, Edições Avante!, 1982
Branko Lazitch, “D’ou vient l’argent du PCP?", Est et Ouest, 557, 1-15/9/1975
A Missäo Histórica da Classe Operaria (Capítulo XI do Manual de Direção de Otto V. Kuusinen), Edição da DORA do PCP, 1974.
[Reedicão de um texto usado na formação dos militantes do POP desde 1963.]
João Madeira, "Bolchevização, funcionários clandestinos e identidade no PCP", Revista de História das Ideias, Vol. 25, 2004
Domingos da Costa Gomes , “Criação e actuação de um “aparelho” de fronteira” , Militante, 243, Nov.-Dez. 1999
“A orgarnização e a vida”, Avante!, 2/4/81
[Recolha de documentos sobre a vida conspirativa do PCP.]
José Pacheco Pereira, A Sombra. Estudo sobre a Clandestinidade Comunista, Gradiva, Lisboa, 1993
Andreia Sanches, “Filhos de clandestinos portugueses na URSS”, Pública, 8/8/2004
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11- OUESTÔES INTERNAS / POLÉMICAS/ PRODUÇAO TEÔRICA
Álvaro Cunhal. Rumo à Vitória - As Tarefas do Partido na Revolução Democrática e Nacional, Porto, Opinião., 1974
Álvaro Cunhal. 0 Radicalismo Pequeno-Burguês de Fachada Socialista, Lisboa, Edições Avante!. 1974.
[Edição legal do texto de Cunhal na luta contra o esquerdismo pós-Maio de 1968.]
João Madeira , "A herança de Staline" , História , 56 , Maio 2003
José Neves, «A Imaginação da Nação na Historiografia Comunista Portuguesa», Ler História, 46, 2004
Vasco Rato, “O PCP perante o eurocomunismo”, Revista de Ciência Política,6, 2º Semestre 1987
António José Saraiva, Maio e a Crise da Civilização Burguesa. s.l., Publicações Europa-América, 1970
Pedro Soares, Herdeiros e Continuadores do Anarquismo. Lisboa, Seara Nova, 1975
[Texto, escrito em 1972, de crltica à Revolucão Portuguesa.]
Pedro Soares, "Notas fllosôficas sobre o valor objectivo das ideias", Seara Nova, 1548, Outubro 1974
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12. LUTAS SOCIAIS
João Campelo, ”EFACEC : uma greve política há 29 anos”, O Diário, 19/12/1987
Ramiro da Costa, "A greve geral em Portugal", História, 32, .Junho 1981
O Diário, Suplemento Especial, 1/5/1981
[Sobre 0 1º de Malo no movimento operário português.]
J M. Costa Feijão, “A greve da mala”, Avante!, 3/7/2003
J M. Costa Feijão, “Lutas nas marinhas do sal”, Avante! ,22/5/2003
Alexandre M. Flores / António Neves Policarpo, Arsenal do Alfeite. Contribuição para a história da Indústria Naval em Portugal,Junta de Freguesia do Laranjeiro, 1998
“Uma luta de ha trés anos - recordando a greve vitoriosa na Grundig", Avante!, 29/2/1975
"As lutas dos trabalhadores da Mague antes do 25 de Abril", Vanguarda (Boletim da Célula da Mague do PCP), 11, Agosto 1977
Fatima Patriarca, “Práticas de acção operária e formas organizativas na Lisnave” Análise Social, vol. XIII (51). 1977
Fatima Patriarca, A Questão Social no Salazarismo 1930-1947, Lisboa, IN-CM, 1995
José Pacheco Pereira, As Lutas Operárias contra a Carestia de Vida em Portugal - A Greve Geral de Novembro de 1918, Portucalense Editora, 1971
(José Malaquias Pinela / Tolentino Pereira Lourenço / Alberto Costa / Alvaro Pestana / Guilherme Martins Bucho / .Joaquim Custódio Leocádio), .”15 de Marco – subsidio para a histôria do siridicalismo em Portugal”, 0 Trabalhador do Comércio, 3, Marco-Abril 1976
[Mesa-redonda com participantes na manifestação dos Caixeiros de Lisboa, 1971.]
[Joaquim Rodrigues], Os Sapateiros e a Oposição ao Estado Novo
Maria de Lurdes Lima Santos / Marinús Pires de Lima / Vitor Matias Ferreira, O 25 de Abril e as Lutas Sociais nas Empresas,Porto, Afrontamento 1976-7
[lnclui elementos sobre o movimento operário no período imediatamente anterior ao 25 de Abril.]
“Os trabalhadores dos TLP na luta contra o fascismo e na defesa das conquistas de Abril”, Vencer a Distãncia. Texto de Apoio à Festa do Avnate da Célula dos TLP do PCP, 1976
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13 – CAMPONESES / REFORMA AGRÂRIA
António Gervásio, Lutas de Massas em Abril e Maio de 1962 no Sul do País , Lisboa, Edições Avante! , 1996
João Madeira, "A morte e o mito nos campos do Sul", História, 66, Maio 2004
[Sobre Catarina Eufémia.]
José Adelino Maltez, A Estratégia do PCP na Reforma Agrária (1974-1976) . Relatório Sintese , Lisboa, Associação para a Cooperação e Desenvolvimento Social, 1989
António Modesto Navarro, Memória Alentejana - I – A Vida no Alto Alentejo nas Ultimas Décadas, a Resistência e a Reforma Agrária, Amadora, 1977
[Baseado em relatos de trabalhadores rurais sobre as lutas nos anos 40 a 60.]
António Modesto Navarro, Memória Alentejana - II- Resistência e Reforma Agrária em Beriavila e Campo Maior, Amadora, 1978
(PCP ), O PCP e a Luta pela Reforma Agrária, Lisboa, Edições Avante!, 1975
José Pacheco Pereira, Atitudes do Trabalhador Rural Alentejano Face a Posse da Terra e ao Latifúndio, Oeiras, Centro de Estudos de Economia Agrária, 1980
José Pacheco Pereira, "Des luttes du proletariat agricoIe avant le 25 de Avril 1974 a la Reforme Agraire., Revue Tiers Monde, t. XXIII, 89, Janvier-Mars 1982
José Pacheco Pereira, Conflitos Sociais nos Campos do Sul de Portugal, Mem Martins, Publicações Europa-América 1982
A Questão Agrária, Lisboa, Edicões Avante!, 1975
"A situação da agricultura e o movimento camponês”, 0 Militante, 70, Abril 1980
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14 – SINDICATOS
“1969-1971 - Anos decisivos para o movimento sindical', Avante!. Suplemento, 4/4/1981.
[Documentos do CC do PCP sobre a luta sindical.]
1977-1978 Sindicalismo em Portugal, Lisboa, Assirio & Alvim, 1977
[Dados sobre o movimento sindical anterior ao 25 de Abril.]
José Barreto,”Os primórdios da Intersindical sob Marcelo Caetano”, Análise Social V.XXV,105-1990
José Barreto, “Comunistas, católicos e os sindicatos sob Salazar”, Análise Social, vol. XXIX, 125-6, 1994
David de Carvalho, Os Sindicatos Operários e a Republica Burguesa (1910-1926), Lisboa, Seara Nova, 1977
Domingos Fernandes de Carvalho, Luta de corticeiros, Lisboa, Edições Sociais, 1975
Comissão do Livro Negro sobre o Regime Fascista, Trabalho, Sindicatos e Greves no Regime Fascista, Mem Martins, Presidência do Conselho - Comissão do Livro Negro, 1984
Ramiro da Costa, Elementos para a História do Movimento Operário em Portugal, Lisboa, Assírio & Alvim 1979
Ramiro da Costa, "A greve geral em Portugal", História, 32, 1981
Ramiro da Costa, "A greve geral em Portugal. O sindicalismo revolucionário e a Greve Geral", O Trabalho, 1, 1981
Ramiro da Costa, "A greve geral em Portugal (II) - De janeiro de 34 às greves dos anos 40", O Trabalho, 2, 1981
Francisco Marcelo Curto, “História breve da primeira fase da Inter-Sindical”, República, 11/7/1974
Carlos da Fonseca,O 1º de Maio em Portugal 1890-1990 . Crónica de um Século, Lisboa, Antígona, 1990
A Ferreira Guedes,”Pré-história da Intersindical”, Combate, Março 1988
Paulo Guimarães, Indústria, Mineiros e Sindicatos . Universos Operários do Baixo Alentejo : Dos Finais do Século XIX à Primeira Metade do Século XX,Lisboa, ICS 1989
“Isolar e aniquilar as sindicatos fascistas - uma tarefa revolucionária dos trabaihadores”, Revolução Popular, 6, Dezembro 1965
M(aria) R(osalina) L(abaredas), “Do 18 de Janeiro à fundação da Intersindical - Resisténcia à fascização dos sindicatos”, 0 Trabalhador do Comércio, 12 Set.-Out. 1979; 13, Nov.-Dez, 1977
Albano Lima, Movimento Sindical e Unidade no Processo Revolucionário Português, Lisboa, Edições Avante!, 1975
[Elementos sobre o movimento sindical dos ültimos anos do regime salazarista e marcelista.]
Maria Goretti Matias (Introdução e notas), "A actividade sindical do PCP no Porto, Beja e Faro em 1931 (textos de 0 Trahalho Sindical)", Estudos sobre o Comunismo, 2, Janeiro-Abril de 1984
“Mesa Redonda - 1º de Maio- A experiência vivida na primeira linha de combate”, Avante! , 30/4/1986
Maria Filomena Mónica, (Introdução), As Associações de Classe e os Sindicatos Vidreiros da Marinha Grande (1919-1945), Lisboa, ICS, (1983)
Fernando Barbosa de Oliveira, Sindicalismo e Seguros. Não ao Silêncio e à Servidão, Porto, Sindicato dos Trabalhadores de Seguros do Norte, 1998
Fátima Patriarca, ”A institucionalização corporativa - das associações de classe aos sindicatos nacionais (1933)” Análise Social V.XXVI,110 1991
(PCP), O PCP e a Luta Sindical (1935-1973) , Lisboa, Edições Avante !,1975
(PCP ), O PCP e a Luta Sindical ; Contribuição para a História do Movimento Operário em Portugal 1820 a 1934, Festa do Avante!, 1978
Para Uma Nova Sociedade; lntersindical; Na Unidade a Força dos Trabalhadores, Documentos Sindicais 1970-1974; 4.° Aniversário, Lisboa, 1974
Alvaro Rana, . "A Intersindical", 0 Trabalhador do Comércio,15, Maio-Junho 1978
Francisco Canais Rocha,”O movimento sindical gráfico e a luta pelas oito horas”, O Nosso Papel, 8, Setembro-Outubro
Francisco Canais Rocha,”Indústrias Eléctricas do Sul e Ilhas : História de um Sindicato na História do Movimento Operário”, O Diário , 29/7/1989
Teresa Serôdio Rosa,”Acção sindical dos metalurgicos (1974/85)”, Organizações e Trabalho, 1, Novembro 1989
Maria Teresa Serôdio Rosa, Relações Sociais de Trabalho e Sindicalismo Operário em Setúbal, Porto, Afrontamento 1998
Vitor Sá, Roteiro da Imprensa Operária e Sindical 1836-1986, Lisboa,Caminho, 1991
Eduardo Serpa, Em Portugal: Sindicatos e Subversão, sl.., 1972
Carlos Valente,”O movimento sindical no tempo do Estado Novo”, Diário de Notícias, 27/11/88
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BIBLIOGRAFIA SISTEMÁTICA SOBRE O PCP, OS MOVIMENTOS COMUNISTAS E RADICAIS E A OPOSIÇÃO POLÍTICA E SOCIAL ATÉ 25 DE ABRIL DE 1974 (Em organização) - VI PARTE
15- MULHERES
16 - OUESTÃO MILITAR
17- COLÓNIAS E COLONIALISMO
18- ARTE E LITERATURA / INTELECTUAIS
19 - IGREJA / RELIGIÃO
20- RELAÇÕES INTERNACIONAIS
21 – REPRESSÃO / PRISÕES
22 – IMPRENSA / AGITAÇÃO / PROPAGANDA
15 – JUVENTUDE
Rui Bebiano “Geografia instável de uma cultura juvenil de oposição”, Estudos do Século XX, 2, 2003
Rui Bebiano, O Poder da Imaginação. Juventude, Rebeldia e Resistência nos Anos 60, Coimbra, Angelus Novus. 2003
Nuno Caiado, Movimentos Estudantis em Portugal : 1945-1980, Lisboa Instituto de Estudos para o Desenvolvimento,1990
Teresa Carreiro, Viver numa República de Estudantes de Coimbra. Real República Palácio da Loucura, 1960-1970, Porto, Campo das Letras, 2004
Fernando Correia, Porque se revoltam os estudantes, Lisboa, Cadernos Seara Nova, 1973
Escolas de Resistência: a oposição estudantil à ditadura. Texto e entrevistas: Agência MIR. Org. Associação Académica de Coimbra, Associação dos Estudantes da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas e Federação Académica do Porto, 1999
Vítor Ferreira / A. Sedas Nunes, “O meio universitário em Portugal: subsídios para a análise sociológica da sua estrutura e evolução no período 1945-1967”, Análise Social, vol. VI, nº22-23-24, 1968
Gabriela Lourenço / Jorge Costa / Paulo Pena, Grandes Planos. Oposição Estudantil à Ditadura: 1956-1974. Lisboa, Âncora Editora., 2000
Rui Namorado, Movimento Estudantil e Política Educacional, Águeda, ed. autor., 1972
A. Sedas Nunes (1968), “A população universitária portuguesa: uma análise preliminar”, Análise Social, vol. VI, nº22-23-24, 1968
A. Sedas Nunes / David Miranda, “A composição social da população portuguesa: alguns aspectos e implicações”, Análise Social, vol. VII, nº27-28, 1969
Albano Nunes, Entrevista a Juventude, 11, Abril, 1981
[Sobre a luta estudantil na decada de 60.]
Januário Pires, Contributo para o Estudo da Via Latina (1937-1969) durante o Estado Novo, Dissertação de Mestrado em História Contemporânea apresentada à FLUC, Coimbra, 1994
Menno Postma, “A influência do General Humberto Delgado na juventude e na população portuguesa”, em Iva Delgado, Carlos Pacheco e Telmo Faria (coord.) , Humberto Delgado: As Eleições de 58. Lisboa, Vega, 1998
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16- MULHERES
Ana Barradas, Dicionário incompleto de Mulheres Rebeldes, Lisboa, Edições Antígona, 1998
Rui Bebiano (com Alexandra Silva)."A reidentificação do feminino e a polémica sobre a ‘Carta a uma Jovem Portuguesa'", Revista de História das Ideias, nº 25, Coimbra, 2004, pp. 423-454
“As camaradas das casas do Partido”, Avante!, 2/6/81
Álvaro Cunhal, O Aborto Causas e Soluções . Tese Apresentada em 1940 para Exame no 5º Ano Juridico da Faculdade de Direito de Lisboa , Lisboa, Campo das Letras, 1997
Georgette Ferreira, "O Partido na mobilização e participação das mulheres comunistas", O Militante, 252 - Maio/Junho 2001
Sofia Ferreira, "O PCP e o papel das mulheres na luta clandestina", O Militante, 254 - Setembro/Outubro 2001
Vanda Gorjão, Mulheres em tempos sombrios. Oposição feminina ao Estado Novo, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais, 2002
António Maria Marques, «Mulheres organizadas e que se salientaram na luta de classes no Barreiro», Jornal do Barreiro, 26/09/1997
Maria José Maurício, Mulheres e Cidadania: Alguns Perfis e Acção Política 1949-1973, Lisboa, Caminho, 2005
Rose Nery Nobre de Melo, Mulheres Portuguesas na Resistência, Lisboa, Seara Nova, 1975
[Trabalho realizado corn base nas biografias prisiorais de todas as presas politicas existentes, desde 1933, nos arquivos da PIDE.]
Organizaçao das mulheres comunistas, Lutas e Movimentos de Mulheres em Portugal sob o Regime Fascista (192 6-1974), Lisboa, Ed. Avante!, 1994
Duarte Vidal, O Processo das Três Marias. Lisboa, Futura. 1974
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17 - OUESTÃO MILITAR
Rogério de Carvalho, Portugal e a NATO , Lisboa Edições Avante! 1991
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18- COLÓNIAS E COLONIALISMO
Mário de Andrade, Antologia Temática de Poesia Africana I. Noite grávida de punhais, Lisboa, Livraria Sá da Costa Editora, 1975
Mário de Andrade, Antologia Temática de Poesia Africana II. O canto armado , Lisboa, Livraria Sá da Costa Editora, 1979
Mário de Andrade, Entretiens avec Christine Messiant (1982)"Sur la première génération du MPLA : 1948-1960"Lusotopie 1999
Mário Pinto de Andrade, Uma Entrevista dada a Michel Laban, Lisboa Edições João Sá da Costa, 1997
Acácio Barradas, José Craveirinha, O Poeta Jornalista (1)
Armando Guebuza - Um Pouco de Si. Fotobiografia, Porto, Texto Editora, 2004
Acácio Barradas (Ed.), Agostinho Neto Uma Vida Sem Tréguas 1922-1979, Lisboa-Luanda, 2005
Marcelo Bittencourt, Dos jornais às armas. Trajectórias da contestação angolana, Lisboa, Veja Editora, 1999
João Braz, "Colonialismo no PCP (1921 - 1926)",Bandeira Vermelha, 1981
João Braz, "Colonialismo no PCP nos anos 30", Bandeira Vermelha, 1981
Luis Cabral, Crónica da Libertação, Lisboa, Edições O Jornal, 1984
José Capela, 0 Movimento Operário em Lourenço Marques, 1898-1927, Porto, Afrontamento, s.d.
"Os comunistas e a questão colonial (1). Combater o charvinismo imperialista é a base de uma efectiva solidariedade aos povos das colónias", Revolução Popular, 1965
Leonel Cosme, Cultura e Revolução em Angola, Porto, Afrontamento, 1978
José Craveirinha, Poemas da Prisão, Lisboa, Texto Editora, 2004
Sócrates Dáskalos, Um Testemunho para a História de Angola do Huambo ao Huambo, Lisboa, Vega, 2000
António Faria, Linha estreita de liberdade. A Casa dos Estudantes do Império, Lisboa, Edições Colibri, 1997
J. M. Costa Feijão, "O PCP e a questão colonial"
Manuel Ferreira (Org.), No Reino de Caliban. Antologia panorâmica da poesia africana de expressão portuguesa. Cabo Verde e Guiné - Bissau, Lisboa, Seara Nova, 1975
Varela Gomes,Revolução na Àfrica Austral . Apontamentos Polémicos, Lisboa , Versus,1989
"A Guerra Colonial Portuguesa: indicações bibliográficas", História e Ciência
Michel Laban,Cabo Verde - Encontro com Escritores, Porto Fundação Eng. António de Almeida, 1992
Nicholas Lang, "La penetration communiste en Afrique Portugaise",>b>Est et Ouest, 1960
Pires Laranjeira, A Negritude Africana de Língua Portuguesa, Porto Edições Afrontamento 1995
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«Jovens tipógrafos clandestinos», Avante!, 12/2/81
[Depoimentos de Alice Capela, Carlos Pires, Veríssima Rodrigues e Maria Machado.]
António Dias Lourenço, Entrevista a 0 Amigo, Número único, Setembro de 1977
[Dados sobre a história do Avante”]
João Arsénio Nunes, "Avante!", em Maria Filomena Mónica / António Barreto (dir.), Dicionário de História de Portugal (Suplemento) , Porto, Livraria Figueirinhas, 1999/2000
António Ventura, “AIgumas notas sobre a imprensa comunista em Portuga! (1919-1921)” Seara Nova, n.° 1580, Junho de 1977
[Sobre A Bandeira Vemelha, o Komunist-Esperantisto, o Alarme, e o Comunista, 1ª série.]
"Vértice - Uma "fortaleza antifascista" corn 40 anos de vida", 0 Diário, 25.11.1983
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BIBLIOGRAFIA SISTEMÁTICA SOBRE O PCP, OS MOVIMENTOS COMUNISTAS E RADICAIS E A OPOSIÇÃO POLÍTICA E SOCIAL ATÉ 25 DE ABRIL DE 1974 (Em organização) - VII PARTE
23 - OUTROS MOVIMENTOS RADICAIS, EXTREMISTAS E COMUNISTAS
24 - DIVERSOS
24 - OUTROS MOVIMENTOS RADICAIS, EXTREMISTAS E COMUNISTAS
Rui Bebiano Caminhos da Utopia, texto policopiado, Coimbra, edição do autor [prova de aptidão pedagógica na FLUC],. 1985
Rui Bebiano “Che Guevara - Um rosto sem retoques”, História, 49, Outubro 2002
Rui Bebiano, O Poder da Imaginação Juventude, Rebeldia e Resistência nos Anos 60, Coimbra, Angelus Novus, 2003
João Brites, “Bruxelas, 68”, Combate, Maio 1988
José Mário Branco, “A luta continua”, Combate, Maio 1988
Combate, Maio 1988
[Número especial sobre Maio 1968.]
Jorge Costa, “O ano da morte de Ribeiro Santos”, História, nº49, 2002
Eduarda Dioníso, “O mal estar da geração”, Combate, Maio 1988
José Manuel Fernandes / Teresa de Sousa , “A Geração da Ruptura”, Expresso (Revista), 30-04-1988
[Entrevistas a Mariano Gago, Pacheco Pereira, Saldanha Sanches e Alberto Martins.]
Pedro Goulart, Resistência, Lisboa, Edições Dinossauro, 2002
João Paulo Martins; / Rui Loureiro, “A extrema-esquerda em Portugal (1960-74). 1. Os marxistas-leninistas e os trotskistas”, História, 17, 1980
Jorge Silva Melo, “Maio 68?”, Combate, Maio 1988
José Afonso – biografia, Instituto Camões
Camilo Mortágua, “Há 20 anos! Um gurada da PSP fez abortar a maior operação da LUAR!” (Entrevista), Jornal de Notícias, 27/9/1988
Maria Cândida Proença, (Coord.) Maio de 1968. Trinta anos depois. Movimentos estudantis em Portugal, Lisboa, Edições Colibri, 1999
Orlando Raimundo, “Portugueses na Primavera de Paris”, Expresso, 30/4/1988
[Depoimentos de Ester Mucznik, Teresa Rita Lopes, António José saraiva, Manuel Anta, Francisco Balsemão e Acácio Gomes.]
António Reis (Coordenação), As Grandes Correntes Políticas e Culturais do Século XX , Lisboa, Colibri, 2003
[Inclui um capítulo de João Madeira, “Comunismos marxistas” e outro de João de Almeida Santos, "Novas formas de comunismo e radicalismo de esquerda”.]
Fernando Rosas / Pedro Aires Oliveira (Coordenação), A Transição Falhada. O Marcelismo e o fim do Estado Novo (1968-1974), Lisboa, Editorial Notícias, 2004
[Incluí um estudo de João Madeira sobre as "Oposições de esquerda e a extrema-esquerda". ]
José Manuel Saraiva, “O “herói” recuperado”, Expresso, 15/2/1992
[Sobre José Lamego.]
João Afonso dos Santos, José Afonso. Um olhar fraterno, Lisboa, Editorial Caminho, 2002
João de Almeida Santos, “Novas formas de comunismo e radicalismo de esquerda”, António Reis (Coord.), As Grandes Correntes Políticas e Culturais do Século XX , Lisboa, Colibri - Instituto de História Contemporânea, 2003
António José Saraiva, Maio e a Crise da Civilização Burguesa. s.l., Publicações Europa-América, 1970
Luís Trindade . "As Pessoas foram habituadas a pensar", História, 65, Abril de 2004
[Debate com Alda Sousa, Eugénia Varela Gomes, José Carlos Albino, Luís Leiria e Teresa Alpuim.]
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ANARQUISMO
Julio Carrapato, The Almost Perfect Crime : The Misrepresentation of Portuguese Anarchism, Anarchist Library
José Maria Carvalho Ferreira, "Rui Vaz de Carvalho", Utopia, 16, 2003
[Biografia do militante anarquista.]
Joâo Freire, "1974-1984 :Evocaçâo ou renovaçâo da ideia anarquista ?", Maio 1985
João Freire, Anarquistas e Operários. Ideologia, ofício e práticas sociais: o anarquismo e o operariado em Portugal, 1900/1940, Porto, Edições Afrontamento, 1992
Edgar Rodrigues
An-Arquia Uma Visão Da História Do Movimento Libertário Em Portugal
Edgar Rodrigues,História do Movimento Libertário em Portugal
Pier Francesco Zarcone, O Anarquismo na História de Portugal
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"CATOLICISMO PROGRESSISTA" / MOVIMENTOS CATÓLICOS RADICAIS
José da Felicidade Alves (Apres.),Católicos e Política: de Humberto Delgado a Marcello Caetano, Edição do autor, S.l., S.d.
Felicidade Alves, “Fé e política marcaram encontro (Depoimento)”, Combate, Maio 1988
Centro de Estudos de História Religiosa, (org) D. António Ferreira Gomes.Nos 40 anos da Carta do Bispo do Porto a Salazar, Lisboa, Multinova, 1999
CIDAC, A Cor das solidariedades pela justiça e equidade nas relações internacionais. 30 anos do CIDAC, Porto, Edições Afrontamento, 2004
João Bénard da Costa, Nós, os Vencidos do Catolicismo, Coimbra, Edições Tenacitas, 2003
[Depoimento fundamental para se perceber a geração de católicos progressistas que nos anos sessenta se envolve na oposição a Salazar.]
Sílvia Souto Cunha, "O revolucionário discreto", Visão, 17/6/2004
[Sobre Nuno Teotónio Pereira,arquitecto, oposicionista, fundador de Direito à Informação (1963-9), participante na acção da Capela do Rato e preso político libertado em 25 de Abril.]
Carlos Câmara Leme, "Contra Um Tempo Cinzento e Um Modo de Estar Bafiento ", Público, 15/12/2003
Carlos Câmara Leme, "Conformismo Moral da Esquerda Era Muito Próximo do da Direita" (Entrevista a João Benard da Costa), Público, 15/12/2003
Carlos Câmara Leme, "Quatro Olhares Diferentes" , Público, 15/12/2003
António Arnaldo Mesquita , "'O Tempo e o Modo' Foi Um Lugar Único de Diálogo" (Entrevista com Jorge Sampaio),Público de 16/12/2003
Mário de Oliveira, Creio na Revolução, Lisboa, Ulmeiro, 1977
Torcato Sepúlveda, "O padre que enfrentou Salazar", Grande Reportagem, 14/8/2004
[Sobre o padre Abel Varzim.]
O Tempo e o Modo. Revista de Pensamento e Acção. Antologia, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 2003
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MAOISMO
António Caeiro, "A peregrinação vermelha", Expresso, 27/3/2004
[Elementos sobre os maoistas portugueses.]
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COMITÉ MARXISTA-LENINISTA PORTUGUÊS
Imprensa CM-LP (Comité Marxista-Leninista Português), (CDROM), Fundação Mário Soares, 2004
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MRPP
Jorge Feio / Fernanda Leitão / Carlos Pina, MRPP: O que é?, Lisboa Agência Portuguesa de Revistas, 1975
Luta Popular, (CDROM), Fundação Mário Soares, 2004
José Manuel Saraiva, “O “herói” recuperado”, Expresso, 15/2/1992
[Sobre José Lamego.]
Clara Viana, "Felizmente, não tomamos o poder", Público, 5/8/2004
[Sobre o MRPP.]
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PCP (ML)
(CMLP), Documentos da III Conferência do CMLP (Abril 1975), s.l. Edições A Verdade, s.d.
[Elementos para a história da organização.]
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SOCIALISMO RADICAL
Lopes Cardoso, Intervenções Parlamentares. Testemunho Sobre a Coerência de um Percurso, Lisboa, Assembleia da República, 2003
[Inclui depoimentos sobre e uma biografia política de António Lopes Cardoso, uma figura importante da oposição não comunista no exílio.]
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TROTSQUISMO
LCI
J. Cabral Fernandes, “O fundamental para qualquer acção política é o programa”. Entrevista ao jornal Combate, 276, 2003
Adelino Fortunato , “Ninguém podia ficar indiferente à guerra do Vietname ou à das colónias”. Entrevista ao jornal Combate, 277-8, 2003
Maria José Oliveira, "LCI, a Vontade Revolucionária Trinta Anos Antes do Bloco de Esquerda ", Público, 20/12/2003
Maria José Oliveira, “Da LCI ao PSR”,Público, 20-12-2003
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25 - DIVERSOS
Clara Teixeira, "O jogo de futebol que enganou a censura", Público, 18/3/2004
[Sobre a utilização de um relato de futebol para dar a conhecer a rendição dos militares das Caldas da Rainha.]
setembro 29, 2005
SOBRE MAIO DE 1968 E O MILITANTISMO
ACTES DE LA RECHERCHE EN SCIENCES SOCIALES
ACTES DE LA RECHERCHE EN SCIENCES SOCIALES
Actes de la recherche en sciences sociales , 158, Junho 2005
[Le capital militant (II). Crises politiques et reconversions : mai 68]
Frédérique Matonti , Crises politiques et reconversions : Mai 68
François Denord & Xavier Zunigo, "Révolutionnairement vôtre". Economie marxiste, militantisme intellectuel et expertise politique chez Charles Bettelheim
Boris Gobille , Les mobilisations de l'avant-garde littéraire française en mai 1968. Capital politique, capital littéraire et conjoncture de crise
Yvette Delsaut , Ephémère 68. A propos de "Reprise" [film], de Hervé Le Roux
Sandrine Garcia , Expertise scientifique et capital militant. Le rôle des médecins dans la lutte pour la légalisation de l'avortement
setembro 24, 2005
NOVO NÚMERO DA
INTERNATIONAL REVIEW OF SOCIAL HISTORY (AGOSTO 2005)
INTERNATIONAL REVIEW OF SOCIAL HISTORY (AGOSTO 2005)
Foi publicado um novo número da International Review of Social History, volume 50, parte 2, Agosto 2005.
Entre os artigos e recensões está um de particular interesse para a história do comunismo:
John McIlroy / Alan Campbell, 'The British and French Representatives to the Communist International, 1920-1939: A Comparative Survey' (sumário)
setembro 20, 2005
NOVA SÉRIE DE AFINIDADES
Foi publicado o primeiro número (Janeiro-Junho 2005) da nova série de Afinidades, a Revista da Casa Museu Abel Salazar. Entre os artigos com mais relevância para as biografias de Abel Salazar e Ruy Luis Gomes, duas persinagens de relevo da oposição, saliento:
Antonio Coimbra, "A carreira universitária de Abel Salazar"
Ramiro Teixeira, "Breve sinopse historico-cultural ao redor de Abel Salazar, desde a sua vida activa ate a morte"
Antonio Pedro Pita (organizador), "Cartas de Abel Salazar a Ruy Luis Gomes"
Ruy Luís Gomes, "Tentativas feitas nos anos 40 para criar no Porto uma Escola de Matemática"
Fernando Cardoso, "Ruy LuIs Gornes - Um matemático português no Recife"
ÁLVARO CUNHAL - BIOGRAFIA POLÍTICA
- O PRISIONEIRO (1949-1960)
- O PRISIONEIRO (1949-1960)
Este é o índice final dos capítulos do III volume, que será publicado em Novembro pela Temas e Debates e em Janeiro pelo Círculo de Leitores.
Cap. - 1 – O choque: da prisão ao julgamento
Cap. - 2 - Os anos mais duros (1949-1952) : os expulsos, os “traidores” e os mortos
Cap. - 3 – O PCP sozinho
Cap. - 4 - Cunhal na Penitenciária: “a estrela de seis pontas”
Cap. - 5 - Estratégias contra a solidão : ler, escrever e desenhar
Cap. - 6 - A purga dos intelectuais
Cap. - 7 - Purgas e isolamento político
Cap. - 8 - Fogaça e Cunhal à distância
Cap. - 9 - O PCP à luz de Krutchov e o combate ao “sectarismo”
Cap. - 10 - Cunhal em Peniche: “O lugar dos fortes é a Fortaleza”
Cap – 11 - V Congresso
Cap - 12 - A emergência da questão colonial
Cap. – 13 - O “furacão” Delgado
Cap. – 14 - Depois de Delgado
Cap – 15 - A fuga de Peniche
Anexos
julho 04, 2005
LIVRO SOBRE O 18 DE JANEIRO DE 1934 NO BARREIRO
BIBLIOGRAFIAS EM LINHA SOBRE OS ANOS SESSENTA
Dois recursos bibliograficos encontram-se em linha para o estudos dos anos sessenta:
- Éric Duhamel, Les Français et la politique dans les années soixante. Essai bibliographique
- D. Veillon, V. Guillaume, M. Ruffat com a colaboração de C. Assegond, La mode des années soixante. Essai bibliographique
junho 18, 2005
LIVRO SOBRE O EUROCOMUNISMO NA BÉLGICA
A apresentação do livro de Naif :

Y eut-il jamais une voie belge au socialisme ? En d’autres termes, l’eurocommunisme fut-il la grande occasion ratée d’adapter aux conditions d’un pays occidental développé la doctrine qui avait enflammé les bolcheviks russes ?
Comment cette nouvelle offre politique, portée momentanément par une vague internationale, ne réussit-elle pas à trouver preneur dans les conditions particulières de la Belgique, laboratoire politique qui vit naître et prospérer à partir des années ’70 des initiatives inattendues. Face à l’ultra-libéralisme, au socialisme gestionnaire et à la décléricalisation des masses chrétiennes, une redistribution des cartes semblait possible.
L’eurocommunisme peut se lire, notamment, comme le douloureux arrachement au père. Mais cette lecture ne peut être univoque : l’eurocommunisme, terme dont les créateurs sont incertains, eut autant de significations que d’acteurs. Les analystes superficiels, les journalistes pressés, les commentateurs rapides rangèrent sous cette appellation diverses formes d’« hétérodoxie», tant ils étaient peu à même d’analyser les spécificités des communismes, n’ayant pour ce faire le plus souvent que la grille confortable du monolithisme et de ses hérésies.
L’eurocommunisme fut en réalité la réponse ébauchée par les partis communistes aux conditions de la décennie ’70, avec leur culture propre, fruit d’un passé spécifique. Chacune de ces réponses rencontra son opposition, souvent farouche et tranchante, mais le plus souvent mue par des motivations fort dissemblables.
Sommaire :
Préface (José Gotovitch) – Introduction (Nicolas Naif)
1. De la participation gouvernementale au congrès de Vilvorde (1944-1954) (pp. 25-40)
La Libération et l’entrée au gouvernement ; La Guerre Froide ; Le congrès de Vilvorde, un tournant décisif ?; Quelle fut la portée du XIème congrès ?
2. Une voie belge au socialisme ? (1954-1967) (pp. 41-82)
L’«inoubliable» année 1956 ; Le Mouvement Communiste International en crise ; Le XIIIème congrès du Parti communiste de Belgique ; La «Grève du siècle» ; La scission grippiste ; Une embellie ? ; Le XVIème congrès, les socialistes et la démocratie ; «A propos d’un procès» ; Un parti belge ?
3. Le Printemps de Prague et la crise du Mouvement Communiste International (1967-1969) (pp. 83-106)
La conférence de Karlovy Vary (avril 1967) ; Le Printemps de Prague ; Mai 68 et les communistes ; Le congrès d’Ostende : solidarité et critique ; Les conséquences de l’expérience tchécoslovaque ; La conférence mondiale de Moscou ( juin 1969).
4. Le Rassemblement des Progressistes (1969-1974) (pp. 107-128)
L’Appel de Léo Collard ; Le XXème congrès du PCB ; Les promesses de l’UDP ; Le modèle français ; L’unité du parti en danger ?; Le destin de l’UDP.
5. Une voie nouvelle au communisme ? (1974-1976) (pp. 129-146)
La conférence de Bruxelles des PC d’Europe capitaliste ; Les dissensions ne sont pas apaisées ; Gramsci en question ; De Lisbonne à Helsinki.
6. La longue route vers l’eurocommunisme (1976-1978) (pp. 147-208)
Un nouveau concept ?; « Notre Parti et l’Union Soviétique » ; Le PCF et le socialisme aux couleurs de la France ; Le XXVème congrès du PCUS ; La rupture est-elle consommée ? ; L'eurocommunisme sur les fonds baptismaux ; La conférence de Berlin (juin 1976) ; Critiques plutôt que solidaires ; Le sommet de Madrid (mars 1977) ; « ‘Eurocommunisme’ et état » ; Ce qui change en Flandre ; « L’eurocommunisme est une réalité positive ».
7. Une pratique de l’eurocommunisme ? (1978-1981) (pp. 209-236)
La dissidence et l’eurocommunisme en question ; L’eurocommunisme devant le XXIIIème congrès du PCB ; Les dernières illusions de l’eurocommunisme ? ; Le PCB vu de l’extérieur ; Détour par l’Afghanistan ; La révolte des eurocommunistes ; Les interrogations flamandes.
Epilogue : Les dernières illusions (pp. 237-244)
Conclusions générales (pp. 245-256)
Annexes (pp. 257-271) – Notes (pp. 273-327) - Index (pp. 329-336) – Bibliographie (pp. 337-356)
BIBLIOGRAFIA GRAMSCIANA
O projecto da Fundação Gramci é descrito nestes termos:
La Bibliografia gramsciana on line è un database pienamente interrogabile, sulla base di criteri bibliografici internazionali.
Il database include, corregge e integra i titoli già compresi nei volumi Bibliografia gramsciana: 1922-1988; Bibliografia gramsciana: Supplement Updated to 1993.
La banca dati conta attualmente oltre 15.000 titoli e comprende per la prima volta anche le pubblicazioni delle opere di Gramsci, sia in italiano che in traduzione (volumi e anticipazioni di brani apparsi per la prima volta su periodici).
Gli utenti possono compiere ricerche libere o guidate, con l’ausilio di Vocabolari e filtrare i risultati ottenuti.
maio 22, 2005
UMA NOVA PÁGINA PARA O ESTUDO DO COMUNISMO ESPANHOL
Estudios sobre la historia del movimiento comunista en España é um sítio espanhol semelhante aos EsC e que contém fontes. bibliografia , e pequenas notas de estudo. Uma ligação permanente passará a fazer parte da coluna à esquerda.
maio 20, 2005
GUIA DA HISTÓRIA DAS ESQUERDAS BRASILEIRAS
Esta página sobre a história das esquerdas no Brasil é um instrumento de trabalho indispensável para os interessados. Uma ligação permanente passará a fazer parte da coluna à esquerda.
O seu autor Prof. Ricardo Figueiredo de Castro é autor de vária bibliografia sobre o assunto, que inclui:
"A Frente Única Antifascista (FUA) e o antifascismo no Brasil (1933-1934)", Topoi, Rio de Janeiro, setembro de 2002,
“Os intelectuais trotskistas nos anos 30”, Daniel Reis Filho. (org.) Intelectuais, História e Política: séculos XIX e XX. Rio de Janeiro, Ed. Sette Letras, 2000
“As resistências dos povos à partilha do mundo” , Jorge Ferreira, Daniel Aarão Reis Filho, Celeste Zenha, O século XX. vol 1: o tempo das certezas, Rio de Janeiro, Record, 2000. (Em co-autoria com Andréa Facina)
«As esquerdas e o processo constituinte brasileiro de 1933-34: projeto e ação política», História Social, Revista dos Alunos da Pós-Graduação em História da Unicamp, Campinas, 2 (1), 1996
maio 19, 2005
NOVA PUBLICAÇÃO: Chapters in the History of Communist and Socialism (CHOCS)
About CHOCS
CHOCS is a new, online journal which focuses on the history of communism and socialism, with no geographical or chronological limits.
The sudden collapse of the Soviet bloc in 1989-91, the rapid transition from communism to capitalism in the last two decades, and the decline elsewhere of communist, socialist and revolutionary movements with or without a genuine popular base, has meant that these societies and movements, once an important factor in world politics, have a history to be written; and one that can, in present circumstances, be more easily written.
Our journal, Chapters in the History of Communist and Socialism (CHOCS), aims to be a forum for the analysis of the history of these movements, presenting the latest findings of researchers from all parts of the world – in particular from formerly closed societies where archival research is now more feasible, but also taking the opportunity to give a voice to those who participated in, or observed, such movements.
Whilst particularly encouraging work on the history of communism and socialism in the 20th century, we will also encourage submission of work on earlier historical periods, written from theoretical or historical perspectives. We do not wish to confine ourselves simply to those states of the former 'communist bloc', important as their experience is - articles on (for example) aspects of the communist and socialist experience in the USA or France, UK or Australia, South Africa or Indonesia will be welcome.
CHOCS will deal with ideas as well as organisations, with theory as well as practice; in short, with communism and socialism in its many manifestations.
Within this broad historical and geographical remit, we particularly hope to analyse some of the less familiar periods, events and figures in the history of communist and socialist movements, and contributions that fit this remit are welcome.
We should emphasise that CHOCS is completely non-sectarian and open to authors of all political persuasions who have interesting or original contributions which fit the journal’s remit. Naturally, as an academic journal we will not accept contributions which use racist, sexist or generally inappropriate language.
Our intended audience is not only academics but anyone with a general interest in the subject matter; and our authors will include academics, but also others who have a contribution to make to the understanding of the experience of socialism and communism.
CHOCS will consist of a twice-yearly journal, run by an Editorial Board, published as an online journal on this website. The journal will feature articles (peer-reviewed), reviews, research notes and notes on work in progress, memoir pieces, biographical notes.
The website will include the current issue of the journal, the journal archive, and notes from the Editorial Board.
We encourage you to submit manuscripts to the editors at : chocsjournal@hotmail.com
April 2005
Editors
Patrick Goode, Paul Wingrove,
London.
Editorial and advisory board
Patrick Goode, Paul Wingrove (Greenwich, UK), Robert Benewick (Sussex, UK), Lavinia Betea (Bucharest, Romania), Hua Qingzhao (Tianjin, China), Kate Hudson (London South Bank, UK), Rick Simon (Nottingham Trent, UK).
abril 04, 2005
CRÍTICA AO DICIONÁRIO NO FEMININO
A ausência ou presença de mulheres nos governos e na política provoca ciclicamente um debate que reflecte uma já longa história da intervenção no espaço público em função do género. É um debate cheio de armadilhas pelo que ganha com a distanciação histórica, agora que os “estudos femininos” começam a ter um cada vez maior peso na academia.
A recente publicação de um Dicionário no Feminino (Séculos XIX-XX) pelos Livros Horizonte deveria retratar a evolução do papel das mulheres na vida pública, entendida em sentido lato, no publicismo, na escrita, no associativismo e na política, em geral, ou como feministas, mulheres preocupadas com os problemas das mulheres e reivindicando uma visão feminina do mundo. Quando comprei o Dicionário, com o seu volume de 900 páginas e 3000 entradas, observadas de passagem na livraria, pareceu-me tudo bem. Gosto de dicionários e enciclopédias, cronologias e bibliografias e sei quanto é raro em Portugal as pessoas dedicarem-se a um trabalho que é muitas vezes e em primeiro lugar, trabalho para os outros. Era com grande contentamento que via sair um dicionário desta dimensão, não só porque facilita o trabalho de investigação, a outros e a mim, que lido com literalmente milhares de nomes quase sem identificação, como também porque sei o esforço que é preciso para fazer uma obra destas e o seu interesse cientifico e cívico.
Depois comecei a folhear o dicionário e a procurar determinadas entradas que me pareciam óbvias. Comecei por Irene Lisboa. Nada. Uma a seguir à outra, todas óbvias, e nada. Seria talvez da ordem alfabética a partir do primeiro nome, uma bizarria que eu pensava que as dificuldades de consulta ao Dicionário Bibliográfico do Inocêncio deveriam ter vacinado todos os organizadores de dicionários. Descobri depois que as razões de tal ordenação, que dificulta e muito a consulta, são ideológicas, ou seja destinam-se a “recuperar a identidade feminina não a fazendo depender do apelido”. Tenho muita dificuldade em saber se há mais sexismo em chamar-se Maria da Anunciação ou em usar um apelido suspeito de pertencer ao marido. Aliás o Dicionário lida mal com os maridos, variando na sua identificação ou não por critérios que dificilmente se compreendem, do mesmo modo que ilude as uniões de facto mesmo quando são públicas e se alude aos filhos que delas resultaram. Por exemplo, para militantes comunistas, Vírginia Moura aparece como casada com Lobão Vital, enquanto se omite que Alda Nogueira viveu com Sérgio Vilarigues, a cujo filho se alude. Num e noutro caso, o conhecimento do companheiro é relevante.
Seja como for não se justifica complicar a consulta de um dicionário, muito mais agora que, com as tecnologias informáticas ao dispor, é completamente injustificado que não haja pelo menos uma dupla remissão entre o primeiro e o último nome. Sabia lá se uma Correia, que eu conhecia como Antónia, era Maria Antónia ou Ana Maria Antónia, ou Joana Antónia. Ficava sempre com a sensação que deveria lá estar, eu é que não encontrava o nome certo. O problema é que não estava, nem ela, nem muitas mulheres com um papel importante no século XX português.
No endereço na rede do projecto encontrei a lista das cerca de três mil entradas, o que me permitiu começar a fazer procuras sem receio de me enganar e assim confirmar omissão sobre omissão injustificada, sem ter que ler o dicionário de fio a pavio para encontrar um nome. A análise desta lista revela a principal debilidade do Dicionário , o carácter desconexo da lista de entradas, fazendo coexistir o extremo detalhe com critérios erráticos de inclusão e exclusão.
A questão está pois na concepção do dicionário, numa metodologia desequilibrada quanto à inclusão dos nomes e, por fim, na ausência, na esmagadora maioria das entradas, de qualquer trabalho suplementar de investigação que torne útil o dicionário como dicionário. Este organiza a informação do que já se sabe, tem entradas desenvolvidas para as mulheres mais conhecidas, algumas novas entradas, cuja qualidade não está em causa na sua maioria, mas quanto às mulheres menos conhecidas é pouco mais do que uma listagem, sem que nada o justifique. Na minha casa, numa hora e com meia dúzia de livros acessíveis a todos, só com base em índices onomásticos, poderia facilmente acrescentar muita informação àquilo que seis dezenas de investigadores não conseguiram encontrar.
Lendo-se o prefácio e as notas metodológicas, excessivamente defensivas vê-se que os responsáveis têm consciência que o Dicionário está longe merecer o título e percebe-se porque razão se chegou a este resultado. Uma coisa fundamental num dicionário é o critério inicial de inclusão de nomes. Por exemplo: incluir todas as mulheres que escreveram em revistas ou publicaram livros, ou todas as mulheres com funções políticas (deputadas, procuradoras à Câmara Corporativa, membros de direcções partidárias), por aí adiante. Fazem-se listas completas – um dicionário desta envergadura tem que trabalhar com listas completas – e depois acrescentam-se outras listas com outros critérios. Este critério pode ser mitigado pela relevância tendo em conta os limites da edição em papel e ser complementado por uma base de dados em linha. Não foi esse o critério seguido e o resultado parece inacabado ou apenas principiado.
Este Dicionário vive acima de tudo de alguns trabalhos anteriormente publicados e que lhe facilitaram a vida. É o caso do estudo de Ivone Leal sobre as revistas femininas, uma das contribuições básicas para as listagens de colaborações na imprensa. Depois vive de algumas listas de membros (como da Liga Republicana das Mulheres Portuguesas), assinaturas em abaixo-assinados, listas de correspondência , que fornecem milhares de entradas e que são, sem dúvida, a matéria prima, mas apenas a matéria prima. Essas listas não são tratadas: por exemplo, quem fez a entrada de Stella Correia Ribeiro não sabia que este era o nome de Stella Piteira Santos, ou, no caso de Maria Clementina Ventura, nunca recorreu ao arquivo da PIDE para saber quem era. Ambas aparecem como meros nomes numa lista e nada mais se procurou saber. Se era para ficar assim não valia a pena editar em livro, bastava a listagem electrónica e adiar a sua publicação até haver mais substância.
Na área que conheço melhor, a da política oposicionista, o Dicionário é pouco útil apesar do seu título genérico e enganador, e a intenção expressa de retratar o “emergir das mulheres na vida da sociedade”. Lá vem uma lista detalhada de entradas sobre congregações religiosas, organizações republicanas e maçónicas mas muito pouco sobre organizações políticas de mulheres depois de 1926. Onde está o Movimento Democrático das Mulheres e os seus percursores? Onde está a Associação Feminina Portuguesa para a Paz, cujas listas são usadas, mas que não tem entrada autónoma como organização? Onde está a Obra das Mães para a Educação Nacional, ou o Movimento Nacional Feminino?
A maçonaria está particularmente representada, em contraste com a decisiva área do comunismo e das organizações “unitárias” a que, no fundo, pertencia o Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas na década de quarenta. Pensei ao princípio que isso se devia a uma exclusão total, mas a presença de nomes dispersos e desgarrados na sua importância – Alda Nogueira, Virgínia Moura, Nina Perdigão, Irene Castro, Catarina Eufémia – contrasta com a completa ausência de Luísa Paulo, Aida Paulo, as irmãs Ferreira, Maria Machado, Helena Magro, Maria Luísa Costa Dias, Cecília Areosa Feio, Carolina Loff, Cândida Ventura, Fernanda Paiva Tomás, Dalila Rocha, Manuela Câncio, por aí adiante. A relevância de algumas destas mulheres está em terem sido dirigentes políticas quando mais nenhuma mulher fora do regime o era: Loff despachou com Manuilsky e Dimitrov, ou seja o topo da Internacional Comunista, abaixo de Staline; Machado era uma activa militante esperantista, Georgete e Sofia Ferreira dirigiram áreas de trabalho no PCP, Cândida Ventura foi um mito da clandestinidade nos anos cinquenta, sobre a qual se escreveram poemas, tendo como autores, entre outros, Mário Dionísio. Várias destas mulheres escreveram livros onde a condição feminina está bem presente, mas não estão representadas num Dicionário que faz entradas para uma ignota colaboradora do Almanaque das Damas e bem. O que está mal não são essas entradas, são as omissões.
As publicações da oposição, em particular as comunistas mas não só, são totalmente ignoradas. Como é possível fazer uma história das mulheres portuguesas no século XX esquecendo publicações como as 3 Páginas para as Camaradas das Casas do Partido e a Voz das Camaradas, documentos únicos não só para a história política como também para o estudo da mentalidade? Essas publicações eram escritas por mulheres e para as mulheres, e funcionárias do PCP como Cândida Ventura, Alda Nogueira, Fernanda Paiva Tomás tiveram aí um papel importante. Nem sequer hoje se coloca o problema do acesso visto que o arquivo da PIDE/DGS as contém, como aliás muita outra informação que parece ter sido negligenciada. Uma mulher que aderisse ao Conselho Nacional das Mulheres na década de quarenta tinha muitas probabilidades de ser fichada na PIDE, como aliás acontecera com os nomes da Associação Feminina Portuguesa para a Paz.
Para um amador de dicionários, custa reconhecer este resultado insuficiente, tanto mais que havia condições excepcionais para se ir muito mais longe. Apoiado por tudo o que é instituição, a Fundação Calouste Gulbenkian, a Assembleia da República, a Fundação para a Ciência e Tecnologia, o Instituto Camões e a Comissão Para a Igualdade e os Direitos das Mulheres, foi preparado por uma enorme equipa universitária com mais de sessenta pessoas. Seria injusto ignorar que muito do que lá está tem relevância e interesse. O problema é o que não está lá e nenhum critério justifica que não esteja. O problema não é com muitas das entradas é com o dicionário em si. Por isso, o Dicionário é em parte uma oportunidade perdida e como estas oportunidades não abundam é pena que esta se tenha desperdiçado.
março 29, 2005
BIBLIOGRAFIA
março 10, 2005
NOVO VOLUME DE POLITICAS DE LA MEMÓRIA

Políticas de la Memoria
Anuario de Investigación del CeDInCI
Buenos Aires, diciembre de 2004, 192 p.
SUMARIO
»EDITORIAL
Dossier: En torno a las representaciones del pasado reciente
Alejandra Oberti / Roberto Pittaluga, Temas para una agenda de debate en torno al pasado reciente.
Ana Amado, El documental político como herramienta de historia.
Federico Lorenz, Pensar los setenta desde los trabajadores.
Dossier: Utopías tardías, entre Europa y América Latina
Robert Paris Utopía y ciencia en el imaginario socialista.
Tony Burns, Marxismo y ciencia ficción. Un homenaje a la obra de Úrsula K. Le Guin.
Adriana Petra, La utopía del individuo integral o el mito de la Arcadia sudamericana. Anarquismo, eugenesia y naturismo en el Viaje al país de Macrobia.
Laura Fernández Cordero, Una utopía amorosa en Colonia Cecilia.
Documento: Giovani Rossi, Un episodio de amor en la Colonia Cecilia.
Dossier: Militancia y vida cotidiana en los 60/70
Alejandra Oberti, La moral según los revolucionarios.
Alejandra Ciriza/Eva Rodríguez, Militancia, política y subjetividad. La moral del PRT-ERP.
Documento: Luis Ortolani, Moral y proletarización.
Dossier: El Club alemán socialista Vorwärts y los orígenes del movimiento obrero argentino (1882-1901)
Horacio Tarcus, Entre Lassalle y Marx. Los exiliados alemanes en la Argentina de 1890 y la recepción del socialismo europeo.
Jessica Zeller, Entre la tradición y la innovación. La experiencia del Vorwärts en Buenos Aires.
Documento: Augusto Kühn, Apuntes para la historia del movimiento obrero socialista en la República Argentina.
Ideas y figuras de la izquierda argentina
H. T., Simón Radowitzky y Salvadora Medina Onrubia. Anarquismo y Teosofía.
Simón Radowitzky, Catorce cartas inéditas de S. Radowitzky a S. Medina Onrubia.
Martín Bergel, Mariana Canavese y Cecilia Tossounian, Práctica política e inserción académica en la historiografía del joven Laclau.
Claudia Bacci, Las políticas culturales del progresismo judío argentino. La revista Aporte y el ICUF en la década de 1950.
Vida del CeDInCI
Catálogos del CeDinCI:
Graciela Karababikian (ed.):
Catálogo de movimientos sociales de Argentina y
Adriana Petra (ed.):
Los socialistas argentinos a través de su correspondencia.
Microfilmación 2004/ Ediciones digitales
III Jornadas de Historia de la Izquierda: Los exilios en la historia argentina y latinoamericana
Reseñas críticas
Daniel Paradeda, a propósito de Silvia Licht, Agustín Tosco y Susana Funes, historia de una pasión militante/ Analía Minteguiaga, sobre Maristella Svampa y Sebastián Pereyra, Entre la ruta y el barrio. La experiencia de las organizaciones/ Damián López, a propósito de Roberto Bardini, Tacuara. La pólvora y la sangre, y Daniel Gutman, Tacuara. Historia de la primera guerrilla urbana argentina/ Guillermo David, sobre Gustavo Plis-Sterenberg, Monte Chingolo. La mayor batalla de la guerrilla argentina/ Laura Fernández Cordero, a propósito de Louis Auguste Blanqui, La eternidad por los astros/ Gabriel Lerman, sobre Beatriz Sarlo, La pasión y la excepción/ Andrés Bisso, a propósito de Tulio Halperin Donghi, La República imposible (1930-1945)/ Ernesto Bohoslavsky, sobre Sandra McGee Deutsch, Las derechas. The Extreme Right in Argentina, Brazil and Chile, 1890-1939/ Mauro Spagnolo, a propósito de Federico Neiburg y Mariano Plotkin (comp.), Intelectuales y expertos. La constitución del conocimiento social en Argentina/ Emmanuel N. Kahan, sobre Daniel Lvovich, Nacionalismo y Antisemitismo en la Argentina, y de Graciela Ben-Dror, Católicos, Nazis y Judíos. La Iglesia Argentina en tiempos del Tercer Reich.
Con ilustraciones de Manuel Kantor
fevereiro 10, 2005
NOVO NÚMERO DE COMMUNIST HISTORY NETWORK NEWSLETTER
Indíce de Communist History Network Newsletter, Issue 17, Autumn 2004
Editors' introduction
Announcements
British Communists in the DNB
New 'Communist Lives' series
Sally Belfrage papers
Socialist History Journal website
Research Notes
Women in the early CPGB: sources in the Bodleian Library', Matthew Worley
Thesis Reports
'The Communist Party of the United States and the Communist International, 1919-1929', Jacob A Zumoff
'The Politics of Working Class Communism in Greece, 1918-1936', Anastasis Ghikas
'West European Communism, Proletarian Internationalism and the Czechoslovak Crisis of 1968-1969: A Comparative Study of the Italian and French Communist Parties', Maud Bracke
'"The Past is Ours": The Political Usage of English History by the British Communist Party, and the Role of Dona Torr in the Creation of its Historians' Group, 1930-56', Antony Howe
Features
'Aksel Larsen and the CIA', Steve Parsons
'A House on Chausseestrasse', Archie Potts
fevereiro 08, 2005
NOVO NÚMERO DE AMERICAN COMMUNIST HISTORY
Foi publicado mais um número da revista American Communist History, cujo indíce a seguir se reproduz:
King, William F. "Neoconservatives and 'Trotskyism.'" _American Communist History_ 3, no. 2 (December 2004).
Lichtenstein, Alex. "In the Shade of the Lenin Oak: 'Colonel' Raymond Robins, Senator Claude Pepper, and the Cold War." _American Communist History_ 3, no. 2 (December 2004).
Nash, Michael. "Communist History at the Tamiment Library." _American Communist History_ 3, no. 2 (December 2004).
Schmidt, Mária. "Noel Field -- The American Communist at the Center of Stalin's East European Purge: From the Hungarian Archives." _American Communist History_ 3, no. 2 (December 2004).
Reviews in _American Communist History_, vol. 3, #2 December 2004
Berghahn, Volker Rolf. _America and the Intellectual Cold Wars in Europe:
Shepard Stone Between Philanthropy, Academy, and Diplomacy_. Princeton, N.J.:
Princeton University Press, 2001. Reviewed by Petra Goedde.
Cohen, Ronald D. _Rainbow Quest: The Folk Music Revival and American Society, 1940-1970_. Amherst: University of Massachusetts Press, 2002. Reviewed by Barbara L. Tischer.
Doherty, Thomas Patrick. _Cold War, Cool Medium: Television, McCarthyism, and American Culture_. Film and Culture. New York: Columbia University Press, 2003. Reviewed by Richard M. Fried
Engerman, David C. _Modernization from the Other Shore: American Intellectuals and the Romance of Russian Development_. Cambridge, Mass.: Harvard University Press, 2003. Reviewed by Walter Hixson.
Hirsch, Jerrold. _Portrait of America: A Cultural History of the Federal Writers’ Project_. Chapel Hill: University of North Carolina Press, 2003.
Reviewed by Catherine A. Stewart
Horton, Myles. _The Myles Horton Reader: Education for Social Change_. Edited by Dale Jacobs. Knoxville: University of Tennessee Press, 2003. Reviewed by James Smethurst
Johnson, David K. _The Lavender Scare: The Cold War Persecution of Gays and Lesbians in the Federal Government_. Chicago: University of Chicago Press, 2004. Reviewed by Ellen Schrecker.
Pfannestiel, Todd J. _Rethinking the Red Scare: The Lusk Committee and New York’s Crusade Against Radicalism, 1919-1923_. New York: Routledge, 2003.
Reviewed by M. J. Heale.
Silber, Irwin. _Press Box Red: The Story of Lester Rodney, the Communist Who Helped Break the Color Line in American Sports_. Philadelphia: Temple University Press, 2003. Reviewed by Joseph Dorinson.
Woods, Jeff. _Black Struggle, Red Scare: Segregation and Anti-Communism in the South, 1948-1968_. Baton Rouge: Louisiana State University, 2004. Reviewed by Bonnie Stepenoff.
dezembro 31, 2004
BIBLIOGRAFIA SOBRE O PCP E A OPOSIÇÃO - 2004
A Bibliografia de 2004 está a encerrar. Agradecem-se todas as indicações de omissões.
* «As greves de 8 e 9 de Maio de 1944 - Por aí passou o que hoje somos», O Militante, 270, Maio/Junho 2004
[Artigo da redacção de O Militante com a colaboração do GES, seguindo-se a transcrição do artigo publicado em O Militante, nº 29, Maio de 1944]
* Ilda Soares de Abreu, "Isabel do Carmo" [Entrevista], Faces de Eva, 12, 2004
* Afonso de Albuquerque, "A Medicina traída", Público, 17/4/2004
[Sobre os médicos da PIDE.]
* Manuel Alegre, Rafael, Lisboa, Dom Quixote, 2004
[Obra de ficção autobiográfica sobre a clandestinidade e o exílio.]
*António Almeida, "Peniche - a Frustração de Uma Visita pela Nossa História", Público, 10/5/2004
* J. Almeida / A. Machiavelo, José Morgado: in memoriam, (2004)
*São José Almeida, "Libertado pela PIDE para Morrer ", Público, 6 de Março de 2004
[Depoimento de Albertina Diogo sobre a morte de Guilherma da Costa Carvalho.]
*São José Almeida, "PCP, 83 Anos ", Público, 6 e 7 de Março de 2004
[Depoimento autobiográfico de Albertina Diogo.]
*São José Almeida, "Como membro do PCP não pretendo prestar quaisquer declarações" , Público, 3/4/2004
[Entrevista a Teresa Dias Coelho.]
*São José Almeida, "O rádio está avariado", Público, 18/4/2004
[Depoimento de Francisco Martins Rodrigues sobre a sua prisão.]
*São José Almeida, "A história e as estórias de Maria Isabel Hahnemann Saavedra de Aboim Inglez", Público, 26 e 27/12/2004
*São José Almeida, "Cartas manifesto de mulheres na prisão de Caxias", Público, 20/11/2004
[Cartas enviadas por um grupo de mulheres presas em 1961.]
* Álvaro Guerra . Exposição Razões e Liberdade, Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, 2004
*Armando Guebuza - Um Pouco de Si. Fotobiografia, Porto, Texto Editora, 2004
*Rosa Asneiros, Resistência, Lisboa, Dom Quixote, 2004
[Obra de ficção sobre a resistência comunista com referências a Álvaro Cunhal e Dinis Miranda]
*Maria João Avillez, Conversas com Álvaro Cunhal e Outras Lembranças, Lisboa, Temas e Debates, 2004
*Ana Barradas, As clandestinas, Lisboa, Ela por Ela, 2004
*Manuela Bernardino, «Fascismo nunca mais», O Militante, 270, Maio/Junho 2004
*Isabel Braga, Entrevista a Irene Pimentel, Público, 2/4/2004
[Conclusões do trabalho de investigação sobre a PIDE.]
*Isabel Braga, "Aprendizes do trabalho sujo do regime", Público, 1/4/2004
[Sobre a preparação dos agentes da PIDE.]
* António Caeiro, "A peregrinação vermelha", Expresso, 27/3/2004
[Elementos sobre os maoistas portugueses.]
* Gustavo Carneiro / Isabel Araújo Branco, "Um luta de 48 anos contra o fascismo. A heróica resistência", Avante!, 8/4/2004
[Entrevista com José Vitoriano.]
* Ana Margarida de Carvalho, "Amanhãs que (ainda) cantam", Visão, 8/4/2004
[Sobre a adaptação televisiva de um livro de Cunhal]
* Mário de Carvalho, "Autobiografia. Outrora agoras", Jornal de Letras, 15/9/2004
* Centenário do Nascimento de Armindo Rodrigues 1904-2004. "Voz Arremessada ao Caminho", Museu do Neo-Realismo, 2004
* CIDAC, A Cor das Solidariedades pela Justiça e Equidade nas Relações Internacionais. 30 Anos do CIDAC, Lisboa, CIDAC, 2004
* João Bénard da Costa, "Os 80 anos de Mário Soares", Público, 3/12/2004
*Orlando da Costa, Vocações Evocações, Lisboa, Caminho, 2004
*Nuno Crato, "Um físico discreto", Expresso, 21/2/2004
[Sobre Manuel Valadares, cientista e militante comunista.]
*José Craveirinha, Poemas da Prisão, Porto, Texto Editora, 2004
* Sílvia Souto Cunha, "O revolucionário discreto", Visão, 17/6/2004
[Sobre Nuno Teotónio Pereira,arquitecto, oposicionista, fundador de Direito à Informação (1963-9), participante na acção da Capela do Rato e preso político libertado em 25 de Abril.]
* Marta Curto, "Teatro a seis tempos", Público, 28/9/2004
[Sobre teatro e censura.]
* Da Resistência à Liberdade em Vila Franca de Xira, Museu Municipal de Vila Franca de Xira, 2004
* José Fanha (Org.), De Palavra em Punho. Antologia da Resistência de Fernando Pessoa ao 25 de Abril, Porto, Campo das Letras, 2004
*Fernando Piteira Santos - Português, Cidadão do Século XX, 2004
*Eugénio Monteiro Ferreira (Introdução e notas), Cartas de Maria Lamas, Porto, Companhia das Letras, 2004
*Manuel de Pinho Ferreira, A Igreja e o Estado Novo na Obra de D. António Ferreira Gomes, Porto, Fundação SPES, 2004
* Maria Antónia Fiadeiro, "Maria Antónia Palla, feminista e jornalista (Notas para uma biografia)", Faces de Eva, 12, 2004
* José Farinha. Galeria de Exposições da Biblioteca Municipal de Vila Franca de Xira, 2004
* Juventude Socialista, Juventude Socialista. 30 Anos de Estórias de Portugal e do Mundo, 2004
* Paulo Lima, O Fado Operário no Alentejo. Séculos XIX-XX. O Contexto do Profanista Manuel José Santinhos, Sons da Tradição, 2004
* Filipa Sousa Lopes, Movimentos da Oposição em Famalicão (Dos finais da década de vinte aos anos cinquenta), Famalicão, Editoraausencia, 2004
* João Madeira, "A morte e o mito nos campos do Sul", História, 66, Maio 2004
[Sobre Catarina Eufémia.]
* João Madeira, "Bolchevização, funcionários clandestinos e identidade no PCP", Revista de História das Ideias, Vol. 25, 2004
* Teresa Martins Marques, "Camila Miguéis, Cem anos. Uma testemunha do século", Jornal de Letras, 21/1/2004
* Dalila Cabrita Mateus, A PIDE/DGS na Guerra Colonial 1961-1974, Lisboa, Terramar, 2004
*António Melo, "Morreu Ângela Vidal - Uma rebelde com causas", Público, 16/3/2004
*António Melo, "O "Império" das Publicações Europa-América". Público, 14/4/2004
*António Melo, "O adeus de Lyon de Castro, o "pequeno grande homem" das Publicações Europa-América". Público, 14/4/2004
* António Melo, "Emídio Guerreiro." (Entrevista), Público, 5/9/2004
*João Mesquita, "O comunista íntimo", Grande Reportagem, 20/11/2004
[Sobre Fernando Piteira Santos.]
* Armando Morais, "O trabalho do PCP para a Revolução", O Militante, 269, Março Abril 2004
*Maria da Piedade Morgadinho, «A Conferência de Abril há 75 anos - Reorganização para a clandestinidade», O Militante, nº270, Maio/Junho 2004
* António Modesto Navarro, Prisão e Isolamento em Caxias, Lisboa, Editorial Avante!, 2004
* José Neves, «A Imaginação da Nação na Historiografia Comunista Portuguesa», Ler História, 46, 2004
* Nuno San-Payo, Galeria de Exposições da Biblioteca Municipal de Vila Franca de Xira, 2004
*Maria José Oliveira, "O meu pai foi toda a vida um lutador", Público, 9/5/2004
[Recordações autobiográficas de Luisa Irene Dias Amado, incluindo uma memória de seu pai Luis Dias Amado.]
*José Pacheco Pereira, "Lyon de Castro, Piteira Santos, o "Ler" e o PCP", Público, 15/4/2004; 22/4/2004
*Manuel Pedro, Sonhos de Poeta, Vida de Revolucionário, Lisboa, Edições Avante, 2004
* "A perda dos nossos colegas: J. Morgado e P. Abrantes", Gazeta da Matemática, 146, Janeiro 2004
[Depoimentos sobre a vida e obra de José Morgado.]
* Micael Pereira, "Como sobrevivi à tortura do sono", Sábado, 30/7/2004
[Testemunho de Crisóstomo Teixeira, preso em 1964.]
*Pomar Autobiografia, Lisboa, Assírio e Alvim, 2004
*Pomar XVI Desenhos Com um Texto de Mário Dionísio + Desenhos da Prisão e Outros Inéditos, Artemágica, 2004
* Alexandre Pomar, com a colaboração de Natália Vital e de Rosa Pomar, Júlio Pomar - Catalogue raisonné I (1942-1968), Paris, Editions de la Difference, 2004
*Luiz Francisco Rebello, O Passado na Minha Frente, Lisboa, Parceria António Maria Pereira, 2004
*Recordando José Rabaça 1926-1998, Edeline, 2004
*Miguel Urbano Rodrigues, O Tempo e o espaço em que Vivi. II - Revolução e Contra-Revolução na América Latina, Porto, Campo das Letras, 2004
*Fernando Rosas, Portugal no Século XX (1890-1976)- Pensamento e Acção Política, Editorial Notícias, 2004
*Fernando Rosas / Pedro Aires Oliveira (Coordenação), A Transição Falhada. O Marcelismo e o fim do Estado Novo (1968-1974), Lisboa, Editorial Notícias, 2004
[Incluí um estudo de João Madeira sobre as "Oposições de esquerda e a extrema-esquerda". ]
*Fernando Vieira de Sá, Cartas na Mesa. Recordando Bento de Jesus Caraça e a «Biblioteca Cosmos», Almada. Moinho de Papel, 2004
*António José Saraiva, Crónicas, Lisboa, Quidnovi, 2004
* Andreia Sanches, “Filhos de clandestinos portugueses na URSS”, Pública, 8/8/2004
*José Augusto Seabra, De Exílio em Exílio I - Resistências e Errâncias (1953-1963), Porto, Folio Edições, 2004
* Torcato Sepúlveda, "O padre que enfrentou Salazar", Grande Reportagem, 14/8/2004
[Sobre o padre Abel Varzim.]
*Maria Augusta Silva, "O homem que editou "escritores malditos", Diário de Notícias, 12/4/2004
[Sobre Francisco Lyon de Castro.]
* Casimiro Simões, "Da serra da Lousã à Serra Maestra", Grande Reportagem, 21/8/2004
[Biografia de Adelino Mendes, participante na revolta dos marinheiros de 1936, exilado, e depois activo na revolução cubana.]
* Armando Teixeira, "Greve da CUF do Barreiro em 1943 - "A paralização de braços caídos", Jornal do Barreiro, 27/2/2004
* Clara Teixeira, "O jogo de futebol que enganou a censura", Público, 18/3/2004
[Sobre a utilização de um relato de futebol para dar a conhecer a rendição dos militares das Caldas da Rainha.]
* Margarida Tengarrinha, Quadros da Memória, Lisboa, Edições Avante¸2004.
* Clara Viana, "Felizmente, não tomamos o poder", Público, 5/8/2004
[Sobre o MRPP.]
* Sérgio Vilarigues, "Ida para Angra", Alentejo Popular, 4/3/2004
* Sérgio Vilarigues, "Um homem feliz em luta" (Entrevista) , Avante!, 23/12/2004
dezembro 09, 2004
BIBLIOFILIA - RETRATO DE UMA AVENTURA INTELECTUAL A DOIS
Leonor Curado Neves (Edição), António José Saraiva e Óscar Lopes: Correspondência , Lisboa, Gradiva, 2004
Este é um grande livro, uma obra ímpar no meio das centenas de inutilidades que se publicam todos os meses. Dois amigos para a vida toda, que começam o seu trabalho intelectual na patrulha ortodoxa da dissidência na Vértice dos anos cinquenta, contra Mário Dionísio e Cochofel (veja-se o meu artigo sobre Lyon de Castro), escrevendo a História da Literatura Portuguesa a duas mãos e depois trocando cartas num diálogo intelectual sem par no século XX. Saraiva foi-se afastando do marxismo e saiu do PCP, Lopes ficou fiel ao PCP, mas ambos discutem o trajecto político e ideológico do seu tempo, à medida que acontece o Maio de 68, e a crise da URSS, ao mesmo tempo que toda a história da cultura portuguesa, Camões, Fernão Lopes, Bernardim, Oliveira Martins, Pessoa, Agustina, tudo. Acontecimentos como esta correspondência, são únicas na nossa vida intelectual.
novembro 11, 2004
The International Newsletter of Communist Studies, Vol. X (2004), no 17
Encontra-se em linha o último número da The International Newsletter of Communist Studies, com quem os Estudos sobre o Comunismo têm um acordo de colaboração, e que são referidos numa nota da publicação. O sumário deste número é o seguinte:
THE INTERNATIONAL NEWSLETTER OF COMMUNIST STUDIES
IX (2004), NO 17
Table of Contents
Section I: The Newsletter of the Newsletters: Communist Studies Newsletters – New Issues
• Communist History Network Newsletter, Manchester, U.K.
• Estudos sobre o Comunismo, Lisbonne, Portugal
• Newsletter of Historians of American Communism, Washington D.C.
• HNet Discussion Network: H-HOAC. History of American Communism, Washington D.C:
• LabNet The European Network of Labour Historians.
• International Institute of Social History. News Service
• Aktuelles aus der DDR-Forschung, Berlin
• International Association of Labour History Institutions. IALHI News Service, Amsterdam
• The International Newsletter of Communist Studies Online, Update 17/1
Section II: Archival Problems, Files, Institutions, Projects
• The Comintern Archives are Opening up to Research. The "hidden" archives. By K. Anderson
(RGASPI) and T. Doorn-Moisseenko (IDC Publishers).
• The Computerization of the Comintern Archives. Microform publications of IDC Publishers
• Charles Kecskeméti, Secretary General, INCOMKA: Presentation of the Comintern Archives Project
to The Bureau of the Steering Committee for Culture of the Council of Europe, Strasbourg, 15 march
2004.
• INCOMKA Presentation at the International Congress on Archives.
• Directory of Publications about INCOMKA and Press File on CD-ROM: A 750 pages Directory
• Comintern Archives: Files of the Communist Party of Japan (CPJ).
• The International Committee for the Computerization of the Komintern Archives (INCOMKA):
Directory of the Digitised Files and Opisi of the Comintern Archives Integrated in the INCOMKA
Database.
• Robert Otte, Berlin: Terror von der Spitze. Forschungsnotiz zu den "Stalinschen Erschießungslisten"
auf CD-ROM und im Internet.
• Fritz Keller, Vienna: Bucharins Instruktionen an die diplomatischen Vertretungen der Sowjetunion.
• Nouveaux fonds darchives: Les archives de la Ligue des droits de l’homme 1898-1940.
Section III: Projects - Work in progress
• Constance Micalef: L'Internationale des marins et des dockers (IMD) - Die Internationale der
Seeleute und Hafenarbeiter (ISH). These en préparation à l'Université de Paris I.
• Joachim Schröder, Universität Düsseldorf: Im Schatten des Weltkrieges: Die Ruhrbesetzung 1923.
• Die Komintern und China. Forschungen auf der Grundlage neu erschlossener Quellen aus den
Archiven der KPdSU, der Komintern und der Profintern, Berlin
• Harald Jentsch, Karben: Promotion zum "Deutschen Oktober 1923".
• Jean-François Fayet, Geneva: Die Gesellschaft der Freunde der Sowjetunion (Projekt)
• Alexandra Ramm-Biographie abgeschlossen (Julijana Ranc).
• Comintern and India, Sovanlal Datta Gupta, Calcutta (Project).
• Geschichte der Roten Gewerkschafts-Internationale, Reiner Tosstorffs Monographie
• Sowjetunion und Spanischer Bürgerkrieg, neues Buch von Frank Schauff.
• Thälmann in der DDR-Erziehung (René Börrnert).
Section IV: Materials and Studies
Section IV.1: Biographical
• Gleb Albert, Köln; Bernhard H. Bayerlein, Mannheim: Der einzige Franzose, der den blutigen Säuberungen der Komintern zum Opfer fiel? Zur Biographie von Maurice Genrichovic Albert.
• Joachim Krüger, Berlin: Zur Terrorwelle gegen China-Spezialisten in der Sowjetunion und der Komintern.
Section IV.2: Regional Studies
Issue X (2004), no 17 5
• Gabor Szekely, Budapest: Hungarians in the Comintern. Some results of a research project.
• Lazar S. Chejfec, Viktor Chejfec, St. Petersburg: Die Komintern und Lateinamerika. Die Geburt einer kontinentalen Internationale.
• Bernhard H. Bayerlein, Mannheim: Geschichtsmythos Hamburger Aufstand - Thälmann und das Ende einer Ursprungslegende.
Section V: New Publications - Reports and Reviews
• Gounot, André: Die Rote Sportinternationale 1921-1937. Kommunistische Massenpolitik im
europäischen Arbeitersport, Münster-Hamburg-London, 2002.
• Andreu, Maurice: L'Internationale Communiste contre le Capital 1919-1924. Ou comment
empoigner l'adversaire capitaliste? Paris, 2003.
• Hermann Weber, Andreas Herbst: Deutsche Kommunisten. Biographisches Handbuch 1918 bis
1945, Berlin, 2004.
• Schafranek, Hans; Tuchel, Johannes (eds.): Krieg im Äther. Widerstand und Spionage im Zweiten
Weltkrieg, Wien, 2004, von Rudolf Holzer, Mödling.
• Kirsti Salmi-Niklander, Itsekasvatusta ja kapinaa, Helsinki 2004. By Tauno Saarela, Helsinki.
• "Zertvy politiceskogo terrora v SSSR" ("Opfer des politischen Terrors in der UdSSR"), hg. von der
Internationalen Gesellschaft "Memorial" e.a., 3. Aufl., Moskau: Zven'ya, 2004. Doppel-CD-ROM.
• Kuljic, Todor: Mastering the Past. Causes and Ways of Changing the Image of the History at the
End of the 20th Century (Prevladavanje proslosti. Uzroci i pravci promene slike istorije krajem XX
veka), Belgrade, 2002. A Review by Avgust Lesnik, Ljubljana.
• Richard Lourie. Sacharow. Biographie. Aus dem Englischen von Norbert Juraschitz. München, 2003.
Rezensiert von Wolfgang Schlott.
• O. W. Kuusinen ja Neuvostoliiton ideologinen kriisi vuosina 1957-1964, Helsinki, 2003. By Tauno
Saarela, Helsinki.
• Castin-Chaparro, Laure: Puissance de l'URSS, misères de l'Allemagne. Staline et la question
allemande, 1941-1955, Paris, 2002. Rezensiert von Gerhard Wettig.
• Taline Ter Minassian: "Le Komintern et les Balkans", in Matériaux pour l'histoire de notre Temps
2003, n°71, pp. 62-70.
• Georg Herbstritt, Helmut Müller-Enbergs (eds.): Das Gesicht dem Westen zu... DDR-Spionage
gegen die Bundesrepublik Deutschland, Bremen, 2003. Von Gerhard Wettig.
• Nicolas Naif: L'eurocommunisme en Belgique, Bruxelles, 2004.
• Rolf Steininger: Der Kalte Krieg, Frankfurt am Main 2003, 128 p. Von Gerhard Wettig.
• Peter Huber, Lazar Cheifec, Victor Cheifec: La Internacional comunista y América latina, 1919-
1943. Diccionario biografico, Barcelona 2004.
• Ursula Langkau-Alex: Deutsche Volksfront 1932–1939. Zwischen Berlin, Paris, Prag und Moskau.
Band 1: Vorgeschichte und Gründung des Ausschusses zur Vorbereitung einer deutschen Volksfront,
Berlin, Akademie-Verlag, 2004. Band 2: Geschichte des Ausschusses zur Vorbereitung einer
deutschen Volksfront, 2004. Band 3: Dokumente, Chronik und Verzeichnisse, 2004.
• Tânja Puschnerat: Clara Zetkin. Bürgerlichkeit und Marxismus. Eine Biographie, Essen, 2003.
• Claude Pennetier; Bernard Pudal (eds.): Autobiographies, autocritiques, aveux dans le monde
communiste, Paris, Belin, 2002. Brigitte Studer, Berthold Unfried, Irène Hermann (eds.): Parler de
soi sous Staline. La construction identitaire dans le communisme des années trente, Paris, Editions
de la Maison des Sciences de l’Homme, 2002. Recension par Claudie Weill, Paris.
Section V: International Meetings and Conferences Concerning Communist Studies
Section VI: Historical Communist Studies – New publications sent in or notified. Der Redaktion zugesandte oder bekannt gewordene Neuerscheinungen zur historischen Kommunismusforschung. Update: 2003. Compiled by Bernhard H. Bayerlein.
Section VII: Directory of Periodicals for Historical Communist Studies and Connected Areas (Conventional, Electronic Journals, Newsletters, Discussion Lists, Bulletins).
Section VIII: Links-Links-Links. An Updated List of Interesting Websites for Communist Studies.
Section IX: Miscellaneous
outubro 15, 2004
TRABALHOS SOBRE O COMUNISMO EM LINHA
- Jim Prickett, Communists and the Communist Issue in the American Labor Movement, 1920-1950
(Unpublished Ph.D. dissertation, UCLA Dept. of History, 1975)
- Bertrand Hamelin, "Le Parti communiste dans le Calvados de 1920 à 1939"
(Rédigé à partir de : Bertrand Hamelin, Le Parti communiste dans le Calvados des origines à 1946, 428 pages, soutenu à l'université de Caen en novembre 1994 )
agosto 29, 2004
INTERNATIONAL NEWSLETTER OF COMMUNIST STUDIES - Número 17
Encontra-se aqui o número 17 da The International Newsletter of Communist Studies, dedicado á publicação de materiais inéditos sobre revolução alemã de Outubro de 1923.
agosto 26, 2004
PÁGINA PESSOAL DE JOHN EARL HAYNES
O historiador do comunismo americano John Earl Haynes tem uma página pessoal com instrumentos de trabalho fundamentais para a história do comunismo, incluindo uma extensa bibligrafia. (American Communism and Anticommunism: A Historian's Bibliography and Guide to the Literature)
agosto 25, 2004
AMERICAN COMMUNIST HISTORY 3
Saiu um novo número da revista dos historiadores do comunismo americano, de que se publica o índice:
_American Communist History_ 3, no. 1 (June 2004).
Essays:
Lichtman, Robert M. "Louis Budenz, the FBI, and the 'list of 400 Concealed
Communists': An Extended Tale of McCarthy-Era Informing."
Zieger, Robert H. "The Evolving Cold War: The Changing Character of the Enemy Within, 1949-63."
Notes and Documents
Filardo, Peter Meyer. "United States & Comparative Communist History:
Bibliography 2003."
Perry, Jeffrey B. "Pseudonyms: A Reference Aid for Studying American Communist History."
Essay-Reviews:
Devinatz, Victor G. "Shades of Red: The Leninist Left and the Shaping of the 20th -Century US Trade Union Movement." Review essay on Stepan-Norris and Zeitlin's _Left Out_, Donninger and Donninger's _Not Automatic_, and Le Blanc and Barrett's _Revolutionary Labor Socialist_.
Hill, Rebecca. "Re-Evaluating the CPUSA's Answer to the Woman Question." Review essay of Weigand's _Red Feminism_.
Reviews:
Berghahn, Volker R. Review of Richmond's _Cultural Exchange and the Cold War_.
Coker, Jeffrey W. Review of Lyons' _The People of this Generation_.
Knight, Nathaniel. Review of Patenaude _The Big Show in Bololand_.
Lyons, Paul. Review of Coker's _Confronting American Labor_.
Steege, Paul. Review of Smith's _Kidnap City_.
Stewart, Jack. Review of Shachtman's _"Race and Revolution_.
Whitfield, Stephen J. Review of Haynes and Klehr's_ In Denial_.
Zahavi, Gerald. Review of Barrett's _William Z. Foster_.
Communications
Karetzky, Stephen. Comment of Steilow's review of Karetzky's _Not Seeing Red_.
McDaniel, Dennis K. and Katherine A.S. Sibley, exchange on Sibley's "Soviet-Military-Industrial Espionage."
agosto 14, 2004
Fernando Vieira de Sá - CARTAS NA MESA (Memórias de Bento Jesus Caraça)
Foi publicado um livro de memórias de Fernando Vieira de Sá, colaborador de Bento de Jesus Caraça na Biblioteca Cosmos.
A obra é editada pela Moinho de Papel, que assim apresenta o seu autor:
FERNANDO VIEIRA DE SÁ, Cartas na Mesa. Recordando Bento de Jesus Caraça e a «Biblioteca Cosmos»
O primeiro objectivo desta obra foi publicar a correspondência que o autor dirigiu a Bento de Jesus Caraça, propondo-lhe a inclusão na «Biblioteca Cosmos» de uma secção sobre «Produção e Indústria Animal». Mas acabou por resultar em algo mais vasto. Aqui se fala, numa linguagem viva e plena de sábia ironia, dos tempos de estudo e de bombardeamentos em Inglaterra, de encontros com António Ferro no SNI, Bernardino Machado em Mantelães e António Aleixo e Tossan no sanatório de Covões, da Coimbra da Universidade, da Vértice e da Coimbra Editora, das vivências em Aveiro durante e após a II Guerra Mundial, das recordações dos tempos românticos da aviação na Escola de Aviação Naval de S. Jacinto, do desastre no bota-abaixo da Nau Portugal, construída para a Exposição do Mundo Português, do desenrascanço lusitano e da má qualidade do queijo nacional, do iletrismo das classes dirigentes, dos encontros e recontros provocados por uma vida norteada por valores avessos ao oportunismo, à corrupção, ao servilismo acéfalo e à ganância de todos os tempos.
Trata-se de um precioso documento de alguém que atravessou o século XX e se mantém, quase a completar noventa anos de vida, a sonhar e a acreditar que o impossível pode, em cada dia, tornar-se possível. Em Viagem ao Correr da Pena, a editar também na colecção «Percursos da Memória», Vieira de Sá revelar-nos-á os caminhos de uma vida que percorreu mundos e culturas de vários países da Europa, África, Ásia e Américas, detendo-se mais detalhadamente no seu querido México, onde viveu durante alguns anos.
FERNANDO VIEIRA DE SÁ nasceu em Lisboa em 1914. Médico veterinário, licenciou-se na Escola Superior de Medicina Veterinária e tirou o curso de Medicina Sanitária do Instituto Superior de Higiene Dr. Ricardo Jorge. Foi bolseiro do Instituto para a Alta Cultura no National Institute for Research in Dairyng e na Universidade de Reading, em Inglaterra.
Fez parte dos quadros técnicos da Direcção-Geral dos Serviços Pecuários e da Junta Nacional de Produtos Pecuários. Exerceu funções de consultor técnico na FAO, Organização para a Alimentação e Agricultura das Nações Unidas, tendo assessorado programas de desenvolvimento e produção em vários países. Dirigiu a secção de Indústrias Lácteas do Instituto Nacional de Investigação Industrial e, como investigador-coordenador, assumiu a direcção do Departamento de Tecnologia de Indústrias Alimentares do Laboratório Nacional de Engenharia e Tecnologia Industrial.
Foi secretário-geral da Sociedade Portuguesa de Ciências Veterinárias, director da Revista de Ciências Veterinárias e colaborador assíduo de revistas e jornais. Participou activamente em diversos simpósios e congressos, nacionais e internacionais, de Biotecnologia, Leitaria e Produção Animal.
Publicou, entre outras obras,
O Leite na Alimentação Humana, Cosmos, 1945;
Os Derivados do Leite na Alimentação e na Indústria, Cosmos, 1945;
Lechería Tropical, Unión Tipográfica Editorial Hispano-Americana, México, 1965 / La Habana (edição revolucionária), 1967;
As Vacas Leiteiras, Clássica Editora, 7ª ed., 1988;
O Leite e os seus Produtos, Clássica Editora, 5ª ed., 1988;
A Cabra, Clássica Editora, 2ª ed., 1990;
O Leite em Lisboa. História do Seu Abastecimento, Clássica Editora, 1991;
O Reino da Estupidez nos Caminhos das Fome. Memória de Tempos Difíceis, Cosmos, 1996.
ISBN 972-99081-0-9
MOINHO DE PAPEL
livros e multimédia
Apartado 51 | Cova da Piedade | 2801-901 Almada | tel 21 255 74 30 | fax 21 255 74 50 | moinho.papel@netvisao.pt
Edição: Moinho de Papel
Colecção Percursos da Memória, nº 1
1ª edição:Abril de 2004
176 pp., 140 230 mm.
PVP (IVA incluído): 1,00 €
Prefácio de Manuel Machado Sá Marques
COMMUNIST HISTORY NETWORK NEWSLETTER 16
Segue-se o índice:
RESEARCH NOTE, Willie Thompson, on 'Draft Report for Party EC of YCL EC Discussion on Twentieth Congress of the CPSU'
THESIS REPORT, Philip Bounds, "British Communism and the Politics of Literature, 1928-1939"
REVIEW ESSAY, Kevin Morgan, "Recent work on French and Belgian communism"
REVIEWS: Cyrille Guiat, _The French and Italian Communist Parties:Comrades and Culture_, reviewed by Stephen Hopkins
Matthew Worley (ed), _In Search of Revolution: International Communist Politics in the Third Period_, reviewed by Brian Pearce .
Isaiah Berlin, _The Soviet Mind: Russian Culture under Communism_, reviewed by Philip Bounds .
julho 24, 2004
ACTIVIDADES DO CERMTRI
Voici quelques informations sur l'activité du CERMTRI :
Prochaines publications :
Cahiers du CERMTRI:
le numéro 113 ("la révolution russe de 1905") est paru,
le numéro 114 ("Italie 1919-1920, situation révolutionnaire ?") sortira le 30 septembre 2004
Cahiers du Mouvement ouvrier :
le numéro 24 paraîtra le 15 septembre 2004
le numéro 23 est paru en mai dernier,
Prochaines conférences :
9 octobre 2004 : "les anarcho-syndicalistes dans la lutte des classes"
27 novembre ou 4 décembre : "sous le signe de la croix potencée,
christianisme social et corporatisme" Autriche 1934 - 1939"
Inscriptions auprès du CERMTRI, par téléphone (01 44 83 00 00) ou par mail (cermtri@wanadoo.fr)
Nouvelles collections : suite à un contrat avec la BDIC, le CERMTRI a reçu en dépôt une collection d'environ 1200 photographies originales sur l'URSS, de 1930 à 2000. Cette collection sera consultable sur place.
Sentiments les meilleurs,
Pierre Levasseur
Site web du CERMTRI
junho 10, 2004
NOTAS SOBRE CIFRAS, SIGLAS, RUBRICAS, ABREVIATURAS, SINAIS DE IDENTIFICAÇÃO E PSEUDÓNIMOS USADOS PELO PCP NA CLANDESTINIDADE – 2- SINAIS DE IDENTIFICAÇÃO DOS MEMBROS DA DIRECÇÃO NOS DOCUMENTOS DE CONTABILIDADE (1957?1958?)
= Sérgio Vilarigues / "Amílcar"
= Jaime Serra / "Freitas"
= Joaquim Pires Jorge / "Gomes"
= "Narc." , "Narciso"?
= Júlio Fogaça / "Ramiro"
NOTAS SOBRE CIFRAS, SIGLAS, RUBRICAS, ABREVIATURAS, SINAIS DE IDENTIFICAÇÃO E PSEUDÓNIMOS USADOS PELO PCP NA CLANDESTINIDADE – 1- SIGLAS USADAS NA ASSINATURA DE “INFORMAÇÕES” (INÍCIO DOS ANOS SESSENTA)
As “Informações” dos funcionários do PCP, enviadas ao CC e circuladas entre os funcionários, são uma das fontes mais importantes sobre o quotidiano português dos anos da ditadura ainda por estudar. No seu conjunto, contém uma massa enorme de dados que a censura impedia de chegar aos jornais, incluindo elementos sobre lutas sociais, boatos, prisões, actuação da PIDE, conversas, etc. Eram parte importante do serviço de informações interno do PCP. Estas “informações”, originalmente dispersas e caóticas, conheceram uma primeira normalização desde 1953, com a estabilização de títulos definidos que permitem séries. No final dos anos cinquenta, dá-se uma segunda normalização dos títulos com a criação de séries como “Político”, “Orientação”, “Conspirativo”, “Repressão”; “Guerra colonial”, “Lutas de massas”, etc . A este título de série seguia-se um outro subtítulo detalhado. Exemplos típicos de “informações” são os seguintes:
G., Informações políticas / Reunião dos candidatos em Leiria, 17 Outubro 1961
G., Lutas / - Na Leonesa foram recolhidas assinaturas para pedir que as operárias recebessem subsídio de férias, 10 Setembro 1961
GCA, Informações / Conspirativo / O inspector da PIDE Raul Rosa Porto Duarte foi transferido,Janeiro 1963
SI., Guerra Colonial / Ouvi, ocasionalmente, duas mulheres, com familiares em Angola,27 Setembro 1961
Si., Informações Políticas / Em Castelo de Paiva (distrito de Aveiro) os serviços do Exército, 15-6-1961
GCD, Informações - Conspirativo / Consta que os rádios táxis estão ligados à judiciária, 22 Fevereiro 1963
Embora nem todas fossem datadas, com a generalização do seu uso, passaram a ter data e, nalguns casos, a ter uma sigla ou abreviatura identificando o funcionário seu autor. A lista que se segue inclui um conjunto de abreviaturas e siglas utilizadas entre 1960 e 1965, essencialmente usadas nas “informações”. Exclui outras abreviaturas, normalmente do pseudónimo, utilizadas para documentos internos sem o carácter de “informação”. Esta lista é uma primeira aproximação ao problema da decifração destes documentos, necessariamente muito incompleta, e que será actualizada e corrigida regularmente.
LISTA
AO - ?
Ax. – “Alexandre” - Carlos Lança de Morais
G – Funcionário que controla o sector intelectual do Porto (Norte) ; Fernanda de Paiva Tomás ?
GB – Funcionário que actua nas Beiras em 1963; informações sobre Aveiro, Covilhã, Tramagal, etc.
GCA - Usada em “Informações” conspirativas , em 1962-3
GCB- ?
GCC -Usada em “Informações” conspirativas, em 1963.
GD – “Guedes” - Armando Myre Dores
HB - Rogério de Carvalho
HC - Luis Madeira Rodrigues
HG – Nuno Alvares Pereira
IC - ?
ID - ?
IE - ?
IF - ?
J(b) - ?
JB - ?
JM - “Jaime”
JR - ?
L – “Leiria” - Luis Madeira Rodrigues
MA - ?
MB - ?
MC - ?
Md – “Mendes” - Rogério de Carvalho
MD - ?
MO – “Moreira” – Nuno Alvares Pereira
MR – “Moreira” – Nuno Alvares Pereira
NA - Rogério de Carvalho
NB – Ilídio Esteves
NC - ?
ND - Luis Madeira Rodrigues
NE – Nuno Alvares Pereira
NG - Gaspar Ferreira
NT - Angelo Veloso
OB - ?
OC - ?
Q - ?
R - ?
SI – Funcionário no Porto e no Norte em 1960- sector intelectual e estudantil: mulher ?
TB – Funcionário que actua no Norte em 1961; informações do sector operário, e dos pescadores do Porto.
Um - ?
maio 25, 2004
ARTIGOS DE HISTORIA ACTUAL ON-LINE
A revista electrónica Historia Actual On-line têm vários artigos com interesse para os Estudos:
Bruno Groppo, "Exilés et réfugiés. L'évolution de la notion de réfugié au XXe siècle". Historia Actual On-Line, 2 (2003)
Alfonso Pinilla García, "El asesinato de Carrero Blanco en la prensa. Desinformación, ruido y silencio". Historia Actual On-Line, 3 (2004)
Enrique Coraza de los Santos, "El exilio uruguayo en España: imagen y realidad.". Historia Actual On-Line, 4 (2004).
Júlio Prada Rodríguez, "Memoria 'da longa noite de pedra'. La represión franquista en Ourense (1936-1939)". Historia Actual On-Line, 4 (2004)
maio 12, 2004
NOVA ACTUALIZAÇÃO DA BIBLIOGRAFIA DE 2004
Foram feitas novas entradas na bibliografia sobre o PCP e a oposição, com publicações saídas em 2004.
maio 10, 2004
LANÇAMENTO DE LIVRO SOBRE HUMBERTO DELGADO
A Fundação Humberto Delgado informa que o livro El otro caso Humberto Delgado: Archivos policiales y de información, de Juan Carlos Jiménez Redondo, será lançado no auditório da Fundação Mário Soares, na próxima Quarta-feira, 12 de Maio, pelas 18:30.
NOTA SOBRE A BIBLIOGRAFIA DO PCP E DA OPOSIÇÃO - 2004
maio 08, 2004
O ALGARVE E O ESTADO NOVO
Um estudo de Joaquim Manuel Vieira Rodrigues intitulado "O Algarve e o Estado Novo (1932-1939)" pode ser consultado em linha aqui.
maio 02, 2004
CATÁLOGO DE LIVROS PROIBIDOS E OUTROS SOBRE O 25 DE ABRIL
Está em linha o catálogo do alfarrabista In-Libris , intitulado Letras de Liberdade, que inclui muitos dos livros proibidos antes do 25 de Abril e outras edições relativas à luta pela liberdade.
maio 01, 2004
MATERIAIS SOBRE O 25 DE ABRIL NOS BLOGUES
Faz-se aqui uma pequena recolha de elementos, testemunhos e outras textos que apareceram nos blogues sobre o 25 de Abril. Os elementos referenciados não são sobre a revolução de 25 de Abril em geral, mas sim sobre a sua relação com a luta da oposição e do PCP. A mais ampla recolha de textos aparecidos nos blogues sobre o 25 de Abril encontra-se em Aqui Posto de Comando.
Do blogue Barnabé
Textos e fotografia de Casimiro Ribeiro sobre o 25 de Abril em Caxias.
“Muito antes disso, o meu pai cantava-nos uma canção que para mim era uma canção infantil “Se eu fosse carpinteiro casava com uma ceifeira...” e que acabava mais ou menos assim “cinquenta de ditadura. Arre porra que é demais”, o meu avô ficava muito zangado com o meu pai e nós achávamos que era por causa do “arre porra”.(Isabel Prata)
“A minha recordação do 25 de Abril (à data do qual eu tinha 11 anos, já era consciente) é de um vizinho ter vindo visitar o meu pai, logo de manhã, às 8 horas, e dizerem "parece que agora isto vai". Ainda me lembro perfeitamente desta frase.”(Luís Lavoura)
O meu avô chamava-se José Ferreira
Nascido a 25 de Abril de 1910, viveu grande parte da sua vida debaixo de um regime opressivo onde a Liberdade não existia.
Fruto das circunstâncias e como aconteceu a tantos milhares de Portugueses, a escolha dos ideais de esquerda foram uma opção inevitável.
Foi preso várias vezes por ser dirigente sindical e levantar a voz em defesa de direitos básicos dos trabalhadores, sendo forcado a abandonar a esposa e os 4 filhos por períodos breves mas cheios de incerteza e preocupação.
O dia 25 de Abril de 1974, data do seu 65o aniversario, foi concerteza o dia
mais feliz da sua vida.(…) O meu avô chamava-se José Ferreira e nasceu 2 vezes a 25 de Abril. E eu todos os dias o recordo.(Rui Ferreira)
“O tio Elias!!! Militante do Partido Comunista, “bon vivant” e sempre com uma piada provocatória na ponta da língua. Grande dinamizador das comissões democráticas eleitorais e grande “pichador” de paredes e afins. “Abaixo o regime. Viva a Liberdade” valeram-lhe ficha na PIDE, várias noites a dormir de pé nos calabouços da esquadra de Alcains e um bilhete de ida para a guerra. O Padre Álvaro, seu irmão e tio do João, safara-o sempre. Por descargo de consciência, dizia. Lembrava-se da frase que, segundo o seu pai, o tio Elias disse ao Tio Álvaro logo após o 25 de Abril: “Olha, agora sou eu que te posso safar. Não te preocupes e diz aos teus amigos para não se preocuparem. A liberdade é para todos, irmão” (Rodion)
Confissões revolucionárias
"Nasci numa família de camponeses migrados para Lisboa nas décadas de 50 e 60. Poucos tinham mais do que a "instrução primária", mas a aldeia ribatejana de onde vieram tinha uma tradição republicana, oposicionista e de esquerda com raízes no início do século XX. Um dos meus tios foi preso diversas vezes, uma delas por participar em comemorações reviralhistas do 5 de Outubro, e mais tarde por suspeitas de pertencer ao Partido Comunista Português. Na verdade a única prova encontrada em casa dele havia sido um cabeçalho do Avante! que por azar tinha ficado esquecido, já não sei se debaixo de um colchão. O resto das coisas – cassetes, livros, etc. – tinha já sido enterrado num quintal insuspeito uns meses antes. Tudo isso tinha, contudo, pouquíssima importância, até porque o juiz que o condenou dormiu durante praticamente o tempo todo do julgamento. No fim abriu os olhos e proferiu as sentenças. O meu tio apanhou dois anos de prisão.
Em 1972, quando eu nasci, esse meu tio estava preso no forte de Peniche. No dia 15 de Agosto desse ano, com pouco mais de quinze dias, os meus pais levaram-me à cadeia para que ele pudesse ver o seu novo sobrinho. A minha mãe conta com orgulho que a dado momento os outros presos pediram aos familiares que se afastassem para que pudessem ver aquele recém-nascido enquanto ela me mudava as fraldas numa mesa ali mesmo no parlatório. Alguns daqueles presos estavam ali há anos; ver um bébé era ver um sinal da vida lá fora. Ou talvez, como eram comunistas, estivessem apenas a pensar no pequeno-almoço." (Rui Tavares)
Do blogue A Verdade da Mentira
Boicote à aula
Meses antes da Revolução que pôs termo à ditadura em Portugal, a Faculdade de Direito de Lisboa estava a ferro e fogo (como muitas outras na Universidade, o Técnico, por exemplo): Greves, boicotes às aulas, polícia, identificação de estudantes, meetings feitos à pressa a incitar à greve geral contra os chumbos e o sistema de ensino, reuniões de alunos interrompidas pelas matracas dos gorilas, prisões e espancamentos de alunos.
Os primeiros dias na Faculdade para os caloiros – especialmente os que, como eu, jovens e despolitizados, vinham de um Liceu na pasmaceira da província – eram feitos de espantos e curiosidades irreprimíveis perante tal ambiente.
Junto à mata densa que, nessa época, rodeava a Cidade Universitária havia sempre várias carrinhas azul-escuro estacionadas. Era a polícia de choque. O poiso preferido deles era por detrás da Faculdade de Letras, meio escondidos entre o arvoredo. De longe avistávamos os polícias e o brilho metálico dos cassetetes presos à cintura. Passavam ali os dias à espera de serem chamados, ao mínimo sinal de agitação dos estudantes, e irem a correr para as faculdades bater e prender os alunos suspeitos ou revoltosos.
À entrada de Direito, no cimo da escadaria, entre os portões envidraçados, passeavam-se sempre alguns gorilas, polícias-vigilantes à paisana que guardavam as faculdades e pediam a identificação aos alunos. Mostrávamos o cartão sem os olhar. Era a nossa forma de protesto. De resto, o fanfarrão exibicionismo dos corpos avantajados, as mangas arregaçadas em pleno inverno, o riso sarcástico e um não sei quê de emporcalhado e torpe nas caras de todos eles, levavam-nos instintivamente a baixar os olhos, sempre que passávamos perto.
Os gorilas tinham sido colocados nas faculdades pela PIDE-DGS, a polícia política do Estado, para espiar e denunciar os estudantes contestatários e reprimir, à bastonada e ao pontapé, se necessário, as manifestações subversivas. E, de facto, era isso que acontecia.
Direito tinha sido transformada em quartel-general e as instalações associativas confiscadas aos estudantes e ocupadas. Sabia-se que os gorilas passavam os dias a emborcar cerveja, ouvir rádio e jogar às cartas em altos berros. Às salas de aula e anfiteatros, nos andares superiores, chegavam as risadas e os gritos estridentes que atiravam uns aos outros.
Gorilas!... Quem lhe tinha posto o nome fizera-o num momento de inspiração. Famoso era o King-Kong, notório pela descomunal largura de ombros. Tinha sido estrela de cinema, Tarzan num qualquer filme de terceira classe, e apreciava sobremaneira mulheres com pêlos nas pernas, confessara, em entrevista, numa revista de actualidades que circulara de mão em mão e de aula para aula, para divertimento dos estudantes.
Um dia, no início do ano lectivo, estava sentada num recanto a conversar com uma amiga. Acercou-se de nós um colega e disse-nos, muito rapidamente, quase a falar-nos ao ouvido: Amanhã não faltem à aula de Economia Política. É importante. Vamos boicotar a aula do Martinez.
Que iria acontecer?, interrogamo-nos, a olhar uma para a outra, o coração em sobressalto.
Não faltamos à aula, claro. Ainda por cima detestávamos o cínico do professor, Director da Faculdade, que chumbava mais de oitenta por cento dos alunos. Corriam histórias sobre as orais onde o Martinez fazia as mais disparatadas e absurdas perguntas aos alunos – em que ano foi criado o Instituto Nacional de Estatística, quem esteve no funeral de Hugo Grócio, onde estão os restos mortais de Francisco Suarez, qual o número exacto de bordadeiras da ilha da Madeira.... Os alunos exorcizavam os rancores ridicularizando o conteúdo do manual, da autoria do próprio Martinez, apontando a dedo algumas passagens “iluminadas”. Uma das mais gozadas analisava a quebra de natalidade na raça branca e concluía: “...Dir-se-ia que, cansado de civilização, esgotado por um esforço de aperfeiçoamento de alguns milénios, o homem branco se recusa a realizar a sua missão de perpetuar a própria espécie.”
“Ó pá, ainda por cima, um gajo bem pode marrar a porcaria do manual de uma ponta à outra, pá, que o facho do Martinez, se lhe der na mona, trama-nos à mesma”, queixavam-se os colegas dos anos mais adiantados mas ainda com Economia, do primeiro ano, por fazer. Especialmente os rapazes, que andavam à rasca, a contabilizar os chumbos, as cadeiras em atraso, a perspectiva de lhes ser negado mais um adiamento militar e a ida para a tropa e para a guerra em África a aproximar-se em velocidade vertiginosa.
No dia do planeado boicote à aula de Economia Política, o anfiteatro estava cheio, a abarrotar. Até nos espaços laterais havia estudantes, de pé. O Professor Martinez entrou na sala, sentou-se à secretária, engravatado e superior, distante e solene. Levantou os olhos para o anfiteatro cheio em peso, fixou-os, austero, sobre a massa agitada dos estudantes e começou, devagar e com sílabas vincadas, a discursar sobre a matéria da aula.
Não demorou muito a fazer-se ouvir o som do matraquear de dedos nos tampos das carteiras. A princípio tudo se resumiu a batidas dispersas, subindo progressivamente, num crescendo ritmado que se sobrepôs à voz do professor.
Apanhado de surpresa, o catedrático levantou-se da cadeira e o barulho cessou por instantes breves.
“Abaixo a selecção burguesa”, atirou alguém no meio do anfiteatro. “Fascista”, acrescentou outra voz, aguda. “Nazi!...”, rosnavam os alunos.
De pé, as mãos hirtas sobre a secretária, o rosto congestionado, o professor fixava o anfiteatro. As palavras saíam-lhe apertadas: "Meus senhores..." Mas o matraquear de dedos recomeçou, mais intenso ainda, de mistura com o bater de sapatos no chão, e abafou-lhe a voz. Era uma sinfonia enraivecida. Os sons secos dos dedos que batiam alternavam com as vibrações pesadas dos pés que pateavam, de mistura com pancadas dispersas dadas por mãos abertas nos tampos das carteiras.
Os gorilas irromperam pelo anfiteatro de roldão, por ambas as portas, quatro e cinco de cada lado, e colocaram-se à frente da secretária do professor, em guarda, de pernas abertas, braços inchados, matracas nas mãos, a medirem os estudantes com os olhos. O catedrático, com um sorriso simuladamente calmo, disse qualquer coisa do género: “Os senhores que desejam assistir civilizadamente à aula façam favor de ficar. Os restantes, agradeço que se retirem. Eu espero... lá fora.”
Saiu vaiado por um coro de assobios agudos. Alguns gorilas subiram os primeiros degraus do anfiteatro, o peito tenso e as matracas a dançar, e muitos estudantes desataram a sair, empurrando-se uns aos outros. Um aluno pôs os braços no ar e pediu: "Colegas... vamos sair todos com calma." Um gorila fixou-o ameaçador e ele ripostou: "Estou só a pedir calma." Voltou-se para a turma, à direita e à esquerda e repetiu: "Colegas, vamos sair todos. Que não fique cá nenhum. Que não fique cá ninguém."
Não foi fácil atravessar a barreira compacta de estudantes que se amontoavam à porta do anfiteatro. Todos queriam sair mas todos queriam continuar a espreitar lá para dentro. Já estava do lado de fora quando se espalhou a notícia que os gorilas tinham desatado a bater e um estudante já estava ferido e a sangrar na cabeça com um golpe de matraca. Um grito tremendo irrompeu no burburinho agitado e ecoou pelos corredores da Faculdade: "Fim da guerra colonial. Independência às colónias".
Foi como uma onda avassaladora. Respondemos em coro, a uma só voz, em compasso repetido: "Fim da guerra colonial! Fim-da-gue-rra-co-lo-ni-al. Fim-da-gue-rra-co-lo-ni-al..."
A partir daí tudo ganhou velocidade. Os gorilas enraivecidos atirados aos estudantes, aos socos por tudo quanto era gente e sem olharem a quem. Gritos cruzados no ar, empurrões, encontrões, livros e cadernos espalhados pelo chão. Estudantes em fuga, cada um para seu lado, pelos corredores laterais, escadas abaixo e escadas acima, em direcção à saída ou ao refúgio das casas de banho, lá ao fundo. E um corpo compacto de polícias, fardados e com bastões, a entrar, em passo rápido e militar, pelo portão principal da Faculdade.
Ana
Nota: O Prof. Martinez foi saneado com o 25 de Abril. Alguns anos mais tarde voltou à Faculdade. Igual ao que sempre foi, ao que consta.
Do blogue Nelsu, uma preta
GUERRILHEIROS DAS PALAVRAS - III
.
"Considero-me legítimo herdeiro de Edmundo Bettencourt e de Menano, que são os homens do fado de Coimbra. Toda a grande música que se faz hoje e que está preocupada em não abandonar a matriz da música tradicional começou em Coimbra, dentro das universidades. A que nasceu fora das universidades desembocou numa desgraça, mas isso é outra coisa, é música de feira". O autor destas palavras é Carlos Fausto Bordalo Gomes Dias, nascido em Novembro de 1948 em pleno Oceano Atlântico, a bordo do navio Pátria que navegava entre Portugal e Angola.
Fausto, por muitos considerado o mais importante compositor vivo da música popular portuguesa, teve um início de carreira recheado de indecisões. Estudante do Instituto Superior de Ciências Sociais e Política Ultramarina (ISCSPU), é em plena vida académica que grava o primeiro 45 rotações, a que se segue o álbum homónimo, Fausto.
Em declarações proferidas à revista Flama em 1970, Fausto hesita ainda na continuidade do trabalho musical: "nunca acreditei muito na minha voz, nem ainda hoje acredito. Já pensei várias vezes na data em que vou largar "isto". (...) Dizem-me que devo continuar, mas não sei bem se será até no próximo mês de Junho que porei o ponto final. Depois, cantarei apenas para os amigos e para mim próprio".
A realidade dos factos (e dos anos entretanto passados) encarregou-se de desfazer as dúvidas do então jovem estudante. Eleito presidente da direcção da Associação dos Estudantes do ISCSPU, Fausto viu o seu nome não ser homologado no cargo pelo Ministério da Educação, em consequência de um certo comprometimento político da sua actividade musical. E, como castigo, é chamado a cumprir o serviço militar, embora possuísse todas as condições para ter um adiamento. Em resultado, Fausto recusa-se a comparecer no quartel e é considerado refractário.
Vivendo quase clandestino, Fausto faz grande parte das gravações do seu segundo LP, P'ró Que Der e Vier, em Madrid. Nele, inclui letras de Eugênio de Andrade e Mário Henrique Leiria, num todo de características políticas muito acentuadas.(…)
abril 04, 2004
ARQUIVOS DO COMINTERN ON-LINE

Por iniciativa de Electronic Archives, Moscow (ELAR) e IDC Publishers, vão estar disponíveis este Verão cerca de 1000000 de páginas de documentos dos arquivos da Internacional Comunista.
Comintern Archives Online
Expected release: summer 2004
Electronic Archives, Moscow (ELAR) and IDC Publishers started a Joint Venture that will provide online access to the Comintern Archives. This Joint Venture of IDC and ELAR will enable scholars to search an online inventory to the complete Comintern Archives of 55,000,000 pages. At start of this online service 1,000,000 pages from the Comintern Archives will be available online. The Comintern Archives online is result of a project carried out by the International Committee for the Computerization of the Komintern Archives (INCOMKA). The number of online documents will increase as a result of future projects that will be conducted in cooperation with INCOMKA and other organizations.
Background
Specifications
Related projects:
Comintern Archives
Comintern Archives: Files of the Communist Party of Japan
Comintern Archives: Files of the Communist Party of USA (CPUSA)
Communist Party of Indonesia
Peasants under Stalinism: Mentality and Way of Life
DOCUMENTOS SOBRE O PC DO JAPÃO
Está disponível uma extensa série de documentos respeitantes ao PC do Japão, incluindo materiais sobre as suas relações internacionais com o PCUS e vários outros partidos comunistas.
The Files of the Communist Party of Japan (CPJ) cover the period 1919-1941 and include extensive documentation on the relations between the Soviet Communist party and its counterparts in Japan, the Far East, Europe and America.
The collection Files of the Communist Party of Japan includes materials on:
Labor history, trade unions and youth organizations in Japan Foreign policy of the USSR in the Far East Japanese military occupation of China History of the Communist Party of Japan History of Communist groups in USA and China Collection of periodicals and newspapers
Online finding aid
This collection will be accompanied by a free online finding aid (in
Russian) at www.idc.nl/catalog/referer.php?cB3
An English finding aid will become available this summer in the online database Comintern Archives Online. This database consists of two components:
a free online inventory to the complete Comintern archives of 55,000,000 pages and the possibility to subscribe to 1,000,000 pages of the most frequently used documents.
For more information about this collection or other IDC Comintern publications, please visit www.idc.nl or contact at info@idc.nl
Willemijn Lindhout
E-mail: wlindhout@idc.nl
março 31, 2004
CONTEÚDOS DA REVISTA PENSAMENTO (1931)
No Almocreve das Petas são transcritos alguns sumários da revista socialista Pensamento para o ano de 1931. A revista foi uma das poucas publicações, ligadas ao movimento operário e socialista da I República, a sobreviver alguns anos à censura.
"Na Revista Internacional Pensamento, Ano 1, nº 11, Janeiro de 1931, refere-se o programa das Juventudes Socialistas, com fotografia de Angelino Monteiro da Silva, "principal fundador da Liga da Mocidade Socialista do Porto"; um artigo sobre a morte de Manuel Luís Figueiredo (da Fraternidade Operária, jornalista d'O Protesto, Voz do Trabalho, Partido Operário, Eco Metalúrgico e, Propaganda, O Produtor, O Setubalense e Trabalho, todos estes de Setúbal, militante do Partido Socialista, tendo sido delegado ao Congresso Internacional de Paris, companheiro de Agostinho da Silva, etc.). No Ano II, nº 14, Maio de 1931, saliente-se um texto intitulado "Dois Retratos de Lenine", por Máximo Gorki e uma curta biografia de César Porto."
março 30, 2004
NOVO LIVRO SOBRE OS COMUNISTAS FRANCESES E A RESISTÊNCIA

Foi recentemente publicado em França um novo estudo de Jean-Marc Berlière / Franck Liaigre, Le sang des communistes. Les Bataillons de la jeunesse dans la lutte armée (automne 1941), Paris, Fayard, 2004. Berlière é um especialista da história da polícia sob a ocupação alemã.
Na contracapa descreve-se o seu conteúdo:
"Les derniers moments des « 27 de Châteaubriant » montrent un grand souci de leur mémoire et de l’image qu’ils vont laisser. Leurs dernières paroles, les mots qu’ils écrivent à leurs proches, les inscriptions gravées sur les planches des cloisons de la baraque n°6 où ils furent rassemblés dans l’attente de leur supplice, tout atteste cette volonté que leur mort « serve à quelque chose », comme l’écrit Guy Môquet. On le sait, cet ultime message allait être entendu par un parti communiste qui n’a jamais cessé d’utiliser son martyre et celui de ses compagnons à des fins intéressées.
Mais ce livre est fait pour dire l’histoire – la générosité, les illusions, le sacrifice – d’autres garçons également fusillés, et pourtant absents des commémorations. Une poignée de jeunes et d’adolescents utilisés, sacrifiés, abandonnés, rejetés, traqués, interrogés, assassinés, mais encore oubliés, effacés de l’histoire ou calomniés.
Un livre qui rend leur réalité complexe à des événements occultés, triturés, dénaturés, exploités, détournés… Un livre qui entend restituer aux jeunes communistes combattants des Bataillons de la jeunesse la réalité de leur engagement avec ses difficultés, ses contradictions, ses illusions, sa générosité…
Un livre qui montre que ces fusillés que le parti n’honore ni à Châteaubriant ni ailleurs ont fait ce que les 27 n’avaient pas fait. Ils ont, eux, franchi ce pas que le parti communiste, dans une curieuse gymnastique chronologique et géographique, tait ici (Nantes, Bordeaux) pour l’exalter et s’en glorifier ailleurs (Barbès) et condamner rétrospectivement « l’attentisme » des gaullistes. Oubliant qu’avant d’appeler, en mai 1942, à « verser le sang impur de l’oppresseur et de ses valets », et avant d’écrire que « la haine est un devoir national », L’Humanité clandestine avait tenu d’autres discours dont les occupants étaient curieusement absents et dont les cibles privilégiées étaient la « ploutocratie anglo-saxonne » et ses « valets gaullistes ».
março 08, 2004
DOCUMENTOS SOBRE ÁFRICA NO MIA
No Marxist Internet Archive, o maior arquivo de textos marxistas em linha, foi acrescentado uma nova colecção de documentos intitulada Marxism and Anti-Imperialism in Africa, com textos, entre outros, de Amílcar Cabral.
março 07, 2004
HISTÓRIA POLÍTICA DE PORTUGAL NO SÉCULO XX
Está disponível em linha o artigo de Manuel Baioa, Paulo Jorge Fernandes, e Filipe Ribeiro de Menezes. "The political history of twentieth-century Portugal." , E-journal of Portuguese history Vol. 1.2 (Winter 2003):
março 06, 2004
NOVO LIVRO SOBRE O EUROCOMUNISMO NA BÉLGICA
Foi recentemente publicado na Bélgica um estudo pioneiro sobre o eurocomunismo:
Nicolas Naif , L'Eurocommunisme en Belgique. Crises et débats autour d'une voie belge au socialisme , Bruxelles, Editions CARCOB et Centre d'historie des gauches ULB, 2004
O índice do livro contém os seguintes capítulos:
TABLE DES MATIERES
1. De la participation gouvernementale au congrès de Vilvorde
(1944-1954) p. 25
La Libération et l’entrée au gouvernement ; La Guerre Froide ; Le congrès de Vilvorde, un tournant décisif ?; Quelle fut la portée du
XIème congrès ?
2. Une voie belge au socialisme ? (1954-1967) p. 41 L’« inoubliable » année 1956 ; Le Mouvement Communiste International en crise ; Le XIIIème congrès du Parti communiste de Belgique ; La « Grève du siècle » ; La scission grippiste ; Une embellie ? ; Le XVIème congrès, les socialistes et la démocratie ; « A propos d’un
procès » ; Un parti belge ?
3. Le Printemps de Prague et la crise du Mouvement Communiste International (1967-1969) p. 83 La conférence de Karlovy Vary (avril 1967) ; Le Printemps de Prague ; Mai 68 et les communistes ; Le congrès d’Ostende : solidarité et critique ; Les conséquences de l’expérience tchécoslovaque ; La conférence mondiale de Moscou ( juin 1969).
4. Le Rassemblement des Progressistes (1969-1974) p. 107 L’Appel de Léo Collard ; Le XXème congrès du PCB ; Les promesses de l’UDP ; Le modèle français ; L’unité du parti en danger ?; Le destin
de l’UDP.
5. Une voie nouvelle au communisme ? (1974-1976) p. 129
La conférence de Bruxelles des PC d’Europe capitaliste ; Les dissensions ne sont pas apaisées ; Gramsci en question ; De Lisbonne
à Helsinki.
6. La longue route vers l’eurocommunisme (1976-1978) p. 147 Un nouveau concept ?; « Notre Parti et l’Union Soviétique » ; Le PCF et le socialisme aux couleurs de la France ; Le XXVème congrès du PCUS ; La rupture est-elle consommée ? ; L'eurocommunisme sur les fonds baptismaux ; La conférence de Berlin (juin 1976) ; Critiques plutôt que solidaires ; Le sommet de Madrid (mars 1977) ; « ‘Eurocommunisme’ et état » ; Ce qui change en Flandre ; «
L’eurocommunisme est une réalité positive ».
7. Une pratique de l’eurocommunisme ? (1978-1981) p. 209 La dissidence et l’eurocommunisme en question ; L’eurocommunisme devant le XXIIIème congrès du PCB ; Les dernières illusions de l’eurocommunisme ? ; Le PCB vu de l’extérieur ; Détour par l’Afghanistan ; La révolte des eurocommunistes ; Les interrogations flamandes Epilogue : Les dernières illusions p. 237 Conclusions générales p. 245 Annexes – Notes – Index - Bibliographie
fevereiro 13, 2004
ÍNDICE DOS MATERIAIS DA IC MICROFILMADOS PELO PROJECTO INCOMKA
A partir do indíce do material microfilmado que está depositado na Biblioteca do Congresso, segue uma lista dos fundos (opisi) da Internacional Comunista pelo Projecto INCOMKA. Um total de 1,059,354 páginas de documentos (cerca de 5% do total de documentos da IC) estão microfilmados e são acessíveis em qualquer instituição que faça parte do projecto.
Fond 488 Opis 1 First Congress Comintern 922 images
Fond 488 Opis 1 Second Congress of the Comintern 5,965 images
Fond 495 Opis 1: Executive Committee of the Communist International (ECCI)
12,195 images
Fond 495 Opis 2: Presidium of the ECCI 50,319 images
Fond 495 Opis 3: Political Secretariat of the ECCI 84,072 images
Fond 495 Opis 4: Political Commission of the Political Secretariat of the ECCI 71,741 images
Fond 495 Opis 6: Small Commission of the ECCI 2,497 images
Fond 495 Opis 7: Permanent Commission of the ECCI 4,028 images
Fond 495 Opis 11: Secretariat of Wilhelm Pieck of the ECCI 27,675 images
Fond 495 Opis 12: Secretariat of Ercoli (Palmiro Togliatti) of the ECCI
14,564 images
Fond 495 Opis 13: Secretariat of Klement Gottwald of the ECCI 4,563 images
Fond 495 Opis 13a: Additional records of the Secretariat of Klement
Gottwald of the ECCI 2,251 images
Fond 495 Opis 14: Secretariat of André Marty of the ECCI 49,561 images
Fond 495 Opis 15: Florin Secretariat of the ECCI 28,482 images
Fond 495 Opis 16: Secretariat of Ottomar Kuusinen of the ECCI 13,314
images
Fond 495 Opis 17: Secretariat of Dolores Ibarruri of the ECCI 12,825
images
Fond 495 Opis 18: Secretariat of the ECCI 131,302 images
Fond 495 Opis 24: Enlarged Presidium of the ECCI 7,538 images
Fond 495 Opis 26: Orgburo (Organizational Bureau) of the Secretariat of the ECCI 4,037 images
Fond 495 Opis 27: Illegal Commission of Orgburo of the ECCI 920 images
Fond 495 Opis 28: Middle-European Secretariat (Landersekretariat) of the ECCI 21,996 images
Fond 495 Opis 29: Communist Party of Brazil 11,402 images
Fond 495 Opis 31: Scandinavian Secretariat (Landersekretariat) of the ECCI
24,002 images
Fond 495 Opis 32 Latin Secretariat (Landersekretariat) of the ECCI 31,942 images
Fond 495 Opis 35: Austrian Commissions of the Comintern 777 images
Fond 495 Opis 36: Agrarian Section of the Comintern 2,424 images
Fond 495 Opis 37: American Commissions of the Comintern 9,813 images
Fond 495 Opis 38: English Commissions of the Comintern 3,235 images
Fond 495 Opis 39: Bulgarian Commissions of the Comintern 498 images
Fond 495 Opis 40: Hungarian Commissions of the Comintern 1,215 images
Fond 495 Opis 41: Dutch Commissions of the Comintern 436 images
Fond 495 Opis 42: Indian Commissions of the Comintern 1,837 images
Fond 495 Opis 43: Italian Commissions of the Comintern 1,278 images
Fond 495 Opis 44: Chinese Commissions of the Comintern 1,577 images
Fond 495 Opis 45: Korean Commission of the Comintern 1,506 images
Fond 495 Opis 46: Reorganization Commission of the ECCI 892 images
Fond 495 Opis 47: German Commissions of the Comintern 4,329 images
Fond 495 Opis 48: Norwegian Commission of the Comintern 2,301 images
Fond 495 Opis 49: Polish Commissions of the Comintern 3,715 images
Fond 495 Opis 50: Program Commission of the Comintern 1,094 images
Fond 495 Opis 51: Trade Union Commission of the Comintern 3,686 images
Fond 495 Opis 52: Rumanian Commissions of the Comintern 3,051 images
Fond 495 Opis 53: Scandinavian Commissions of the Comintern 616 images
Fond 495 Opis 54: Ukrainian Commissions of the Comintern 955 images
Fond 495 Opis 55: French Commissions of the Comintern 4,213 images
Fond 495 Opis 56: Czechoslovakian Commissions of the Comintern 1,629 images
Fond 495 Opis 57: Swedish Commission of the Comintern 793 images
Fond 495 Opis 58: Yugoslav Commissions of the Comintern 815 images
Fond 495 Opis 59: Japanese Commissions of the Comintern 669 images
Fond 495 Opis 60: Archives of Various Commissions of the Comintern 12,913 images
Fond 495 Opis 61: Polish-Baltic Secretariat (Landersekretariat) of the ECCI
21,639 images
Fond 495 Opis 72: Anglo-American Secretariat (Landersekretariat) of the ECCI
18,272 images
Fond 495 Opis 77: Archive of correspondence and other documents about Comintern work among POWs (Second World War) 6,089 images
Fond 495 Opis 78: Editorial-Publications of the ECCI 21,677 images
Fond 495 Opis 79: Latin American Secretariat (Landersekretariat) of the ECCI
15,699 images
Fond 495 Opis 101: Latin American Secretariat (Landersekretariat) of the ECCI 5,153 images
Fond 495 Opis 102: Archive of Secretariat of D. Ibarruri 756 images
Fond 495 Opis 155: Negro Department of Eastern Secretariat the Comintern
5,468 images
Fond 495 Opis 292: Archive of German Communist Party Representatives to the ECCI 14,118 images
Fond 495 Opis 293: ECCI on the Communist Party of Germany 14,138 images
Fond 496 Opis 1: Magazine The Communist International 10,071 images
Fond 497 Opis 1: Bulletins and Materials of the Press Office of the Amsterdam Bureau of the Comintern 982 images
Fond 497 Opis 2: Correspondence with Communist parties of the Amsterdam Bureau of the Comintern 1,000 images
Fond 498 Opis 1: Vienna Bureau (Southeast) of the Comintern 4,431 images
Fond 499 Opis 1: West European Bureau of the Comintern 6,164 images
Fond 500 Opis 1: Caribbean (and Central American) Bureau of the Comintern
1,029 images
Fond 502 Opis 1: Southern Bureau of the Comintern 3,108 images
Fond 504 Opis 1: Statistics and Information Institute (Varga Bureau) in Berlin of the ECCI 56,584 images
Fond 506 Opis 1: Cooperative Section of the ECCI 22,746 images
Fond 508 Opis 1: Protocols of the Delegation of the Communist Party of the Soviet Union in the ECCI 3,940 images
Fond 508 Opis 2: Correspondence and other documents of the Delegation of the Communist Party of the Soviet Union in the ECCI 484 images
Fond 508 Opis 3: Correspondence and other documents of the Delegation of the Communist Party of the Soviet Union in the ECCI 2,251 images
Fond 526 Opis 1: Fond (Personal Papers) of E. Thalmann 7,704 images
Fond 531 Opisi 1: Orders, correspondence and documents of sectors and the landersecretariats of the Comintern's International Lenin School 21,417 images
Fond 531 Opisi 2: Documents of the parties, young Communist leagues,and unions with the Comintern's International Lenin School 7,972 images
Fond 538 Opisi 1: Congresses and conferences of International Workers Relief
1,762 images
Fond 538 Opisi 2: Archive of Russian Famine Relief and International Workers Relief 15,974 images
Fond 538 Opisi 3: Documents and other materials of International Workers Relief 32,318 images
Fond 540 Opis 1: International Federation of Revolutionary Theaters 13,790 images
Fond 540 Opis 3: International Federation of Revolutionary Theaters 392 images
Fond 541 Opis 1: International Secretariat of Proletarian and Revolutionary
Writers (International Federation of Revolutionary Writers) 2,806 images
Fond 542 Opis 1: Anti-Imperialist League 7,831 images
Fond 543 Opis 1: International Antifascist Organizations 5,448 images
Fond 543 Opis 2: International Antifascist Organizations: International Women's Committee Against War and Fascism 4,749 images
Fond 551 Opis 1: Leipzig trial 5,848 images
Fond 615 Opis 1: Personal Papers of William Z. Foster 11,168 images
Total images 1,059,354
In addition to digitized scanned images, Incomka included a digitized comprehensive electronically text-searchable database of the Comintern collections at RGASPI. The database is an edited electronic version of the printed finding aids (which total more than 20,000 pages of archival descriptions) allowing rapid computer searches using file descriptors, key words, and personal or organizational names. The database allows rapid location of file descriptions of all of the files containing more than twenty-million pages of the Communist International records at RGASPI. The Incomka data base will be searchable in both Cyrillic alphabet Russian and Latin alphabet English.
A search will result in citations [fond-opis-delo (collection-inventory-file)] of every file description where the search terms occur as well as the description of that file with its title and keywords. If a search "hit" is on a file included among the scanned images, the documents in that file can be immediately called to the screen.
(H-NET Network on American Communism)
fevereiro 01, 2004
NOVA ACTUALIZAÇÃO DA BIBLIOGRAFIA
(A Bibliografia foi "puxada" para o dia 31 de Dezembro para facilitar a consulta.)
Vanessa de Almeida - ANTÓNIO MARIA MARQUES E A HISTÓRIA OPERÁRIA DO BARREIRO
Nasceu em 1915 no Barreiro. Em 1932, inicia a sua actividade política, integrando a 2ª célula da Juventude Comunista do Barreiro. De 1933 a 1935 viria a ser responsável pela Juventude Comunista do Seixal.
Em Janeiro de 1935 é preso no Barreiro, sendo posteriormente transferido para a esquadra do Calvário e depois para a sede da PVDE. Esteve durante 15 dias em regime de incomunicabilidade todavia, aquela polícia não conseguiu reunir elementos para constituir um processo.
Em termos profissionais, entrou com 12 anos para a CUF como aprendiz de torneiro mecânico. Viria a prefazer 41 anos ao serviço da Companhia, sendo agraciado com as medalhas de bons serviços e de mérito no trabalho.
António Maria Marques desenvolveu ainda uma intensa actividade associativa em diversas associações e colectividades barreirenses.
Para além dos artigos subordinados ao tema «Memórias Políticas no Barreiro», escreveu outros artigos versando os mais variados temas.
Foi agraciado pela CMB com o galardão Barreiro Reconhecido na àrea da Resistência Anti-Fascista no ano de 1997.
Actualmente continua a ser militante do PCP.
Artigos de António Maria Marques publicados no Jornal do Barreiro subordinados ao tema geral Memórias Políticas no Barreiro.
• «Que nunca sejam esquecidos os que lutaram», Jornal do Barreiro, 25/04/1997
• «Constituição do Primeiro Comité local do PCP», Jornal do Barreiro, 16/05/1997.
• «O movimento de 18 de Janeiro de 1934. Greve Geral Revolucionária contra o Estatuto do Trabalho Nacional», Jornal do Barreiro, 06/06/1997.
• «Revolta da Marinha Portuguesa – participação de militantes do Barreiro», Jornal do Barreiro, 20/06/1997.
• «José Simões (Mina) na reunião do Comité Central – um impedimento de Acácio Costa», Jornal do Barreiro, 18/07/1997.
• «O Partido Comunista no Barreiro, face à Igreja», Jornal do Barreiro, 08/08/1997.
• «Riscos da Luta», Jornal do Barreiro, 15/08/1997
• «A prisão de José Francisco na CP», Jornal do Barreiro, 05/09/1997.
• «Mulheres organizadas e que se salientaram na luta de classes no Barreiro», Jornal do Barreiro, 26/09/1997.
• «O envolvimento de Flávio Alves, na fuga de dois militantes do Comité Local de Lisboa, que se encontravam presos, no Governo Civil de Lisboa», Jornal do Barreiro, 17/10/1997.
• «Riscos da Luta», Jornal do Barreiro, 31/10/1997.
• «O Partido, face às colectividades do concelho do Barreiro», Jornal do Barreiro, 21/11/1997.
• «Uma noite de forte agitação e propaganda», Jornal do Barreiro, 09/01/1998.
• «Imprensa», Jornal do Barreiro, 16/01/1998.
• «Uma cisão no Partido Comunista Português em 1941 envolvendo um militante do Barreiro», Jornal do Barreiro, 23/01/1998.
• «Uma célula da Juventude em actividade e o imprevisto», Jornal do Barreiro, 06/02/1998.
• «A Greve CUF em 1943», Jornal do Barreiro, 13/02/1998.
• «Quem foi Francisco Ferreira? Chico da CUF», Jornal do Barreiro, 27/02/1998.
• «A Língua Internacional “Esperanto”, e a sua História, no Barreiro», Jornal do Barreiro, 20/03/1998.
• «Retrospectiva», Jornal do Barreiro, 27/03/1998.
• «Maria da Conceição Vassálo e Silva da Cunha Lamas “Maria Lamas”. Uma mulher portuguesa para não esquecer», Jornal do Barreiro, 10/04/1998.
• «Quem foi Eduardo Fernandes?», Jornal do Barreiro, 24/04/1998.
Notas
Publicados curiosamente ou não, no período balizado entre 25 de Abril de 1997 e 24 de Abril de 1998, o autor explica, logo no primeiro artigo, quais as razões que motivaram a elaboração dos mesmos:
«Historiar a vida do Partido Comunista Português, no Barreiro, não é, na verdade, uma tarefa fácil. Duas razões principais dificultaram esta tarefa. A primeira razão reside no facto de, na época distante, da implantação do PCP, existirem muitas preocupações em efectuar registos escritos. Vivia-se sob clandestinidade e forte repressão, corriam-se perigos iminentes, existia o perigo de colocar muitas pessoas sob a alçada da bufaria e da polícia política especializada em vigiar estes acontecimentos.
(...)
A segunda razão é que nada justifica as comissões concelhias do PCP, no Barreiro, que após o 25 de Abril de 1974 tenham votado ao esquecimento tal trabalho, porquanto, naquela época, o Barreiro ainda estava recheado de militantes de épocas distantes que viveram os melhores momentos da vida deste partido e, com o contributo de centenas deles, teria sido possível recolher bastante material para este efeito. (...)»
Esta última afirmação do autor causou, na época, alguma polémica, com o engº Armando Sousa Teixeira, actualmente autor de 3 volumes, sob o tema Barreiro – Uma História de Trabalho, Resistência e Luta, Lisboa, Ed. Avante, 1997-2001, romances baseados em relatos escritos e orais dos diversos participantes dos acontecimentos narrados.
Polémicas à parte, a série de artigos de António Maria Marques são fundamentais para estudar a história do PCP no Barreiro no que concerne às décadas de 30 e 40 do século passado. Pelo relato dos acontecimentos, pelos nomes de militantes vários, acompanhados, sempre que possível, com fotografias dos mesmos.
De igual modo que os volumes do Engº Armando S. Teixeira, talvez até por serem romanceados e, dotados de uma grande oralidade, nos permitem conhecer a ambiência de época que nos parece a nós remota e, afinal, não passou assim tanto tempo...
Todavia, não podemos deixar de concordar com as dificuldades apontadas por António Maria Marques. O Barreiro industrial, o Barreiro dos Ferroviários, dos Corticeiros, dos operários da CUF, das colectividades, da “Oposição hasteada como bandeira” hoje, já não existe. Testemunhos que se perderam, vivências, saberes que dificilmente temos acesso.
Saber que os anarquistas se passeavam com lenços pretos ao pescoço e os comunistas com lenços vermelhos. Tudo isto conta, tudo isto interessa. Todas as recordações, vozes, memórias. O Barreiro Industrial hoje, já não existe. Existe contudo a certeza da importância que a então vila barreirense teve para a história da Resistência, para a história do Movimento Operário de Portugal.
janeiro 26, 2004
AMERICAN COMMUNIST HISTORY , 2, 2 - ÍNDICE
American Communist History_, 2, no. 2 (Winter 2003)
Symposium on the Historiography of American Communism
Bryan D. Palmer, "Rethinking the Historiography of United States Communism."
James R. Barrett, "The History of American Communism and Our Understanding of Stalinism."
John Earl Haynes, "Poison or Cancer?: Stalinism and American Communism."
Melvyn Dubofsky, "The Devil is Not in the Details: He is Stalin!"
John McIlroy, "Rethinking the Historiography of United States Communism: A Comment."
Bryan D. Palmer, "Communist History: Seeing It Whole. A Reply to Critics."
Peter Meyer Filardo, "United States & Comparative Communist History:
Bibliography 2002."
Reviews
Lee Bernstein, _The Greatest Menace: Organized Crime in Cold War America_, Culture, Politics, and the Cold War (Amherst, Mass.: University of Massachusetts Press, 2002). Reviewed by Thomas Doherty
J. Peter Campbell, _Canadian Marxists and the Search for a Third Way_ (Montreal [Qué.] Ithaca [N.Y.]: McGill-Queen's University Press, 1999). Reviewed by Geoffrey Ewen
Aryeh Neier, _Taking Liberties: Four Decades in the Struggle for Rights_ (New
York: PublicAffairs, 2003). Reviewed by William James Hull Hoffer
John A. Salmond, _The General Textile Strike of 1934: From Maine to Alabama_ (Columbia, Mo.: University of Missouri Press, 2002). Reviewed by James C. Giesen
Ellen Schrecker, _The Age of McCarthyism a Brief History with Documents_ (New
York: Palgrave, 2002). Reviewed by Jeffrey W. Coker.
Athan G. Theoharis, _Chasing Spies: How the FBI Failed in Counterintelligence but Promoted the Politics of McCarthyism in the Cold War Years_ (Chicago: Ivan R. Dee, 2002). Reviewed by Scott Lucas.
janeiro 22, 2004
COMMUNIST HISTORY NETWORK NEWSLETTER ON LINE
Communist History Network Newsletter, Issue 15: Autumn 2003
Editors' introduction [ Read ]
Announcements
* Reds! — CPGB History Exhibition [ Read ]
* ICBH CPGB Historiography Seminar transcript [ Read ]
Conference Announcement
* Communist Party of Great Britain Day Conference, 21 February 2004 [ Read ]
Thesis Report
* The Communist Party of Great Britain and the 'collapse of socialism': the CPGB, 1977-1991, Richard Cross [ Read ]
Reviews
* James R. Barrett, W Z Foster and the Tragedy of American Radicalism, reviewed by Nina Fishman [ Read ]
* John McIlroy, Kevin Morgan and Alan Campbell (eds), Party People, Communist Lives – Explorations in Biography, reviewed by Steve Parsons [ Read ]
* Andy Croft and Adrian Mitchell (eds), Red Sky at night: an Anthology of British Socialist Poetry, reviewed by Charles Hobday [ Read ]
* Andy Croft, Comrade Heart: A Life of Randall Swingler, reviewed by Philip Bounds [ Read ]
* Faking Real Existing Socialism: some thoughts on Good Bye Lenin!, by Andrew Flinn [ Read ]
* John Callaghan, Cold War, Crisis and Conflict: The CPGB 1951-68, reviewed by David Childs [ Read ]
* Apollon Davidson, Irina Filatova, Valentin Gorodnov and Sheridan Johns, (eds), South Africa and the Communist International: A Documentary History, reviewed by Kevin Morgan [ Read ]
dezembro 31, 2003
BIBLIOGRAFIA SOBRE O PCP E A OPOSIÇÃO - 2003 (Actualizada)
[Hortense de Almeida], "Lília da Fonseca - Depoimento escrito por Hortense de Almeida , irmã de Lília", Faces de Eva, 9, 2003
São José Almeida, Entrevista a Maria Cândida Caeiro, Público, 6/12/2003
[A entrevistada é filha de Maria Lamas, sobre a qual é a entrevista.]
Victor Manuel Santidrián Arias , Historia do PCE en Galicia , A Coruña , Edicios do Castro , 2003
[Inclui elementos sobre os contactos de fronteira entre os guerrilheiros comunistas galegos e portugueses e tem novas informações sobre Victor Garcia Estanillo / "O Brasileiro" / "António" , que foi enviado pela IC para Portugal , esteve envolvido nas polémicas sobre a "reorganização" do PCP e foi posteriormente executado pelo próprio PCE . Sobre esta história ver José Pacheco Pereira , Àlvaro Cunhal Uma Biografia Política , vol II ]
Avelino Cunhal, Galeria de Exposições da Biblioteca Municipal de Vila Franca de Xira, 2003
Rui Bebiano, O Poder da Imaginação Juventude, Rebeldia e Resistência nos Anos 60, Coimbra. Angelus Novus, 2003
Alberto Bemfeita, Ary dos Santos. O Homem, o Poeta, o Publicitário, Lisboa, Caminho, 2003
[Fotobiografia de Ay dos Santos, um dos poetas emblemáticos do PCP no imediato 25 de Abril, embora já tivesse contactos com a oposição antes dessa data.]
Rui Manuel Brás, "As relações entre socialistas e comunistas nos anos de 1923-1925", Ler História, 45, 2003
António Cardoso , Poemas de Circunstância (1949-1960) , Luanda , Editora Nzila , 2003
Lopes Cardoso, Intervenções Parlamentares. Testemunho Sobre a Coerência de um Percurso, Lisboa, Assembleia da República, 2003
[Inclui depoimentos sobre e uma biografia política de António Lopes Cardoso, uma figura importante da oposição não comunista no exílio.]
Luís Adriano Carlos (Introdução e índice) , Árvore Folhas de Poesia Edição Fac-similada , Porto, Campo das Letras, 2003
[Reedição de uma importante revista literária que se publicou de 1951 a 1953, e que foi depois proibida pela PIDE. Os anos da sua publicação são os mais duros das polémicas literárias e políticas entre escritores portugueses da oposição.]
Alexandra Isabel Carreira , Entrevista a Álvaro Cunhal , Expresso , 31/5/2003
António Rosa Casaco, Servi a Pátria e Acreditei no Regime, Edição do Autor, 2003
Alexandre Castanheira, Outrar-se ou a Longa Invenção de Mim, Porto, Companhia das Letras, 2003
Artur Ferreira Coimbra, Desafectos ao Estado Novo. Episódios de Resistência ao Fascismo em Fafe. Junta de Freguesia de Fafe, 2003
Comissão de Freguesia de Alhandra do PCP, Vida e Obra dos Comunistas em Alhandra 1923-2000, 2003
João da Silva Correia, Unhas Negras, S. João da Madeira, Câmara Municipal, 2003
[Romance das lutas operárias na região de S. João da Madeira, nos anos trinta e quarenta.]
João Bénard da Costa, Nós, os Vencidos do Catolicismo, Coimbra, Edições Tenacitas, 2003
[Depoimento fundamental para se perceber a geração de católicos progressistas que nos anos sessenta se envolve na oposição a Salazar.]
Maria Manuela Cruzeiro, Maria Eugénia Varela Gomes Contra Ventos e Marés, Porto, Companhia das Letras, 2003
Luís Augusto Costa Dias, “Missão Histórica” e o “Papel dos Intelectuais” na Filosofia da Cultura de Bento de Jesus Caraça”, Revista de História das Ideias, vol. 24, 2003-12-23
Maria João Raminhos Duarte, Portimão. Industriais Conserveiros na 1ª Metade do Século XX, Lisboa, Edições Colibri, 2003
[Elementos sobre o movimento operário algarvio]
J.M. Costa Feijão, "Bento Gonçalves e o reformisno", O Militante, Ano 71, Série IV, 263, Março/Abril 2003
J M. Costa Feijão, “Lutas nas marinhas do sal”, Avante!, 22/5/2003
J M. Costa Feijão, “A greve da mala”, Avante!, 3/7/2003
J M. Costa Feijão, “Os prelos clandestinos de "O Corticeiro”, Avante!, 17/7/2003
J M. Costa Feijão, “Do Maranhão a Moscovo”, Avante!, 24/7/2003
J M. Costa Feijão, “1943 - Saber avançar saber recuar”, Avante!, 31/7/2003
J M. Costa Feijão, “Uma Conferência Camponesa”, Avante! , 7-8-2003
J M. Costa Feijão, “1941 - Renascem os prelos do PCP”, Avante!, 21/8/2003,4
J M. Costa Feijão, “Memória do Oeste”, Avante! , 28/8/2003
J M. Costa Feijão, “Os primeiros presos comunistas”, Avante! , 4/9/2003
J.M. Costa Feijão, "Bento Gonçalves e as derivas sindicais" . O Militante, 267, Novembro-Dezembro 2003
José Maria Carvalho Ferreira, "Rui Vaz de Carvalho", Utopia, 16, 2003
[Biografia do militante anarquista.]
Maria Antónia Fiadeiro , Maria Lamas Biografia , Lisboa , Quetzal Editores , 2003
Maria Antónia Fiadeiro [Organização e coordenação ] , Fernando Piteira Santos , Português , Cidadão do Século XX , Porto , Campo das Letras , 2003
[ Com algumas excepções, é uma colecção de depoimentos testemunhais sobre Piteira Santos, muitas vezes repetitivos e com poucos factos novos . A passagem e as relações de Piteira Santos com o PCP, elemento seminal da sua biografia , são apenas afloradas . É verdade que os documentos do arquivo do PCP continuam indisponíveis e sem eles o “browderismo” de Piteira só pode ser “advinhado” por citações escassas e fora do contexto feitas por Cunhal . ]
Alexandre M. Flores, Almada na História da Indústria Corticeira e do Movimento Operário (1860-1930), Almada, Câmara Municipal, 2003-12-06
Francisco Salgado Zenha Liber Amicorum, Coimbra, Coimbra Editora, 2003
Bento Gonçalves, [ Introdução, recolha e bibliografia de Alberto Vilaça] , Inéditos e Testemunhos. Lisboa, Edições Avante!, 2003.
Paulo Guimarães , “Os últimos anos do sindicalismo revolucionário : a Federação Mineira e Metalúrgica e o Alentejo” , A Ideia , 58 , Março 2003
Júlio Graça Vida e Obra. Exposição Documental, Setembro 2003
Carlos Câmara Leme, "Contra Um Tempo Cinzento e Um Modo de Estar Bafiento ", Público, 15/12/2003
Carlos Câmara Leme, "Conformismo Moral da Esquerda Era Muito Próximo do da Direita" (Entrevista a João Benard da Costa), Público, 15/12/2003
Carlos Câmara Leme, "Quatro Olhares Diferentes" , Público, 15/12/2003
João Madeira , "A herança de Staline" , História , 56 , Maio 2003
João Madeira, "O PCP e a Questão Colonial- dos fins da guerra ao V Congresso(1943-1957)", Estudos do Século XX, 3, 2003
"Maria Manuela Conceição Carvalho Margarido", Faces de Eva, 9, 2003
[Depoimento autobiográfico]
António Arnaldo Mesquita , "'O Tempo e o Modo' Foi Um Lugar Único de Diálogo" (Entrevista com Jorge Sampaio),Público de 16/12/2003
Arnaldo Mesquita, As Duas Vozes, Lisboa, Edições Avante!, 2003
Maria José Oliveira, "LCI, a Vontade Revolucionária Trinta Anos Antes do Bloco de Esquerda ", Público, 20/12/2003
[ Ordem dos Advogados ] , Francisco Salgado Zenha Fotobiografia , Lisboa , Conselho Distrital da Ordem dos Advogados , 2003
[Com excepção de um br